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Nomes conhecidos do entretenimento brasileiro também conseguiram vagas na Câmara dos Deputados e nas Assembleias Legislativas país afora, trazendo o engajamento das redes sociais para as urnas. No domingo (4), influenciadores e celebridades como Thammy Miranda e Ana Elisaconseguiram se eleger.

Em São Paulo, Thammy Miranda (PSD), filho de Gretchen, elegeu-se deputado estadual com 85 mil votos. Também no estado de São Paulo, o ator Mario Frias elegeu-se como deputado federal com 91 mil votos, enquanto Luiz Philippe de Orleans e Bragança, descendente da família imperial brasileira, também conquistou uma cadeira de deputado federal com cerca de 187 mil votos.

 

Outro que conseguiu a eleição foi o ator Thiago Gagliasso (PL), irmão de Bruno Gagliasso, que se elegeu como deputado federal com 67.700 votos pelo Rio de Janeiro. O estado do Rio Grande do Sul elegeu mais uma vez o ex-goleiro Danrlei, reeleito para mais um mandato federal, conquistando mais de 105 mil votos.

 

Já em Minas Gerais, a influenciadora Ana Elisa, que acumula 2 milhões de seguidores nas redes sociais, conseguiu 524 mil votos, conquistando o cargo de deputada federal e se tornando a segunda mais votada do estado.

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na manhã desta segunda-feira (5), mais de 520 quilos de drogas durante uma fiscalização realizada na Unidade Operacional da PRF localizada no km 830 da BR-116, em Vitória da Conquista (BA).

A ocorrência foi registrada por volta das 11h30, quando uma equipe abordou um veículo para fiscalização de rotina. Durante os procedimentos, os policiais perceberam um forte odor característico de maconha vindo do automóvel. Diante da suspeita, foi realizada uma busca minuciosa no interior do veículo.

Durante a inspeção, foram encontradas caixas ocultas nas laterais do automóvel. No interior dos compartimentos, os policiais localizaram aproximadamente 78 quilos de cocaína, distribuídos em 75 tabletes, 10,5 quilos de pasta base de cocaína, acondicionados em 10 tabletes, e 434 quilos de maconha, divididos em 274 tabletes.

Ao todo, foram apreendidos cerca de 522,5 quilos de entorpecentes.

O veículo era conduzido por um homem de 52 anos, que não possuía antecedentes criminais. Aos policiais, ele informou que havia recebido a carga em São Paulo (SP) e que a transportaria até Recife (PE).

Diante dos fatos, o motorista foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Judiciária para os procedimentos legais cabíveis.

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Kassio Nunes Marques. Foto: Tribunal Superior Eleitoral

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou que está desenvolvendo estratégias para diminuir a abstenção de eleitores para o segundo turno das Eleições Gerais de 2026.

De acordo com o TSE, o primeiro turno teve uma taxa de abstenção de 21,08%, percentual que equivale a 33,4 milhões de eleitores. O presidente afirmou que buscará “intensificar e aperfeiçoar” os mecanismos disponíveis para diminuir o percentual.

Além da abstenção, o país registrou 2,2 milhões de votos em branco e 3,6 milhões de nulos. A abstenção foi a maior em um primeiro turno desde 1998, quando Fernando Henrique Cardoso foi eleito e a taxa de pessoas que não foram às urnas foi de 21,5%.

O comparecimento de eleitores foi de 125 milhões, sendo que o eleitorado apto a votar no Brasil é de 158,7 milhões.

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O voto útil, o chamado “antipetismo de chegada” e uma onda à direita falaram alto no primeiro turno das eleições gerais, realizado neste domingo. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) terminou a primeira rodada de votação quase dois pontos à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com quem vai disputar o segundo turno no próximo dia 25. Segundo números do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Flávio obteve 56.104.503 votos (47,03%), contra 53.879.538 (45,16%) de Lula. O bom desempenho do filho mais velho de Jair Bolsonaro se refletiu na desidratação dos demais candidatos de direita, que tiveram desempenho abaixo das projeções. Augusto Cury (Avante) chegou em terceiro, com 2,89%, seguido de Renan Santos (Missão), com 2,24%; Ronaldo Caiado (PSD), com 2,18%; e Romeu Zema (Novo), com 0,27%. Os demais postulantes não passaram de 0,1%. (UOL)

