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O presidente Lula (PT) afirmou, nesta segunda-feira (7), que a defesa do Brasil compete aos brasileiros e que o país não aceita interferência de quem quer que seja. A mensagem é uma resposta à publicação de Trump, em que ele sai em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e pede para que o deixem em paz;

“A defesa da democracia no Brasil é um tema que compete aos brasileiros. Somos um país soberano. Não aceitamos interferência ou tutela de quem quer que seja. Possuímos instituições sólidas e independentes. Ninguém está acima da lei. Sobretudo, os que atentam contra a liberdade e o estado de direito”, afirmou Lula em nota.

Em publicação nas redes, Trump afirmou que o Brasil está perseguindo o ex-presidente, e criticou o tratamento dado ao brasileiro que é réu no STF (Supremo Tribunal Federal) no julgamento envolvendo uma trama golpista após as eleições de 2022.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve no hospital Sírio-Libanês, em Brasília, na tarde desta segunda-feira (28), para a retirar os pontos de um ferimento na cabeça ocasionado por um acidente doméstico. A informação é da assessoria de imprensa do Palácio do Planalto.

Lula caiu em um banheiro no Palácio da Alvorada no último 19 de outubro. Na ocasião, ele cortava as unhas dos pés quando caiu e bateu a cabeça. A pancada abriu um corte que foi fechado com cinco pontos.

Após a retirada dos pontos, ele passará por novos exames na cabeça. O boletim médico mais recente, divulgado na sexta-feira (25) pelo Hospital Sírio-Libanês de Brasília, aponta que ele tem um quadro “estável” e está “apto para o trabalho”. Devido ao acidente, Lula teve de cancelar a viagem a Kazan, na Rússia, onde participaria da cúpula do BRICS.

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A Cúpula do Brics anunciou nesta quinta-feira (24) que vai ampliar o bloco. O grupo decidiu convidar formalmente seis países para se tornarem novos membros, disse o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa: Argentina, Egito, Irã, Etiópia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

O debate sobre a expansão do bloco Brics, que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, esteve no topo da agenda durante as reuniões em Joanesburgo. A cúpula termina nesta quinta.

Os seis países convidados terão de cumprir com algumas condições para participar do grupo a partir de 1º de janeiro de 2024.

A ministra das Relações Exteriores da África do Sul, Naledi Pandorm, já havia adiantado na quarta-feira (23) que os líderes dos países chegaram a um acordo para adotar diretrizes de ampliação do Brics.

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