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Os eleitores baianos foram às urnas na tarde deste domingo, 4, e elegeram 63 deputados estaduais para compor a nova legislatura da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), a partir de fevereiro de 2027.

Os candidatos mais votados neste ano foram: Ivana Bastos (PSD), que estava à frente da Presidência da Alba, com 203.001 votos, seguido por Diego Castro (PL), com 160.117, e Rowenna (PT), com 135.928. Os dados foram disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Veja a lista completa dos deputados eleitos na Bahia

Ivana Bastos (PSD):
Diego Castro (PL):
Rowenna (PT):
Dr. Thiago Gilleno (Republicanos):
Denise Menezes (PSD):
Elinaldo (União):
Rosemberg (PT):
Alex Piatã (PSD):
Pedro Tavares (União Brasil):
Rogério Andrade (MDB):
Sandro Régis (União Brasil):
Luciano Pinheiro (PDT):
Osni (PT):
Cinthya Marabá (PL):
Angelo Almeida (PSB):
Samuel Júnior (PL):
Andrea Castro (PSD):
Vilma Reis (PT):
Tancredo Isidório (Avante):
Marcinho Oliveira (PDT):
Léo de Neco (Avante):
Igor (PL):
Niltinho (PSD):
Júlio Pinheiro (PT):
Jânio Natal Júnior (PL):
Juvenilson Passos:
Hassan de Zé Cocá (PP):
Ricardo Rodrigues (PSD):
Júnior Muniz (PT):
Bobô (PCdoB):
Kleber Rosa (PSOL)
Jordávio Ramos
Fabrício Falcão (PCdoB)
Tagner (PT)
Roberto Carlos (PV)
Eduardo Salles (PV)
Robinson Almeida (PT)
Fátima Nunes (PT)
Marquinho Viana (PV)
Zó do Sertão (PCdoB)
Neusa Cadore (PT)
Euclides Fernandes (PT)
Vitor Azevedo (Avante)
Silva Neto (Avante)
João de Furão (Avante)
Jurailton Santos (Avante)
José de Arimateia (Republicanos)
Neto Coelho (PDT)
Josafá Marinho (PDT)
Cláudia Oliveira (PSD)
Ludmilla Fiscina (PSD)
Carlinhos Sobral (MDB)
Paulo Câmara (PL)
Soldado Prisco (PL)
Penalva (PP)
Luciano Simões (União Brasil)
Dr. Pitágoras (PP)
Tiago Correia (PSDB)

Como fica a composição da ALBA
A composição apontada pela apuração reúne 63 cadeiras, distribuídas entre partidos e federações. A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, aparece com a maior bancada, com 20 deputados.

Na sequência estão o PSD, com nove cadeiras; a Federação União Progressista (União Brasil/PP), com oito; e o PL, com sete.

O Avante e o PDT aparecem com cinco cadeiras cada. O Republicanos terá quatro representantes, enquanto MDB terá dois. As federações PSDB/Cidadania e PSOL/Rede terão dois e um deputado, respectivamente.

*Em atualização

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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito neste domingo (4) para mais um mandato à frente do Governo da Bahia. A vitória foi confirmada ainda no primeiro turno, com mais de 96% das urnas totalizadas.

Jerônimo superou ACM Neto (União Brasil) e garantiu a permanência no comando do estado por mais quatro anos. Segundo os dados divulgados pelo TSE, o petista alcançou 55,41% dos votos válidos, contra 44,11% do adversário.

Após a confirmação da vitória, Jerônimo também reforçou seu posicionamento para a disputa presidencial e declarou apoio ao presidente Lula (PT) no segundo turno.

“Agora, vamos arregaçar as mangas e seguir para o segundo turno das eleições, ao lado do presidente Lula”, afirmou o governador em mensagem publicada nas redes sociais.

SENADO

A chapa governista também garantiu as duas vagas da Bahia no Senado Federal. Rui Costa (PT) foi eleito para seu primeiro mandato como senador, enquanto Jaques Wagner (PT) foi reeleito.

Acompanhe a cobertura das Eleições 2026 no Blog do Redação.

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As eleições de 2026 registraram, no primeiro turno, o maior índice de abstenção da série histórica para essa etapa da disputa presidencial. Com 99,87% das urnas apuradas às 22h18 deste domingo (4), **21,07% dos eleitores não compareceram às urnas**, o equivalente a aproximadamente **33,1 milhões de brasileiros**, segundo dados da Justiça Eleitoral.

O percentual supera o registrado no primeiro turno das eleições de 2022, quando 20,79% do eleitorado, ou cerca de 32,7 milhões de pessoas, deixaram de votar. Desde 2006, a taxa de abstenção apresenta uma tendência de crescimento, acumulando alta de 4,2 pontos percentuais no período.

