O jornalista da TV Globo Caíque Verli, 33 anos, foi encontrado sem vida na casa onde vivia em Vitória, no Espírito Santo, na última quinta-feira (23). Repórter da TV Gazeta, o jovem, que era natural de Minas Gerais, foi encontrado por colegas de trabalho após se atrasar para o serviço no dia.
De acordo com o g1 Espírito Santo, os colegas de trabalho estranharam a ausência de Caíque na emissora e ligaram para se certificar de que não havia acontecido nada.
A situação passou a chamar a atenção após Caíque não atender as ligações da equipe, algo que ele tinha costume de fazer quando se atrasava. Uma equipe da TV Gazeta foi até o apartamento do jornalista e encontrou o repórter caído no chão.
Um equipe do Samu foi chamada. A Polícia Civil também foi ao local e constatou o óbito. A diligências indicam que a morte teria sido decorrente de questões de saúde.
Segundo a publicação, Caíque tinha histórico de crises convulsivas e, nos últimos meses, começou a fazer tratamento e tomar medicamentos para controlar os episódios.
Autoridades, órgãos públicos e colegas de profissão lamentaram a morte do repórter, entre eles, o governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, que destacou a sensibilidade e ética do jornalista.
“Cidadão e profissional de talento e compromisso com a comunicação e com a sociedade capixaba. Mineiro de nascimento e capixaba por escolha, Caíque construiu no Espírito Santo uma história pautada pela sensibilidade e ética no exercício do jornalismo. Informação clara à população e registro os acontecimentos que marcaram a vida do Estado”, disse.
O jornalista Caio César Britto, faleceu na noite deste domingo (19), em Feira de Santana. Aos 33 anos, ele foi vítima de um infarto fulminante.
Com passagem marcante pela TV Caldeirão, ele conquistou o público feirense com sua simpatia, profissionalismo e dedicação ao jornalismo. Após deixar o sistema Caldeirão de Comunicação, seguiu carreira na assessoria de imprensa do Hospital da Criança.
O jornalista Erlan Bastos morreu neste sábado (17) aos 32 anos. O apresentador, que teve passagens pela Record e TV Meio, teria falecido em um hospital em Teresina, no Piauí. A informação foi confirmada pela jornalista Fábia Oliveira, no jornal Metrópoles.
Informações do Jornal de Brasília apontam que Erlan estaria internado há cerca de 15 dias, inicialmente no Amapá, onde deu entrada com um quadro grave. O quadro inicial envolvia o comprometimento do pulmão e teria evoluído rapidamente atingindo o estômago. Somente na quarta-feira, Erlan foi transferido para Teresina, já em estado crítico.
Não há confirmação sobre as circunstâncias da morte do jornalista ou eventual diagnóstico. Erlan Bastos era natural de Manaus, capital do Amazonas, mas ganhou destaque no jornalismo nacional durante sua atuação em Teresina, no Piauí.
O jornalista Maurício Kubrusly deu entrada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Santa Casa da Misericórdia de Itabuna, no sul da Bahia, após sofrer uma queda na casa onde vive.
De acordo com o g1 Bahia, a internação do veterano foi confirmada nesta segunda (15) pela assessoria do hospital.
Segundo a unidade, o jornalista deu entrada no domingo (14), onde passou por um procedimento para drenar o hematoma causado pela queda. No entanto, não foram divulgados mais detalhes do quadro de Kubrusly.
O carioca, ícone do jornalismo brasileiro e um dos nomes mais marcantes do Fantástico, conhecido por ser um ‘caçador de histórias’, teve o diagnóstico de demência frontotemporal em 2018. Desde então, o comunicador vive na Bahia com a esposa, Beatriz Goulart, única pessoa de quem ele lembra o nome.
O fundador da CartaCapital, Mino Carta, morreu nesta terça-feira (2), aos 91 anos, em São Paulo. A informação foi confirmada pela própria revista, que afirmou que o jornalista estava internado há duas semanas na UTI do Hospital Sírio-Libanês, e enfrentava problemas de saúde. A causa da morte não foi divulgada.
Nascido em Gênova, na Itália, em 1933, Mino mudou-se com a família para São Paulo ainda na década de 1940. Tornou-se um dos nomes mais influentes da imprensa brasileira, participando da criação e direção de veículos como o Jornal da Tarde, as revistas Veja, IstoÉ e, por fim, a CartaCapital, fundada em 1994.
