A primeira edição do Programa Universidade para Todos (Prouni) 2026 vai oferecer 594 mil bolsas para faculdades privadas. As inscrições nos processos seletivos para concorrer a uma bolsa do programa estarão abertas a partir da próxima segunda-feira (26) até a próxima quinta-feira (29).
De acordo com o Ministério da Educação (MEC) essa é a maior oferta da história do Prouni. As inscrições podem ser feitas por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior e os candidatos também podem consultar vagas ofertadas por municípios, curso, turno e instituição.
A inscrição no Prouni é gratuita e deve ser feita exclusivamente pela internet. Das 594 mil bolsas, 328 mil são para bacharelado, 253 mil para cursos tecnológicos e 12 mil para licenciatura.
Na última terça-feira (13), o Ministério da Educação (MEC) anunciou que fará uma pesquisa para analisar o impacto da restrição do uso de celulares nas escolas. O objetivo da legislação é reduzir distrações no ambiente escolar, priorizar o engajamento em atividades pedagógicas e coibir o uso inadequado de dispositivos eletrônicos por parte dos alunos.
A data foi escolhida simbolicamente por ser o aniversário de um ano de vigência da Lei Federal nº 15.100/2025, que restringiu o uso dos aparelhos em ambientes escolares. O MEC vai fazer uma pesquisa nacional no primeiro semestre de 2026 para analisar os impactos da lei. O objetivo é compreender como a norma vem sendo adotada e quais os seus efeitos no ambiente escolar.
Dados do Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes (Pisa) 2022 mostram que 80% dos estudantes disseram se distrair e ter dificuldades de concentração nas aulas de matemática por causa do celular.
O Ministério da Educaçaõ (MEC) anunciou, em comunicado divulgado na noite de domingo (26), que a divulgação do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) acontecerá nesta segunda-feira (27). O horário exato para os participantes terem conhecimento da nota não foi informado.
“O MEC informa que as equipes técnicas da Subsecretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação seguem trabalhando na finalização dos resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2025. A divulgação ocorrerá ao longo desta segunda-feira, 27 de janeiro”.
Para consultar os resultados, o candidato deverá acessar o site do Sisu (https://acessounico.mec.gov.br/sisu) e ficar atento à primeira “caixinha” do cronograma. Neste ano a seleção conta com 261.779 vagas para 6.851 cursos de graduação em 124 instituições públicas de ensino superior de todas as regiões do país:
Cinco dias após ser nomeado ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli pediu, na tarde desta terça-feira (30), demissão ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ele é o terceiro nome a deixar o MEC em um ano e meio do governo e sai antes mesmo de tomar posse.
O movimento ocorre após Decotelli ter títulos acadêmicos descritos em seu currículo contestados pelas instituições de ensino. Sua posse no MEC estava marcada para esta terça-feira, mas foi adiada em função da crise gerada e pelas pressões por sua saída no governo.
No currículo, Decotelli declarava possuir título de doutorado pela Universidade Nacional de Rosário, na Argentina – informação desmentida pelo reitor da instituição, Franco Bartolacci. Também foram identificados sinais de plágio na dissertação de mestrado junto à Fundação Getulio Vargas (FGV).PUBLICIDADE
O agora ex-ministro também informava ter feito pesquisa de pós-doutorado na Universidade de Wuppertal, na Alemanha, que negou a informação. Por fim, a FGV desmentiu que o economista tenha sido professor ou pesquisador da instituição.
Ontem (29), após reunião com o presidente Jair Bolsonaro, Decotelli afirmou que continuava ministro, mas a evolução dos acontecimentos tornou sua situação insustentável. Indicado pela ala militar, Decotelli era visto como um nome de perfil mais técnico e apaziguador na pasta, mas perdeu apoio em meio às revelações recentes.
Na lista dos novos cotados para assumir a pasta estão Anderson Correia, atual reitor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica); Renato Feder, secretário de Educação do Paraná; Sérgio Sant’Ana, ex-assessor do MEC durante a gestão de Abraham Weintraub; e Ilona Becskeházy, atual secretária de Educação Básica. Os últimos dois são defendidos por membros da chamada “ala ideológica” do governo.
Além dos desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus à Educação, o futuro escolhido para o MEC terá a missão de aprovar a extensão do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) no Congresso Nacional, a realização do Enem e a implantação da Base Nacional Comum Curricular.
Fonte: Salvador Notícias.
