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O governador Rui Costa criticou a postura do governo de Jair Bolsonaro diante sobre a compra de vacinas em testes contra a covid-19 e afirmou que o governo federal está tentando criar um falso debate sobre a imunização. “Até onde eu sei, não existe obrigatoriedade para vacinação para a população no Brasil. O que é obrigatório é o governo federal comprar a vacina e disponibilizar para o povo”, afirmou Rui, antes de perguntar: “Afinal, o governo federal vai ou não comprar as vacinas para oferecer para a população que quiser se vacinar?”.

O questionamento do governador baiano ocorreu durante visita, nesta terça-feira (dia 27), ao Bairro da Paz, em Salvador.

Segundo Bolsonaro, vacina obrigatória no país deve ser apenas para cachorro. “Vacina para ser humano nunca foi obrigatória no país, mas eu não conheço mãe que deixou de vacinar seu filho contra a poliomielite. Esse debate é falso. O governo federal não está querendo comprar a vacina e tenta iludir parte da população, dizendo que estão querendo obrigar a vacinação”, comentou Rui.

Uma das vacinas que alimentaram polêmicas essas polêmicas foi a desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo, que tem o governador paulista e atual adversário político do presidente, João Doria, como principal “garoto propaganda”.

Segundo Rui, o governo federal está “maquiando” o debate sobre a questão. “No dia em que houver vacina, eu vou me vacinar, porque eu amo viver e não quero correr o risco de morrer. Quem não quiser não é obrigado. Esse não é o debate, mas infelizmente o governo federal está tergiversando e falando uma bobagem atrás da outra. Vi uma entrevista em que se dizia que o importante é cuidar da cura e não da vacina. É inacreditável o que a gente ouve autoridades federais falarem. Vírus se evita é com a vacina”, criticou Rui.

Na opinião do governador, esse tipo de abordagem vem causando danos à imagem do país. “As pessoas deixaram de levar o Brasil a sério, virou um caso de comédia no mundo inteiro. Vi isso ser reproduzido em jornais do mundo inteiro como caso de piada. Não consigo entender como chegamos numa situação dessas”, concluiu. *Correio 24 horas.
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Menos de 24 horas após o Ministério da Saúde anunciar que tem a intenção de adquirir 46 milhões de doses da Coronavac, vacina candidata contra Covid-19 do laboratório chinês Sinovac Biotech testada no Brasil pelo Instituto Butantan, o presidente Jair Bolsonaro desautorizou o ministro Eduardo Pazuello e afirmou nesta quarta-feira que o imunizante contra o novo coronavírus “não será comprado” pelo governo brasileiro. A informação foi publicada em rede social.

“A vacina chinesa de João Dória: para o meu Governo, qualquer vacina, antes de ser disponibilizada à população, deverá ser COMPROVADA CIENTIFICAMENTE PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE e CERTIFICADA PELA ANVISA. O povo brasileiro NÃO SERÁ COBAIA DE NINGUÉM”, disse, acrescentando:

Segundo aliados, o presidente também enviou mensagens afirmando que não iria comprar “uma só dose de vacina da China” e que se governo “não mantém qualquer diálogo com João Doria na questão do Covid-19”. Matéria: Globo.com

 

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O presidente Jair Bolsonaro fará, nesta sexta-feira (25), uma cirurgia no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para a retirada de um cálculo na bexiga. A cirurgia está prevista para começar por volta das 10h30.

Nesta quinta-feira, o presidente esteve no Rio de Janeiro para participar da solenidade de inauguração de novas estruturas e entrega equipamentos à superintendência da Polícia Rodoviária Federal no Rio de Janeiro. Durante o evento, ele anunciou que o governo pretende abrir mais 2 mil vagas para a PRF entre o final deste ano e o início do ano que vem.

 

De acordo com a Agência Brasil, mais tarde, Bolsonaro foi para São Paulo onde gravou a live que ele tradicionalmente realiza nas quintas-feiras. Nesta noite, a transmissão teve a participação do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e tratou, entre outros temas, das queimadas no Pantanal.

