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A pesquisa Atlas AtlasIntel com intenção de votos para o Governo da Bahia divulgada nesta quinta-feira (3) aponta que a maioria da população aprova Jerônimo Rodrigues em cidades tradicionalmente comandadas pela oposição. Os dados revelam que, embora os prefeitos façam campanha para ACM Neto, a maior parte dos eleitores tem uma visão positiva sobre o comando do governo. O caso mais evidente é Feira de Santana.

Na segunda maior cidade da Bahia, comandada pelo prefeito aliado de ACM Neto, Jerônimo tem aprovação de 61%. A intenção de votos para o candidato à reeleição na cidade chega a 61,3%, enquanto o ex-prefeito de Salvador tem 37,1%. O cenário mostra uma inversão em relação ao pleito de 2022, quando ACM Neto venceu no município nos dois turnos.

Nesta quinta-feira (3), Jerônimo realiza uma caminhada na cidade ao lado do Time de Lula, a partir das 17 horas, no bairro Feira IX. A mobilização ocorre dias após outro ato político na cidade, que reuniu cerca de 20 mil pessoas em uma grande caminhada.

A aprovação de Jerônimo também é alta em outras cidades governadas pela oposição, onde os prefeitos pedem votos para ACM Neto. É o caso de Barreiras e Vitória da Conquista, onde a avaliação positiva do governador é de 53%, segundo dados da Atlas. Jerônimo também tem imagem positiva para 48% dos eleitores baianos, superior ao do opositor, que é visto de forma positiva para 45%.

A pesquisa AtlasIntel/A Tarde está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-08891/2026. O levantamento ouviu 1.804 eleitores da Bahia entre os dias 28 de agosto e 2 de setembro, e possui margem de erro de dois pontos percentuais.

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Brasil e Estados Unidos devem retomar, na próxima semana, as negociações sobre as tarifas aplicadas pelo governo norte-americano aos produtos brasileiros. A primeira reunião ocorrerá de forma virtual entre Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e Jamieson Greer, representante comercial dos Estados Unidos.

A reunião deve ocorrer na segunda-feira (31), mas o horário ainda depende da agenda dos dois representantes. Além disso, um representante do Itamaraty deve participar das conversas, que marcam a retomada das tratativas entre os países.

O contato entre os governos avançou após uma conversa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última sexta-feira (21). Na sequência, Greer entrou em contato com Márcio Elias para iniciar a definição da agenda de negociação.

Governo busca ampliar lista de exceções – As negociações entre Brasil e Estados Unidos estavam suspensas desde 14 de julho, antes do anúncio oficial de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. Posteriormente, em 23 de julho, o governo norte-americano anunciou uma sobretaxa adicional de 12,5%.

Segundo Márcio Elias, o governo brasileiro não trabalha, neste momento, com a expectativa de reversão das tarifas. Por isso, a estratégia será buscar a inclusão de novos setores na lista de exceções.

“É óbvio que não é de se esperar que eles venham a retroagir na decisão. Não vão. Mas vamos trabalhar para que outros setores possam ser incluídos na lista de exceções”, afirmou o ministro ao GLOBO.

Além disso, Márcio Elias avaliou que Lula poderá conduzir as negociações com Trump. A conversa entre os dois presidentes durou mais de uma hora e ocorreu em tom considerado cordial pelo governo brasileiro.

Tarifas atingem empresas brasileiras – De acordo com dados do MDIC, cerca de 8,6 mil empresas brasileiras estão sujeitas às tarifas impostas pelos Estados Unidos. No entanto, a sobretaxa não atinge toda a pauta comercial brasileira.

Atualmente, 52,7% das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos não enfrentam sobretaxa, enquanto os outros 47,3% estão sujeitos a algum nível de tarifa.

Nesse cenário, a retomada das negociações abre espaço para o governo brasileiro tentar ampliar as exceções e reduzir os impactos das medidas sobre setores exportadores.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender nesta segunda-feira (24) o fim da escala de trabalho 6×1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias e tem apenas um dia de folga. Em publicação nas redes sociais, o petista afirmou que há resistência à proposta, mas disse que o governo está mobilizado para aprová-la no Congresso Nacional.

