Na segunda-feira (27), a Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vai iniciar a vacinação com a Pfizer Bivalente, imunizante que possui as cepas atualizadas contra a Covid-19, incluindo a proteção contra a variante Ômicron.
O Ministério da Saúde definiu como público-alvo para receber a dose da bivalente, nessa primeira fase, as pessoas com 70 anos ou mais, imunocomprometidos maiores de 12 anos, e povos indígenas e quilombolas. Esses grupos serão atendidos de forma escalonada, conforme a chegada de vacinas ao município.
A SMS receberá, nesta sexta-feira (24), uma primeira remessa com 12.168 doses do imunizante, que serão disponibilizadas, inicialmente, em algumas unidades de saúde, a partir de segunda-feira. Toda a programação será divulgada previamente nos canais oficiais da Prefeitura, até o fim desta semana.
A coordenação de Imunização da SMS está capacitando e atualizando, hoje e amanhã (24), todos os técnicos em enfermagem que atuam nas salas de vacina das unidades de saúde para administração desta vacina, além de buscar aprimorar os conhecimentos dos profissionais na vacinação contra a Covid-19, de forma geral.
Capacitação com vacinadores da Atenção Básica
“Para receber a dose de reforço bivalente, a pessoa precisa ter concluído, pelo menos, o esquema primário da vacinação contra Covid-19, composto pelas duas primeiras doses, a partir de quatro meses da última dose monovalente tomada”, explicou a coordenadora de imunização do município, Mariana Fernandes.
A vacinação com a Pfizer Bivalente também irá contemplar, na 2ª fase, pessoas entre 60 e 69 anos; na 3ª fase, as gestantes e puérperas; na 4ª fase serão os trabalhadores da saúde; e 5ª fase as pessoas com deficiência permanente a partir de 12 anos.
Ainda segundo a coordenadora de imunização, o Informe Técnico Operacional do Ministério da Saúde orienta que as pessoas que não fazem parte dos grupos prioritários para receberem a vacina bivalentes e que não iniciaram a vacinação ou que não tomaram as duas doses primárias, deverão completar o esquema vacinal já preconizado com as vacinas monovalentes da Covid-19 disponíveis nas unidades de saúde (1ª a 4ª dose), que também protegem contra as manifestações graves da doença.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta sexta-feira (16) o uso da vacina Comirnaty, da Pfizer, para imunização contra Covid-19 em crianças entre 6 meses e 4 anos de idade.
Após análise técnica de dados e estudos clínicos conduzidos pelo seu laboratório desde 1º de agosto, a agência divulgou que as informações avaliadas indicam que a vacina é segura e eficaz também para crianças dessa faixa etária.
Com a autorização, falta apenas o Ministério da Saúde definir o calendário para iniciar a vacinação.
Para diferenciar das demais imunizações já aprovadas anteriormente, a Comirnaty será identificada pelo frasco com tampa de cor vinho. Para crianças de 5 a 11 anos, a tampa é laranja e, para o público acima de 12 anos, roxa.
O uso de diferentes cores de tampa é uma estratégia para evitar erros de administração, já que o produto requer diferentes dosagens para diferentes faixas etárias. Isso facilita a identificação pelas equipes de vacinação e, também, pelos pais, mães e cuidadores.
“A formulação da vacina autorizada deverá ser aplicada em três doses de 0,2 mL (equivalente a 3 microgramas). As duas doses iniciais devem ser administradas com três semanas de intervalo, seguidas por uma terceira dose administrada pelo menos oito semanas após a segunda dose”, delcarou a Anvisa, em nota.
Segundo a agência, a vacina tem 12 meses de validade, quando armazenada a temperatura entre -90°C e -60°C. Depois de retirado do congelamento, o frasco fechado pode ser armazenado em geladeira entre 2°C e 8°C por até 10 semanas, não excedendo a data de validade original.
A vacinação de crianças de 5 a 11 anos sem comorbidades começou no dia 14 de janeiro na cidade de São Paulo.
Para a faixa de 3 a 5 anos, a liberação ocorreu em 13 de julho de forma emergencial com o imunizante da Coronavac.
A Anvisa contou com a consulta e o acompanhamento de um grupo de especialistas de sociedades médicas para autorizar o uso da vacina. Participaram da avaliação especialistas da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI) e Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu, nesta terça-feira (23), o registro definitivo à vacina da Pfizer/BioNTech contra a Covid-19. A vacina é a primeira vacina a obter o registro sanitário definitivo no Brasil, mas ela ainda não está disponível no país.
As duas vacinas que estão sendo aplicadas no Brasil são a de Oxford e a CoronaVac, mas ambas têm autorização de uso emergencial, e não o registro definitivo.
A vacina da Pfizer foi uma das quatro testadas no Brasil. No início do ano, a farmacêutica disse ter oferecido 70 milhões de doses da vacina ao governo brasileiro para entrega ainda em dezembro, mas a oferta foi recusada. O Ministério da Saúde disse que as doses propostas pela Pfizer causariam “frustração” aos brasileiros.
O governo também afirmou que não comprou a vacina devido a uma cláusula no contrato segundo a qual a Pfizer não se responsabiliza por efeitos adversos graves do imunizante.
No domingo (21), a pasta afirmou em nota que esperava até a próxima sexta-feira (26) uma orientação do Palácio do Planalto sobre como solucionar o impasse nas negociações das vacinas da Pfizer e da Johnson – que também pediu isenção de responsabilidade por eventuais efeitos adversos graves.
Confira a da nota da Anvisa:
“Como Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, informo com grande satisfação que, após um período de análise de dezessete dias, a Gerência Geral de Medicamentos, da Segunda Diretoria, concedeu o primeiro registro de vacina contra a Covid 19, para uso amplo, nas Américas.
O imunizante do Laboratório Pfizer/Biontech teve sua segurança, qualidade e eficácia, aferidas e atestadas pela equipe técnica de servidores da Anvisa que prossegue no seu trabalho de proteger a saúde do cidadão brasileiro.
Esperamos que outras vacinas estejam em breve, sendo avaliadas e aprovadas.
Esse é o nosso compromisso.” Diretor-presidente Antonio Barra Torres
Entre as autoridades de referência pela Organização Pan-Americana da Saúde OPAS), a Anvisa é a primeira a conceder o registro de uma vacina Covid-19, com 7 (sete) locais de fabricação certificados, refletindo a dedicação, planejamento e compromisso da Agência com o combate a pandemia. O registro abre caminho para a introdução no mercado de uma vacina com todas as salvaguardas, controles e obrigações resultantes dessa concessão. Diretora Meiruze Freitas. Fonte: G1.com
Existe a possibilidade do Reino Unido começar a imunização contra a Covid-19 nos próximos dias. A informação foi publicada pelo jornal Financial Times. De acordo com o veículo, uma agência regulatória do país deve aprovar os próximos dias uma vacina desenvolvida pela empresa de biotecnologia alemã BioNTech em parceria com a farmacêutica Pfizer.
Os resultados dos estudos clínicos do imunizante da Pfizer/BioNTech apontaram eficácia de 95% independente da idade da pessoa vacinada.
Nesta terça-feira (1º) as empresas apresentaram pedido de autorização para comercialização emergencial do imunizante à Agência Europeia de Medicamentos (EMA). A entidade é responsável por regular medicamentos e funciona como a Anvisa no Brasil.
De acordo com reportagem da Veja, o governo britânico afirmou que a aplicação das primeiras doses deve começar algumas horas depois de ser liberada. A previsão é de que ocorra no dia 7 de dezembro.