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anuncia nesta terça-feira (30) a prorrogação do auxílio emergencial e, segundo membros do governo, o Executivo caminha para conceder mais duas parcelas de R$ 600.

Fontes afirmam que a decisão vai em direção a esse desfecho devido à facilidade de a proposta ser executada sem passar pelo Congresso, já que o governo não precisaria enviar um novo texto aos parlamentares. A lei que instituiu o auxílio concedeu ao Executivo a possibilidade de renovar o benefício se os valores forem mantidos e a proposta inicial era de o auxílio ser concedido durante três meses, por R$ 600.

A decisão de manter o valor por mais dois meses será diferente daquela anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro ao lado do ministro Paulo Guedes (Economia) na última quinta-feira (25). Eles informaram em live que deveria haver uma prorrogação do auxílio por mais três meses em parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300.

As discussões foram tomadas por idas e vindas e, nesta terça, Guedes chegou a falar em uma prorrogação maior, de três meses. “Demos os três meses iniciais e estendemos agora porque ela [pandemia] não começou a descer ainda. Estendemos por mais três meses, mas acreditamos que realmente ela vá descer nesses próximos três meses”, disse.

Ele sinalizou que o grau de contaminação do coronavírus pode levar a uma extensão ainda maior da medida. “Se não descer [a pandemia], lá vamos nós pensar de novo em quanto tempo mais teremos que segurar o fôlego”, disse.

Guedes evitou detalhar os valores da prorrogação dizendo que o anúncio caberá ao presidente. “Não quero me alongar muito sobre isso exatamente porque o presidente vai falar sobre isso daqui a pouco. Mas como a pandemia continua nos assombrando, nós vamos estender essa cobertura”, afirmou.

Essa é a medida anticrise que mais demanda recursos do Tesouro Nacional. Inicialmente, o governo estimou que o programa alcançaria 54 milhões de pessoas ao preço de R$ 98 bilhões aos cofres públicos. Depois, o impacto subiu para mais de R$ 120 bilhões para os três meses originalmente estimados diante da forte demanda.

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O recém-nomeado ministro da Educação, Carlos Decotelli, se envolveu em mais uma polêmica. A FGV (Fundação Getúlio Vargas) publicou uma nota na noite desta segunda-feira (29), negando que o economista tenha sido professor ou pesquisador da instituição, conforme alegava seu currículo.
De acordo com assessores, a novidade irritou o presidente Jair Bolsonaro, que debate a permanência do ministro hoje (30).
Conforme publicado na Folha de S.Paulo, Bolsonaro e Decotelli se encontraram ontem, e o presidente cobrou explicações do ministro. Ainda ontem, à noite, Bolsonaro escreveu em rede social que “Decotelli não pretende ser um problema para a sua pasta (governo), bem como está ciente de seu equívoco”, num sinal de que não garantiria sua permanência no cargo e de que o ministro sabe da crise que criou.
Mesmo diante das novas polêmicas, Bolsonaro ainda não bateu o martelo. Entretanto, o presidente solicitou a deputados e assessores indicações de possíveis substitutos. Ele exigiu também que os currículos dos nomes cotados sejam minuciosamente checados.
São cogitados para o cargo de ministro da Educação o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, o ex-assessor do Ministério da Educação Sérgio Sant’Anna e o conselheiro do CNE (Conselho Nacional de Educação) Antonio Freitas. Os três têm apoio do núcleo ideológico.
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O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou nesta 3ª feira (16.jun.2020) a quebra de sigilo bancário de 10 deputados federais e 1 senador. A informação é da CNN Brasil.

A decisão se deu no inquérito que apura o financiamento e organização de protestos com pautas contra o Congresso Nacional e a Suprema Corte.

Foram alvos os seguintes congressistas, que compõem a base de apoio do presidente Jair Bolsonaro.

OPERAÇÃO DA PF

A Polícia Federal cumpriu na manhã desta 3ª feira (16.jun.) 21 mandados de busca e apreensão em 6 unidades da Federação: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Santa Catarina e no Distrito Federal.