Ao longo de toda sua carreira na comunicação, ele foi reconhecido por sua defesa de um jornalismo crítico, independente e comprometido com o debate político e social.
RICARDO DE BENEDICTIS – Massimo Ricardo Benedictis, nasceu em Poções, a 30 de outubro de 1939. Filho do imigrante italiano Massimo De Benedictis e da Profª Nadir Chagas De Benedictis. Seu pai era contador e veio da Itália após a 1ª Guerra Mundial, em 1927, estabelecendo-se em Poções, no comércio e na agro-pecuária. Sua mãe foi a primeira professora formada a lecionar em Poções, homenageada post mortem com o batismo do seu nome no Grupo Escolar Profª. Nadir Chagas Benedictis, localizada na sede municipal.
Massimo Ricardo De Benedictis estudou o primário em Poções,o ginásio em Jequié e Salvador.
O secundário e o universitário em Salvador e no Rio de Janeiro; é professor e jornalista; em 1970 iniciou sua vida jornalística em Salvador, no jornal IC, transferindo-se para o Rio de Janeiro,onde ajudou a fundar a revista Estados & Municípios e,em 1974,fundou a revista Atualidades; Voltando a residir na Bahia, em Vitória da Conquista, editou o livro “A Bahia de Hoje”,fundou os jornais “O Radar” (1983), “Opinião” (1992) e adquiriu o jornal “Tribuna de Conquista” neste mesmo ano, o qual dirige até hoje. Foi responsável pela circulação do jornal “Correio da Bahia” no interior, quando escreveu matérias regulares sobre fatos diversos ligados à vida dos municípios da Bahia, entre 1987 e 1991. Em 1988 fundou o jornal “Folha do Povo” que circulou em Xique-Xique durante um ano.
Membro fundador da Academia Conquistense de Letras, cadeira nº 9, tendo como patrono o poeta seiscentista Gregório de Matos e Guerra, fundou e foi o 1º Diretor do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, em Vitória da Conquista; foi vice-presidente em duas gestões e Presidente da Academia Conquistense de Letras, 1990/92.
Em sua 1ª gestão no Centro de Cultura dotou a Academia Conquistense de Letras e a Casa da Cultura de Vitória da Conquista de sede própria registrando-as no Cartório de Registro de Imóveis, além de dotá-las de mobiliário, máquinas de escrever, arquivos, etc. Em 1989 ajudou a fundar a Delegacia do Sindicato de Jornalistas (SINJORBA) em Conquista, tendo sido seu delegado, indicando seu sucessor. Em julho de 1992 foi nomeado novamente diretor do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, pelo então governador Antonio Carlos Magalhães, deixando o cargo em janeiro de 1993 para assumir a então Coordenação de Cultura exigindo do então prefeito Pedral Sampaio a autonomia da coordenação de cultura, desvinculando-a da Secretaria Municipal de Educação – guindando-a por Lei a Departamento; assumiu a direção do Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, onde realizou um trabalho sem precedentes, até 5 de dezembro de 1995, quando solicitou exoneração do cargo para voltar à direção do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima pela 3ª vez, convocado, desta feita, pelo governador Paulo Souto, em atenção à solicitação das forças políticas locais. Membro Efetivo da Academia Serrana de Letras, cadeira nº 26, ocupou a presidência nas gestões 1992/1995 e 1995/1998,sendo seu atual presidente.
A jornalista Wanda Chase, faleceu na madrugada desta quinta-feira (3), em decorrência de complicações de uma cirurgia, aos 74 anos. Nascida em Manaus (AM), Wanda fez história no jornalismo baiano e era uma referência na luta pela igualdade racial e pela representatividade na mídia
Ela estava internada no Hospital Teresa Lisieux, em Salvador, desde terça-feira (1º). Na manhã de quinta, foi diagnosticada com um aneurisma dissecante da aorta e precisou passar por uma cirurgia de emergência, mas não resistiu. O sepultamento será no Cemitério Campo Santo, mas o dia ainda não está confirmado.
Conhecida pelo carinhoso apelido de “Wandinha” entre os amigos, chegou a ser condecorada como cidadã soteropolitana e estava prestes a receber o título de cidadã baiana, mas, por causa de sua saúde, a homenagem foi desmarcada. Ao longo de sua carreira, brilhou por muitos anos nas telas da TV Bahia, afiliada da TV Globo, levando informação e cultura ao público. Foram mais de duas décadas de dedicação ao jornalismo na Rede Bahia, além de passagens por outros estados, como Pernambuco, onde trabalhou na TV Globo Nordeste.
