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Com auxílio da tecnologia, campanhas nostálgicas ganham notoriedade

Por Denis Zanini Lima e Kelly Pinheiro*

O fato do mês – talvez do ano – no mundo da publicidade brasileira foi a propaganda comemorativa dos 70 anos da Volkswagen no Brasil. O comercial, que causou as mais diferentes emoções e reações do público e dos especialistas, trouxe, por meio da inteligência artificial, Elis Regina (falecida em 1982) de volta para um dueto com a filha Maria Rita.

Bom… isso você já sabe e, muito provavelmente, já tenha se inteirado da repercussão e até tomado um partido. Sobre o uso da inteligência artificial, o quanto ganhou a família da cantora e do autor da música, se a letra da música é ou não compatível com a história da montadora do Brasil, muito já se discutiu e é bem possível que não haja uma conclusão sobre nenhum desses temas.

Mas é inegável que a campanha prestou um grande serviço à marca Elis Regina, apresentando a cantora gaúcha – considerada por muitos a maior da história do Brasil – a gerações que não tinham conhecimento do seu repertório e seu talento. Quem sabe, nem da sua fisionomia.

A partir dessa propaganda, a Pimentinha (como era conhecida a cantora) passou a figurar entre os temas mais comentados e pesquisados da internet. Numa pesquisa rápida no Google, as quatro primeiras sugestões foram: “comercial Elis”, “comercial Elis Regina”, “comercial Volkswagen” e “comercial Kombi”. Talvez isso seja um bom indicativo não apenas do sucesso da peça publicitária, mas do quanto o interesse do público se voltou para a artista.

Certamente, essa onda também reverberou no Spotify, onde a música da campanha aparece como melhor resultado para a busca da artista. A canção tema chegou a mais de 71 milhões de audições, perdendo apenas para “Águas de Março”, parceria com Tom Jobim, com 141 milhões. Por tabela, a ação publicitária foi capaz de jogar holofotes também em Belchior (o compositor de “Como os nossos pais”).

Mas não é de hoje que marcas e artistas falecidos fazem uma dobradinha de sucesso, em uma sinergia que dá projeção a ambos.

Parceria com figuras eternas

Em 2011, a Vivo produziu uma das primeiras campanhas virais da publicidade brasileira, usando o YouTube e outras redes sociais para divulgar a peça do Dia dos Namorados da operadora com a música “Eduardo e Mônica”, a história de amor mais cantada do Brasil, composta por Renato Russo – já falecido na época – e eternizada pela Legião Urbana.

Com a criação da Africa e produção da 02 Filmes, o vídeo de 4 minutos é como um clipe – que nunca existiu – para a música, contando a jornada do casal mais famoso da música brasileira. Além da internet, a campanha foi veiculada nos cinemas e na televisão, em uma versão mais resumida. A Vivo chegou a criar perfis no Facebook para os artistas que interpretavam o Eduardo e a Mônica, contando os bastidores da produção.

Pelo gatilho emocional embutido na música tema, a repercussão foi estrondosa, sendo o assunto mais comentado nas redes por dias e dias e, claro, serviu para que os mais jovens conhecessem mais sobre a famosa banda de Brasília que seus pais amam.

Em 2017, a Skol convidou a filha do cantor Raul Seixas, Vivi Seixas, para comandar um coro coletivo de “Metamorfose Ambulante” com centenas de sósias e músicos para participar da homenagem. O objetivo da campanha foi convidar as pessoas para se unirem por uma vida sem preconceitos e mostrar que a Skol prefere ser uma metamorfose ambulante a ter as mesmas ideias quadradas do passado.

Em seu novo posicionamento, a marca revolucionou o mercado da categoria intensificando em todas as suas ações a necessidade de romper com preconceitos, sem julgamentos de estereótipos. De quebra, apresentou o eterno Maluco Beleza para uma geração que não o conhecia.

Rita Lee nos deixou há pouco, mas não seria nada estranho se daqui algum tempo marcas voltassem a usar suas músicas e sua imagem. Afinal, além de ser a Rainha do Rock brasuca, ela era a Rainha da Publicidade.

Para citar alguns exemplos, em 1983 a música “Felicidade” (Lupicínio Rodrigues), interpretada por Rita, deu o tom a uma publicidade da Rider. A mesma marca escalou Marina Lima para interpretar “Nem luxo, nem lixo”, de Rita e Roberto, tempos depois. Em 1985, foi a All Star que convidou a dupla para estrelar uma peça comercial. E em 2021, a cantora fez a narração do anúncio de lançamento de uma nova fragrância da Natura, com trechos da sua música “Jardins da Babilônia”.

