Um policial será investigado por participação na morte de dois torcedores do Colo Colo, após grande confusão no entorno do Estádio Monumental, antes da partida entre Colo Colo e Fortaleza, nesta quinta-feira (10), pela segunda rodada da fase de grupos da Libertadores. A partida acabou sendo suspensa devido à entrada de torcedores no campo.
Segundo informações do Ministério Público do Chile, um grupo de torcedores tentou invadir o estádio e começou uma grande confusão. Com isso, policiais chegaram ao local. Lá um veículo lançador de gás lacrimogêneo teria atropelado duas pessoas.
A promotoria está investigando se a viatura policial estava diretamente envolvida no incidente, tendo rompido uma das grades do perímetro onde os torcedores ficaram presos.
– Estamos trabalhando com todos os recursos técnicos disponíveis, incluindo as câmeras no local, para apurar como os fatos ocorreram. Estamos realizando diversas operações policiais para apurar os responsáveis e indiciar quem for o responsável neste caso – explicou o promotor responsável pelas investigações, Francisco Mores, ao jornal chileno La Tercera.
Mores ressaltou ainda que o policial não está preso. No entanto, o Ministério Público está tomando as medidas necessárias para esclarecer os fatos.
– Ele não foi preso. Não há motivo para sua prisão neste momento, mas insisto que todas as medidas necessárias estão sendo tomadas para esclarecer ou determinar se ele estava ou não envolvido – explicou Mores.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 377 kg de maconha na tarde desta quarta-feira (9), durante uma fiscalização de rotina no km 830 da BR-116, em Vitória da Conquista (BA).
O entorpecente estava escondido no interior de um veículo Chevrolet Cruze, abordado após levantar suspeitas dos agentes. De acordo com a PRF, os policiais identificaram um forte odor característico de droga ao se aproximarem do automóvel, além de pacotes visíveis no banco traseiro. Na revista, foram encontrados diversos tabletes da substância, com peso estimado em quase 400 kg, segundo a medição preliminar.
Durante a abordagem, também foram apreendidos 43 comprimidos de “rebite” — substância estimulante usada de forma ilegal para prolongar o tempo de direção.
O motorista do carro informou que havia saído de Santa Catarina com destino a Natal (RN). Ele foi preso em flagrante por tráfico de drogas e encaminhado à Delegacia da Polícia Civil, onde permanece à disposição da Justiça.
Segundo a PRF, a ação representa mais um importante resultado no enfrentamento ao tráfico de drogas nas rodovias federais e integra os esforços da corporação no combate ao crime organizado.
Com informações da PRF
Estão definidos os confrontos da terceira fase da Copa do Brasil. Em sorteio realizado nesta quarta-feira (9/4), na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), os 32 times que estão na disputa por um lugar nas oitavas da competição conheceram seus adversários no torneio.
*Times grifados farão o primeiro jogo do confronto em casa.
Um casal de rifeiros foi preso na manhã desta quarta-feira (9), em um condomínio de luxo, na Estrada do Coco, na Região Metropolitana de Salvador, suspeito de chefiar um esquema de lavagem de dinheiro oriundo de rifas ilegais.
Os nomes dos suspeitos não foram revelados pela polícia. No entanto, conforme apuração da TV Bahia, tratam-se de José Roberto Santos, mais conhecido como Nanam Premiações, e Gabriela Silva, que juntos somam mais de 250 mil seguidores nas redes sociais.
As prisões fazem parte da “Operação Falsas Promessas 2”. A ação conduzida pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco-LD), ocorre em Salvador, região metropolitana e outras cidades do interior do estado.

Nanam Premiações já tinha sido preso na primeira fase da operação, em setembro de 2024, com outras 19 pessoas. Ele foi solto pouco mais de um mês.
No que depender da Apple, o iPhone continuará com o mesmo preço pré-tarifaço de Donald Trump enquanto durarem os estoques. E, para reforçá-los, a imprensa indiana relata que a companhia correu contra o tempo para encher cinco aviões com celulares e outros produtos desejados.
A ideia era levar os aviões da Índia para os Estados Unidos nos últimos dias de março, antes que as novas tarifas impostas por Trump, de 26%, começassem a valer. Autoridades ouvidas por um jornal indiano confirmam a informação. Por óbvio, é improvável que a Apple se manifeste sobre o assunto.
