Marcos Andrade Construtora
ALBA - novembro
Novo Paraiso

A edição desta terça-feira (25) do programa UP Notícias, da Rádio UP FM entrevistou o engenheiro, ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), ex-deputado federal e pré-candidato ao Senado pela Bahia, Marcelo Nilo (Republicanos). O político comentou sobre as conversas para compor a chapa de ACM Neto (União Brasil) e a união com João Roma (PL) para as eleições de 2026.

Marcelo contou sobre a sua saída do Partido dos Trabalhadores (PT), do qual foi filiado por décadas. “Eu fui aliado do PT durante trinta e um anos. Eu saí pela porta da frente. Por que eu saí? Porque o PT passou a ser um partido que eu perdi a crença e a esperança de dias melhores para o nosso Brasil […] Fui aliado do PT durante trinta e um anos. Eles nunca me deram um voto”, disse o pré-candidato ao Senado.

O ex-deputado também fez críticas à gestão do atual governador, Jerônimo Rodrigues. “Educação, nós somos a segunda pior educação do país, só ganhamos para o Maranhão; saúde, tem uma tal regulação que é considerada ‘regulação da morte’ […] se falarmos de segurança pública, das vinte cidades mais violentas do Brasil, nove são na Bahia”, acrescentou Marcelo Nilo.

Confira a entrevista com Marcelo Nilo (Republicanos):

 

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Após ser rifado do processo para a escolha da vice de ACM Neto – que disputa o Governo do Estado – o deputado Marcelo Nilo (Republicanos) pode deixar a política. Segundo interlocutores do ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), essa é uma das hipóteses avaliadas por Nilo para seu futuro.

A confirmação de que o parlamentar está fora da disputa foi inicialmente publicada pelo site Política Livre e confirmada pelo Bahia Notícias no final da noite desta terça-feira (2). Ao longo das últimas semanas, Marcelo Nilo afirmou reiteradamente que não trabalhava com um “plano B” para seu destino político pois estava convicto que seria o escolhido de Neto.

 

Uma das alternativas para o deputado federal é disputar a reeleição pelo Republicanos, cenário que ajudaria a incrementar a bancada do partido caso ele seja eleito, com expectativa de eleger quatro parlamentares para a Câmara dos Deputados.

 

Após a intensa movimentação nos bastidores na noite desta terça, Nilo usou as redes sociais no início da manhã desta quarta (3) para dizer que esse é um “momento difícil” em sua vida. Com uma trilha melancólica ao fundo do vídeo, ele afirmou que acredita em Deus e “quem acredita em Deus sabe que bons tempos virão”.

 

Assista abaixo o vídeo publicado por Marcelo Nilo:

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Com a expectativa em alta para o anúncio do nome escolhido por ACM Neto (União) para a vaga de vice em sua chapa, uma troca de protagonismo entre dois deputados federais chamou a atenção na “bolsa de apostas”. Cotado para disputar o governo da Bahia ao lado de Neto, Marcelo Nilo (Republicanos) viu seu nome perder força nos bastidores para dar vez ao tucano Adolfo Viana (lembre aqui). Nilo enfrenta resistência de uma das alas de apoio ao ex-prefeito de Salvador e pode ser limado do processo, apesar de negar estar fora do páreo (veja aqui).

Após a movimentação ganhar força na última sexta-feira (29), interlocutores ligados a ACM Neto classificaram, em conversa com o Bahia Notícias, que a resistência ao ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) é meramente “subjetiva”. Segundo políticos que acompanham as discussões, não há um “veto” específico, mas uma rejeição a Nilo por questões anteriores à migração do parlamentar para o grupo político do ex-prefeito.

 

Informações obtidas pelo Bahia Notícias indicam que aliados avaliam não haver motivo “palpável” para que o PDT, do deputado federal Félix Mendonça Júnior, rejeite uma eventual escolha de Nilo para a vice. Se por um lado Marcelo Nilo bate o pé e diz que não há “plano B” caso seja preterido por Neto, aliados do ex-prefeito da capital baiana apontam a possibilidade de o deputado retornar para a disputa a uma vaga na Câmara dos Deputados, ancorado no capital político de Adolfo Viana, do PSDB.

 

Caso o desenho seja concretizado, a saída de Adolfo da disputa para federal abriria caminho para Marcelo Nilo abocanhar uma fatia do seu eleitorado, além de deixar espaço para outros nomes que buscam o Congresso Nacional, como a vereadora de Salvador, Cris Correia (PSDB), apadrinhada politicamente pelo empresário e prefeito de Mata de São João, João Gualberto (PSDB), e o agora deputado federal Joceval Rodrigues, filiado ao Cidadania – partido que fechou federação com os tucanos. Então vereador de Salvador, Rodrigues assumiu a cadeira de deputado no mês de julho após a licença de Abílio Santana.

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