Voltando ao caso da campanha dos 70 anos da Volks, do ponto de vista de branding, os filhos de Elis e a montadora acertaram em cheio. Fizeram com que antigos fãs se lembrassem da cantora, apresentaram a mãe às novas gerações e, de quebra, fizeram o mesmo pela marca “Maria Rita”.

Quanto tempo esse movimento na web vai continuar, não se sabe, mas ele pode ser muito bem aproveitado e prolongado. A agência AlmapBBDO – responsável pela peça – não escolheu mãe e filha como “garotas-propaganda” da montadora à toa. Mas a excelência do filme também proporcionou a elas uma grande visibilidade e oportunidade de valorização das obras (e marcas) de Elis, Belchior e Maria Rita.

*Denis Zanini Lima é diretor da Ynusitado Marketing Digital Intelligence 

*Kelly Pinheiro é jornalista e fundadora e sócio-diretora da Mclair Comunicação 

*Artigo publicado na Exame.com

*Foto Elis –  (Wikimeia Commons/Wikimedia Commons)

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Especificamente na região Nordeste, pesquisa revela que 70% da população já usa os recursos de IA no dia a dia

Pelo terceiro ano consecutivo, a Lambda3 – empresa referência em tecnologia e negócios digitais – realizou um estudo sobre a percepção do brasileiro em relação ao uso de Inteligência Artificial (IA). Segmentada por regiões, faixa etária e gênero, a pesquisa revela como a população vem se relacionando com os avanços tecnológicos, bem como se as pessoas já adotaram esses recursos no dia a dia.

De acordo com o levantamento, 80% das pessoas declararam que já utilizaram Inteligência Artificial pelo menos uma vez. Os millennials, também conhecidos como geração Y (nascidos de 1980 até 1995), lideram o ranking dos que mais aproveitam desta tecnologia. Além disso, os homens disseram recorrer mais às aplicações que dispõem de IA.

Especificamente na região Nordeste, 70% da população já utiliza recursos de IA. Deste total, apenas 50% das mulheres afirmou já ter usado Inteligência Artificial ao menos uma vez, enquanto 75% dos homens declararam já utilizar.

“Acreditamos que este número de mulheres que utiliza IA em Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe pode ser maior e bem equilibrado com os homens. Os dados apurados nos mostraram uma contradição, que pode ser justificada pela falta de conhecimento das pessoas sobre as infinitas funções da Inteligência Artificial”, destaca Diego Nogare, Chief Data Officer da Lambda3. Segundo a pesquisa, parte da população feminina que afirmou nunca ter utilizado esta tecnologia, também declarou fazer uso de aplicativos como Google Maps, Uber, Cabify, Waze, Facebook, Instagram, entre outros. Esses apps de transporte, por exemplo, utilizam IA para fazer todos os cálculos que buscam o motorista mais próximo e oferecem a melhor rota no trânsito. Já nas redes sociais citadas, a análise que identifica automaticamente as pessoas em determinada foto, ou o uso de filtros para alteração/animação das selfies e vídeos só são possíveis devido aos recursos de reconhecimento facial, ou seja, Inteligência Artificial.

“As pessoas ainda não deram conta que a Inteligência Artificial está nas diversas funções disponíveis em seus smartphones e outros gadgets, que facilitam sua rotina. Tanto é, que quando questionadas sobre a primeira lembrança ao mencionar IA, a maior parte das respostas está ligada a Robôs e alguns ainda relacionaram com ficção científica”, completa Nogare.

A pesquisa também apontou que a região Nordeste é a quarta que mais utiliza Inteligência Artificial no Brasil, atrás do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e seguida pelo Norte. Sobre os setores com maior potencial de crescimento de IA na região, foram mencionados informação e comunicação, financeiro e agrícola, nesta respectiva ordem. As três empresas mais lembradas do segmento foram Google, IBM e Microsoft.

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Estudo aponta que em seis anos os robôs cumprirão 52% das tarefas realizadas no ambiente corporativo

Os profundos avanços tecnológicos encontraram diversas maneiras para substituir funções que os humanos têm realizado há décadas. Tecnologias como inteligência artificial, blockchain, big data e internet das coisas (IoT) irão transformar as maneiras como vivemos e trabalhamos. De acordo com o estudo The Future of Jobs Report 2018, do Fórum Econômico Mundial, sete milhões de empregos serão extintos até 2021. Por outro lado, esta “revolução” criará 58 milhões de novos empregos líquidos em 2025 na área da tecnologia. Os robôs cumprirão 52% das tarefas profissionais correntes, ou seja, mais da metade de todas as atividades realizadas nos locais de trabalho serão feitas por máquinas, contra 29% atualmente.

Para Victor Hugo Germano, fundador da Lambda3 – empresa referência no setor tecnológico, com foco em soluções digitais – a perda dos empregos irá acontecer por vários aspectos, como desenvolvimento da automação nas indústrias, aperfeiçoamento da inteligência artificial e outras práticas que tornam o trabalho ainda mais avançado.

