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O Restaurante Popular de Vitória da Conquista passará a cobrar R$ 4,00 por refeição a partir de 5 de janeiro de 2026. A atualização foi publicada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social nesta quarta-feira (3), e representa o primeiro reajuste ao usuário desde 2021.

A mudança acompanha parâmetros do Índice de Preços ao Consumidor e segue o decreto que regulamenta o serviço, permitindo que o município complemente parte do valor para manter o programa de segurança alimentar. Com o cálculo revisado, o valor total da refeição, antes fixado em R$ 10,15, passa a ser de R$ 10,45.

Do acréscimo de 30 centavos, a Prefeitura absorverá R$ 0,10, elevando sua participação no subsídio para R$ 6,45 por refeição. Os R$ 0,20 restantes compõem a parcela repassada ao usuário, resultando no novo valor de R$ 4,00.

Mesmo com a atualização, o município continuará responsável por mais de 60% do custo de cada prato, garantindo que o Restaurante Popular mantenha sua função social e siga oferecendo alimentação nutritiva a preço acessível para a população em situação de vulnerabilidade.

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Em seis meses de execução, o Programa Bahia Sem Fome (BSF) beneficiou 65.700 famílias em todos os 27 Territórios de Identidade do Estado. Ainda na sua primeira fase, o BSF arrecadou 857 toneladas de alimentos e distribuiu 657 toneladas. Os donativos chegaram a 686 organizações em 164 municípios baianos. Os dados foram apresentados neste sábado (5), durante reunião do secretariado com o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.

 

O Governo da Bahia colocou como prioridade erradicar a fome no Estado. Para isso, entre outras ações, já no primeiro semestre foi firmado o pacto para enfrentamento da fome com a União e aprovada a Lei de Agroecologia e Produção Orgânica. Também foi criado o Grupo de Trabalho de Compras Governamentais da Agricultura Familiar e Economia Solidária. O governador tem trabalhado, ainda, para fortalecer o Sistema de Segurança Alimentar e caminhar ao lado do governo federal, no sentido de garantir o acesso à alimentação saudável.

 

Para o coordenador do Bahia Sem Fome, Tiago Pereira, o êxito do Programa se deve à confiança na execução e transparência na gestão. “Estamos conseguindo sensibilizar diversos entes da sociedade que estão se aproximando da nossa campanha para construir uma Bahia sem fome”, disse Tiago.

 

Ainda segundo o coordenador, é muito importante destacar que a arrecadação e doação de alimentos é só a primeira etapa do processo. “Temos 1,8 milhão de pessoas em situação de fome na Bahia, então as ações emergenciais são necessárias. Mas, nosso Programa é bem mais amplo e envolve inclusão na cadeia produtiva, fortalecimento da agricultura familiar e geração de emprego e renda”, completou.

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Profissionais de várias áreas serão formados para utilização do Guia “10 passos para alimentação e hábitos saudáveis” e disseminação dos conhecimentos em unidades de saúde, centros de educação infantil, CRAS e CREAS.

Técnicos das Secretarias Municipais de Educação, Saúde e Assistência Social que atuam junto à primeira infância participam, nesta quarta-feira, 18, das 14h às 17h, do Webinar “Impacto da COVID-19 na alimentação e nutrição: 10 passos para uma alimentação saudável”. O encontro será virtual, realizado por meio do aplicativo Google Meet.

Situações de insegurança alimentar como desmame precoce, desnutrição, obesidade, etc., acometem crianças no Semiárido Brasileiro. Estes e outros temas serão abordados no Webinar promovido pelo Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF), em parceria com o Centro Dom José Brandão de Castro (CDJBC) e Associação Brasileira de Ações Integradas para o Desenvolvimento Humano (ABRADH).

Os profissionais serão capacitados para serem reeditores na aplicação de metodologia que irá trabalhar com as famílias e cuidadores a importância da alimentação e de hábitos saudáveis para a saúde de meninos e meninas, em especial aqueles que estão em situação de maior vulnerabilidade e com uma especial atenção para o período da pandemia.