Por região, Lula manteve sua predominância e ganhou nos nove estados do Nordeste. Flávio virou Minas Gerais, que o presidente havia levado em 2022. Nos três maiores colégios eleitorais do Brasil (São Paulo, Minas e Rio), Flávio liderou em 1.089 cidade, incluindo Belo Horizonte e Rio. Lula ficou na frente em 500, sendo a capital paulista uma delas. Confira as votações por estado. (g1)

Durante a apuração, Flávio Bolsonaro chegou a ter dobro da vantagem aberta pelo pai contra Lula em 2022. Lula permaneceu, ao longo da maior parte da apuração, cerca de seis pontos percentuais aquém do próprio desempenho no primeiro turno de quatro anos atrás. Contra Jair Bolsonaro, o presidente virou a apuração quando havia cerca de 70% das urnas contabilizadas. Veja a evolução dos votos durante a contagem. (Globo)

Com o resultado, Lula perdeu 3,4 milhões de votos entre 2022 e 2026 e teve pior votação, em porcentagem de votos válidos, desde 1998, quando perdeu já no primeiro turno para Fernando Henrique Cardoso. (CNN Brasil)

Flávio Bolsonaro não escondia a alegria com o resultado, mesmo ainda tendo um segundo turno pela frente. O senador disse estar confiante de que será eleito presidente, o que, segundo ele, marcará “o fim da era do PT”. “Estou muito feliz com o resultado, são quase 56 milhões de brasileiros que me deram esse voto de confiança, para mudança. A palavra é mudança”, declarou. (CNN Brasil)

Já o presidente Lula admitiu que o segundo lugar foi “ inesperado”, já que imaginava vencer ainda no primeiro turno — o que não aconteceu em qualquer uma das eleições que venceu. Ao discursar para correligionários em São Paulo, porém, Lula se disse confiante na vitória sobre Flávio Bolsonaro, classificando o segundo turno como a “prova dos nove”. “Eu sou muito bom no mata-mata. No tête-à-tête. Aí, nós vamos ver quais são os projetos que o país tem”, disse o presidente. (g1)

Uma das frentes do segundo turno será levar para as urnas quem preferiu não participar. Pela primeira vez desde 1998, a abstenção em uma eleição presidencial ficou acima de 21%. De acordo com o TSE, 21,09% dos eleitores não apareceram para votar. (Globo)

A diáspora brasileira foi na contramão do voto doméstico. Lula venceu em 52 países, enquanto Flávio Bolsonaro liderou em 33, incluindo os Estados Unidos, onde está o maior número de eleitores brasileiros no exterior. (Poder360)

Computados os votos, começa a disputa pelos eleitores dos candidatos que ficaram de fora do segundo turno. Reconhecendo que o quarto lugar ficou distante de suas expectativas, Renan Santos disse que não vai apoiar ninguém e liberou os militantes do MBL e do Missão. A postura é a mesma de Augusto Cury, o terceiro colocado. O escritor voltou a pregar o “fim da polarização” e parabenizou Lula e Flávio Bolsonaro, mas disse que não vai apoiar qualquer um dos dois na nova rodada. Após dizer que “ caiu de pé”, Ronaldo Caiado informou que discutiria o segundo turno com a cúpula do PSD, mas, pouco depois, o presidente do partido, Gilberto Kassab, anunciou que a legenda ficará neutra, liberando os diretórios regionais para acordos locais. (Globo)

O PL não tem do que reclamar no primeiro turno das eleições. Além da liderança de Flávio Bolsonaro, o partido viu Nikolas Ferreira (MG) se tornar o deputado federal mais votado na história do Brasil, com mais de 3 milhões de votos. A conquista mais emblemática, porém, foi no Senado. O partido elegeu 19 senadores e, com os nove que estão em meio de mandato, terá 28 parlamentares na casa, a segunda maior bancada desde a redemocratização. Como explica Malu Gaspar, esse resultado pode elevar a tensão com o STF, já que, incluindo senadores de outros partidos, o grupo que defende o impeachment de ministros do Supremo deve chegar a 51 nomes, apenas três amenos que o mínimo exigido pela mudança que Gilmar Mendes determinou na lei do impeachment. (Globo)

Além de obter a maior bancada, o PL fez a dobradinha para o Senado em cinco unidades da Federação: DF (Michele Bolsonaro e Bia Kicis), MS (Reinaldo Azambuja e Capitão Contar), RJ (Carlos Portinho e Carlos Jordy), RD (Dr. Fernando Máximo e Bruno Scheid) e SC (Carol de Toni e Carlos Bolsonaro). O PT, que elegeu seis senadores, só ficou com as duas vagas na Bahia, com Rui Costa e Jaques Wagner. (Valor)