“É importante destacar que o processo de automatização não será avassalador e sim evolutivo. Oportunidades novas, que talvez a gente nem conheça agora, irão aparecer para realocar as funções nos empregos”, explica. “Nós não conseguimos prever as novas profissões que irão aparecer. Há 10 anos, por exemplo, não existia a profissão de digital influencer e hoje ela já faz parte da nossa realidade”, completa.

A grande questão é de que maneira e em qual velocidade as indústrias vão conseguir substituir mão de obra humana à automatizada, de um jeito que não haja uma crise de desempregados e aumento da desigualdade social, além de depressão nas pessoas por falta de perspectiva por não estarem inseridas no mercado de trabalho. “O desafio das empresas será como se preparar, analisando os impactos que isso pode gerar em uma população ‘inutilizada’, mas com idade produtiva”, destaca Victor Hugo.

Por outro lado, a automação industrial aliada aos avanços tecnológicos consegue fazer melhor e mais rapidamente o trabalho de um homem. O custo benefício também será positivo, já que mesmo uma máquina custando um valor muito alto, se ele contratasse pessoas para fazer o trabalho da ferramenta teria que custear planos de saúde, licença, férias e vários outros benefícios que o trabalhador tem direito perante a lei.

Sobre a Lambda3

A Lambda3 é uma empresa de tecnologia e inovação, que entrega soluções customizadas de ponta a ponta em desenvolvimento de software da ideia a tomada de decisão inteligente, focando em acelerar resultados. A especialidade abrange todo o ciclo de desenvolvimento e engenharia de software, cobrindo aspectos como gestão, análise e arquitetura, utilizando práticas reconhecidas pelo mercado e garantindo mais qualidade e flexibilidade em todos os serviços. Com experiência comprovada no mercado, os profissionais são reconhecidos no Brasil e no exterior, por sua excelência técnica, além de atuarem ativamente na comunidade como palestrantes nos principais eventos de tecnologia do país com o objetivo de impactar positivamente o mercado de tecnologia, viabilizando seu potencial transformador. www.lambda3.com.br

 

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Serão 30 vagas oferecidas para as aulas quinzenais, ministradas até dezembro de 2019

Já estão abertas as inscrições (http://bit.ly/2MdRL10) para o curso gratuito de Inteligência Artificial (IA) promovido pela Lambda3 – empresa referência no setor tecnológico, com foco em soluções digitais –, e realizado pela School of AI de São Paulo. As aulas são quinzenais, ministradas de janeiro a dezembro de 2019. Estão disponíveis 30 vagas voltadas para empreendedores sociais, profissionais do terceiro setor, aspirantes da área de tecnologia ou qualquer outro perfil profissional que esteja interessado no tema.

Exploração de dados, Data Science e Big Data, estatísticas, desvio padrão e correlação, dataset, histograma, dispersão e box-plot serão alguns dos temas explorados pelos professores Diego Menescal, José Ahirton Lopes, e Luiz Andrade, entre outros nomes de referência nas comunidades de Dados e IA. Todo o conteúdo apresentado ficará disponível no github.com/SchoolOfAISaoPaulo. Os participantes serão certificados após a realização de um teste, que avaliará os conhecimentos adquiridos ao término de cada módulo. Para isso, será necessário cumprir o mínimo de 75% de presença nas aulas.

A missão da School of AI é oferecer aulas sobre Inteligência Artificial de alto nível e de graça. Trata-se de uma iniciativa internacional, que já acontece em mais de 400 cidades espalhadas pelo mundo. “A equipe da Lambda3 acreditou no currículo formatado por nós e potencializou nosso projeto, proporcionando um local fixo que hoje é o nosso polo de ensino em São Paulo”, destaca Cleyton Messias, organizador do curso.

De acordo com Victor Hugo Germano, sócio fundador da Lambda3, o objetivo desta parceria é ressaltar que a tecnologia está acessível para todos e pode transformar grandes negócios. “Fazer com que as pessoas tenham a chance de descobrir uma realidade tecnológica de acesso a informações e viabilidades de materiais, com profissionais capacitados para transmitir o conteúdo, é algo que deve ser muito valorizado”, pontua.

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Resultados mostram uma crescente relação das pessoas com os novos recursos tecnológicos

A Lambda3, empresa referência no setor tecnológico com foco em soluções digitais, acaba de divulgar os resultados de uma pesquisa que teve como objetivo entender a percepção do brasileiro quando o assunto é Inteligência Artificial (IA).