Lula defendeu que a mudança ocorra sem redução dos salários. Segundo o presidente, a diminuição da jornada permitiria aos trabalhadores mais tempo para lazer, cuidados com a saúde e convivência familiar.

discussão ganhou novo impulso no Senado na última sexta-feira (21), quando o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6×1. O texto estava parado na presidência do Senado havia meses.

A decisão ocorreu uma semana após Alcolumbre se reunir com Lula, em meio à retomada do diálogo entre o senador e o Palácio do Planalto. A análise da proposta na CCJ, porém, só deve começar em 3 de setembro.

Apesar do avanço, senadores avaliam que a votação pode ficar para depois das eleições de outubro. A previsão considera o tempo necessário para a tramitação da PEC e a possibilidade de parlamentares contrários à mudança apresentarem outras propostas sobre o tema.

Entre elas está uma PEC apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), que integra a articulação da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL).

O fim da escala 6×1 também esteve entre os temas do primeiro debate presidencial de 2026, realizado no domingo (23). O candidato Renan Santos (Missão) se posicionou contra a mudança, enquanto Augusto Cury (Avante) declarou ser favorável à redução da jornada de trabalho.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva candidato à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores (PT) discursou na convenção partidária que oficializou sua candidatura neste domingo (2).

Ao longo do discurso, Lula reforçou o combate à violência contra a mulher, afirmou que, aos 80 anos, está em plenas condições físicas para disputar a reeleição, e disse que, se ganhar, “não vai disputar o penta”.

Candidato à reeleição, Lula disse que, se eleito, o foco é dar um salto.

Ao longo do discurso, Lula reforçou o combate à violência contra a mulher, afirmou que, aos 80 anos, está em plenas condições físicas para disputar a reeleição, e disse que, se ganhar, “não vai disputar o penta”.

Candidato à reeleição, Lula disse que, se eleito, o foco é dar um salto.

“Agora que temos o básico garantido é a hora de dar um salto”, afirmou.

 

Além disso, o presidente listou cinco compromissos de um eventual quarto mandato:

  • Educação;
  • Programa para idosos;
  • Fortalecer a indústria da defesa;
  • Terras raras e minerais críticos como patrimônio para os brasileiros;
  • Transição energética

 

No início da fala, Lula comparou suas candidaturas presidenciais à participação de jogadores em Copas do Mundo. Disse que, se for eleito, pretende encerrar a carreira política ao fim do mandato. Também agradeceu aos partidos aliados, à militância e a lideranças políticas presentes na convenção.

“Se eu ganhar, são quatro copas. Não vou disputar o penta, porque depois de terminar essa quero tirar férias para aproveitar mais 20 anos”, afirmou.

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O presidente nacional do Partido dos trabalhadores (PT), Edinho Silva, oficializou, neste domingo (2), a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente Geraldo Alckmin para reeleição nas eleições presidenciais em outubro.

A candidatura foi confirmada na convenção nacional do Partido dos Trabalhadores, na Zona Norte de São Paulo. Edinho comentou que o PT irá ter, como um dos focos, as disputas nos estados e fez apelo aos militantes, sobretudo, para exaltar os feitos de Lula, como a finalização das obras da transposição do Rio São Francisco e ter “mudado milhões de vidas”.

A convenção reuniu os partidos de coligação, o PSB, PDT e a Federação PSOL/Rede, além da Federação PT/PV/PCdoB e homologou a candidatura de Lula, bem como pediu aos apoiadores para resgata o legado do presidente. Caso vença, Lula chegará ao quarto mandato como presidente da República.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, neste domingo (2), que pretende “levar a sério” à exploração das terras raras e dos minerais críticos caso seja reeleito. A declaração foi feita durante a convenção nacional do partido que oficializou sua candidatura à Presidência da República.

Ao abordar o tema, Lula defendeu que os recursos naturais permaneçam sob controle do país e afirmou que os benefícios da exploração devem ser revertidos para a população brasileira. “Eu vou levar muito a sério esse negócio de terras raras e minerais críticos. Tem muita gente metendo o dedo nas nossas terras. Isso vai parar. Isso é um patrimônio do povo brasileiro. Quem tem que lucrar com isso é o povo brasileiro. Nós temos que utilizar a nossa capacidade de investimento, de conhecimento científico e tecnológico para explorar, transformar e usar essas riquezas”, declarou.