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou nesta quinta-feira (18) que deixará o cargo. A informação foi dada em um vídeo publicado pelo próprio Weintraub, em que o ministro aparece ao lado do presidente Jair Bolsonaro e lê um texto de despedida. O nome do substituto não foi informado.
"Sim, desta vez é verdade. Eu estou saindo do MEC e vou começar a transição agora. Nos próximos dias, eu passo o bastão para o ministro que vai ficar no meu lugar, interino ou definitivo", diz Weintraub.
Ele não quis falar sobre as razões da demissão. "Neste momento, eu não quero discutir os motivos da minha saída, não cabe. O importante é dizer que eu recebi o convite para ser diretor de um banco. Já fui diretor de um banco no passado. Volto ao mesmo cargo, porém no Banco Mundial".
"É um momento difícil, todos os meus compromissos de campanha continuam de pé. Busco implementá-lo da melhor forma possível. A confiança você não compra, você adquire. Todos que estão nos ouvindo agora são maiores de idade, sabem o que o Brasil está passando. E o momento é de confiança. Jamais deixaremos de lutar por liberdade. Eu faço o que o povo quiser", afirma Bolsonaro no vídeo.
Weintraub assumiu o cargo em abril de 2019, após a saída de Ricardo Vélez Rodríguez, e permaneceu no posto por 14 meses. No período, acumulou desafetos e disputas públicas com diversos grupos sociais – entre eles, a comunidade judaica e a representação da China no Brasil.
A polêmica mais recente surgiu após a divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, no Palácio do Planalto. No encontro com o presidente Bolsonaro e outras autoridades do Executivo federal, Weintraub defendeu a prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a quem chamou de "vagabundos".
"A gente tá perdendo a luta pela liberdade. É isso que o povo tá gritando. Não tá gritando pra ter mais Estado, pra ter mais projetos, pra ter mais... o povo tá gritando por liberdade, ponto. Eu acho que é isso que a gente tá perdendo, tá perdendo mesmo. A ge... o povo tá querendo ver o que me trouxe até aqui. Eu, por mim, botava esses vagabundos todos na cadeia. Começando no STF”, disse.
O vídeo foi revelado no inquérito que apura suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal. Relator dessa investigação, o ministro do STF Celso de Mello disse ver possível crime de injúria por parte de Weintraub e, por isso, enviou ofício aos demais membros da Corte.
No último domingo (14), Weintraub participou de um protesto com pautas antidemocráticas e inconstitucionais na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Ele voltou a usar o termo "vagabundos" mas, desta vez, não disse textualmente a quem se referia.
Questionado sobre impostos pagos para bancar "funcionários corruptos", Weintraub disse aos apoiadores: "Eu já falei a minha opinião, o que eu faria com vagabundo". O ministro não usava máscara de proteção e, por isso, foi multado pelo governo local.
O Ministério da Educação liberou na última sexta-feira (22) a totalidade do orçamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) que ainda estava contingenciado. Segundo a Capes, os recursos da fundação liberados neste ano chegam a R$ 3,98 bilhões, 4% superior aos 3,84 bilhões de 2018.
“Todos os compromissos assumidos ao longo do ano estão sendo cumpridos”, destacou Anderson Correia, presidente da Capes.
O Diário Oficial da União publicou decreto, nesta semana, relativo ao Relatório Extemporâneo de Avaliação de Receitas e Despesas de Novembro de 2019, com liberação de todas as despesas discricionárias (não obrigatórias) contingenciadas (bloqueadas) em meses anteriores.
Na semana passada, o governo anunciou o descontingenciamento (desbloqueio) de R$ 13,976 bilhões do Orçamento de 2019.
O órgão que teve a maior liberação, de R$ 3, 473 bilhões, foi o Ministério da Defesa, seguido pela Educação, R$ 2,695 bilhões, e pelo Desenvolvimento Regional, R$ 1,905 bilhão.
Segundo o governo, a liberação dos recursos foi possível porque o governo obteve receitas extraordinárias com a venda de ativos de estatais, que rendeu Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido sobre o ganho de capital das empresas, e pelos leilões do excedente da cessão onerosa e da partilha do pré-sal.
De acordo com o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, referente ao 5º bimestre de 2019, haveria a possibilidade de liberar gastos em mais R$ 7,2 bilhões e, mesmo assim, cumprir a meta de déficit nas contaspúblicas de R$ 139 bilhões. Para isso, seriam necessários créditos adicionais.