O estudo se desenvolveu em duas fases: a primeira, em 2017 – ano em que o termo Inteligência Artificial (IA) passou a ter destaque com campanhas de marketing, gerando a popularização do Watson (Inteligência Artificial da IBM) e a apresentação de seus serviços cognitivos–, que apontou os insights iniciais sobre o entendimento dos usuários/cidadãos em relação ao tema; e no último trimestre que contemplou os meses de setembro, outubro e novembro de 2018, desta vez com o objetivo de entender o que mudou na visão da sociedade neste intervalo de tempo. Foram analisadas as respostas de mais de mil participantes de todo o país, de diferentes perfis profissionais.

De forma geral, os resultados apontaram uma crescente relação do brasileiro com Inteligência Artificial. As pessoas já utilizam alguns recursos no dia a dia, seja na forma de trabalho ou nos dispositivos portáteis, fato que estimula e facilita o relacionamento com o avanço tecnológico.

Quando questionados sobre as primeiras lembranças que remetem IA, os pesquisados associaram inicialmente as Redes Neurais (28% das menções), ou seja, modelos computacionais inspirados pelo sistema nervoso central do cérebro, capazes de realizar o aprendizado de máquina, bem como o reconhecimento de padrões. “A maior parte das pessoas sabe que as soluções baseadas em Inteligência Artificial simulam a capacidade humana de raciocinar, tomar decisões e resolver problemas”, contextualiza Diego Nogare, Chief Data Officer da Lambda3.

Os Robôs foram a segunda lembrança mais citada (26%). “Falamos aqui de um dispositivo automático [ou grupo de dispositivos] com conexão de realimentação entre sensores, capaz de realizar trabalhos de maneira autônoma ou pré-programada. Geralmente utilizados na realização de tarefas em linha de produção industrial, que dispensa ou não a ação humana, contribuem para o aumento da produtividade e da qualidade dos produtos, proporcionam melhorias na saúde e segurança do trabalhador, bem como redução do consumo de energia e de insumos”, explica Nogare.

Deep Learning – tecnologia utilizada em ferramentas como Google tradutor, reconhecimento de voz (transformação de voz em texto e em dispositivos), assistentes virtuais (como a Siri, da Apple) e reconhecimento de Imagem, utilizado para marcação automática de fotos nas redes sociais como Facebook, e etc. – foi a terceira lembrança que mais remeteu ao tema, com 10,5% das respostas.

A pesquisa também apontou que 7% das pessoas ainda associam esta questão com Ficção Científica. “Por mais que as soluções tecnológicas baseadas em Inteligência Artificial já sejam uma realidade, representadas em jogos, aplicativos de reconhecimento facial, de voz, de segurança, robôs, assistentes virtuais de dispositivos móveis, entre outros recursos, ainda existe quem a confunda com ficção científica, que é um gênero especulativo que se baseia em supostos feitos científicos ou técnicos que poderiam acontecer no futuro”, ressalta.

Em 2018, o estudo retratou o surgimento de um novo segmento de tecnologia como lembrança da população referente à IA, a Indústria 4.0. Passada a fase mais crítica da crise econômica vivenciada no país, as companhias começam a por em prática planos para se adequarem à Indústria 4.0, também conhecida como a Quarta Revolução Industrial, com o objetivo de se tornarem mais competitivas, com foco em otimização e redução de custos de produção. De acordo com Diego Nogare, “esta é a era tecnológica que reduz os limites entre as pessoas, mundos digitais e físicos. Permite que máquinas e seres humanos trabalhem de maneira colaborativa, promovendo a eficiência e minimizando a ociosidade e o desperdício”.

Ao responderem sobre a empresa mais lembrada ao pensar em Inteligência Artificial, nos dois anos os resultados se mantiveram os mesmos em posicionamento de ranking: Google aparece em primeiro lugar, seguido bem próximo de IBM em segundo, Microsoft, Amazon e Facebook, ocupando o terceiro, quarto e quinto lugar, respectivamente.

O estudo também analisou a aplicação das novas soluções digitais nos conceitos de Governança e Compliance, mas apenas 8% dos entrevistados considerou IA importante para prevenção de riscos e boa gestão. “Este resultado mostra uma falta de atenção às questões voltadas à privacidade dos dados de usuários”, afirma Nogare. A GDPR (General Data Protection Regulation) entrou em vigor no dia 25 de maio de 2018 em toda União Europeia. No Brasil, a lei 13.709, que diz respeito à LGPD (Lei Geral de Proteção a Dados) foi sancionada em 14 de agosto deste ano e dispõe de um prazo de 18 meses para que todas as empresas se adequem. “Esta legislação tem impacto direto nas questões de todas as empresas, principalmente na área de Governança e Compliance”, conclui.

Outros insights estão disponíveis no e-book produzido especificamente para a pesquisa. Nele também é possível acessar à íntegra da análise dos dados, através do dashboard da Lambda3.

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