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A Câmara Municipal de Vitória da Conquista realizou na tarde desta terça-feira (8), audiência pública para marcar duas datas: o Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, e o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, comemorado em 2 de abril. A atividade foi proposta pelo mandato da vereadora Márcia Viviane (PT).

A Síndrome de Down é uma alteração genética que afeta cerca de 1 a cada 700 nascimentos. Já o Transtorno do Espectro Autista, segundo o IBGE, pode afetar aproximadamente 2% da população brasileira. Esses números falam de milhares de famílias, de crianças, adolescentes, jovens e adultos que têm buscado dignidade, respeito e políticas públicas efetivas.

Segundo a parlamentar, Vitória da Conquista precisa avançar na oferta de atendimentos qualificados, no diagnóstico precoce, na inclusão escolar e na atenção à saúde dessas pessoas. “É urgente garantir acesso aos direitos previstos em lei, com estruturas adequadas e profissionais preparados”, afirmou Viviane, ressaltando a importância de uma luta coletiva.

“Sabemos que a jornada das famílias, especialmente das mães, é marcada por desafios diários: dificuldade de acesso a especialistas, ausência de atendimento contínuo, longas esperas por laudos e acompanhamentos, e a sobrecarga emocional e financeira. A rede municipal precisa reconhecer e responder a essas demandas com responsabilidade, sensibilidade e compromisso”, afirmou.

A vereadora Cris Rocha (MDB) destacou sua trajetória de mais de 20 anos em defesa das pessoas com deficiência e cobrou ações concretas para garantir acessibilidade, inclusão e atendimento digno. Com base em sua experiência pessoal e institucional, ela defendeu melhorias na saúde pública, mobilidade urbana e educação inclusiva, e apresentou três projetos de lei: o Selo de Acessibilidade, semáforos sonoros e a criação de um Centro de Referência para pessoas com TEA. “Acreditem, porque tem pessoas no legislativo que querem lutar por vocês”, afirmou, reforçando a importância da união na luta por direitos reais e efetivos.

“Que inclusão social é essa do nosso dia a dia?”: Maria do Carmo de Jesus Ferreira, presidente da APAE, destacou que muitas vezes se fala em inclusão social, mas na prática as ações não são efetivas. Ela ressaltou que ainda faltam medidas concretas na educação, na saúde e no mercado de trabalho para garantir uma inclusão verdadeira, pois, apesar das leis e discursos, não há inserção nas práticas do cotidiano. Como exemplo, citou a falta de profissionais qualificados para acompanhar alunos especiais. No mercado de trabalho, apontou que, embora a contratação de pessoas com deficiência seja garantida por lei, faltam políticas que assegurem a permanência desses profissionais, já que a locomoção é difícil e as condições de trabalho nem sempre são acessíveis. “Precisamos juntar forças e buscar efetivamente a inclusão, que é tanto falada, com respeito e paciência”, concluiu.

União por direitos das pessoas com deficiência: A presidente do Conquista Down, Geisa Barros, fez um apelo por mais representatividade e políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência, criticando a ausência de parlamentares à audiência: “Nós também votamos, também elegemos vocês”, disse, defendendo a criação de um Centro de Referência para atender todas as deficiências. “A cidade precisa de um centro para todos”, conclamou, denunciando problemas no transporte coletivo. “Se cada um lutar sozinho, não vamos conseguir nada.” Geisa encerrou sua fala celebrando uma conquista: “Conseguimos abrir as portas da Conquista Down, mesmo que em uma sede provisória”.

Empatia e políticas públicas para famílias atípicas: Sinthia Tenório, mãe e representante do Instituto Girassol, cobrou mais empatia, respeito e políticas públicas eficazes voltadas às pessoas com deficiência, especialmente crianças com autismo e síndrome de Down. “Os pais estão adoecidos porque seus filhos não têm acesso a terapias, fraldas, cuidadores e direitos básicos”, afirmou. Ela denunciou o abandono de muitas mães, a ausência de vereadores nas discussões e o alto custo de consultas médicas.

“Quando uma mãe adoece, internada por álcool ou drogas, não é só ela, são quatro pessoas em sofrimento, porque os filhos vão para o acolhimento”, alertou. Sinthia também ressaltou o papel das famílias como formadoras e multiplicadoras de conhecimento. “Nós estudamos, damos formação, porque quando nasce uma pessoa com deficiência, nasce também uma mãe, um pai que se capacita”. Por fim, reafirmou que a luta por inclusão precisa ser coletiva e contínua, dizendo: “Nada sobre nós, sem nós”.