A nova carteira estudantil, em formato digital vai começar a ser emitida em 90 dias e vai ser ofertada nas lojas Google Play e Apple Store. Portando o documento, os estudantes podem pagar meia-entrada em shows, cinema, teatro e outros eventos culturais. O prazo tem início nesta segunda-feira (9), com a publicação da medida provisória (MP Nº 895) que versa sobre o pagamento de meia-entrada no Diário Oficial da União.
Quem solicitar a carteira digital vai ter que consentir com o compartilhamento dos dados cadastrais e pessoais com o Ministério da Educação (MEC) para subsidiar o Sistema Educacional Brasileiro — o novo banco de dados nacional dos alunos, a ser criado e mantido pela pasta.
O MEC poderá usar essas informações apenas para formulação, implementação, execução, avaliação e monitoramento de políticas públicas. O sigilo dos dados pessoais deve ser garantido sempre que possível.
O estudante com idade igual ou superior a 18 anos e o responsável legal pelo aluno menor de idade responderão pelas informações autodeclaradas e estarão sujeitos às sanções administrativas, cíveis e penais previstas em lei na hipótese de fraude.
A MP diz que, a carteirinha digital pode ser emitida pelo MEC; pela Associação Nacional de Pós-Graduandos; pela União Nacional dos Estudantes (UNE); pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes); por entidades estudantis estaduais, municipais e distritais; diretórios centrais dos estudantes; centros e diretórios acadêmicos e outras entidades de ensino e associações representativas dos estudantes, conforme definido em ato do ministro da Educação.
O MEC poderá ainda firmar contrato ou instrumento congênere com a Caixa Econômica Federal para emissão gratuita ao estudante do modelo físico da carteira de identificação estudantil.
Segundo a MP, a nova carteira estudantil física solicitada em um ano será válida até 31 de março do ano seguinte e a digital, enquanto o aluno permanecer matriculado em estabelecimento que forneça os níveis e as modalidades de educação e ensino. O documento perderá a validade quando o estudante se desvincular do estabelecimento.
A medida é assinada pelo presidente Jair Bolsnaro e pelo ministro da educação Abraham Weintraub.
A Bahia teve mais 147 bolsas de pesquisa cortadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes). O anúncio foi feito na segunda-feira (2) e detalhado nesta terça (3). Este é o terceiro corte neste ano. Ao todo, 237 bolsas deixarão de ser oferecidas somente no estado.
De acordo com a Capes, com o novo corte, espera-se economizar R$ 954.621,68 na Bahia. Em todo o país, a economia deverá ser de R$ 544 milhões, com 5.613 bolsas cortadas a partir deste mês. No Brasil, a Capes vai deixar de oferecer cerca de 11 mil bolsas e não serão aceitos novos pesquisadores neste ano.
A capes alega que por causa do contingenciamento orçamentário, a medida é necessária para garantir o pagamento dos bolsistas já cadastrados. Na Bahia, a notícia mexeu com a comunidade científica, que teme prejuízo no desenvolvimento das pesquisas.
Patricia Conceição é estudante de mestrado do instituto de saúde coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Ela deve concluir a pesquisa que está fazendo na área de política e saúde e defender a tese até o início do ano que vem, mas está apreensiva com os cortes anunciados.
“Se a bolsa não sair agora, nesse mês, eu não pago meu aluguel. Tem estudante que não vai poder vir para a faculdade porque não tem dinheiro para o transporte. Tem estudante que vai ter que voltar para sua cidade, porque é do interior e está aqui estudando com a bolsa. Então, mexe não é só com a pesquisa, é com a vida do estudante toda”, disse Patricia Conceição.
Os cortes são feitos nas chamadas bolsas ociosas, período de substituição de alunos que estão concluindo os estudos para os novos candidatos que vão ocupar as vagas.
No Instituto de Saúde Coletiva da UFBA, são 31 bolsistas de mestrado ou doutorado, mas, por enquanto, nenhuma vaga ociosa. Para o coordenador de pós-graduação, Luís Eugênio Portela , a situação fica cada vez mais complicada, porque reduz as oportunidades para alunos que querem se dedicar exclusivamente as pesquisas.
“A gente perde os que têm mais possibilidade de se dedicar em tempo integral para isso e os que têm mais necessidade da bolsa para sua sobrevivência. São pesquisadores que estão deixando de ser formados e conhecimento que está deixando de ser produzido”, disse Luís Eugênio Portela .