As medidas decorrem das investigações de inquérito aberto em 21 de abril por decisão de Alexandre de Moraes atendendo a pedido feito no dia anterior pela PGR. Na ocasião, o procurador-geral da República, Augusto Aras, apontou a necessidade de “apurar fatos em tese delituosos envolvendo a organização de atos contra o regime da democracia participativa brasileira, por vários cidadãos, inclusive deputados federais“.

O pedido de abertura do inquérito se deu no dia seguinte à participação do presidente Jair Bolsonaro em protesto em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, onde manifestantes defenderam pautas como o fechamento do Congresso e do STF.

 

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Uma investigação preliminar apontou fortes indícios de lavagem de dinheiro envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), de acordo com o entendimento do procurador da República Sérgio Pinel. As informações são do jornal O Globo.
A investigação apura se o senador cometeu lavagem de dinheiro a partir de transações imobiliárias e foi aberta a partir de uma representação apresentada por um cidadão ao Ministério Público Federal (MPF).
fonte: UOL
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O senador Otto Alencar, Partido Social Democrático – PSB, conversou na manhã desta sexta-feira (12), com o programa Redação Brasil para falar, entre outros assuntos, sobre a nomeação do deputado Fábio Fárias para o Ministério das Comunicações que foi recriado nesta quarta-feira (10), pelo presidente Jair Bolsonaro. Clique aqui e saiba mais

“Não temos cargo no governo, não queremos cargo no governo”. Afirma o senador.

O senador Otto Alencar ressaltou que o  presidente tem tentado se aproximar do PSB, embora na maioria dos estados não haja apoio ao governo Federal.

‘Tenho grande discordância com o governo do Bolsonaro.’Afirma o Senador.

O senador ainda esclareceu a respeito das eleições municipais na Bahia e sobre os possíveis apoiadores.

OUÇA a entrevista completa.

 

 

 

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O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira (10) em uma rede social a recriação do Ministério das Comunicações.

Pouco depois do anúncio, o “Diário Oficial da União” publicou a nomeação do deputado Fábio Faria (PSD-RN) como ministro. O secretário-executivo da pasta será Fábio Wajngarten, atual secretário de Comunicação Social do governo.

A pasta da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações foi desmembrada em duas: Ministério das Comunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia, chefiado por Marcos Pontes.

“Nesta data, via MP, fica recriado o Ministério das Comunicações a partir do desmembramento do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Para a pasta foi nomeado como titular o Deputado Fabio Faria/RN”, publicou Bolsonaro na internet.

Cerca de uma hora depois, ao chegar ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que houve “aceitação excepcional” sobre a decisão. O presidente também negou ter negociado a indicação de Fábio Faria com o Centrão, afirmando que não se lembra qual o partido do deputado (leia detalhes sobre o tema mais abaixo).

“Vamos ter alguém que não é um profissional do setor, mas tem conhecimento até pela vida que tem junto à família do Silvio Santos”, acrescentou o presidente. “É uma pessoa que sabe se relacionar e vai dar conta do recado”, completou.

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A ordem para atrasar a divulgação de boletins epidemiológicos sobre a disseminação do novo coronavirus no país partiu direto do presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem partido). A decisão é permanente, com divulgação diária apenas às 22h. A informação foi publicada no jornal Correio Braziliense, com base em uma fonte no alto escalão do governo.

A determinação de Bolsonaro evita que os boletins sejam divulgados nos telejornais noturnos, período de maior audiência televisiva das emissoras. A intenção de atrasar a divulgação dos dados existe desde a gestão do ex-ministro Luís Henrique Mandetta. Na época, o então chefe da pasta se recusou a acatar a ordem de Bolsonaro após alegar forte impacto na resposta a epidemia.

Mesmo sem anúncio oficial, a ordem foi dada para que os dados sejam enviados à imprensa apenas no final da noite, mesmo que estejam prontos às 19 horas. Com isso, as ordens passaram a ser acatadas pelo ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, que não tem formação na área, nem mesmo experiência no setor.

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