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O último balanço dos danos causados pela série de terremotos que atingiu o Japão nesta segunda-feira (1º) indicou 57 mortes. As informações foram divulgadas pela TV pública NHK, citando autoridades japonesas.

De acordo com a Agência Meteorológica do Japão o terremoto mais forte teve magnitude de 7,6, os tremores foram sentidos na Península de Noto. A região concentra a maior parte dos estragos e mortes provocadas pelo fenômeno. A Agência ainda indicou que fortes tremores secundários podem continuar ocorrendo nos próximos sete dias.

Nesta terça-feira (2), equipes de resgate continuam em busca de feridos. De acordo com o governo japonês, cerca de 1 mil militares estão trabalhando no socorro às vítimas.

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Subiu para 48 o número de mortes provocadas por uma série de terremotos que atingiu o Japão na segunda-feira (1º). As informações foram divulgadas pela TV pública NHK, citando autoridades japonesas.

Os tremores foram sentidos na Península de Noto, sendo que o terremoto mais forte teve magnitude de 7,6, de acordo com a Agência Meteorológica do Japão. A região concentra a maior parte dos estragos e mortes provocadas pelo fenômeno.

Nesta terça-feira (2), equipes de resgate continuam em busca de feridos. De acordo com o governo japonês, cerca de 1 mil militares estão trabalhando no socorro às vítimas.

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O diretor artístico da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, Kentaro Kobayashi, foi demitido por uma “piada” feita há mais de duas décadas sobre o Holocausto, anunciaram nesta quinta-feira (22) os organizadores do evento.

O Holocausto foi o genocídio de cerca de seis milhões de judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

“Soubemos que, durante um espetáculo no passado, ele usou uma linguagem burlesca ao se referir a este trágico episódio do passado”, afirmou a chefe do comitê organizador local, Seiko Hashimoto, por isso foi decidida “a retirada do Sr. Kobayashi das suas funções”.

O vídeo foi divulgado na madrugada desta quinta-feira (22) e rapidamente causou grande polêmica e uma resposta dos organizadores: a demissão ocorreu a menos de 24 horas da cerimônia de abertura.

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Danielle Alves

Entre jobs para marcas de roupas, desfiles e casting de modelos, Danielle Alves, 17, ganha as passarelas e ganha os holofotes do universo da moda no Japão, onde embarcou no início de Setembro. Filha de Vitória da Conquista, a jovem modelo atingiu importante estágio em sua curta e promissora carreira e passo a passo, trilha seu caminho em busca da consolidação da profissão. “É desejo de qualquer modelo seguir a carreira internacional e eu estou conquistando isso e está sendo muito incrível”.

Com os pés literalmente no chão e mostrando maturidade, Danielle diz que esta é mais uma etapa vencida, uma importante conquista. “Eu realmente sei o quanto eu lutei, o quanto meu pai se esforçou para eu chegar até aqui. Ainda estou no início da minha cerreira. Tenho muito a conquistar ainda, mas já foi uma etapa chegar aqui. Tem muito chão pela frente e com certeza eu vou viajar para outros lugares. É um sonho realizado para mim e para minha família”, comemora.

Danielle Alves

A modelo é agenciada pela Prime e no Japão está representando a Zucca, duas empresas consolidadas na gestão de carreira de modelos, muitos destes revelados para o mundo da moda.

Segundo Daniel Alves, pai de Danielle, também de Vitória da Conquista, existem muitos agradecimentos a serem feitos, e lembra de como foram bem acolhidos na cidade de Maricá, no Rio de Janeiro, onde receberam muitos apoios, inclusive financeiro. “Temos que agradecer a esta cidade e aos tantos apoiadores e amigos com apoios pesados, porque é muito custoso manter esta carreira. Nossa relação com Maricá é mãe e filho”, afirma Daniel.

Lá no Oriente, onde divide quarto com uma amiga e colega brasileira, Danielle enfrenta problemas para se adaptar à culinária japonesa. “Tá difícil me acostumar, mas estou me saindo bem”, diz, mas não sem lembrar da extrema organização e aspectos da cultura local. Tudo aqui é muito diferente: a cultura, a comida, o jeito que as pessoas te tratam. Totalmente diferente do Brasil. São muito organizados. Eles nem usam lixo na rua. Não tem um papel no chão”, compara Danielle, que ao final diz que a cidade é maravilhosa, que os japoneses são receptivos e carinhosos

Danielle Alves

Com 17 anos, 1,77 de altura, 77 de busto, 59 de cintura, 86 de quadril, 36 de Manequim, 38 de calçados, olhos castanhos e cabelos castanhos claros que Danielle Alves busca seu espaço na Terra do Sol. “Meu sonho é ter uma carreira próspera e exercer essa profissão por um bom tempo, porque é isso que eu amo fazer”, declara a conquistense, que deixa um recado para quem pretende seguir este caminho da moda. “Nunca desistam porque não vai ser fácil. Mas tenham fé e determinação que vão chegar onde querem.”

*Por Mauricio Sena

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