Além dos cortes de vagas da capes, O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), que tem 2.399 mil bolsas ativas para estudantes baianos da iniciação científica até pós-doutorado, anunciou que só tem recursos para o pagamento da bolsa referente ao mês de agosto. Na UFBA, são cerca de 260 vagas.
Para o coordenador de ensino de pós graduação, Sérgio Ferreira, se não tiver um suplemento da verba, todos esses estudantes vão ficar sem receber a partir do próximo mês, o que pode prejudicar as pesquisas.
“Um prejuízo para os alunos que estão concluindo seus trabalhos, bem como para os professores, os orientadores, que têm projetos que são financiados por órgãos nacionais, órgãos internacionais, e que poderão ficar descobertos por conta dessa parada”, disse Sérgio Ferreira.
Alan que estuda na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro, no norte do estado, até adiantou o mestrado para garantir o doutorado, mas agora já não sabe mais de vai conseguir. Situação que preocupa e desanima os estudantes.
“A pesquisa que eu desenvolvi e iria concluir não vai ser mais possível se eu não tiver subsídios para poder realizá-la. Eu teria que buscar outras alternativas para me sustentar, e, de fato, isso vai atrapalhar e impossibilitar que eu continue trabalhando com a pesquisa”, disse Alan.
Fonte: G1
Por Giana Mattiazzi, TV Bahia
Nesta edição, serão ofertadas 46,6 mil vagas a juro zero. O resultado estará disponível na internet, na página do programa e nas instituições de ensino superior participantes.
Os estudantes selecionados no P-Fies devem comparecer à instituição de ensino para validar as informações prestadas na hora da inscrição a partir desta terça-feira. Já os selecionados na modalidade Fies devem complementar a inscrição no período de 10 a 12 de julho.
Quem não foi selecionado na modalidade Fies juro zero pode ainda participar da lista de espera, entre os dias 15 de julho e 23 de agosto.
Não há lista de espera do P-Fies. A pré-aprovação do financiamento na modalidade do P-Fies é de responsabilidade exclusiva dos agentes financeiros operadores de crédito que tenham relação jurídica estabelecida com instituições de ensino participantes.
Fies
O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores de instituições privadas com avaliação positiva pelo Ministério da Educação.
Pode concorrer quem fez uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média igual ou superior a 450 pontos, e obtido nota maior que zero na redação.
Modalidades
O novo Fies, que começou a vigorar em 2018, tem modalidades de acordo com a renda familiar.
A modalidade com juro zero é para os candidatos com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos.
O aluno começará a pagar as prestações respeitando o seu limite de renda.
A modalidade chamada de P-Fies é para candidatos com renda familiar per capita entre três e cinco salários mínimos.
Nesse caso, o financiamento é feito por condições definidas pelo agente financeiro operador de crédito, que pode ser um banco privado ou fundos constitucionais e de Desenvolvimento.
Por Mariana Tokarnia | Agência Brasil
Todos os estados e o Distrito Federal registraram, nesta quarta-feira (15), manifestações contra o bloqueio de recursos para a educaçãoanunciado pelo Ministério da Educação (MEC). Pela manhã, houve atos em ao menos 149 cidades. Universidades e escolas também fizeram paralisações após convocação de entidades ligadas a sindicatos, movimentos sociais e estudantis e partidos políticos.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou que não gostaria de contingenciar verbas, mas que isso é necessário. Ele também declarou que os manifestantes são “uns idiotas úteis, uns imbecis”.
“A maioria ali é militante. É militante. Não tem nada na cabeça. Se perguntar 7 x 8 não sabe. Se perguntar a fórmula da água, não sabe. Não sabe nada. São uns idiotas úteis, uns imbecis que estão sendo utilizados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo de muitas universidades federais do Brasil”, afirmou Bolsonaro nesta quarta, durante visita ao Texas (EUA).
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Alunos e professores protestam na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, contra os cortes na educação — Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
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Protesto fecha portão da USP — Foto: Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo
Na capital paulista, estudantes e professores da Universidade de São Paulo (USP) — que é estadual, mas foi afetada pela suspensão de bolsas de pós-graduação — fecharam uma das entradas da instituição, na Zona Oeste da cidade.
Estudantes secundaristas também faziam manifestação, pouco depois das 7h, pelas ruas de Higienópolis, bairro nobre da região central de São Paulo.