Durante o discurso, o presidente também voltou a defender o enfrentamento à violência contra a mulher e associou o tema aos valores que diz defender em sua campanha. “Quem bate em mulher não vota em mim. Quero criar uma sociedade que respeita mulher”, afirmou.

As declarações foram feitas diante de apoiadores durante a convenção nacional do PT, realizada para oficializar a candidatura de Lula à reeleição.

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A presença de Lula na convenção que oficializa a candidatura de Jerônimo Rodrigues altera a temperatura da eleição baiana. O presidente chega ao Parque de Exposições carregando uma vantagem de 34 pontos sobre Flávio Bolsonaro no estado: 52% a 18%, segundo a pesquisa Genial/Quaest. Num confronto estadual praticamente empatado, essa diferença transforma o apoio de Lula no ativo eleitoral mais poderoso da campanha.

A mesma pesquisa coloca ACM Neto com 39% e Jerônimo com 38%, dentro da margem de erro de três pontos. Em abril, a distância era de quatro pontos: Neto aparecia com 41% e Jerônimo, com 37%. O governador avança, encosta no adversário e chega ao início oficial da campanha com espaço para crescer entre os 13% que ainda não escolheram candidato.

Jerônimo também entra na disputa sustentado pela avaliação do próprio governo. A Genial/Quaest mostra que 57% dos baianos aprovam sua gestão e 52% consideram que ele merece ser reeleito. A força de Lula, portanto, encontra um governador que já conta com uma base própria de apoio e reúne condições para buscar, entre os eleitores do presidente, os votos que ainda não chegaram à candidatura estadual.

A equação ajuda a explicar o peso da convenção. Jerônimo aparece com 38%, enquanto Lula alcança 52% na Bahia. Existe uma faixa considerável do eleitorado lulista que ainda não declarou voto no governador, repetindo o cenário de 2022, quando o apoio do presidente impulsionou Jerônimo ao longo da campanha e foi decisivo para a vitória sobre ACM Neto no segundo turno.

Do outro lado, a associação com o bolsonarismo cobra um preço elevado. Flávio Bolsonaro tem apenas 18% no estado. Quanto mais a disputa nacional ocupa o debate baiano, mais difícil se torna para Neto conciliar o apoio recebido da família Bolsonaro com a tentativa de se apresentar como candidato independente.

Lula oferece a Jerônimo algo que Bolsonaro não consegue entregar a Neto na Bahia: capacidade de reunir o voto popular, mobilizar o interior e dar identidade à chapa estadual. Os candidatos lulistas também lideram a disputa pelo Senado, com Rui Costa marcando 22% e Jaques Wagner, 16%, outro sinal de que a força presidencial se espalha pelo conjunto da chapa.

Ao subir no mesmo palanque e pedir votos para Jerônimo, Lula leva para uma eleição estadual apertada o peso de dois campos nacionais profundamente desiguais na Bahia. Enquanto o governador busca aproximar sua votação dos 52% alcançados pelo presidente, ACM Neto precisa administrar uma aliança que pode afastar muito mais eleitores do que atrair.

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O governo brasileiro reagiu ao novo tarifaço de 25% imposto pelos americanos aos produtos brasileiros, confirmado pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) na noite desta quarta-feira (15). Por meio de nota, o Palácio do Planalto declarou que “repudia” a taxa, afirmou que vai acionar instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade e criticou a família do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O texto do governo brasileiro diz que o dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA “como um marco lastimável”.

“O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país”, afirma o governo, citando que os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil.

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Após a maior intervenção de sua história, o Teatro Castro Alves (TCA), principal palco das artes da Bahia e um dos mais importantes equipamentos culturais do país, foi entregue à população na noite desta quarta-feira (1º), em Salvador. A cerimônia contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do governador Jerônimo Rodrigues e da ministra da Cultura, Margareth Menezes.

Resultado da parceria Bahia-Brasil, com investimento superior a R$ 260 milhões, a terceira e última etapa do projeto Novo TCA, executada pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Conder), consolidou o equipamento como um dos mais modernos complexos culturais do Brasil, preservando seu valor histórico e arquitetônico e preparando o espaço para atender às demandas da produção artística nas próximas décadas.