Ativista denuncia agressão a autista e cobra apoio político: João Teixeira iniciou sua fala denunciando um caso recente de agressão, relatando que “uma criança autista levou uma rasteira de um professor de capoeira dentro da escola”. Atuante na defesa dos direitos das pessoas com TEA no Sudoeste baiano, João cobrou mais representatividade política: “Cadê os vereadores? Três apenas abraçam essa causa, pelo amor de Deus”. Diagnosticado com TDAH, ele compartilhou sua trajetória pessoal e reforçou: “Mexeu com autista, mexeu comigo”, afirmando que levará a pauta ao deputado estadual Fabrício Falcão.

Mães atípicas enfrentam sobrecarga e falta de apoio adequado: A professora e mãe atípica Daniela Magalhães se emocionou ao relatar a realidade de mulheres que criam filhos com deficiência. “Somos a mãe que ninguém quer ser, mas que exige de nós sermos as melhores”, afirmou. Ela destacou o impacto físico e emocional da jornada dupla enfrentada por essas mães, citando pesquisas que apontam redução de até 30% na expectativa de vida dessas mulheres. Daniela também criticou o mercado que lucra com o autismo, cobrando preços abusivos por produtos e serviços voltados a crianças atípicas. “Só queremos que nossos filhos vivam sua humanidade como qualquer outro”, disse.

“Inclusão é prática sempre”: Rosilene Oliveira, vice-presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência e mãe de uma criança autista nível dois, destacou que mais importante do que saber que a inclusão é necessária, é entender como colocá-la em prática. Segundo ela, a graduação não prepara o professor para lidar com o neuro divergente, o que prepara é o convívio com as diferenças. Rosilene ressaltou que é nas associações que se aprende mais sobre a inclusão, pois é nesses espaços que se encontra a prática real.

Ela defendeu que o município valorize e leve para dentro dos espaços de formação as pessoas que representam essa vivência na prática, para que possam compartilhar o conhecimento real da inclusão. “Muito mais que redução de custos, devemos enxergar essas pessoas como vidas que merecem inclusão de verdade”, afirmou. Por fim, colocou-se à disposição para contribuir nesse processo de ensino e informou que as reuniões do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência acontecem toda segunda e na última terça-feira do mês, às 8h30.

Por mais políticas públicas: Amanda Amaral Lopes, representando a Associação Conquista Down e também as pessoas com síndrome de Down, destacou em sua fala as inúmeras dificuldades enfrentadas no dia a dia, inclusive a aquisição do passe livre que, apesar de ser um direito, apresenta desafios para sua aquisição. Além disso, Amanda reforçou a necessidade de um olhar mais atento para a saúde, cobrando que as políticas públicas realmente se façam valer para quem precisa.

“Hoje não é dia de comemoração, é dia de luta: Dr. Náfille Brito, representante da Comissão da Pessoa com Deficiência da OAB e pessoa autista, destacou que o mundo ainda não é feito para pessoas autistas, e que essa luta é principalmente das mães, que enfrentam diariamente o descaso e a negligência. Náfille também criticou a superficialidade com que o autismo é tratado pela sociedade: “nossa comunidade é preconceituosa e só lembra do autista em abril. E, mesmo nas comemorações, não pensam nos autistas. Fazem caminhada que muitos de nós não podemos participar.” Para ele, quem não é atípico ou não convive diretamente com o autismo não tem propriedade para falar sobre o assunto, pois não conhece a dor real dessas pessoas.

Compromisso com a inclusão: Denis Márcio Jesus Oliveira, representando o secretário municipal de Desenvolvimento Social, destacou a importância de reafirmação do compromisso com as pessoas com deficiência. Ele lembrou que, ao longo da história, muitos anos foram marcados pela exclusão social, mas o Brasil vem evoluindo, especialmente com a criação de legislações como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Em Vitória da Conquista, segundo Denis, a gestão da prefeita Sheila Lemos (UB) tem demonstrado compromisso com a inclusão, garantindo acesso a políticas públicas. Ele finalizou reforçando que datas como essa devem servir de lembrança de que é preciso seguir avançando constantemente nas melhorias que assegurem uma sociedade mais justa, acessível e verdadeiramente inclusiva.