Com o Guia “10 passos para a Alimentação e Hábitos Saudáveis”, eles conhecerão práticas educativas para aprendizagem participativa, que vão ajudar a disseminar as recomendações para a alimentação adequada de crianças menores de 5 anos de vida.

A prioridade da oficina será para os municípios de Sergipe, Bahia e Minas Gerais que participam do Selo UNICEF.

Para participar, basta acessar no dia e horário do webinar, o link https://meet.google.com/xtd-fdmo-iwu?hs=122&authuser=0 . Vale lembrar que pelo computador, não é necessário instalação de aplicativo, porém, se você for acessar pelo celular, recomendamos que realize o download do app com antecedência.

Serviço – Oficina de Formação de reeditores nos 10 passos para Alimentação e Hábitos Saudáveis

Data: 18 de novembro de 2020
Horário: 14h – 17h
Local: Virtual – Google meet
Link de acesso à oficina no Google Meet:
https://meet.google.com/xtd-fdmo-iwu?hs=122&authuser=0

Mais informações para a imprensa:
Débora Melo, coordenadora de comunicação do Selo UNICEF nos Estados de Bahia, Sergipe e Minas Gerais
Tel: (79) 99996-6899
e-mail: deboramelorocha@gmail.com

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O decreto Municipal divulgado no último 2 de julho permite a abertura de bares e restaurantes em Vitória da Conquista. Porém, as modalidades de restaurantes que possuem serviço de Self service não estão funcionando.

No shopping Conquista Sul, a movimentação de pessoas na praça de alimentação nesta sexta-feira(10) tem sido moderada. As cadeiras estão afastadas e os restaurantes estão seguindo com as normas de higiene e segurança

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A queixa é geral: inúmeras pessoas admitem que estão comendo de forma descontrolada durante o período de distanciamento social. Algumas dizem que passam o dia todo comendo, outras contam que comeram o que estava reservado para o mês todo  em 24 horas.

O problema não é exatamente o aumento no número de refeições. Outros fatores precisam ser considerados! Por isso, a UniFTC Vitória da Conquista convidou a nutricionista Gabriela Madureira e o psicólogo Antônio Figueredo para conversar sobre a questão numa live do projeto “Todo dia é dia de Live” da Rede UniFTC, realizada na última sexta-feira, 24/04.

O professor Antônio propôs uma reflexão sobre o significado que damos aos alimentos. Ele afirma que o comer sacia não só o nosso corpo, mas também nossa alma: “A comida tem uma representação simbólica muito forte e preenche vários vazios da nossa vida”.

Desse modo, o contexto de distanciamento social pelo qual estamos passando, de muitas faltas e privações, está contribuindo para esse consumo impulsivo. A nutricionista explica que “a ansiedade e o estresse acabam aumentando alguns hormônios que estão relacionados ao apetite, como, por exemplo, o cortisol que eleva o hormônio grelina, que vai fazer com que a pessoa tenha maior apetite”.

De acordo com Gabriela, a depender do estado emocional, o indivíduo “poderá fazer escolhas que podem não ser tão benéficas para o organismo”.

Nota-se, então, uma baixa qualidade nutricional dos alimentos, uma ingestão apressada,  intervalos irregulares, sentimento de culpa e ausência de saciedade. Quanto a esse último ponto, a nutricionista esclarece que o centro de saciedade demora pelo menos 20 minutos para ser ativado numa grande refeição. “Por isso, que nós, nutricionistas, recomendamos comer devagar, mastigar bem o alimento, porque facilita a digestão e dá tempo de ativar o centro de saciedade”, disse Gabriela.

A professora acrescenta ainda outras características da fome emocional: ela apresenta-se de forma urgente e súbita, com desejos específicos. Já a fome físiológica, vem de forma gradual e é possível adiá-la: “Se não der para comer naquele momento, tudo bem! E qualquer alimento serve!”, destaca Gabriela.

