João Melo – O povo de Conquista pode falar
Gordo Repórter – Cotidiano da cidade
Luciana Nery – Universo Diverso
Daniel Morais – Giro Brocado do Mamulengo
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Marcus Vinicius (Boca) e Josué Marinho – Produção audiovisual
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Com tristeza, anunciamos o falecimento de Magali Mendes, diretora pedagógica e uma das idealizadoras e fundadoras do Colégio Oficina, aos 70 anos, por falência múltipla dos órgãos. Familiares, comunidade escolar e amigos lamentam o momento de partida de uma das mulheres mais reverenciadas da educação baiana.
Magali nasceu em 25 de dezembro de 1950 no Rio de Janeiro e viveu lá até a conclusão do curso de bacharelado em Letras, pela UFRJ, em 72. Ainda no final da década de 60, Magali começou a lecionar no Colégio São Sebastião, em Copacabana. Em 73, mudou-se para Salvador, licenciou-se em Letras e lecionou no Colégio Dois de Julho, onde passou a ter a convicção de que “a educação é o único instrumento de intervenção e transformação do mundo”.
Com a fundação do Colégio São Paulo em 77, passou a dar aulas de Literatura, Gramática e Redação. Permaneceu na escola por mais de 20 anos. No período, foi convidada a participar do Conselho Estadual de Educação. Trabalhou também em outras escolas renomadas, como Vieira, Marista, Nobel, Social e foi uma das professoras fundadoras do Anchieta.
Em 1989, fez parte da equipe fundadora do Colégio Oficina Salvador (cujo nome é inspirado no clássico teatro que foi símbolo de resistência à ditadura no Brasil) e do pioneirismo na metodologia de projetos, conceito e fundamentação prática que Magali trouxe para Vitória da Conquista.
Foi uma das principais artífices do projeto do Colégio Oficina Conquista, inaugurado em 2008. Incansável, imprimiu no cotidiano da escola o corpo e a alma da educação que fez da instituição uma das mais importantes e reverenciadas de Vitória da Conquista. Por sua entrega e dedicação à educação e à cidade, recebeu, em novembro de 2015, o título de cidadã conquistense, proferido pela Câmara Municipal.
Com quase 50 anos de trajetória na educação da Bahia, Magali foi sinônimo de transformação. Durante a pandemia, trabalhou incessantemente com sua equipe no desenvolvimento do projeto pedagógico que, com excelência, manteve a escola viva e atuante até o retorno presencial aprovado pelas autoridades. Na ocasião, chegou a afirmar: “Este tempo difícil vai passar, voltaremos a nos abraçar, num momento plenamente feliz. Aprendemos muito sobre solidariedade, dedicação, empenho. Sobre proteger e amar o outro e, principalmente, prosseguir no caminho”.
Brilhante, dentro e fora da sala de aula, traçou uma história e trajetória cumprida com distinção, olhar apurado, sensibilidade, gratidão e amor à educação. “Me orgulho de ser mulher, de ser educadora e de fazer parte da natureza humana”.
Magali deixa um legado, filhas, neto e amigos. Por desejo próprio e decisão familiar, não haverá velório. O corpo será cremado em cerimônia privada realizada em Salvador. As homenagens públicas serão prestadas em momento posterior.
Rayssa Leal vem surpreendendo a cada etapa do Circuito Mundial de Skate Street e desta vez não foi diferente. Na final deste sábado, em Lake Havasu, no Arizona, a maranhense de 13 anos virou na última tentativa contra a japonesa campeã de Tóquio, repetiu a estratégia da etapa de Salt Lake City, acertou um flip 50-50 de backside e venceu pela segunda vez consecutiva. Pâmela Rosa ficou em quarto na competição após perder o terceiro lugar para Funa Nakayama .
– Esse trofeu é para meus amigos, meu irmão e para os meus pais! – respondeu tímida a medalhista olímpica de prata ainda na pista após vencer.
A final feminina
Rayssa mostrou um skate consistente na pista e apesar de errar uma das manobras apresentadas logo na primeira volta da final, conseguiu a segunda melhor nota, ficando atrás apenas da japonesa medalhista de bronze em Tóquio, Funa Nakayama.
Na sequência de quatro tentativas de melhor manobra, acertou a primeira com backside smith e tirou 6.1 pontos. Na segunda tentativa, a maranhense de 13 anos tentou frontside crook e ganhou 4.8 e assumiu a liderança com 15.6 pontos.
NUNCA ERROU! 🧚♀️#SkateNoSporTV pic.twitter.com/opB9NAVnPc
— SporTV (@SporTV) October 30, 2021
Na terceira, ela se superou com backside tailslide com 6.8 e substituiu uma das notas anteriores e foi para 17.7 pontos no ranking geral.
Finalista das últimas dez edições, Pâmela não conseguiu fazer uma boa volta após cair na primeira manobra da sua apresentação e precisou arriscar. Das quatro tentativas para “best trick”, errou apenas uma e conseguiu avançar para o top 4.
Das oito finalistas, as quatro melhores notas no ranking avançaram para mais duas tentativas de manobra. A disputa então ficou entre Brasil e Japão, com Rayssa e Pâmela contra as medalhistas de Tóquio Momiji e Funa.
Pâmela abriu a rodada final com uma nota 6 e subiu uma posição, ficando momentaneamente em terceiro lugar. As duas japonesas erraram suas primeiras tentativas e Rayssa também não conseguiu finalizar. A paulista tentou melhorar na sua última tentativa e foi para o tudo ou nada para assumir a liderança, mas não conseguiu concluir.
A atual campeã olímpica Momiji Mishiya executou com perfeição sua última cartada, fez oito pontos e passou Rayssa. Repetindo a mesma tática da etapa de Salt Lake City, a brasileira acertou um flip 50-50 de backside, tirou 6.3 pontos e reinou na pista.
FTW. BACK 2 BACK! 🏆@rayssalealsk8 | #SLSPro pic.twitter.com/CS79LaPASB
— STREET LEAGUE (@StreetLeague) October 30, 2021
Por Redação do ge — Lake Havasu, EUA
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