Discussão com Estado e União: Fernanda Maron, secretária municipal de Saúde, destacou que a pauta da inclusão não é apenas um desafio local, mas precisa ser discutida com o Estado e a União. Segundo ela, Conquista avançou significativamente nos atendimentos psicossociais, já contando com psiquiatra, já tendo havido a contratação recente de um neuropediatra. Fernanda reforçou que não é mais necessário chegar de madrugada às unidades de saúde, pois os horários de atendimento foram reorganizados. Ela ressaltou que a Secretaria está sempre de portas abertas para dialogar, especialmente com as mães, afirmando a importância da participação social para aprimorar os processos de inclusão. “Estamos aqui para ouvir e construir juntos,” finalizou.

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Todos vestidos de azul, centenas de ex-funcionários do extinto Banco do Estado da Bahia (Baneb), privatizado em 1999, participaram da audiência pública proposta pelo deputado Marcelino Galo (PT), sobre a inclusão do segmento no Planserv, realizada no auditório Josaphat Marinho, na Assembleia Legislativa.

No evento, representantes dos ex-funcionários do Baneb expuseram a situação da categoria com as perdas na qualidade de vida e proteção à saúde, e reforçaram a necessidade da luta pela aprovação do PL 25395/2024, de autoria do deputado proponente, que altera a Lei 9528/2005, beneficiando o segmento com a possibilidade de utilizar o plano de saúde do Estado.

Conduzida por Galo, a mesa foi composta pelo presidente da Associação dos Funcionários Aposentados do Baneb, José Anastácio de Souza; o presidente do Sindicato dos Bancários, Elder Pérez; o presidente da Fundação do Baneb de Seguridade Social, Odeval Fonseca Araújo; a presidente da Federação dos Bancários Bahia-Sergipe, Andréia Sabino; a diretora do Sindicato dos Bancários, Maria das Graças Gomes, e os membros da comissão dos ex-funcionários do Baneb, Alcy Gervania de Oliveira de Menezes, Tania Maria Oliveira e Valdimiro Lustosa.

REPARAÇÃO HISTÓRICA

Para o presidente do Sindicato dos Bancários, Elder Perez, a aprovação do PL, que espera votação na CCJ, vai promover a reparação histórica necessária para os ex trabalhadores do Baneb, adquirido pelo Bradesco, “que não honrou os compromissos. A situação dos colegas ficou insustentável, no período da vida que eles mais precisam de um plano de saúde. Em 14 meses, foram quatro suicídios. Isso, na época, significava 20 vezes mais a média anual de suicídios, segundo o IBGE, em termos proporcionais”, colocou.

NEGOCIAÇÃO

Segundo o proponente da audiência e autor do PL 25395/2024, a luta mostra para a sociedade o que significa privatizar sem garantir os direitos dos trabalhadores. Marcelino Galo adiantou uma notícia alvissareira para os ex-banebianos: a autorização das secretarias de Relações Institucionais (Serin) e de Administração do Estado da Bahia, para a retomada das negociações com a coordenadora-geral do Planserv, Socorro Brito.

“Então ela já se comprometeu, ela vai receber uma comissão logo após os debates que nós vamos ter aqui. Eu considero que isso já é uma vitória da mobilização de vocês, porque logo nós vamos marcar o dia, e a comissão que vocês aqui designarem vai ser recebida pelo governo para reiniciar, retomar esse debate”, informou.

Foto: Ascomodep.MarcelinoGalo/AgênciaALBA

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A Câmara Municipal de Vitória da Conquista realiza na tarde desta terça-feira (8) audiência pública para celebrar o Dia Internacional da Síndrome de Down e o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Iniciativa da vereadora Márcia Viviane (PT), essa audiência acontece no Plenário Carmen Lúcia, às 14h.

O Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, tem como objetivo promover conscientização e garantir que pessoas com a síndrome tenham acessos a todas as oportunidades. A síndrome de Down é uma alteração genética em que a pessoa tem três cromossomos no par 21, e não dois, como o usual.

Já o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado no dia 2 de abril, busca aumentar o conhecimento sobre o autismo, informar sobre as necessidades e direitos das pessoas com essa condição, além de destacar a importância de reconhecer e respeitar as habilidades e particularidades de cada indivíduo com autismo.