Votos brancos e nulos também aumentam

Além do crescimento da abstenção, as eleições deste ano registraram aumento na proporção de votos brancos e nulos na disputa presidencial.

A soma chegou a **4,77% dos votos**, sendo 2,93% nulos e 1,84% brancos. Em 2022, esse percentual havia sido de 4,25%, com 2,82% de votos nulos e 1,43% de brancos.

Na eleição anterior, entretanto, houve uma redução da abstenção no segundo turno. O índice caiu para 20,57%, movimento que ocorreu pela primeira vez em uma eleição presidencial. Na ocasião, especialistas relacionaram a maior participação à disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL).

Diferenças entre os estados

Os índices de ausência também variaram significativamente entre os estados brasileiros.

**Mato Grosso do Sul** apresentou a maior taxa de abstenção, com 23,87%. Na sequência aparecem **Rio de Janeiro (23,32%)**, **Minas Gerais (22,79%)** e **São Paulo (22,54%)**.

Na outra ponta, o **Ceará** registrou a menor taxa de ausência do país, com 15,52%. Depois aparecem **Roraima (17,12%)**, **Piauí (17,16%)** e **Sergipe (17,30%)**.

Perfil dos eleitores ausentes

A Justiça Eleitoral ainda não divulgou o perfil detalhado dos eleitores que deixaram de votar em 2026. Dados referentes às eleições de 2022, porém, apontam maior incidência de abstenção entre homens, pessoas com menor escolaridade e eleitores entre 21 e 29 anos ou com mais de 70 anos — faixa etária em que o voto é facultativo.

A escolaridade também apresentou relação significativa com o comparecimento às urnas. Em 2022, entre os eleitores analfabetos, o índice de abstenção chegou a 52% no primeiro turno e 49,3% no segundo. Entre aqueles com ensino superior completo, a taxa foi de 12,4%.

Menor mobilização durante a campanha

As eleições de 2026 também foram marcadas por uma menor mobilização durante a campanha. Pela primeira vez em décadas, os principais candidatos à Presidência não participaram de debates entre si, enquanto pesquisas realizadas durante o período eleitoral apontaram níveis reduzidos de interesse pelo pleito.

Cientistas políticos ressaltam, no entanto, que ainda não existem pesquisas suficientes para apontar uma causa única para o aumento da abstenção.

Entre as hipóteses discutidas estão o desgaste provocado pelas disputas presidenciais anteriores, dificuldades de deslocamento até os locais de votação — especialmente em áreas da Amazônia e municípios menores — e possíveis desatualizações no cadastro eleitoral.

Custo da ausência é considerado baixo

Outro fator apontado nas análises é o baixo custo financeiro para quem deixa de votar.

No Brasil, o voto é obrigatório para brasileiros alfabetizados entre 18 e 70 anos. O eleitor que não comparece pode apresentar justificativa por meio do aplicativo e-Título ou pelos canais disponibilizados pela Justiça Eleitoral.

Quando a ausência não é justificada dentro do prazo, é aplicada multa de **R$ 3,51 por turno**. O título eleitoral pode ser cancelado caso o eleitor deixe de votar, justificar ou regularizar a situação em três eleições consecutivas.

Em 2025, aproximadamente 5 milhões de eleitores tiveram os títulos cancelados por não terem votado, apresentado justificativa ou pago as multas referentes aos três últimos pleitos.

Abstenção cresce enquanto brancos e nulos perdem espaço

Apesar do aumento registrado neste ano, a longo prazo os votos brancos e nulos apresentam uma trajetória de queda.

Em 2018, eles representaram conjuntamente 8,79% dos votos na eleição presidencial. Em 2002, chegaram a 10,39%.

Uma das interpretações apresentadas por especialistas é de que parte do eleitorado que está descontente ou pouco interessado na disputa pode estar optando por não comparecer às urnas, em vez de votar em branco ou anular o voto.

O fenômeno reforça o peso crescente da abstenção no resultado das eleições brasileiras e coloca a participação eleitoral entre os principais pontos de atenção para os próximos pleitos.

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O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais no próximo dia 25 de outubro.

A confirmação foi anunciada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite deste domingo (4).

Flávio terminou a apuração em primeiro lugar, com 44,85% dos votos válidos, o equivalente a 55.499.853 votos. Lula ficou em segundo, com 44,7%, ou 55.499.853 votos.

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Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, foram eleitos na noite deste domingo, 2, como senadores pela Bahia. Com % das urnas apuradas, Rui liderou a votação e somou 29,79%. Em segundo lugar, aparece Wagner com 27,35% votos, garantindo a sua recondução à Casa Alta.