O clã Bolsonaro se elegeu em peso. Além de Michelle e Carlos, Jair Renan (filho caçula, deputado federal por SC) e Renato Bolsonaro (irmão, deputado federal por SP) conseguiram uma vaga no Congresso. Do outro lado, nomes históricos e ex-ministros do PT não conseguiram se eleger. José Dirceu, Rui Falcão, Paulo Teixeira e Gleisi Hoffmann foram alguns dos que ficaram de fora. (UOL)

As eleições deste domingo registraram o maior número de governadores eleitos no primeiro turno neste século. Ao menos 20 estados definiram a disputa já na primeira etapa, enquanto cinco estados e o Distrito Federal terão segundo turno. O recorde anterior havia sido registrado em 2010, quando 18 governadores foram eleitos no primeiro turno. A eleição também foi marcada pelo elevado número de governadores reconduzidos ao cargo. (Folha)

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi reeleito neste domingo e garantiu um novo mandato já no primeiro turno. A vitória amplia o peso político de Tarcísio e o coloca entre os nomes com potencial para disputar a Presidência em 2030. (Estadão)

No Rio, a eleição está indefinida por conta de uma questão judicial. Com os votos de Anthony Garotinho sub judice, não é possível saber se a eleição no Estado irá para o segundo turno ou não. Se a Justiça decidir que os votos de Garotinho não têm validade, Douglas Ruas (PL) estará eleito no 1º turno. Porém, se o TSE entender que eles são válidos, Ruas vai disputar o segundo turno contra Eduardo Paes (PSD). (Globo)

Já o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) foi eleito governador de Minas Gerais com vitória já no primeiro turno. Cleitinho, de 44 anos, chegará ao governo de Minas depois de uma trajetória política iniciada há apenas dez anos e sem ter ocupado anteriormente um cargo no Executivo. (Estado de Minas)

Raquel Lyra (PSD) foi reeleita governadora de Pernambuco e garantiu mais quatro anos no comando do estado. Com 96,25% das seções apuradas, ela tinha 53,21% dos votos válidos, segundo o TSE. João Campos (PSB) terminou em segundo lugar, com 44,84%.

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), também foi reeleito no primeiro turno. Com 95,02% das urnas apuradas, o petista tinha 55,26% dos votos válidos, contra 44,25% do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil). (Jota)

No restante da Região Nordeste, em apenas um estado a eleição para governador não terminou no 1º turno. Nos demais, tudo foi definido neste domingo. Em Alagoas, JHC, do PSDB, foi eleito governador com 52,15% dos votos válidos. No Ceará a vitória foi de Elmano de Freitas (PT), reeleito governador do estado. Ele venceu Ciro Gomes com 53,07% dos votos válidos. Na Paraíba, Lucas Ribeiro, do Progressistas, foi eleito com 64,30% dos votos. No Piauí, Rafael Fonteles (PT) foi reeleito governador no 1º turno, enquanto no Sergipe a vitória ficou com Fábio (PSD), também reeleito. No Maranhão, Eduardo Braide (PSD) foi eleito governador no 1º turno com mais de 54% dos votos válidos.

A região Sul do país não terá segundo turno. No Rio Grande do Sul, o deputado federal Luciano Zucco (PL) foi eleito com folga sobre sua principal adversária, Juliana Brizola (PDT). O ex-juiz Sérgio Moro (PL) teve mais dificuldades que seu colega gaúcho, mas assegurou a vitória no 1º turno com pouco mais de 50% dos votos válidos. Em Santa Catarina, o governador Jorginho Melo (PL) foi reeleito com quase 69% dos votos válidos. (UOL)

Na Região Norte, em quatro estados as eleições para governador também terminaram no 1º turno. No Pará, Dr. Daniel (Podemos) surpreendeu a governadora Hana Ghassan (MDB) e se elegeu no primeiro turno com mais de 51% dos votos válidos. Em Rondônia, o candidato do PL, Marcos Rogério, foi eleito com mais de 55% dos votos válidos. No Amapá o resultado foi inverso. Dr. Furlan, do PSD venceu as eleições no 1º turno com mais de 60% dos votos válidos. Em Roraima a vitória também foi do PL. Arthur Henrique foi eleito governador com quase 70% dos votos válidos. (g1)

