A crise no PTB gerada pelo afastamento de Graciela Nienov da presidência do partido atingiu em cheio a campanha de Jair Bolsonaro. Após a prisão de Roberto Jefferson, reduzido a presidente de honra da legenda, Graciela assumiu o comando, se reuniu com Bolsonaro no Palácio do Planalto e, ao lado dele, anunciaram o apoio do partido à sua reeleição.

Com a descoberta de um complô do grupo de Graciela contra Jefferson e sua turma no partido, com direito a gravações e troca de mensagens que a comprometem, ela foi afastada e o dirigente, que cumpre prisão domiciliar em Levy Gasparian (RJ) volta a mandar no partido.

Quando Graciela foi ao Planalto, estavam acompanhada de outros dois dirigentes, que são deputados estaduais, que integram o “grupo secreto”, como eles mesmos batizaram. Estavam acompanhado de Flávio Bolsonaro. Os filhos do presidente nunca foram afinados com Jefferson.

A praticamente expulsão de Graciela faz voltar à estaca zero negociações de filiação de bolsonaristas que ela vinha costurando, como exemplo a da ministra Damares Alves (Família, Mulher e Direitos Humanos), com quem se reuniu semana passada e até gravaram um vídeo. Fonte: Metrópole.com