A ‘superchapa’ de governadores petistas, encabeçada por Jerônimo Rodrigues, remodela, pela segunda vez, o cenário testado na era carlista na Bahia há 24 anos, em 2002, com o trio formado por Antônio Carlos Magalhães (ACM), César Borges e Paulo Souto, todos do antigo PFL – à época, eles conseguiram as duas cadeiras do Senado e o Palácio de Ondina.

A vitória de Rui e Wagner consolida os dados divulgados pela pesquisa AtlasIntel/A TARDE, divulgada no último sábado, 3, em que mostrou a dupla com uma larga vantagem na disputa. No levantamento, Rui lidera com 27,3% das intenções de voto, no cenário de votos válidos. Wagner, candidato à reeleição, vem em seguida, com 24,6% da preferência dos eleitores.

Quem é Rui Costa?

Nascido em Salvador em 18 de janeiro de 1963, Rui Costa é o novo senador da República. Sua trajetória política iniciou como suplente de vereador de Salvador, em 2000.

Ele comandou ao governo da Bahia durante dois mandatos consecutivos, e após o fim do seu governo, foi nomeado como ministro da Casa Civil pelo presidente Lula (PT), órgão em que ficou até abril de 2026.

Filho do metalúrgico Clóvis dos Santos e de Maria Luzia Costa dos Santos, ele graduou-se em Economia na Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Iniciou sua carreira profissional trabalhando no Polo Petroquímico de Camaçari, onde teve seu primeiro contato com as atividades sindicais. Mais tarde, se tornou diretor do Sindicato dos Químicos e Petroleiros da Bahia.

Quem é Jaques Wagner?

O senador Jaques Wagner (PT) tem uma longa história na vida pública brasileira, tendo sido governador da Bahia por dois mandatos consecutivos (2007-2010 e 2011-2014) e ministro nos governos de Lula (PT) e Dilma Rousseff (PT).

Jaques nasceu no Rio de Janeiro e é filho de imigrantes judeus poloneses. Hoje está no segundo casamento, com Maria de Fátima Carneiro de Mendonça, mas tem três filhos do primeiro casamento com Beth Wagner, ex-vice-prefeita de Salvador.

Ingressou na carreira política ainda na faculdade, integrou o movimento estudantil em 1969 na PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), onde começou a cursar Engenharia Civil. Abandonou o curso em 1973 e saiu do Rio por medo dos órgãos da ditadura.

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Jerônimo Rodrigues (PT) foi reeleito governador da Bahia no primeiro turno das eleições do Palácio de Ondina, neste domingo, 4. Ele recebeu 55,19% dos votos válidos e garantiu mais quatro anos de mandato a partir de 2027. A eleição confirmou o cenário apresentado pela pesquisa AtlasIntel/A TARDE divulgada no sábado, 3.

O seu principal adversário nas urnas, ACM Neto (União), teve 44,27% dos votos, com 94,71% das urnas apuradas — nas duas vezes em que se enfrentaram em uma eleição, o petista sagrou-se vencedor nas duas.

Quem é Jerônimo Rodrigues?

Jerônimo Rodrigues Souza é um professor universitário, engenheiro agrônomo e político brasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT).

É o primeiro governador autodeclarado indígena da história do Brasil. Ele nasceu no município de Aiaquara, no interior da Bahia, no dia 3 de abril de 1965 e tem 61 anos.

Filho de um vaqueiro e de uma costureira, cresceu no interior do estado e estudou em escola pública. Graduou-se em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e obteve o título de mestre em Ciências Agrárias pela mesma instituição.

É professor licenciado do Departamento de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).

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Cleitinho Azevedo, do Republicanos, foi eleito governador de Minas Gerais neste domingo (4). Às 20h56, com 94,16% das seções apuradas, o candidato tinha 54,34% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O vice-governador eleito é Falcão (Republicanos).

“A prioridade é combater as injustiças, e, independente de quem for o presidente da República, sentar com ele, poder negociar a dívida, poder mostrar que o governo do estado de Minas vai estar à disposição do governo federal, porque não tem jeito de fazer política sem o governo federal”, afirmou em entrevista coletiva instantes antes de sua vitória ser oficializada.

“Então, é diálogo, é respeito pra gente poder fazer uma Minas melhor. É poder [fazer] o que eu falei, que eu vou cumprir, reduzir o IPVA, reduzir o custo de vida da população mineira, melhorar as estradas e melhorar a saúde. E mostrar que dá pra pacificar. esse país.

