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O jornal norte-americano “The New York Times” publicou na quinta-feira (19) o obituário do humorista baiano Jotinha, que morreu no início deste mês, aos 52 anos, após falência múltipla dos órgãos, em decorrência da Covid-19. Na publicação, o jornal traduziu o nome artístico do humorista para “Little J”.

O obituário do jornal faz parte de uma série sobre pessoas que morreram por causa da pandemia do coronavírus e traz uma parte da história de Jotinha.

“Quando alguém em 2016 enviou uma mensagem para um grupo de whatsapp brasileiro, provocando a baixa estatura e voz aguda de José Luiz da Silva, o senhor Silva viu e ofereceu a outra face – com um resultado surpreendente”, escreveu o jornal, explicando como começou a popularidade de Jotinha.

“A mensagem continha uma foto adulterada de sua cabeça no topo do corpo de um pintinho, e perguntava se ele era popular com as mulheres. O senhor Silva, conhecido como Jotinha, respondeu ao grupo com uma mensagem de áudio com sua distinta voz de criança: “Não, não entendi. Não entendi nada, ha ha ha ha”. Por alguma razão, sua resposta chamou atenção e as pessoas começaram a compartilhar em outros grupos do whatsapp, que é muito popular no Brasil. No fim do dia, ela tinha recebido 3.600 mensagens no aplicativo. Ele continuou a postar mensagens de áudios e elas continuaram a fazer sucesso. Logo, ele estava recebendo mais de 10 mil mensagens por dia, fazendo com que a mídia brasileira o chamasse de “Rei do Whatsapp”, acrescentou a publicação.

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O dia 11 de setembro de 2001 ficou marcado na memória de bilhões de pessoas ao redor do planeta. O ataque terrorista aos Estados Unidos não apenas chocou o mundo, mas deu origem às guerras do Afeganistão e do Iraque com a caça a Osama bin Laden (Al-Qaeda), provocou a crise econômica de 2007 afetando os mercados mundiais, transformou a segurança dos aeroportos e abalou a convivência entre o ocidente e o mundo islâmico com as ameaças terroristas.

A série de ataques suicidas contra os Estados Unidos foram coordenados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaeda. Na manhã daquele dia, dezenove terroristas sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros. Os sequestradores colidiram intencionalmente dois dos aviões contra as Torres Gêmeas do complexo empresarial do World Trade Center, na cidade de Nova Iorque, matando todos a bordo e muitas das pessoas que trabalhavam nos edifícios. Ambos os prédios desmoronaram duas horas após os impactos, destruindo edifícios vizinhos e causando vários outros danos.

O terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington, D.C.. O quarto avião caiu em um campo aberto próximo de Shanksville, na Pensilvânia, depois de alguns de seus passageiros e tripulantes terem tentado retomar o controle da aeronave dos sequestradores, que a tinham reencaminhado na direção da capital norte-americana. Não houve sobreviventes em qualquer um dos voos.

Quase três mil pessoas morreram durante os ataques, incluindo os 227 civis e os 19 sequestradores a bordo dos aviões. A esmagadora maioria das vítimas eram civis, incluindo cidadãos de mais de 70 países. Além disso, há pelo menos um óbito secundário – uma pessoa foi descartada da contagem por um médico legista, pois teria sido morto por uma doença pulmonar devido à exposição à poeira do colapso do World Trade Center.
Homenagens em tempos de pandemia
A pandemia do novo coronavírus, que atingiu Nova York com força durante vários meses, deixando milhares de mortos, mudou não apenas a vida cotidiana na maior cidade dos EUA, como também as homenagens para as mais de 3 mil vítimas dos atentados contra o World Trade Center, que completam 19 anos nesta sexta-feira (11).

A tradicional leitura dos nomes das vítimas que morreram depois que os aviões atingiram as torres gêmeas na manhã de 11 de setembro de 2001 foi modificada. Nos anos anteriores, os familiares de cada uma das pessoas liam os nomes delas em uma cerimônia que se tornou tradicional.

Este ano, em uma tentativa de evitar aglomerações, a leitura dos nomes será gravada previamente e exibida em uma transmissão pela internet. O mesmo vai acontecer nas cerimônias em homenagens às pessoas que morreram na queda do voo 93, na Pensilvânia, e no Pentágono, em Washington.

“É um ano fora do comum, mas nunca tivemos dúvida de que faríamos uma homenagem. Os nomes serão lidos e serão ouvidos onde quer que as pessoas estejam. É um pouco inconveniente, mas vamos nos manter seguros dessa forma”, disse a diretor

Fonte: R7.

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