No Centro-Oeste, apenas no Distrito Federal a eleição não foi resolvida no 1º turno. Em Goiás, Daniel Vilela (MDB) superou Wilder Morais e foi eleito neste domingo com 59% dos votos válidos. Já em Mato Grosso Otaviano Pivetta (Republicanos) foi eleito com mais de 60% dos votos válidos, enquanto no Mato Grosso do Sul Eduardo Riedel (PP) venceu a disputa com 67% dos votos válidos. (CNN Brasil)

As eleições para governador foram para o segundo turno em apenas cinco estados – incluindo aí o Rio de Janeiro – e o Distrito Federal. Ainda vão para as urnas o Acre, o Amazonas, o Tocantins e o Rio Grande do Norte, além do DF. (TSE)

Pedro Doria: “Se há o desejo de iniciar uma recuperação, é muito importante que a esquerda entenda que está falando com a elite, que perdeu a capacidade de falar com o povo.” (Meio)

Dora Kramer: “Os principais partidos não fizeram ofertas, estavam interessados só na eleição para o Congresso. Os principais candidatos presidenciais não oferecem nada que seja de nível”. (Meio)

Magno Karl: “O jovem hoje vê Lula como establishment. Ele não conseguiu atrair esse voto mais jovem, que estava em disputa e que ele atraiu em 2022.” (Meio) Flávia Tavares: “Pode-se rejeitar ambos, mas o eleitor sabe o que cada grupo político representa. O saldo é: o Brasil está dizendo que quer o PL, quer Flávio Bolsonaro e quer essa direita mais dura.”(Meio)

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A cidade de Vitória da Conquista foi às urnas neste domingo (04/10) para participar da definição do próximo presidente e governador, além dos candidatos ao Legislativo, com dois nomes ao Senado, um para deputado federal e outro para deputado estadual.

Os candidatos mais votados em Vitória da Conquista (BA) não foram necessariamente eleitos, já que a decisão ocorre no âmbito estadual e nacional. Os resultados abaixo se referem apenas aos votos em Vitória da Conquista (BA).

Na disputa à Presidência, Lula (PT) obteve 52,85%, o que significa 108.011 votos. Flavio Bolsonaro (PL) chegou a 40,58% (82.936 votos).

Para o cargo de governador, Acm Neto (UNIÃO) conquistou 51,47% dos votos. Jerônimo Rodrigues (PT) chegou a 47,91%, e Ronaldo Mansur (PSOL), 0,37%.

No legislativo, a disputa ao Senado traz João Inácio Ribeiro Roma Neto (PL) com 25,42% dos votos, seguido por Rui Costa Dos Santos (PT), com 24,63%.

Waldenor Alves Pereira Filho, do PT, foi o nome à Câmara Federal mais votado do município, com 17,14% dos votos. Raissa Oliveira Azevedo De Melo Soares (PL) aparece em seguida com 8,04% dos votos, e Maria Lucia Santos Rocha (MDB), com 6,26% dos votos.

Wagner Santos Alves Dias, do UNIÃO BRASIL, lidera a votação do município para a Assembleia Estadual, com 17,27% dos votos. Na sequência ficaram José Raimundo Fontes (PT), com 14,33%, e Jean Fabricio Falcão (PCdoB), com 11,10%

Veja os votos por cargo em Vitória da Conquista (BA) nas eleições 2026:

Votação para presidente em Vitória da Conquista (BA)

  • Lula (PT): 108.011 votos (52,85%)
  • Flavio Bolsonaro (PL): 82.936 votos (40,58%)
  • Escritor Augusto Cury (AVANTE): 5.688 votos (2,78%)
  • Renan Santos (MISSÃO): 3.943 votos (1,93%)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 3.133 votos (1,53%)
  • Zema (NOVO): 265 votos (0,13%)
  • Samara (UP): 187 votos (0,09%)
  • Clariana Barao (DC): 69 votos (0,03%)
  • Hertz Dias (PSTU): 66 votos (0,03%)
  • Edmilson Costa (PCB): 34 votos (0,02%)
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 29 votos (0,01%)
  • Veterinário Wilson Grassi (DEMOCRATA): 23 votos (0,01%)
  • Brancos: 4.195 votos (1,94%)
  • Nulos: 7.707 votos (3,56%)

Votação para governador em Vitória da Conquista (BA)

  • Acm Neto (UNIÃO): 101.035 votos (51,47%)
  • Jerônimo Rodrigues (PT): 94.055 votos (47,91%)
  • Ronaldo Mansur (PSOL): 733 votos (0,37%)
  • Aroldo Felix (UP): 251 votos (0,13%)
  • Maria Bona (PCO): 147 votos (0,07%)
  • Ariel Capistrano (DC): 80 votos (0,04%)
  • Brancos: 6.586 votos (3,05%)
  • Nulos: 12.975 votos (6,01%)

