AÇÕES BAHIA - PROJETOS INSTITUCIONAIS 0626 | DIGIT
CMVC - Junho
CORTINA E CIA COLCHÕES
Novo Paraiso

É com grande pesar que comunico o falecimento do nosso amigo Domingos Vieira de Oliveira Neto, 60 anos, conhecido no meio esportivo como Neto Comander, ocorrido nesta terça-feira (21).

Botafoguense de coração, grande torcedor e figura marcante nas transmissões, nosso amigo Neto se dedicou ao longo dos anos ao trabalho na rádio Conquistense, sempre com comentários precisos e respeitados por todas as torcidas. Ele trabalhou comigo durante anos e atuou em diversas emissoras da cidade, sendo muito conhecido pelas suas atuações em transmissões dos jogos do time do Vitória da Conquista ECPP-VC.
Neto também foi um dos primeiros integrantes da Torcida Organizada Criptonita.
Sua alegria , seus comentários feitos de forma coerente e sua educação em tratar o próximo, ficaram marcados em nossas vidas. Que Deus possa dar o conforto à todos os familiares e amigos nesse momento tão doloroso.
Deus te receba de braços abertos, meu  amigo.

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O Bahia perdeu um de seus maiores ídolos nesta sexta-feira (5). Élcio Nogueira da Silva, o Sapatão, morreu aos 72 anos, em Salvador. Ele estava internado no Hospital da Bahia desde o dia 17 de maio.

Sapatão deu entrada na unidade com quadro de hipertensão. Ele foi para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Bahia e foi diagnosticado com covid-19, que foi supostamente contraída no hospital. O ex-zagueiro respirava com ajuda de aparelhos.
Foram 450 jogos com a camisa do Bahia, e 12 gols marcados. Sapatão foi um dos jogadores presentes em todos os sete títulos estaduais do tricolor entre 1973 e 1979, a maior sequência da história do campeonato baiano. Ele também jogou por Flamengo, Fluminense de Feira, Santa Cruz e Catuense. Ao pendurar as chuteiras, Sapatão também foi técnico.

Pouco depois da notícia, o Bahia se manifestou sobre a morte do capitão do heptacampeonato baiano.

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É com profundo pesar que o Blog do Redação?Redação Brasil informa o falecimento da jovem Ely Pires, figura bastante conhecida do esporte conquistense.

Jogadora e árbitra de futebol, ela deixa centenas de amigos em luto na capital do Sudoeste baiano.

Ely foi vítima de uma dengue hemorrágica

O local do velório e sepultamento ainda não foram divulgados pela família.

Leia a nota do ECPP 

É com pesar e imensa tristeza que informamos o falecimento de Ely Pires, vítima de dengue hemorrágica. Personalidade muito conhecida no meio esportivo da nossa cidade, Ely atuou pelo Vitória da Conquista no Campeonato Baiano 2019, pela seleção do Migs,Meninas da Bola, Juventude, entre outros, além de atuar como árbitra assistente em jogos do campeonato amador.

Desejamos que Deus possa confortar o coração da família e amigos nesse momento de dor.

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Leia a nota da equipe da Selação Migs:

“Não existe partida para aqueles que permanecerão pra sempre em nossos corações.”

E você Ely estará sempre viva para todos nós, é difícil até se expressar em um momento como esse, faltam palavras para citar a sua importância para o Migs, porém, basta olhar as fotos, vídeos e relembrar os momentos maravilhosos que juntas passamos.

A realidade é que não nos imaginamos sem você, dói demais saber que não teremos em campo ou quadra aquele coração da nossa atacante artilheira, camisa 13, pulsando ao nosso lado. Somos muito gratas por você dedicar parte de sua vida ao nosso time, e a partir de então você se torna um motivo a mais para união e honra da Seleção Migs .

Te amaremos para sempre!
Nossa Eterna Ely Pires !

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Morreu nesta quinta-feira Valdir Espinosa, aos 72 anos de idade. Submetido a uma cirurgia na região do abdômen no dia 17, ele foi internado novamente no dia 20 e não se recuperou. Ele ocupava o cargo de gerente de futebol do Botafogo, clube com o qual tinha grande identificação pela conquista do Campeonato Carioca de 1989.

Nascido em Porto Alegre, Espinosa começou sua carreira no futebol como jogador do Grêmio. Atuou por oito anos como profissional, passando por CSA, Esportivo e Caxias. Parou em 1978 e no ano seguinte já iniciou no cargo de treinador do Esportivo.

Desde então, construiu uma carreira sólida, com o auge em 1983, quando comandou o Grêmio campeão da Libertadores e do Mundial. Na época, o time contava com jogadores como Renato Gaúcho, De León, Paulo César Caju e Mário Sérgio.

Valdir Espinosa comanda treino do Grêmio na Arena em 1983 — Foto: Rubens Borges / Agência RBS

                                                                              Valdir Espinosa comanda treino do Grêmio na Arena em 1983 — Foto: Rubens Borges / Agência RBS

Em 1989, Espinosa aceitou o convite do Botafogo, que não conquistava o Campeonato Carioca havia 20 anos. Com um gol de Maurício na final contra o Flamengo, o time celebrou o título invicto da competição e criou mais um momento histórico para a carreira do treinador.

Espinosa rodou o Brasil como treinador e teve experiências internacionais. Ele trabalhou no Cerro Porteño, do Paraguai, no Al-Hilal, da Arábia Saudita, e no Tokyo Verdy, do Japão. Também teve uma rápida passagem pelo Las Vegas City.

Fonte: G1

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