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O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) retomou, nesta terça-feira (9), o julgamento do senador Sergio Moro (União Brasil-PR). A sessão começou com placar de 3 a 1 contra a cassação do ex-juiz. A diferença de votos diminui para 3 a 2 após o desembargador Eleitoral Julio Jacob Júnior.

Julio Jacob Júnior elogiou tanto o voto do relator quanto o que abriu a divergência. No entanto, votou pela procedência das ações pela cassação e inelegibilidade de Moro. Ele considerou que houve abuso de poder econômico na pré-campanha.

Até o momento, cinco dos sete desembargadores da Corte votaram, sendo que três opinaram pela rejeição dos pedidos feitos pelo PT e pelo PL, de cassação e inelegibilidade, e dois são favoráveis. Os partidos acusam o Moro Caixa Dois, abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação ao longo da campanha eleitoral de 2022.

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O governador da Bahia Rui Costa comentou a saída do ex ministro Sérgio Moro do governo Bolsonaro anunciada na manhã desta sexta-feira(24).

“As declarações do agora ex-ministro da Justiça são praticamente uma delação premiada. Saiu afirmando que o Presidente da República quer botar na superintendência da Polícia Federal pessoas para quem ele possa ligar e obter informações sobre investigações que estão em andamento e interferir. Isso é gravíssimo. É uma confissão de que o presidente pretende cometer crime de responsabilidade.

É a tempestade perfeita, num momento em que governadores e prefeitos que estão focados em salvar vidas humanas têm que gastar parte do tempo para responder milicianos digitais. Espero que as autoridades competentes tomem providência com relação a isso. Parece que o foco do Presidente não é pensar na vida humana, é pensar nas investigações que estão sendo feitas com amigos ou parentes, empresários que estão financiando ataques à Democracia”. Informou Rui Costa.

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Em nota publicada no site do Partido dos Trabalhadores e do Instituto Lula, o advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Cristiano Zanin, afirmou que a atuação ajustada dos procuradores e do ex-juiz da causa, com objetivos políticos, sujeitou Lula e sua família às mais diversas arbitrariedades. Segundo ele, não foram poucos os recursos nos quais denunciaram ao Comitê de Direitos Humanos da ONU que na Operação Lava Jato havia uma atuação combinada entre os procuradores e o ex-juiz Sérgio Moro com o objetivo pré-estabelecido e com clara motivação política, de processar, condenar e retirar a liberdade do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Leia a nota:
Em diversos recursos e em comunicado formalizado perante o Comitê de Direitos Humanosda ONU em julho de 2016 demonstramos, com inúmeras provas, que na Operação Lava Jato houve uma atuação combinada entre os procuradores e o ex-juiz Sérgio Moro com o objetivo pré-estabelecido e com clara motivação política, de processar, condenar e retirar a liberdade do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A reportagem publicada hoje (09/06/2019) pelo portal “The Intercept” revela detalhes dessa trama que foi afirmada em todas as peças que subscrevemos na condição de advogados de Lula a partir dos elementos que coletamos nos inquéritos, nos processos e na conduta extraprocessual dos procuradores da Lava Jato e do ex-juiz Sergio Moro.

A atuação ajustada dos procuradores e do ex-juiz da causa, com objetivos políticos, sujeitou Lula e sua família às mais diversas arbitrariedades. A esse cenário devem ser somadas diversas outras grosseiras ilegalidades, como a interceptação do principal ramal do nosso escritório de advocacia para que fosse acompanhada em tempo real a estratégia da defesa de Lula, além da prática de outros atos de intimidação e com o claro objetivo de inviabilizar a defesa do ex-Presidente.

Ninguém pode ter dúvida de que os processos contra o ex-Presidente Lula estão corrompidos pelo que há de mais grave em termos de violações a garantias fundamentais e à negativa de direitos. O restabelecimento da liberdade plena de Lula é urgente, assim como o reconhecimento mais pleno e cabal de que ele não praticou qualquer crime e que é vítima de “ lawfare”, que é a manipulação das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política.

Cristiano Zanin

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A força-tarefa da Lava Jato divulgou uma nota onde confirma ter sido hackeada. O comunicado, publicado na noite deste domingo (9), explica que as mensagens trocadas por Sergio Moro e Deltan Dallagnol, atual coordenador da força-tarefa, publicadas pelo site Intercept, são frutos de uma atividade criminosa. Segundo o Ministério Público Federal, não se sabe o tamanho do vazamento por meio dos hackers, mas os procuradores confirmaram que as conversas publicas são autênticos.
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