Votação para senador em Vitória da Conquista (BA)

  • João Inácio Ribeiro Roma Neto (PL): 87.636 votos (25,42%)
  • Rui Costa Dos Santos (PT): 84.937 votos (24,63%)
  • Angelo Mario Coronel De Azevedo Martins (REPUBLICANOS): 83.699 votos (24,27%)
  • Jaques Wagner (PT): 77.558 votos (22,49%)
  • Delliana Ricelli Ribeiro Da Silva (PSOL): 7.593 votos (2,20%)
  • Marcelo Carvalho Lavigne (REDE): 1.633 votos (0,47%)
  • Carlos Eduardo Sodré (MOBILIZA): 580 votos (0,17%)
  • Gregorio Motta Gould (UNIDADE POPULAR): 578 votos (0,17%)
  • Marcelino Jose Guimaraes Santana (DC): 423 votos (0,12%)
  • Marcelo Millet Oliveira (PCO): 164 votos (0,05%)
  • Brancos: 31.680 votos (7,34%)
  • Nulos: 55.243 votos (12,80%)

Deputados federais mais votados em Vitória da Conquista (BA)

  • Waldenor Alves Pereira Filho (PT): 33.269 votos (17,14%)
  • Raissa Oliveira Azevedo De Melo Soares (PL): 15.608 votos (8,04%)
  • Maria Lucia Santos Rocha (MDB): 12.159 votos (6,26%)
  • Roberta De Araujo Costa Roma (PL): 8.522 votos (4,39%)
  • Gabriela De Diego Garrido (PV): 8.201 votos (4,23%)
  • Diogo Gomes De Azevedo Feitosa (PSDB): 5.910 votos (3,05%)
  • Jorge José Santos Pereira Solla (PT): 5.467 votos (2,82%)
  • Carlos Da Silva Muniz Filho (PSDB): 5.022 votos (2,59%)
  • Alden José Lazaro Da Silva (PL): 4.299 votos (2,22%)
  • Alice Mazzuco Portugal (PCdoB): 4.208 votos (2,17%)
  • Brancos: 12.414 votos (5,75%)
  • Nulos: 9.367 votos (4,34%)

Deputados estaduais mais votados em Vitória da Conquista (BA)

  • Wagner Santos Alves Dias (UNIÃO BRASIL): 33.397 votos (17,27%)
  • José Raimundo Fontes (PT): 27.715 votos (14,33%)
  • Jean Fabricio Falcão (PCdoB): 21.456 votos (11,10%)
  • José Henrique Silva Tigre (PSD): 17.791 votos (9,20%)
  • Lara De Castro Araújo Fernandes (REPUBLICANOS): 10.415 votos (5,39%)
  • Tiago Brandão Correia (PSDB): 7.238 votos (3,74%)
  • Diego Castro Barbosa (PL): 5.852 votos (3,03%)
  • Marcos Adriano Cardoso De Oliveira (PDT): 4.611 votos (2,38%)
  • Samuel Santana Couto Junior (PL): 2.537 votos (1,31%)
  • Rowenna Dos Santos Brito (PT): 2.501 votos (1,29%)
  • Brancos: 12.717 votos (5,89%)
  • Nulos: 9.794 votos (4,54%)
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O resultado das urnas neste domingo (4) assegurou a chegada de 24 novos nomes à Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), que cumprirão seus respectivos mandatos a partir de 1º de fevereiro de 2027, quando se inicia a 21ª Legislatura. Outros 39 parlamentares foram reeleitos. Dessa forma, houve uma renovação de 38,09%, o que representa um percentual menor do que nos dois últimos sufrágios. Os 63 nomes ainda precisam ser homologados pela Justiça Eleitoral.

Em 2022, o índice de renovação foi de 39,68%, com 25 novos deputados; e, em 2018, alcançou 53,97%, com 34 cadeiras. Para o pleito deste ano, o cálculo na ALBA já consagrava o mínimo de 17,46% de mudança, por conta do anúncio de parlamentares que não iriam disputar a reeleição – Adolfo Menezes (PSD), Nelson Leal (PP), Maria del Carmen (PT), Soane Galvão (PSB), Raimundinho da JR (PL) e Luciano Ribeiro (UB) – e dos que iriam tentar uma vaga na Câmara dos Deputados – Olivia Santana (PCdoB), Vitor Bonfim (PSB), Manuel Rocha (UB), Robinho (UB) e Leandro de Jesus (PL).