Cleitinho também afirmou que convidará o governador Mateus Simões (PSD) para compor seu futuro governo, que a Secretaria de Educação será comandada por uma mulher e que apoiará Flávio Bolsonaro (PL) na disputa para o segundo turno da Presidência da República.

O segundo colocado na disputa foi Patrus Ananias, do PT, com 26,20% das intenções de voto.

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Sergio Moro (PL) foi eleito governador do Paraná neste domingo (4). Às 20h23, com 99,87% das seções apuradas, o candidato tinha 50,11% dos votos válidos ou 3.127.618 votos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O vice-governador eleito é Edson Vasconcelos (PL).

Segundo colocado, Sandro Alex (PSD) tinha 25,35%, com 1.581.279 votos. Requião Filho (PDT) tinha 23,48%, com 1.464.552 votos válidos.

Como foi a disputa ao governo do Paraná

Durante o período de campanha eleitoral, Sergio Moro se colocou como o candidato que representa a família Bolsonaro no Paraná. O combate à corrupção foi um dos principais argumentos usados por Moro para defender sua candidatura, com a promessa de transformar o Paraná em “uma fortaleza”.

Moro liderou todas as pesquisas Quaest publicadas durante o período de campanha, apesar de ter apresentado queda nas intenções de voto conforme os adversários foram ganhando mais popularidade.

Em 24 de agosto, Moro tinha 37% das intenções de voto na pesquisa estimulada, em 24 de setembro estava com 36% e, na última pesquisa, divulgada neste sábado (3), teve 43%.

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A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) se tornou neste domingo (4) a mulher mais votada da história em uma eleição para a Câmara dos Deputados. Às 20h24, com 94,88% das seções apuradas em São Paulo, ela somava 1.512.468 votos.

A parlamentar superou o recorde de Joice Hasselmann, que recebeu 1.078.666 votos em 2018, quando foi eleita deputada federal por São Paulo pelo então PSL. Mesmo antes do fim da apuração, Erika já tinha ultrapassado essa marca em mais de 433 mil votos.

Na parcial, Erika ocupava a segunda posição na disputa pelas 70 cadeiras de São Paulo na Câmara. À frente dela estava Lucas Pavanato (PL), com 2.882.187 votos. Sâmia Bomfim (PSOL) aparecia em terceiro, com 555.224.

A votação de Erika já correspondia a quase seis vezes o resultado obtido por ela em 2022. Naquele ano, foi eleita para seu primeiro mandato na Câmara com 256.903 votos.

Quem é Erika Hilton

Erika tem 33 anos e nasceu em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Antes de chegar ao Congresso, foi vereadora da capital paulista. Em 2020, recebeu 50.508 votos e foi a mulher mais votada do país para uma Câmara Municipal naquela eleição.

Em 2022, tornou-se a primeira mulher negra e trans eleita para a Câmara dos Deputados. Sua atuação política inclui a defesa dos direitos das mulheres, da população negra e da comunidade LGBTQIA+.

Durante o primeiro mandato, Erika também esteve à frente da proposta de redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1, na qual o trabalhador tem seis dias de trabalho para um de descanso.

Em fevereiro de 2025, apresentou uma proposta de emenda à Constituição que previa quatro dias de trabalho por semana, três de descanso e limite de 36 horas semanais.

Em março de 2026, tornou-se a primeira mulher trans a presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara. Entre as prioridades anunciadas ao assumir estavam o enfrentamento à violência política de gênero, a fiscalização da rede de proteção e políticas de saúde integral para as mulheres.

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Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito governador de São Paulo neste domingo (4), ao derrotar Fernando Haddad (PT) pela segunda vez consecutiva em uma eleição estadual. Com 62,85% dos votos válidos, contra 36,22% de Haddad, o governador mantém o comando do estado mais populoso do país para um novo mandato. O resultado foi confirmado às 19h39, com 90% das urnas apuradas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Em 2026, os dois repetiram a disputa de 2022, mas em uma configuração diferente. Se há quatro anos Tarcísio e Haddad precisaram avançar ao segundo turno para decidir a eleição, desta vez os dois chegaram à reta final do primeiro turno como os principais nomes da corrida, sem outro candidato com representatividade no Congresso Nacional disputando a eleição com eles. O resultado foi uma campanha de primeiro turno com características de segundo turno.

A diferença entre os dois também foi diferente de quatro anos atrás. Em 2022, Tarcísio venceu Haddad no segundo turno por 55,27% a 44,73% dos votos válidos, uma diferença de 10,54 pontos percentuais. Em 2026, a distância foi maior, de 26,63 pontos percentuais.

Tarcísio tem 51 anos, é natural do Rio de Janeiro, e foi ministro da Infraestrutura do governo Bolsonaro.

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