No perfil da jornalista no Instagram, a família Chase lamentou com pesar a perda da irmã, tia e tia-avó, ressaltando sua trajetória como uma mulher pioneira e inspiradora na luta pela igualdade racial e pela representatividade na mídia.
“Sua partida deixa um vazio irreparável, mas seu legado de luta, perseverança e paixão pela vida e pela justiça social continuará a inspirar gerações futuras. Para nós, seus familiares, Wanda é referência de alegria, determinação, sensatez, honestidade e competência. Na vida a Wanda amou tudo que fez e nosso amor por ela é para sempre”, diz trecho da publicação.
Nascida no Amazonas, Wanda Chase construiu uma carreira exemplar no jornalismo, passando por importantes veículos de comunicação, como o Jornal A Crítica, Rede Manchete, Tv Cabo Branco, Rede Globo Nordeste e por último, a convite, por 27 anos na Tv Bahia.
Além de sua destacada atuação como repórter, editora, colunista e apresentadora, Wanda Chase foi uma militante incansável do movimento negro, lutando por mais visibilidade e inclusão para as comunidades afrodescendentes.
Mesmo após sua aposentadoria, Wanda, continuou ativa, escrevendo sua coluna “Opraí Wanda Chase” no Portal IBahia e trabalhando em projetos como um podcast “Bastidores com Wanda Chase” e um livro sobre a axé music.
Wanda nasceu em Manaus, capital do Amazonas, e também morou no Recife por muitos anos antes de se mudar para Salvador. Adotou a Bahia como sua terra e foi igualmente adotada pelo povo baiano, conquistando o carinho e respeito de colegas e telespectadores.
Além de sua atuação no jornalismo, Wanda era evangélica, fato que surpreendia muitos que a conheciam apenas por seu trabalho na comunicação. Sua partida deixa uma lacuna no jornalismo e na militância pelas causas raciais, áreas em que atuou com paixão e dedicação.
Familiares, amigos e admiradores lamentam a perda e prestam homenagens à jornalista, cuja trajetória servirá de inspiração para as futuras gerações.
Fonte: BNews
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Morreu nesta quinta (04) uma das figuras mais carismáticas do jornalismo da Bahia. Jorginho Ramos, que também era pesquisador e escritor, especialmente dedicado aos estudos sobre História do Recôncavo e da Bahia, nasceu em Ipirá e foi criado na cidade de Cachoeira.
Jorginho foi presidente do Sinjorba (Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia). Atuou no Jornal Diário de Notícias e nas TVs Bandeirantes, Aratu, Bahia, Santa Cruz, de Itabuna e Educativa. Em meado dos anos 2000, passou a dirigir a Central de Jornalismo do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia.
Como professor, lecionou Metodologia e Didática do Ensino Superior na Faculdade São Bento, da Bahia. Lecionou também na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. Trabalhou também na Faculdade 2 de Julho e na Faculdade de Turismo da Bahia.
Foi subsecretário de Comunicação da Prefeitura de Salvador. Trabalhou na Assessoria de Imprensa de diferentes órgãos públicos baianos, entre os quais O Teatro Castro Alves e o Instituto do Meio Ambiente. Lecionou ainda jornalismo em Angola. Em 2011, publicou pela Solisluna Editora o livro “O Semeador de Orquestras – História de um Maestro Abolicionista” sobre a vida e a obra do maestro baiano Tranquilino Bastos.
Já aposentado, mas na ativa, em 2024, tinha assumido a diretoria da Biblioteca Ruy Barbosa do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, de onde também era pesquisador. Era ainda segundo-secretário da ABI – Associação Bahiana de Imprensa.
Ele completaria 69 anos no dia 22 de abril e deixa os filhos Diego e Desirée, além de sua companheira de décadas, Aninha Ramos. O jornalismo baiano lamenta profundamente a perda do colega e se solidariza com a família.
O Sinjorba, cujos membros de sua diretoria dormem entristecidos nesta quinta (04), homenageia seu ex-presidente. Há poucos dias ele esteve na sede da entidade para eternizar sua contribuição com a doação à Biblioteca do Jornalista Baiano, iniciativa que visa valorizar a produção literária de nossa categoria. Ele gravou um vídeo, que reproduzimos abaixo, como uma lembrança especial de nosso amigo e colega, que fica para a posteridade.
A cerimônia de cremação está marcada para as 16h30 desta sexta-feira, no cemitério do Jardim da Saudade, em Brotas.