Marcos Andrade Construtora
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VickPark 1

Os motoristas que precisam transitar pela Rua Poções com a avenida A, no bairro Conveima 1 reclamam da falta de sinalização no local. De acordo com informações do repórter Jotinha, que só tem uma placa ‘PARE’ num sentido da Via, o causa transtorno para motoristas e risco de acidentes. Até o momento a Prefeitura não se manifestou sobre o assunto.

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O SIMTRANS tem multado  motoristas e motociclistas que param os veículos ao lado do canteiro do shopping Boulevard em Vitória da Conquista.

De acordo com informações, em alguns locais, apesar de não existir  sinalização muitos condutores recebem multas por estacionar em local proibido.

Ouça os detalhes na reportagem:

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (24) um destaque (mudança no texto do projeto) que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a fim de permitir que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de motoristas profissionais, com idade inferior a 50 anos, tenha validade de dez anos.

O texto-base, aprovado pelos parlamentares na terça-feira (23), determinava que o documento para os condutores nessa faixa etária fosse renovado a cada cinco anos.

Com isso, os motoristas profissionais ficarão enquadrados na regra geral:

  • CNH com validade de dez anos para quem tiver menos de 50 anos
  • CNH com validade de cinco anos para quem tiver idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos;
  • CNH com validade de três anos para condutores com idade igual ou superior a 70 anos.

Os demais destaques ao projeto foram rejeitados. Com a conclusão da votação pela Câmara, a matéria seguirá para votação no Senado.

Considerado um assunto prioritário pelo Palácio do Planalto, o projeto foi apresentado em junho do ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro, que foi pessoalmente à Câmara fazer a entrega do texto.

Entre as mudanças, o projeto amplia o prazo para a renovação dos exames de aptidão física e mental para a renovação da CNH e estabelece a obrigatoriedade do uso de cadeirinha para o transporte de crianças de até 10 anos que ainda não atingiram 1,45 metro.

O projeto regulamenta ainda a circulação de motocicletas entre os veículos, mantém a exigência de exames toxicológicos para motoristas das categorias C, D e E e prevê limites diferentes de pontuação na carteira de motorista, antes da suspensão, no prazo de 12 meses.

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (23) o texto-base de um projeto de lei que reformula o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Uma das principais medidas é a expansão da validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que passaria a valer 10 anos para donos do documento com menos de 50 anos.

Os deputados precisam ainda analisar os destaques à proposta, o que pode trazer novas alterações ao texto. Uma nova sessão foi convocada para esta quarta-feira (24), às 11h. Depois desta fase, o texto também terá que passar pelo Senado. O prazo atual, de cinco anos, permanece para aqueles com 50 anos ou mais. Já a renovação a cada três anos, atualmente exigida para quem tem 65 anos ou mais, passa a valer apenas para os motoristas com 70 anos de idade ou mais.

Além disso, o pacote inclui o vínculo da suspensão do direito de dirigir à gravidade da infração que gerou os pontos na carteira.

O texto elimina a necessidade de credenciamento de médicos e psicólogos responsáveis pelos exames feitos pelo Departamento de Trânsito (Detran), mas os que se habilitarem terão de se especializar em medicina do tráfego e psicologia do trânsito.

Quanto à pontuação que suspende o direito de a pessoa de dirigir, o projeto de lei estabelece uma gradação de 20, 30 ou 40 pontos em 12 meses, conforme a ocorrência de infrações gravíssimas ou não. Atualmente, a suspensão ocorre quando o motorista atinge 20 pontos, somadas as infrações de qualquer gravidade.

Com a mudança, o condutor será suspenso com 20 pontos se tiver cometido duas ou mais infrações gravíssimas, com 30 pontos se tiver uma infração gravíssima, e com 40 pontos se não tiver cometido infração gravíssima nos 12 meses anteriores.

Durante a sessão desta terça, os parlamentares ainda rejeitaram dois destaques. O primeiro, apresentado pelo Republicanos, modificava o texto para atribuir competência aos Detrans para registro e licenciamento de ciclomotores, mais conhecidos como “cinquentinhas”. Já o destaque do Cidadania determinava o uso de farol baixo em qualquer lugar em casos de veículos que não possuem luz diurna. O texto do relator obriga o uso apenas em pistas simples.

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O imbróglio entre os motoristas de aplicativo e a administração do Aeroporto Glauber Rocha parece ainda sem solução. No Brasil Notícias desta terça-feira (21), um representante dos motoristas concedeu uma entrevista na qual afirma que foram proibidos de parar até mesmo nos arredores do aeroporto.

De acordo com o representante, a Socicam, empresa que administra o aeroporto, enviou um comunicado afirmando que os motoristas não poderiam parar os veículos enquanto aguardam uma chamada nem mesmo nos matagais no entorno do aeroporto.

Desde o último ano, os motoristas reivindicam uma área em que possam permanecer enquanto aguardam os passageiros e também enquanto esperam ter corridas solicitadas, uma vez que não podem ficar parados próximo ao ponto de táxi.

Os motoristas procuraram a Socicam, que informou que não poderia ceder vagas de ponto para os motoristas. Eles argumentaram que não é essa a solicitação, eles apenas requisitam uma área de espera que pode ser distante 100 ou 200 metros do aeroporto.

Em nota ao Brasil Notícias, a Socicam declarou não ter conseguido contato com um representante da categoria.

Em dezembro do ano passado, os motoristas prometeram fazer um protesto no local, o que vem sendo adiado com o intuito de conseguir dialogar pacificamente com a administração do Aeroporto Glauber Rocha.

Fonte: Blog do Sena

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