Não temos como saber a carga exata transportada pela companhia. No entanto, é sabido que ela utiliza aviões cargueiros de diversos parceiros logísticos durante a alta temporada de iPhone, nas vendas de fim de ano. Uma aeronave deste porte é capaz de transportar mais de 100 toneladas de mercadorias.
Leve em consideração que as caixas de celular estão reduzidas, e temos uma projeção de que mais de 1 milhão de aparelhos transportados na semana passada. Como eles ingressaram nos EUA antes do início do tarifaço, o impacto tributário é menor.
Ainda não se sabe o que a Apple pretende fazer com os preços dos produtos após a vigência total das novas tarifas. A imprensa dos Estados Unidos estima que o iPhone 16 Pro custe US$ 580 para ser fabricado, e depois é vendido por US$ 1.100. O custo da Apple poderia subir para US$ 847 com as novas regras de comércio, uma considerável diferença de quase US$ 300.
Conforme explicamos na coluna Dia a Dia Digital, o iPhone é o produto perfeito para compreender a extensão de uma companhia verdadeiramente global. Ele é orgulhosamente projetado nos Estados Unidos, porém com peças do mundo todo: sistema de câmeras do Japão, tela da Coreia do Sul e processador de Taiwan, apenas para citar alguns componentes.
Já a montagem acontece principalmente na China – apesar de o país perder importância nos últimos anos – e na Índia. Alguns analistas acreditam que a fabricante irá apostar ainda mais nos parceiros baseados em território indiano, tendo em vista as tensões entre americanos e chineses.
Mesmo assim, é digno de nota observar que até as plantas na Índia são mantidas pela majoritariamente pela Foxconn, a mesma gigante de eletrônicos que monta o iPhone em território chinês. Muda a localidade, mas os envolvidos são basicamente os mesmos.
iPhone — Foto: Reprodução/Apple
Fonte: G1
A Câmara Municipal de Vitória da Conquista realizou na tarde desta terça-feira (8), audiência pública para marcar duas datas: o Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, e o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, comemorado em 2 de abril. A atividade foi proposta pelo mandato da vereadora Márcia Viviane (PT).
A Síndrome de Down é uma alteração genética que afeta cerca de 1 a cada 700 nascimentos. Já o Transtorno do Espectro Autista, segundo o IBGE, pode afetar aproximadamente 2% da população brasileira. Esses números falam de milhares de famílias, de crianças, adolescentes, jovens e adultos que têm buscado dignidade, respeito e políticas públicas efetivas.
Segundo a parlamentar, Vitória da Conquista precisa avançar na oferta de atendimentos qualificados, no diagnóstico precoce, na inclusão escolar e na atenção à saúde dessas pessoas. “É urgente garantir acesso aos direitos previstos em lei, com estruturas adequadas e profissionais preparados”, afirmou Viviane, ressaltando a importância de uma luta coletiva.
“Sabemos que a jornada das famílias, especialmente das mães, é marcada por desafios diários: dificuldade de acesso a especialistas, ausência de atendimento contínuo, longas esperas por laudos e acompanhamentos, e a sobrecarga emocional e financeira. A rede municipal precisa reconhecer e responder a essas demandas com responsabilidade, sensibilidade e compromisso”, afirmou.
A vereadora Cris Rocha (MDB) destacou sua trajetória de mais de 20 anos em defesa das pessoas com deficiência e cobrou ações concretas para garantir acessibilidade, inclusão e atendimento digno. Com base em sua experiência pessoal e institucional, ela defendeu melhorias na saúde pública, mobilidade urbana e educação inclusiva, e apresentou três projetos de lei: o Selo de Acessibilidade, semáforos sonoros e a criação de um Centro de Referência para pessoas com TEA. “Acreditem, porque tem pessoas no legislativo que querem lutar por vocês”, afirmou, reforçando a importância da união na luta por direitos reais e efetivos.
