Leia a nota na íntegra: 

Nota à Imprensa

“A Prefeitura de Vitória da Conquista reafirma que vem realizando um trabalho intenso de prevenção e enfrentamento à dengue, com ações capitaneadas sem a participação do Governo da Bahia. E os dados comprovam que as medidas adotadas pela Gestão Municipal estão surtindo efeito. No Painel de Monitoramento de Arbovirores do Governo Federal, o Munícipio apresenta 0,8 de letalidade em casos prováveis e 1,90 de letalidade em casos graves, enquanto o Estado apresenta 0,12 em casos prováveis e 3,76 em casos graves. Ou seja, em termos proporcionais, nossos números estão bem abaixo da realidade estadual.

Em reportagem veiculada, nesta quarta-feira (27), no endereço eletrônico da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), o Governo Estadual afirma que enviou ofício direcionado à Prefeitura sugerindo a instalação imediata de unidades de referência para o acolhimento dos casos suspeitos de dengue. Entretanto, o que a Sesab não veiculou é que o documento foi enviado no último dia 15 de março, enquanto a implantação do horário estendido nas unidades de saúde, pela Prefeitura, vem acontecendo desde o dia 27 de fevereiro. Portanto, quase 10 dias antes do solicitado. São oito unidades atendendo em horário estendido, e todas as demais unidades do município atuando no vespertino, exclusivamente, nos atendimentos de casos suspeitos de dengue.

Há de se ressaltar que, nas medidas adotadas pela Prefeitura para acolher os pacientes, estão quatro unidades Sentinela, atendendo durante a semana até às 22h, com duas equipes médicas cada uma; quatro unidades funcionando todos os dias até às 22h, e aos sábados até às 13h, sendo duas dessas até às 22h; abertura de todas as unidades de saúde no período vespertino para atendimento exclusivo dos casos suspeitos de dengue; três portas de atendimento de emergência nos seguintes hospitais: Unimec – adulto; Santa Casa – adulto e pediátrico; e Esaú Matos – pediátrico.

É, portanto, uma falácia afirmar que em Vitória da Conquista faltam unidades de assistência municipal, e que estão atuando em horário limitado, e que há lacuna no contexto da atenção básica. A despeito dessa informação, ao citar a UPA Estadual, o Governo da Bahia ainda omite, propositalmente, que essas unidades não são exclusivas de Vitória da Conquista. O Complexo Hospitalar de Vitória da Conquista (CHVC), que engloba UPA e HGVC, atende cerca de 80 municípios da região.

Dessa forma, insistir em transformar a situação em fato político, atribuindo a responsabilidade da superlotação somente à cidade onde o complexo está instalado, é, no mínimo, faltar com a verdade e inibir o direito da população de ter informações corretamente publicizadas.”

 

Secom, 27 de março de 2024