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Protesto no Largo do Rosário, em Campinas, contra bloqueio de verbas da Educação. — Foto: Luciano Calafiori/G1
Em Santos, no litoral, petroleiros também se juntaram ao movimento, que também incluiu a defesa das refinarias e o protesto contra a privatização e a reforma da Previdência. Em Bauru, estudantes e professores protestaram em ato em frente à Câmara Municipal. Estudantes e servidores de Boituva também participaram de ação na Praça da Matriz.
Também no interior, estudantes da USP e da Unesp fizeram atos em Ribeirão Preto e em Jaboticabal, além de Presidente Prudente. Em Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba e Suzano, no Alto Tietê, professores e estudantes se manifestaram pela manhã. Araraquara, Rio Claro e São Carlos também registram atos de alunos.
No Rio, universidades e escolas suspenderam as atividades para protestar. No início da manhã, não havia movimentação em escolas tradicionais como o Colégio Pedro II. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Estadual da Zona Oeste (Uezo) e a Universidade Estadual do Rio de Janeiro estão entre as que confirmaram paralisação.
Na Região Serrana há manifestações em Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo e algumas escolas estão sem aulas.
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Protesto reúne multidão em Salvador — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia
Manifestações também foram realizadas em Feira de Santana, Vitória da Conquista, Ilhéus e Juazeiro do Norte, no interior do estado.
Estudantes, professores e servidores fazem manifestação no Centro de Fortaleza — Foto: Natinho Rodrigues/SVM
Em Fortaleza, um grupo de estudantes de instituições federais do Ceará bloqueou a Avenida da Universidade, no Bairro Benfica. O ato começou por volta das 5h. Por volta de 7h20, os estudantes desbloquearam a via e seguiram para outro protesto no Centro de Fortaleza.
Juazeiro do Norte, Tauá, Crato, Sobral Cedro, Iguatu , Canindé, Crateús, Quixadá e outras cidades do interior do Ceará também tiveram mobilização de estudantes e professores.
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Belo Horizonte (MG) tem protesto contra bloqueios na educação — Foto: Antônio Salaverry/Arquivo pessoal
Escolas municipais e estaduais, além de universidades e instituto federais das regiões da Zona da Mata e Campo das Vertentes também aderiram à paralisação.
Na região de Montes Claros servidores e estudantes aderiram ao movimento. Houve protestos em Almenara, Araçuaí, Janaúba, Porteirinha, Januária, Pirapora, Salinas e Teófilo Otoni.
Em Uberaba, alunos da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro (IFTM) fizeram uma passeata. Em Divinópolis, servidores da rede municipal e estadual de ensino paralisaram as atividades.
No leste e no nordeste de Minas Gerais, estudantes e professores realizam um ato em Governador Valadares.
No Sul de Minas, atos ocorreram em Varginha e Poços de Caldas.
Em Aracaju, os manifestantes bloquearam um dos acessos ao campus da Universidade Federal de Sergipe. Estudantes também se concentraram na porta do Instituto Federal de Sergipe (IFS).
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Estudantes bloqueiam portão de entrada da UFT em Palmas — Foto: Yonny Furukawa/TV Anhanguera
No interior do estado, também há manifestações em Gurupi, Araguaína, Dianópolis e Araguatins.
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Protesto contra o bloqueio de verbas na educação e a reforma da Previdência em Caruaru — Foto: Anderson Melo/TV Asa Branca
Em Pernambuco, houve paralisação de professores de universidades federais. Na Zona Oeste do Recife, professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) fizeram atendimento à população gratuitamente, como formar de conscientizar sobre a importância do serviço prestado. Em Caruaru, no Agreste pernambucano, e em Serra Talhada, no Sertão, manifestantes também foram às ruas.
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Protesto contra bloqueio de verbas na Educação ocupa parte da Esplanada dos Ministérios, em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução
Na Paraíba, instituições públicas de ensino básico, fundamental, médio e superior suspenderam as atividades. Além da capital, João Pessoa, cidades como Campina Grande, Sousa e Areia tiveram protestos.
No Rio Grande do Sul, escolas e universidades pararam as atividades. Em Porto Alegre, a Polícia Militar usou gás lacrimogênio e bombas de efeito moral para dispersar manifestantes na frente da UFRGS. Um grupo havia bloqueado a rua do local.
Na região de Santa Maria, ao menos 50 escolas municipais e estaduais amanheceram sem aulas. Estudantes da Universidade Federal de Santa Maria bloquearam uma via da cidade. Também há protestos e paralisações em Rio Grande, Caxias do Sul, Panambi e Cruz Alta.