MUDANÇAS PARTIDÁRIAS

A Federação PT/PCdoB/PV, que tinha 18 membros, passará a ter 20. O PT passou de 10 para 14; o PCdoB e o PV, de quatro para três cada uma das legendas. A Federação União Progressista, antes com 13 parlamentares, agora tem oito vagas na Casa: a bancada do UB sai de nove deputados para cinco; e o PP, que tinha quatro, passa a contar com três.

Alguns partidos mantiveram o mesmo número de cadeiras da atual legislatura – o PSD, com nove; o MDB, com duas; o PSDB, com duas; e o PSOL, com uma. O PL saiu de cinco para sete representantes; o Republicanos, de três para quatro; e o PDT, de dois para cinco. O número de vagas do Avante caiu de sete para cinco. Já o PSB perdeu representatividade na ALBA.

RECORDE DE VOTOS

Pela primeira vez em quase dois séculos de existência, a ALBA tem como presidente uma mulher, a deputada Ivana Bastos (PSD), que foi reeleita novamente com o recorde de votos, alcançando, este ano, a maior votação histórica da Bahia na ALBA, com a preferência de 203.202 eleitores. Essa marca histórica agora ganha mais força com o aumento da representatividade feminina na próxima legislatura, que saltou das atuais oito para dez cadeiras.

Além da presidente Ivana, foram reconduzidas as deputadas Fátima Nunes (PT), vice-presidente da Casa, Claudia Oliveira (PSD), Ludmilla Fiscina (PSD) e Neusa Cadore (PT). E assumem o posto pela primeira vez Andrea Castro (PSD), Denise Mascarenhas (PSD), Cynthia Marabá (PL), Rowenna (PT) e Vilma Reis (PT).

Em termos percentuais, a representação feminina na ALBA cresceu de 11,11% (sete deputadas) em 2014 para 15,87% (10 deputadas) em 2018, mas recuou para 12,70% (oito deputadas) em 2022. Agora, a bancada retoma o desempenho de 2018, alcançando as 10 vagas (15,87%).

Somam-se a elas os deputados que serão reconduzidos aos mandatos: Diego Castro (PL), Rosemberg (PT), Alex da Piatã (PSD), Pedro Tavares (UB), Rogério Andrade (MDB), Niltinho (PSD), Sandro Regis (UB), Osni (PT), Angelo Almeida (PT), Samuel Júnior (PL), Marcinho Oliveira (PDT), Hassan (PP), Zé Raimundo Fontes (PT), Ricardo Rodrigues (PSD), Junior Muniz (PT), Eduardo Alencar (PSD), Junior Nascimento (UB), Bobô (PCdoB), Angelo Coronel Filho (Republicanos), Vitor Azevedo (Avante), Tiago Correia (PSDB), Paulo Câmara (PL), Fabrício Falcão (PCdoB), Penalva (PP), Roberto Carlos (PV), Robinson Almeida (PT), Eduardo Salles (PV), Jurailton Santos (Republicanos), Luciano Simões Filho (UB), Zó (PCdoB), Marquinho Viana (PV), Euclides Fernandes (PT), José de Arimateia (Republicanos) e Jordávio Ramos (PSDB).

Para completar a lista, os novos nomes de deputados – eleitos para o primeiro mandato ou que retornam agora, após um período fora da Casa do Povo – são Dr. Thiago Gilleno (Republicanos), Elinaldo (UB), Luciano Pinheiro (PDT), Tancredo Isidório (Avante), Léo de Neco (Avante), Igor (PL), Júlio Pinheiro (PT), Jânio Natal Júnior (PL), Juvenilson Passos (PT), Carlinhos Sobral (MDB), Dr. Pitágoras (PP), Kleber Rosa (PSOL), Silva Neto (Avante), Tagner (PT), João de Furão (Avante), Neto Coelho (Avante), Soldado Prisco (PL), Josafá Marinho (PDT) e Cacau da Mata (PDT).

ABSTENÇÃO DE QUASE 20%

Na Bahia, a abstenção desse domingo chegou a 19,98%. Na votação para deputado estadual, houve 463.958 votos em branco (5,13%) e 395.042 votos nulos (4,37%). A votação do deputado Binho Galinha (Avante) aparece como “Anulado Sub Judice” no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), condição que permanecerá até a decisão final sobre o registro indeferido de sua candidatura.

