Governo do Estado PI 46956
Marcos Andrade Construtora
Novo Paraiso
CORTINA E CIA COLCHÕES

Saindo de casa deparei-me com Fuad Maron mal o cumprimente, pois estava envolvido num Martelo Agalopado e por ser num dia de 40 Graus de Outono, bem delineado por Heleusa Câmara, precisava ir regar O Velho Mulungu, plantado por Erathóstenes Menezes, o qual já fazia parte da História de Conquista, atestado por Mozart Tanajura, sabiamente enaltecido por Camilo de Jesus Lima através, por meio de uma Viola Quebrada, de Cantigas Numa tarde Nevoenta.

Após essa trabalheira acabei ficando com uma baita fome e recorri à Amélia Barreto para saber qual era a melhor Alimentação no Planalto da Conquista, a qual acabou fazendo com que eu ficasse em dúvida qual comida optar, como estava apressado, preocupado com a Tragédia dos Tamanduás, que tinha Isnara Pereira Ivo como narradora dos fatos, deixei de lado a gula e fui até Israel Orrico para saber se as Mulheres Que Fizeram História em Conquista, já tinham se dirigido Rumo Ao Palácio, subsidiadas por José Alves Dias ou se estavam no Sertão da Ressaca, região bem estruturada por Maria Aparecida Silva Sousa.

Dando-me tranqüilidade, Carlos Jeovah pelo Auto da Gamela, fez com que Edivanda, trazida por Luis Mosconi, me dissesse que eu teria ainda muitas Andanças, com Jeremias Macário, e mesmo que ficasse com Meu Corpo Insepulto, Gilneide Padre daria garantias que Desaparecidos Politicos já estavam demarcados e pela descrição de Ana Palmira Casimiro e obra de Romeu Ferreira, haveria de ler o relato dos nomes no Jardim das Borboletas e de lá, mesmo destratando o Banquete da Morte, ofertado por João Gonçalves da Costa, que ocasiona sempre um sabor amargo à Nossa Senhora das Vitórias, eu iria descansar sobre uma boa brisa com Maria Mar, propiciada por Ana Isabel Rocha Macedo.

Encerrando essa trajetória, destacada nas peripécias cotidianas da História Local, afirmadas suas memórias pelas garantias e limites expostos por Ruy Medeiros, eis que, resolvendo seguir os Fios da Vida, desenrolados por Maria de Fátima Novaes Pires, fecho essa caminhada na Casa da Cultura, mesmo agora sendo um centro de comércios, ao lado de poetas, escritores, artistas, educadores, culturalistas, radialistas, jornalistas e massa popular, para lá ouvirmos, por meio de uma locução final, essa marcante afirmação que engrandece esse belo mosaico, tanto do passado, como do presente e se manterá no futuro, enaltecida pela voz sublime de Jota Menezes que nos atesta: “Agora estou no Paraíso, mas garanto ao povo conquistense, que, atendendo aos ouvintes, haverei de evocar sempre bênçãos para essa amada terra e sua gente e, devido minha voz estonteante, Deus haverá sempre de atender”. Assim seja!

Até a próxima viagem.

Shalom, Awiri, Axé.

Por: Hélio Gusmão Filho

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