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Manifestantes realizam ato contra bloqueio de verbas na educação na UFMA em São Luís — Foto: Douglas Pinto/TV Mirante
Em São Luís, manifestantes bloquearam a Avenida dos Portugueses. A presidente da Associação dos Professores da Ufma, Sirliane Paiva, afirmou que o corte invibializa o progresso do ensino público.
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Concentração do protesto na Educação no Cepa, em Maceió — Foto: Michelle Farias/G1
Escolas estaduais do Rio Grande do Norte suspenderam as aulas como forma de adesão ao protesto nacional.
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Manifestação contra bloqueios na educação ocupou a Rua Areolino de Abreu, no Centro de Teresina — Foto: Murilo Lucena/ G1 PI
Em Teresina, estudantes universitários e secundaristas ocuparam a Praça Rio Branco, no Centro, e seguiram até o prédio da prefeitura.
No interior do estado foram realizados protestos em Parnaíba, Cocal e Angical do Piauí.
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Goiás tem protestos contra bloqueios na educação — Foto: Izadora Resende/TV Anhanguera
Em Goiás, escolas e universidades suspenderam as aulas por conta dos atos. Além da capital, Goiânia, cidades como Jataí e Catalão também tiveram protestos.
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Manifestação UFPR — Foto: Reprodução / RPC
Em Curitiba, manifestantes se reuniram em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), na praça Santos Andrade. Também há protestos em Maringá e Ponta Grossa.
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Estudantes, professores e servidores participaram de um café da manhã no IFSC de Florianópolis — Foto: Júlio Ettore/NSC TV
Em Santa Catarina, houve manifestações de professores e estudantes em cidades como Florianópolis e Itajaí. Foram registrados atos em Florianópolis, Itajaí e Blumenau, no Vale; São Francisco do Sul e Camboriú, no Litoral Norte catarinense; Lages, na Serra; Joinville, no Norte; e Concórdia e Chapecó, no Oeste.
Em Manaus, servidores e alunos da Universidade Federal do Amazonas fizeram ato na Avenida Rodrigo Otávio, Zona Sul da cidade. Duas faixas da via foram bloqueadas pelos manifestantes.
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Estudantes e servidores da Ufac fecham universidade e protestam contra bloqueio de verbas — Foto: Luízio Oliveira/Rede Amazônica
Na capital, centrais sindicais fecharam, pela manhã, a avenida Brasil, uma das principais do município. O movimento conta com ao menos 1,2 mil pessoas, segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT), organizadora do ato.
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Manifestação na UFMS, em Campo Grande — Foto: Dyego Queiroz/TV Morena
Escolas municipais e estaduais, além de instituições federais em Mato Grosso do Sul aderiram à greve de um dia contra os bloqueios na educação nas cidades de Campo Grande, Ponta Porã e Dourados. Há manifestações em câmpus de vários municípios de pelo menos duas instituições federais: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e Instituto Federal de Mato Grosso do Sul.
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Ato bloqueia entrada do Campus Paricarana da UFRR, em Boa Vista — Foto: Arquivo pessoal
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Manifestantes nas ruas de Belém — Foto: Kleyton Silva/ Ascom Sindtifes
No Pará, as universidades federais paralisaram as atividades. Segundo sindicato, em Belém, mais de 10 mil trabalhadores técnicos, estudantes e professores da Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e Instituto Federal do Pará (IFPA) ficaram concentrados em frente ao prédio do Instituto de Ciências das Artes (ICA). Também houve atos em cidades como Marabá e Santarém.
Instituições federais, estaduais e municipais de educação em Mato Grosso também aderiram à mobilização nacional.
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Protesto em Vitória — Foto: Luciney Araújo/ TV Gazeta
Estudantes e professores do Instituto Federal de Rondônia (Ifro)fizeram um manifesto no campus do Ifro de Guajará-Mirim (RO), na fronteira com a Bolívia. Os alunos e servidores se reuniram no Ifro e logo depois caminharam até a rotatória principal da cidade.
Em Porto Velho, estudantes da Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir) protestaram no centro da cidade.
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Estudantes, professores e servidores se reuniram na entrada da Unifap, em Macapá — Foto: Carlos Alberto Jr/G1
Estudantes, professores e servidores protestaram no campus Macapá da Universidade Federal do Amapá (Unifap). Com faixas, cartazes e caixas de som, o grupo fechou a entrada da universidade, localizada na Zona Sul da capital.
Fonte: Globo.com