Para o governador, entregar esse equipamento totalmente modernizado é reafirmar o compromisso com a valorização da cultura, de artistas e com o acesso da população a espaços públicos de excelência. “Estamos entregando um teatro preparado para o futuro, sem perder a história. É um investimento que preserva um patrimônio do povo baiano, impulsiona a economia criativa, gera emprego, movimenta o turismo e garante que a Bahia continue ocupando um lugar de protagonismo na produção cultural do Brasil”, pontuou.

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, ressaltou que a entrega representa um novo momento para a produção artística baiana e nacional. “Nós estamos recebendo uma joia. O que foi feito aqui nesse Teatro Castro Alves a nível de acústica, de acomodações, de espaço para realização de ensaios é imenso, é maravilhoso, é diferenciado”, disse.

A entrega marcou também a retomada das atividades do equipamento, fechado desde janeiro de 2023, quando um incêndio atingiu parte da cobertura do teatro. A reabertura teve início com a chamada Operação Teste da Sala Principal, etapa que permitirá o retorno gradual das atividades artísticas e a validação dos novos sistemas técnicos instalados durante a obra.

Para o secretário de Cultura do Estado, Bruno Monteiro, a requalificação do TCA buscou equilibrar preservação e modernização. “A Bahia está pronta para viver uma nova era na cultura com a volta do Teatro Castro Alves, o mais moderno do Brasil. O Governo do Estado está entregando um equipamento restaurado, completamente modernizado, mais seguro, acessível e democrático”, afirmou.

Intervenções – Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Teatro Castro Alves passou por ampla modernização, com restauração das fachadas, requalificação da Sala Principal e do foyer histórico, implantação de novos sistemas de iluminação, sonorização e mecânica cênica, ampliação da acessibilidade, construção do Edifício Lâmina, além da atualização dos sistemas de segurança, infraestrutura e sustentabilidade.

A acessibilidade é um dos destaques da requalificação. Um novo edifício anexo garante circulação autônoma por todos os espaços do complexo, além da implantação de lugares reservados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. O teatro passa a contar ainda com cabines para audiodescrição, interpretação em Libras e estrutura para legendagem simultânea. Já as ações de sustentabilidade incluem sistema de captação de águas pluviais, iluminação em LED e reaproveitamento de materiais utilizados durante a obra.

Apresentações – A solenidade contou com uma apresentação especial da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), sob direção artística de Elísio Lopes e direção musical do maestro Carlos Prazeres e de Manno Góes, celebrando a diversidade e a força da cultura brasileira.

Além da importância simbólica e patrimonial, a obra mobilizou mais de dois mil trabalhadores ao longo de três anos e reafirma o Teatro Castro Alves como sede da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) e do Balé Teatro Castro Alves (BTCA), além de palco para grandes espetáculos nacionais e internacionais.

TCA. Fotos: Thuane Maria/GOVBA

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Decisão foi publicada nesta quinta-feira (2) no Diário Oficial da União

No dia em que se celebra a consolidação da Independência do Brasil, o presidente Lula sancionou o projeto de lei relatado pelo senador Jaques Wagner (PT-BA) que oficializa a transferência simbólica da sede da capital federal para Salvador no dia 2 de Julho. A decisão foi publicada na manhã desta quinta-feira (2) no Diário Oficial da União.

Ao comemorar a medida, Wagner ressaltou que o 2 de Julho deve ser reconhecido como uma data importante para todos os brasileiros, e não apenas para os baianos.

“Dom Pedro proclamou a Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822, mas os portugueses não concordaram e permaneceram concentrados no Recôncavo Baiano com tropas e Marinha até 1823, pretendendo retomar o Brasil como colônia. Somente a resistência baiana foi capaz de expulsá-los”, afirmou o senador.

Wagner destacou ainda que o retorno simbólico da sede do governo à primeira capital do Brasil representa um gesto de reconhecimento e reparação histórica ao povo baiano. “É importante registrar que foi na Bahia onde mais morreram negros, indígenas, portugueses favoráveis à Independência e brasileiros em geral. A luta dessas pessoas foi o que, de fato, garantiu a soberania do nosso país”, explicou.

O senador parabenizou o autor da proposta, o deputado federal Leo Prates (PDT-BA). “Quando fui governador, transferi simbolicamente a capital baiana para Cachoeira, onde começou a luta que culminou no 2 de Julho. O deputado teve uma ideia ainda mais brilhante: transferir simbolicamente a capital brasileira para a Bahia durante essa data”, concluiu.

Foto: Ulisses Dumas

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