Dados recentes do IBGE estimam que cerca de 2% da população brasileira esteja dentro do espectro autista. No caso da Síndrome de Down, a incidência é de aproximadamente 1 a cada 700 nascimentos. A sessão busca promover um debate com representantes da sociedade civil e familiares, visando soluções para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas.

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  Vitória da Conquista se prepara para mais uma edição da MiConquista

Nos dias 19 e 20 de abril, Vitória da Conquista será palco de mais uma edição da MiConquista, evento que promete agitar a cidade com grandes nomes da música baiana.

Bell Marques, Psirico, Timbalada, Tony Salles, Babado Novo e outras atrações estão confirmadas para a festa, que acontecerá mais uma vez no estacionamento do Boulevard Shopping.

O jornalista Maciel Jr. bate um papo com o produtor Pedro Massinha para saber todas as novidades desta edição, que promete ser uma das maiores da história do evento.

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PRESIDENTE IVANA BASTOS: “INSTANTE DE TERNURA SILENCIADA PELA AUSÊNCIA”

Em uma sessão especial marcada pela emoção e pela saudade, do início ao fim, a Assembleia Legislativa da Bahia – ALBA homenageou, na tarde desta segunda-feira (7.04), a memória da jornalista Wanda Chase com a entrega post mortem, aos familiares dela, do Título de Cidadã Baiana. “Esse é um instante de memória, reverência e ternura silenciada pela ausência”, discursou a presidente da ALBA, deputada Ivana Bastos, ao saudar a família de Wanda, representada na mesa pela irmã, Thelma Chase, e a bancada do PT, proponente da sessão, representada pela deputada Fátima Nunes.

Wanda faleceu na madrugada de quinta-feira passada (3.04), em Salvador. Inicialmente, a sessão estava marcada para o dia 13 de março, mas as complicações de saúde da jornalista adiaram a homenagem. Segundo a presidente Ivana Bastos, “é com ainda mais emoção que realizamos esta homenagem neste 7 de abril, data em que se celebra o Dia do Jornalista”. Uma coincidência, de acordo com a deputada, carregada de simbolismo, “como se o tempo também quisesse prestar sua reverência à mulher que fez do jornalismo não apenas profissão, mas missão de vida”.

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Pela primeira vez, um hospital do interior da Bahia é habilitado pelo Ministério da Saúde para transplante de fígado pelo SUS. O Hospital São Vicente de Vitória da Conquista agora integra a rede estadual de transplantes, ampliando o acesso da população, reduzindo distâncias e salvando vidas. A unidade também está credenciada para o transplante de rim.

É um avanço significativo para a cidade e para o interior do Estado que está sendo comemorado pelo deputado federal Waldenor Pereira (PT-BA).

“Estamos muito felizes com essa notícia, pois somos parceiros do São Vicente e da Santa Casa de Misericórdia. Eu e o deputado Zé Raimundo há vários anos temos contribuído com a unidade de saúde todos os anos, destinando emendas parlamentares dos nossos mandatos que custearam avanços e equipamentos que, certamente, contribuíram para o credenciamento do hospital”, diz Pereira.

Waldenor explica que seus mandatos [junto com o deputado estadual Zé Raimundo] destinaram recentemente R$ 1 milhão e 500 mil de recursos de emendas parlamentares para o hospital, entregaram um novo arco cirúrgico e têm apoiado anualmente o programa de residência médica da instituição.

“Parabenizo a Santa Casa, na pessoa do seu provedor Abmael Brito, também, a secretária de Saúde da Bahia, Roberta Santana, por esse feito histórico. Nosso sentimento é de grande orgulho por ser parceiro dessa entidade tão importante para nossa cidade e região. Por isso, estamos comemorando junto com o São Vicente, com Vitória da Conquista e com o Governo da Bahia este avanço inédito para a saúde pública do Estado”, conclui o deputado.

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RICARDO DE BENEDICTIS – Massimo Ricardo Benedictis, nasceu em Poções, a 30 de outubro de 1939. Filho do imigrante italiano Massimo De Benedictis e da Profª Nadir Chagas De Benedictis. Seu pai era contador e veio da Itália após a 1ª Guerra Mundial, em 1927, estabelecendo-se em Poções, no comércio e na agro-pecuária. Sua mãe foi a primeira professora formada a lecionar em Poções, homenageada post mortem com o batismo do seu nome no Grupo Escolar Profª. Nadir Chagas Benedictis, localizada na sede municipal.
Massimo Ricardo De Benedictis estudou o primário em Poções,o ginásio em Jequié e Salvador.