“Que inclusão social é essa do nosso dia a dia?”: Maria do Carmo de Jesus Ferreira, presidente da APAE, destacou que muitas vezes se fala em inclusão social, mas na prática as ações não são efetivas. Ela ressaltou que ainda faltam medidas concretas na educação, na saúde e no mercado de trabalho para garantir uma inclusão verdadeira, pois, apesar das leis e discursos, não há inserção nas práticas do cotidiano. Como exemplo, citou a falta de profissionais qualificados para acompanhar alunos especiais. No mercado de trabalho, apontou que, embora a contratação de pessoas com deficiência seja garantida por lei, faltam políticas que assegurem a permanência desses profissionais, já que a locomoção é difícil e as condições de trabalho nem sempre são acessíveis. “Precisamos juntar forças e buscar efetivamente a inclusão, que é tanto falada, com respeito e paciência”, concluiu.
União por direitos das pessoas com deficiência: A presidente do Conquista Down, Geisa Barros, fez um apelo por mais representatividade e políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência, criticando a ausência de parlamentares à audiência: “Nós também votamos, também elegemos vocês”, disse, defendendo a criação de um Centro de Referência para atender todas as deficiências. “A cidade precisa de um centro para todos”, conclamou, denunciando problemas no transporte coletivo. “Se cada um lutar sozinho, não vamos conseguir nada.” Geisa encerrou sua fala celebrando uma conquista: “Conseguimos abrir as portas da Conquista Down, mesmo que em uma sede provisória”.
Empatia e políticas públicas para famílias atípicas: Sinthia Tenório, mãe e representante do Instituto Girassol, cobrou mais empatia, respeito e políticas públicas eficazes voltadas às pessoas com deficiência, especialmente crianças com autismo e síndrome de Down. “Os pais estão adoecidos porque seus filhos não têm acesso a terapias, fraldas, cuidadores e direitos básicos”, afirmou. Ela denunciou o abandono de muitas mães, a ausência de vereadores nas discussões e o alto custo de consultas médicas.
“Quando uma mãe adoece, internada por álcool ou drogas, não é só ela, são quatro pessoas em sofrimento, porque os filhos vão para o acolhimento”, alertou. Sinthia também ressaltou o papel das famílias como formadoras e multiplicadoras de conhecimento. “Nós estudamos, damos formação, porque quando nasce uma pessoa com deficiência, nasce também uma mãe, um pai que se capacita”. Por fim, reafirmou que a luta por inclusão precisa ser coletiva e contínua, dizendo: “Nada sobre nós, sem nós”.
Ativista denuncia agressão a autista e cobra apoio político: João Teixeira iniciou sua fala denunciando um caso recente de agressão, relatando que “uma criança autista levou uma rasteira de um professor de capoeira dentro da escola”. Atuante na defesa dos direitos das pessoas com TEA no Sudoeste baiano, João cobrou mais representatividade política: “Cadê os vereadores? Três apenas abraçam essa causa, pelo amor de Deus”. Diagnosticado com TDAH, ele compartilhou sua trajetória pessoal e reforçou: “Mexeu com autista, mexeu comigo”, afirmando que levará a pauta ao deputado estadual Fabrício Falcão.
Mães atípicas enfrentam sobrecarga e falta de apoio adequado: A professora e mãe atípica Daniela Magalhães se emocionou ao relatar a realidade de mulheres que criam filhos com deficiência. “Somos a mãe que ninguém quer ser, mas que exige de nós sermos as melhores”, afirmou. Ela destacou o impacto físico e emocional da jornada dupla enfrentada por essas mães, citando pesquisas que apontam redução de até 30% na expectativa de vida dessas mulheres. Daniela também criticou o mercado que lucra com o autismo, cobrando preços abusivos por produtos e serviços voltados a crianças atípicas. “Só queremos que nossos filhos vivam sua humanidade como qualquer outro”, disse.
“Inclusão é prática sempre”: Rosilene Oliveira, vice-presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência e mãe de uma criança autista nível dois, destacou que mais importante do que saber que a inclusão é necessária, é entender como colocá-la em prática. Segundo ela, a graduação não prepara o professor para lidar com o neuro divergente, o que prepara é o convívio com as diferenças. Rosilene ressaltou que é nas associações que se aprende mais sobre a inclusão, pois é nesses espaços que se encontra a prática real.
Ela defendeu que o município valorize e leve para dentro dos espaços de formação as pessoas que representam essa vivência na prática, para que possam compartilhar o conhecimento real da inclusão. “Muito mais que redução de custos, devemos enxergar essas pessoas como vidas que merecem inclusão de verdade”, afirmou. Por fim, colocou-se à disposição para contribuir nesse processo de ensino e informou que as reuniões do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência acontecem toda segunda e na última terça-feira do mês, às 8h30.