Seguindo esse pensamento, a nutricionista apresenta a escala a seguir:

O ideal, segundo ela, é nos manter entre os níveis 5 e 6. Para isso, a nutricionista recomenda seguirmos 10 princípios:

  1. Rejeitar a mentalidade de dieta
  2. Honrar a fome
  3. Fazer as pazes com a comida
  4. Desafiar o policial alimentar
  5. Descobrir o fator de saciação
  6. Lidar com as emoções sem usar a comida
  7. Respeitar o corpo
  8. Exercitar-se
  9. Honrar a saúde
  10. Praticar a nutrição gentil

Professor Antônio finaliza a discussão com a seguinte mensagem: “Não é a comida, é a relação que você tem com você e com a comida!”.

Matéria: UniFTC. com

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Com o objetivo de agilizar o acesso dos estudantes e de suas famílias ao vale-alimentação estudantil, no valor de R$ 55 por aluno, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação, assinou contrato, nesta sexta-feira (17), com a Cesta do Povo e o Assaí. A entrega ocorrerá a partir da próxima segunda-feira (20).
Com isto, as duas redes de supermercados poderão atender 284 mil estudantes da rede estadual de ensino nas cidades onde suas lojas e redes de apoio estão distribuídas (veja relação abaixo). Para os alunos que moram em municípios não atendidas por essas duas redes de supermercado, estão sendo feitos os cartões alimentação, que serão entregues diretamente aos estudantes pelas escolas.
“A entrega do vale-alimentação pelos supermercados foi uma alternativa emergencial que encontramos para que os estudantes tenham acesso mais rapidamente aos gêneros alimentícios. Em paralelo, estamos correndo e empreendendo todos os esforços para que os cartões também cheguem o mais breve possível para aqueles estudantes onde as redes de supermercado não atuam. Os recursos de R$ 44 milhões do Tesouro Estadual  já estão assegurados e é importante ressaltar que todos os 800 mil estudantes matriculados na nossa rede estadual de ensino têm este direito assegurado”, afirmou o secretário da Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues.
Toda a logística de acesso ao vale-alimentação está sendo organizado. Os detalhes serão informados posteriormente, para evitar aglomerações nos supermercados e a exposição ao risco ao novo coronavírus. Será divulgada uma lista, no domingo (19), no Portal da Educação, com o nome da escola e para qual rede a pessoa que tem o CPF cadastrado na unidade escolar (estudante, pai, mãe ou responsável) deve se dirigir.
No supermercado, o estudante deverá ir ao setor de atendimento ao cliente, portando CPF e Carteira de Identidade originais, para a retirada do vale-alimentação. O vale é destinado, exclusivamente, para a compra de gêneros alimentícios, como feijão, arroz, macarrão, açúcar, café, leite, dentre outros. Em caso de dúvida, o estudante deve ligar para sua escola ou para o 0800 284 0011.
A Cesta do Povo está presente nas cidades de Salvador, Camaçari, Simões Filho, Valença, Dias D´Ávila, Santo Estevão, Gandu, Santa Bárbara, Monte de São João, Morro do Chapéu, Camamu e Ituberá. Já a rede Assaí, nas cidades de Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Juazeiro, Jequié, Ilhéus, Lauro de Freitas, Paulo Afonso, Guanambi, Serrinha, Senhor do Bonfim e Itapetinga.
O presidente da Cesta do Povo, Joel Feldman, destacou a importância da iniciativa e como a rede está preparada “A Cesta do Povo, entendendo este momento emergencial, preparou toda a sua estrutura para atender os estudantes da rede estadual com o vale- alimentação. Trabalhamos intensamente com as equipes do Governo do Estado para que fosse possível estruturar esta operação no menor tempo possível. Nossas lojas estarão à disposição dos estudantes. Faremos o nosso melhor para que estas famílias sintam-se acolhidas por este importante benefício concedido pelo Governo da Bahia”.
O presidente do Assaí Atacadista, Belmiro Gomes, também ressaltou a parceria. “Nossos mais de 3 mil funcionários nas 15 unidades, em 13 cidades baianas, estão trabalhando para garantir que os itens de alimentação cheguem às famílias beneficiadas. E reverteremos ainda parte da receita da venda do benefício alimentação em cestas básicas a serem doadas para instituições beneficentes na Bahia, o que reforça o compromisso de todo o time Assaí com esta parceria. Toda nossa operação está focada em manter nossas unidades abastecidas e operar com os níveis de segurança recomendados pelas autoridades de saúde”.
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