O secundário e o universitário em Salvador e no Rio de Janeiro; é professor e jornalista; em 1970 iniciou sua vida jornalística em Salvador, no jornal IC, transferindo-se para o Rio de Janeiro,onde ajudou a fundar a revista Estados & Municípios e,em 1974,fundou a revista Atualidades; Voltando a residir na Bahia, em Vitória da Conquista, editou o livro “A Bahia de Hoje”,fundou os jornais “O Radar” (1983), “Opinião” (1992) e adquiriu o jornal “Tribuna de Conquista” neste mesmo ano, o qual dirige até hoje. Foi responsável pela circulação do jornal “Correio da Bahia” no interior, quando escreveu matérias regulares sobre fatos diversos ligados à vida dos municípios da Bahia, entre 1987 e 1991. Em 1988 fundou o jornal “Folha do Povo” que circulou em Xique-Xique durante um ano.
Membro fundador da Academia Conquistense de Letras, cadeira nº 9, tendo como patrono o poeta seiscentista Gregório de Matos e Guerra, fundou e foi o 1º Diretor do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, em Vitória da Conquista; foi vice-presidente em duas gestões e Presidente da Academia Conquistense de Letras, 1990/92.

Em sua 1ª gestão no Centro de Cultura dotou a Academia Conquistense de Letras e a Casa da Cultura de Vitória da Conquista de sede própria registrando-as no Cartório de Registro de Imóveis, além de dotá-las de mobiliário, máquinas de escrever, arquivos, etc. Em 1989 ajudou a fundar a Delegacia do Sindicato de Jornalistas (SINJORBA) em Conquista, tendo sido seu delegado, indicando seu sucessor. Em julho de 1992 foi nomeado novamente diretor do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima, pelo então governador Antonio Carlos Magalhães, deixando o cargo em janeiro de 1993 para assumir a então Coordenação de Cultura exigindo do então prefeito Pedral Sampaio a autonomia da coordenação de cultura, desvinculando-a da Secretaria Municipal de Educação – guindando-a por Lei a Departamento; assumiu a direção do Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, onde realizou um trabalho sem precedentes, até 5 de dezembro de 1995, quando solicitou exoneração do cargo para voltar à direção do Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima pela 3ª vez, convocado, desta feita, pelo governador Paulo Souto, em atenção à solicitação das forças políticas locais. Membro Efetivo da Academia Serrana de Letras, cadeira nº 26, ocupou a presidência nas gestões 1992/1995 e 1995/1998,sendo seu atual presidente.

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Uma carreta que transportava etanol tombou e explodiu no início da tarde deste domingo (6), no km 233 da BR-101, na altura do Morro dos Cavalos, em Palhoça, na Grande Florianópolis. O acidente provocou um incêndio de grandes proporções, levando à interdição total da rodovia nos dois sentidos, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A carga de etanol, altamente inflamável, alimentou as chamas que, além de consumirem a própria carreta, atingiram veículos que estavam parados no sentido contrário da via, em razão da interrupção do trânsito. cerca de 25 veículos foram incendiados com o combustível derramado.

Imagens que circulam nas redes sociais registram o desespero de motoristas, que buzinavam e gritavam na tentativa de alertar outros condutores e remover os veículos da área de risco. É possível observar densa nuvem de fumaça cinza, que se espalhou pela rodovia devido ao incêndio.

De acordo com a PRF, não existe desvio próximo para os motoristas que trafegam no sentido Norte. Por volta das 14h30, as filas já ultrapassavam cinco quilômetros nesse sentido e cerca de três quilômetros no sentido Sul.

As autoridades continuam no local para conter o incêndio e realizar o trabalho de rescaldo, além de avaliar as condições de segurança da pista. Não há, até o momento, previsão para a liberação do tráfego.

ATUALIZANDO NOTÍCIA:

O trecho da BR-101 em Palhoça, na Grande Florianópolis, interditado após um caminhão tombar, explodir e incendiar veículos na tarde de domingo (6), foi liberado na manhã desta segunda-feira (7), após mais de 15 horas de trabalho.

Cinco pessoas ficaram feridas e ao menos 24 carros e três carretas foram atingidos pelo fogo. A demora para a liberação do km 233 em ambos os sentidos aconteceu pela gravidade da situação e pela presença de material inflamável no local, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF)

 

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