Por mais políticas públicas: Amanda Amaral Lopes, representando a Associação Conquista Down e também as pessoas com síndrome de Down, destacou em sua fala as inúmeras dificuldades enfrentadas no dia a dia, inclusive a aquisição do passe livre que, apesar de ser um direito, apresenta desafios para sua aquisição. Além disso, Amanda reforçou a necessidade de um olhar mais atento para a saúde, cobrando que as políticas públicas realmente se façam valer para quem precisa.
“Hoje não é dia de comemoração, é dia de luta: Dr. Náfille Brito, representante da Comissão da Pessoa com Deficiência da OAB e pessoa autista, destacou que o mundo ainda não é feito para pessoas autistas, e que essa luta é principalmente das mães, que enfrentam diariamente o descaso e a negligência. Náfille também criticou a superficialidade com que o autismo é tratado pela sociedade: “nossa comunidade é preconceituosa e só lembra do autista em abril. E, mesmo nas comemorações, não pensam nos autistas. Fazem caminhada que muitos de nós não podemos participar.” Para ele, quem não é atípico ou não convive diretamente com o autismo não tem propriedade para falar sobre o assunto, pois não conhece a dor real dessas pessoas.
Compromisso com a inclusão: Denis Márcio Jesus Oliveira, representando o secretário municipal de Desenvolvimento Social, destacou a importância de reafirmação do compromisso com as pessoas com deficiência. Ele lembrou que, ao longo da história, muitos anos foram marcados pela exclusão social, mas o Brasil vem evoluindo, especialmente com a criação de legislações como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Em Vitória da Conquista, segundo Denis, a gestão da prefeita Sheila Lemos (UB) tem demonstrado compromisso com a inclusão, garantindo acesso a políticas públicas. Ele finalizou reforçando que datas como essa devem servir de lembrança de que é preciso seguir avançando constantemente nas melhorias que assegurem uma sociedade mais justa, acessível e verdadeiramente inclusiva.
Discussão com Estado e União: Fernanda Maron, secretária municipal de Saúde, destacou que a pauta da inclusão não é apenas um desafio local, mas precisa ser discutida com o Estado e a União. Segundo ela, Conquista avançou significativamente nos atendimentos psicossociais, já contando com psiquiatra, já tendo havido a contratação recente de um neuropediatra. Fernanda reforçou que não é mais necessário chegar de madrugada às unidades de saúde, pois os horários de atendimento foram reorganizados. Ela ressaltou que a Secretaria está sempre de portas abertas para dialogar, especialmente com as mães, afirmando a importância da participação social para aprimorar os processos de inclusão. “Estamos aqui para ouvir e construir juntos,” finalizou.
Todos vestidos de azul, centenas de ex-funcionários do extinto Banco do Estado da Bahia (Baneb), privatizado em 1999, participaram da audiência pública proposta pelo deputado Marcelino Galo (PT), sobre a inclusão do segmento no Planserv, realizada no auditório Josaphat Marinho, na Assembleia Legislativa.
No evento, representantes dos ex-funcionários do Baneb expuseram a situação da categoria com as perdas na qualidade de vida e proteção à saúde, e reforçaram a necessidade da luta pela aprovação do PL 25395/2024, de autoria do deputado proponente, que altera a Lei 9528/2005, beneficiando o segmento com a possibilidade de utilizar o plano de saúde do Estado.
Conduzida por Galo, a mesa foi composta pelo presidente da Associação dos Funcionários Aposentados do Baneb, José Anastácio de Souza; o presidente do Sindicato dos Bancários, Elder Pérez; o presidente da Fundação do Baneb de Seguridade Social, Odeval Fonseca Araújo; a presidente da Federação dos Bancários Bahia-Sergipe, Andréia Sabino; a diretora do Sindicato dos Bancários, Maria das Graças Gomes, e os membros da comissão dos ex-funcionários do Baneb, Alcy Gervania de Oliveira de Menezes, Tania Maria Oliveira e Valdimiro Lustosa.