A 20ª Legislatura sofreu mudanças, por diversas circunstâncias, durante esses quatro anos. A atual representação na Casa, que encerra em 31 de janeiro de 2027, é diferente da lista eleita em 2022, que incluía dois representantes do Solidariedade (SD) e um em cada um dos extintos Partido Social Cristão (PSC) e Patriota, por exemplo. O PT e o PSD chegaram à ALBA com nove cadeiras; o União Brasil, com 10; o PP, com seis; o PCdoB, com quatro; o PV, com quatro; o PL, com quatro; o Republicanos, com três; o PSDB, com três; o PSB, com duas; o MDB, com duas; e o PDT, o PSOL e o Avante, cada um com apenas uma.

FONTE MATERIA: ASCOM/ALBA
ARTE FOTOS: Bahia Notícias

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A Bahia elegeu, neste domingo (4), os 39 deputados federais que formarão a bancada do estado na Câmara dos Deputados a partir de 2027. Os parlamentares terão mandato de quatro anos.

PSD – 6 vagas

Antônio Brito – 205.815 votos
Daniel Alencar – 192.492 votos
Gabriel Nunes – 155.060 votos
Sergio Brito – 148.775 votos
Raimundo Costa – 102.907 votos
Charles Fernandes – 87.945 votos

PDT – 1 vaga

Félix Mendonça Júnior – 60.159 votos

MDB – 1 vaga

Ricardo Maia – 147.981 votos

AVANTE – 3 vagas

Pastor Sargento Isidório – 248.147 votos
Neto Carletto – 197.240 votos
Elmo Vaz – 65.558 votos

PSB – 1 vaga

Mario Negromonte Jr. – 101.536 votos

Republicanos – 3 vagas

Diego Coronel – 144.890 votos
Léo Prates – 103.794 votos
Márcio Marinho – 97.458 votos

PL – 4 vagas

Doutora Raissa Soares – 162.370 votos
Roberta Roma – 156.108 votos
João Bacelar – 107.232 votos
Capitão Alden – 105.110 votos

FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA – 8 vagas

Sandro Filho (PP) – 167.394 votos
Claudio Cajado – 110.384 votos
Elmar (União) – 134.235 votos
Dal Barreto (União) – 122.667 votos
Ditinho Avivip (União) – 111.025 votos
Leur Lomanto Jr. (União) – 108.893 votos
Paulo Azi (União) – 105.797 votos
Manuel Rocha – 104.969 votos

FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA – 10 vagas

Lucas Reis (PT) – 191.702 votos
Ivoneide Caetano (PT) – 161.674 votos
Jorge Solla (PT) – 151.784 votos
Valmir Assunção (PT) – 148.624 votos
Afonso Florence (PT) – 137.817 votos
Olivia Santana (PCdoB)- 122.823 votos
Daniel (PCdoB) – 114.334 votos
Alice Portugal (PCdoB) – 114.326 votos
Maria Marighella (PT) – 108.731 votos
Joseildo (PT) – 107.896 votos107.896 votos

FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA – 2 vagas

Carlos Muniz (PSDB) – 141.553 votos
Adolfo Viana (PSDB) – 119.308 votos

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O deputado federal Waldenor Pereira (PT) não conseguiu renovar o mandato na Câmara dos Deputados nas eleições deste domingo (4). Candidato à reeleição pela Bahia, o parlamentar recebeu **94.594 votos**, mas não alcançou uma das vagas destinadas ao estado e ficou na condição de suplente.

O resultado representa, neste momento, a saída de Vitória da Conquista de uma representação com domicílio eleitoral no município na Câmara Federal.

Waldenor Pereira possui uma longa trajetória política e atualmente exerce mandato referente à legislatura 2023-2027. Durante sua atuação no Congresso Nacional, manteve forte presença em Vitória da Conquista e em municípios do Sudoeste baiano, com a destinação de emendas parlamentares e participação em articulações e projetos voltados para a região.

Antes de chegar à Câmara dos Deputados, Waldenor também construiu uma carreira ligada à educação. Foi reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), instituição na qual desenvolveu parte importante de sua trajetória pública.

Em 2024, o petista disputou a Prefeitura de Vitória da Conquista, mas não conseguiu chegar ao comando do município.

Apesar de não ter conquistado a reeleição para a Câmara Federal, Waldenor permanece na condição de suplente de sua federação partidária. Isso significa que ele ainda poderá retornar ao Legislativo durante a próxima legislatura, caso seja aberta uma vaga entre os deputados eleitos.

