O Prefeito Municipal Eduardo Gama , participou na manha desta quarta- feira (04) , do Programa Redação Brasil. O prefeito decretou Situação de Emergência em Itambé, município localizado no Sudoeste Baiano, em razão das chuvas torrenciais que afetaram o território urbano e rural na última noite e madrugada, causando numerosos prejuízos à população. Em menos de oito horas, foram registrados 124 milímetros de índice pluviométrico.

De acordo com prefeito, logo após as chuvas, as equipes da Prefeitura iniciaram o levantamento dos estragos. Foi constatada destruição de estradas, calçamentos e imóveis, queda de barreiras e muros, o que provocou alagamentos, obstrução de vias públicas, além de interdição de estradas municipais devido aos deslizamentos, colocando à população em risco. Também foram afetadas várias escolas, pontos comerciais e diversos órgãos públicos.

O Decreto Municipal Nº 077, publicado no Diário Oficial ontem terça, busca ainda a mobilização do Sistema Nacional de Defesa Civil, no âmbito do Município, sob a coordenação da Secretaria de Assistência Social, autorizando também a convocação de voluntários para reforçar as ações de resposta às situações emergências. Conforme o documento, essas atividades serão acompanhadas pela Secretaria Executiva da COMDEC e Secretaria Municipal de Agropecuária e Meio Ambiente e Secretaria de Assistência Social.

O prazo de vigência do Decreto pode ser prorrogado até completar um período máximo de 180 dias. O Prefeito Eduardo Gama informa ainda que equipes da Prefeitura seguem nas ruas, adotando medidas para garantir a segurança da população, atendendo aos chamados e acolhendo as demandas sociais.
https://www.4shared.com/mp3/IDw25EjPiq/PREFEITO_EDUARDO_GAMA_-_ITAMB_.html
O prefeito e o vice-prefeito de Brumado, no Centro Sul Baiano, tiveram mandatos cassados, nesta terça-feira (17), por causa de gastos ilegais nas Eleições 2016. A condenação foi feita pelo juiz Genivaldo Alves Guimarães, da 90ª Zona Eleitoral da Bahia. Na sentença, o juiz afirma que condutas ilícitas comprometeram a regularidade das eleições, afetando sua normalidade e acarretando a ilegitimidade dos mandatos de Eduardo Lima Vasconcelos, do Partido Socialist Brasileiro, e Édio da Silva Pereira, filiado ao Partido Comunista do Brasil, prefeito e vice, respectivamente. Além disso, o juiz suspendeu os direitos políticos de Eduardo e Édio por oito anos. Os dois recorreram da decisão judicial e permanecem no cargo até que haja análise do recurso pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE).
Por Raoni Alves e Ari Peixoto, G1 Rio e TV Globo
A Câmara Municipal do Rio de Janeiro absolveu nesta terça-feira (25) o prefeito Marcelo Crivella (PRB) no processo de impeachment. Os vereadores votaram pelo arquivamento das três denúncias relativas a supostas irregularidades na renovação do contrato da exploração do mobiliário urbano por empresas de publicidade.
Logo após o resultado, Crivella, que não compareceu à Câmara durante a votação, divulgou um vídeo em diz ter havido “perseguição e injustiça” e agradeceu pelo apoio recebido.

“Quero me dirigir também a todos os munícipes que tenham confiança no nosso governo e estejam certos que vamos vencer essa crise. Quero agradecer os vereadores que fizeram justiça”, disse o prefeito. “Eu quero agradecer aos vereadores da nossa cidade, a toda a população que lotou a Câmara em nossa defesa. Taxistas, ambulantes, funcionários e tantas outras pessoas que vieram das comunidades e estavam, como eu, inconformados com a perseguição e injustiça. Acredite, estamos trabalhando muito”, disse Crivella.
Votações
Em abril, quando foi aprovada a admissibilidade do processo de impeachment, 35 vereadores votaram a favor e 14, contra – houve uma abstenção e um vereador se declarou impedido. Nesta terça, o placar se inverteu. Nas três votações – o processo foi desmembrado para a votação por crime (entenda abaixo) –, 35 vereadores votaram pela absolvição (veja os placares e crimes abaixo).
1ª Denúncia: omitir-se ou negligenciar na defesa de bens, rendas, direitos ou interesses do município sujeito à administração da Prefeitura. Votação:
Sim – 13
Não – 35
Abstenções – 1
2ª Denúncia: praticar contra expressa disposição de lei, ato de sua competência ou omitiu-se na sua prática. Votação:
Sim – 13
Não – 35
Abstenções – 1
3ª Denúncia: proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo . Votação:
Sim – 14
Não – 35
Abstenções – 1
Sessão teve falta de luz e galerias lotadas
O presidente da Câmara Municipal do Rio, vereador Jorge Felippe (MDB), deu início a sessão plenária por volta das 14h. Logo no início, faltou luz no plenário da Câmara e os painéis de presença se apagaram, mas voltaram a funcionar pouco depois.
Vereadores tiveram cerca de 5 minutos para discursar. O número de parlamentares presentes chegou a 50 na terceira votação – nas duas primeiras, foi de 49.
Uma das galerias do plenário do Palácio Pedro Ernesto ficou lotada. Em apoio ao prefeito, alguns grupos levaram cartazes e bandeiras.
Fernando Lyra Reis, autor da denúncia contra o prefeito, assistiu à sessão gravando tudo com o celular
A denúncia
A denúncia protocolada por Lyra aponta que o prefeito renovou, no fim de 2018, um contrato com duas concessionárias, a Adshel e Cemusa, sem licitação. A partir de 1999, as companhias tinham o direito de explorar anúncios em pontos de ônibus e outdoors por 20 anos. Após o prazo, os mobiliários urbanos passariam ao município.
A prefeitura renovou o contrato de concessão sem abrir concorrência, o que, segundo a denúncia, causou prejuízos aos cofres públicos.
Relatório pedia arquivamento
O relator da Comissão do processo de impeachment contra o prefeito, vereador Luiz Carlos Ramos Filho (Podemos), pediu na última quarta-feira (19) o arquivamento do processo.
A comissão processante concluiu que Crivella não cometeu nenhum crime na renovação dos contratos de publicidade para relógios de rua e pontos de ônibus.
Para a comissão, houve erros cometidos por servidores na renovação de contratos com empresas que administravam anúncios no mobiliário urbano. Com a suspensão dos acordos, a prefeitura terá que devolver R$ 68 milhões, valor que tinha sido adiantado às empresas.