REPARAÇÃO HISTÓRICA
Para o presidente do Sindicato dos Bancários, Elder Perez, a aprovação do PL, que espera votação na CCJ, vai promover a reparação histórica necessária para os ex trabalhadores do Baneb, adquirido pelo Bradesco, “que não honrou os compromissos. A situação dos colegas ficou insustentável, no período da vida que eles mais precisam de um plano de saúde. Em 14 meses, foram quatro suicídios. Isso, na época, significava 20 vezes mais a média anual de suicídios, segundo o IBGE, em termos proporcionais”, colocou.
NEGOCIAÇÃO
Segundo o proponente da audiência e autor do PL 25395/2024, a luta mostra para a sociedade o que significa privatizar sem garantir os direitos dos trabalhadores. Marcelino Galo adiantou uma notícia alvissareira para os ex-banebianos: a autorização das secretarias de Relações Institucionais (Serin) e de Administração do Estado da Bahia, para a retomada das negociações com a coordenadora-geral do Planserv, Socorro Brito.
“Então ela já se comprometeu, ela vai receber uma comissão logo após os debates que nós vamos ter aqui. Eu considero que isso já é uma vitória da mobilização de vocês, porque logo nós vamos marcar o dia, e a comissão que vocês aqui designarem vai ser recebida pelo governo para reiniciar, retomar esse debate”, informou.
Foto: Ascomodep.MarcelinoGalo/AgênciaALBA
A Câmara Municipal de Vitória da Conquista realiza na tarde desta terça-feira (8) audiência pública para celebrar o Dia Internacional da Síndrome de Down e o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Iniciativa da vereadora Márcia Viviane (PT), essa audiência acontece no Plenário Carmen Lúcia, às 14h.
O Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, tem como objetivo promover conscientização e garantir que pessoas com a síndrome tenham acessos a todas as oportunidades. A síndrome de Down é uma alteração genética em que a pessoa tem três cromossomos no par 21, e não dois, como o usual.
Já o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado no dia 2 de abril, busca aumentar o conhecimento sobre o autismo, informar sobre as necessidades e direitos das pessoas com essa condição, além de destacar a importância de reconhecer e respeitar as habilidades e particularidades de cada indivíduo com autismo.
Dados recentes do IBGE estimam que cerca de 2% da população brasileira esteja dentro do espectro autista. No caso da Síndrome de Down, a incidência é de aproximadamente 1 a cada 700 nascimentos. A sessão busca promover um debate com representantes da sociedade civil e familiares, visando soluções para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas.
Nos dias 19 e 20 de abril, Vitória da Conquista será palco de mais uma edição da MiConquista, evento que promete agitar a cidade com grandes nomes da música baiana.
Bell Marques, Psirico, Timbalada, Tony Salles, Babado Novo e outras atrações estão confirmadas para a festa, que acontecerá mais uma vez no estacionamento do Boulevard Shopping.
O jornalista Maciel Jr. bate um papo com o produtor Pedro Massinha para saber todas as novidades desta edição, que promete ser uma das maiores da história do evento.
Fique ligado!
PRESIDENTE IVANA BASTOS: “INSTANTE DE TERNURA SILENCIADA PELA AUSÊNCIA”
Em uma sessão especial marcada pela emoção e pela saudade, do início ao fim, a Assembleia Legislativa da Bahia – ALBA homenageou, na tarde desta segunda-feira (7.04), a memória da jornalista Wanda Chase com a entrega post mortem, aos familiares dela, do Título de Cidadã Baiana. “Esse é um instante de memória, reverência e ternura silenciada pela ausência”, discursou a presidente da ALBA, deputada Ivana Bastos, ao saudar a família de Wanda, representada na mesa pela irmã, Thelma Chase, e a bancada do PT, proponente da sessão, representada pela deputada Fátima Nunes.

Wanda faleceu na madrugada de quinta-feira passada (3.04), em Salvador. Inicialmente, a sessão estava marcada para o dia 13 de março, mas as complicações de saúde da jornalista adiaram a homenagem. Segundo a presidente Ivana Bastos, “é com ainda mais emoção que realizamos esta homenagem neste 7 de abril, data em que se celebra o Dia do Jornalista”. Uma coincidência, de acordo com a deputada, carregada de simbolismo, “como se o tempo também quisesse prestar sua reverência à mulher que fez do jornalismo não apenas profissão, mas missão de vida”.