Entre as possibilidades está a eventual nomeação de um parlamentar eleito para ocupar uma secretaria no Governo da Bahia, em uma possível composição do próximo governo Jerônimo Rodrigues, ou ainda para integrar uma pasta no Governo Federal, em um eventual novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Dessa forma, embora o resultado das urnas tenha interrompido, neste momento, a trajetória de Waldenor como deputado federal eleito, a condição de suplente mantém aberta a possibilidade de seu retorno à Câmara dos Deputados ao longo da próxima legislatura.

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Os eleitores baianos foram às urnas na tarde deste domingo, 4, e elegeram 63 deputados estaduais para compor a nova legislatura da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), a partir de fevereiro de 2027.

Os candidatos mais votados neste ano foram: Ivana Bastos (PSD), que estava à frente da Presidência da Alba, com 203.001 votos, seguido por Diego Castro (PL), com 160.117, e Rowenna (PT), com 135.928. Os dados foram disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Veja a lista completa dos deputados eleitos na Bahia

Ivana Bastos (PSD):
Diego Castro (PL):
Rowenna (PT):
Dr. Thiago Gilleno (Republicanos):
Denise Menezes (PSD):
Elinaldo (União):
Rosemberg (PT):
Alex Piatã (PSD):
Pedro Tavares (União Brasil):
Rogério Andrade (MDB):
Sandro Régis (União Brasil):
Luciano Pinheiro (PDT):
Osni (PT):
Cinthya Marabá (PL):
Angelo Almeida (PSB):
Samuel Júnior (PL):
Andrea Castro (PSD):
Vilma Reis (PT):
Tancredo Isidório (Avante):
Marcinho Oliveira (PDT):
Léo de Neco (Avante):
Igor (PL):
Niltinho (PSD):
Júlio Pinheiro (PT):
Jânio Natal Júnior (PL):
Juvenilson Passos:
Hassan de Zé Cocá (PP):
Ricardo Rodrigues (PSD):
Júnior Muniz (PT):
Bobô (PCdoB):
Kleber Rosa (PSOL)
Jordávio Ramos
Fabrício Falcão (PCdoB)
Tagner (PT)
Roberto Carlos (PV)
Eduardo Salles (PV)
Robinson Almeida (PT)
Fátima Nunes (PT)
Marquinho Viana (PV)
Zó do Sertão (PCdoB)
Neusa Cadore (PT)
Euclides Fernandes (PT)
Vitor Azevedo (Avante)
Silva Neto (Avante)
João de Furão (Avante)
Jurailton Santos (Avante)
José de Arimateia (Republicanos)
Neto Coelho (PDT)
Josafá Marinho (PDT)
Cláudia Oliveira (PSD)
Ludmilla Fiscina (PSD)
Carlinhos Sobral (MDB)
Paulo Câmara (PL)
Soldado Prisco (PL)
Penalva (PP)
Luciano Simões (União Brasil)
Dr. Pitágoras (PP)
Tiago Correia (PSDB)

Como fica a composição da ALBA
A composição apontada pela apuração reúne 63 cadeiras, distribuídas entre partidos e federações. A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, aparece com a maior bancada, com 20 deputados.

Na sequência estão o PSD, com nove cadeiras; a Federação União Progressista (União Brasil/PP), com oito; e o PL, com sete.

O Avante e o PDT aparecem com cinco cadeiras cada. O Republicanos terá quatro representantes, enquanto MDB terá dois. As federações PSDB/Cidadania e PSOL/Rede terão dois e um deputado, respectivamente.

*Em atualização

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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito neste domingo (4) para mais um mandato à frente do Governo da Bahia. A vitória foi confirmada ainda no primeiro turno, com mais de 96% das urnas totalizadas.

Jerônimo superou ACM Neto (União Brasil) e garantiu a permanência no comando do estado por mais quatro anos. Segundo os dados divulgados pelo TSE, o petista alcançou 55,41% dos votos válidos, contra 44,11% do adversário.

Após a confirmação da vitória, Jerônimo também reforçou seu posicionamento para a disputa presidencial e declarou apoio ao presidente Lula (PT) no segundo turno.

“Agora, vamos arregaçar as mangas e seguir para o segundo turno das eleições, ao lado do presidente Lula”, afirmou o governador em mensagem publicada nas redes sociais.

SENADO

A chapa governista também garantiu as duas vagas da Bahia no Senado Federal. Rui Costa (PT) foi eleito para seu primeiro mandato como senador, enquanto Jaques Wagner (PT) foi reeleito.

Acompanhe a cobertura das Eleições 2026 no Blog do Redação.

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