O prazo de pagamento da taxa de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 termina nesta quarta-feira (19). O valor de R$ 85 pode ser pago de diversas formas, a partir da Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança), gerada na própria Página do Participante do exame, por meio do login único no portal de serviços digitais do Governo Federal, o Gov.br. O participante que esquecer a senha cadastrada terá a opção de recuperá-la no mesmo site.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), organizador da prova, informa que o candidato pode pagar a taxa inscrição por Pix, com o QR Code que consta no boleto; por cartão de crédito, ou pagando o tradicional boleto com débito em conta corrente ou poupança. A inscrição somente será confirmada após o pagamento da taxa.
As inscrições terminaram na última sexta-feira (14), com exceção para os moradores do Rio Grande do Sul. O estado teve a situação de calamidade pública reconhecida pelo governo federal devido às chuvas volumosas que provocaram 176 mortes e estragos no estado.
Considerando os inscritos até 14 de junho, o Inep registrou mais de 5,05 milhões de solicitações de inscrições para edição de 2024 do exame.
Deste total, 2.323.942 candidatos devem pagar a taxa até esta quarta-feira (19). O restante dos inscritos, cerca de 2,73 milhões, são candidatos que farão a prova de graça porque a solicitação de isenção da taxa de R$ 85 foi aceita pelo Inep. Os isentos se enquadram nas condições exigidas, descritas no edital deste ano, como ser estudante do 3º ano do ensino médio de escola pública; ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada.
Em 2024, as provas objetivas e a redação serão aplicadas em todos os estados e no Distrito Federal nos dois primeiros domingos de novembro, dias 3 e 10.
No primeiro dia do exame, serão aplicadas as provas de linguagens, ciências humanas e suas tecnologias, além da redação. E o participante responderá a questões da prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol) escolhida na inscrição. A aplicação terá 5 horas e 30 minutos de duração.
No segundo e último dia do Enem, serão aplicadas as provas de ciências da natureza e suas tecnologias e matemática. A aplicação terá 5 horas de duração.
Criado em 1998, o Enem avalia o nível de conhecimento dos estudantes no fim do terceiro ano do ensino médio, que corresponde ao fim da educação básica no Brasil.
O Enem é considerado a principal forma de conseguir uma vaga em uma instituição de ensino superior, como universidades (públicas e privadas), faculdades e institutos federais, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), de bolsa de estudo pelo Programa Universidade para Todos (Prouni); ou de financiamento da graduação pelo Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies)
Para mais informações, o edital do Enem 2024 pode ser acessado aqui.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), encaminhou à Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) um projeto de lei que autoriza a concessão de transferência que cobre despesas de custeio de entidades beneficiadas, a chamada subvenção econômica, a empresas de transporte aéreo.
Segundo a proposta, a estimativa do impacto no orçamento anual será de até R$ 20 milhões e vai atender, a partir de 18 de junho deste ano, as instituições que iniciem operações de novas linhas aéreas internacionais e que tenham como origem, conexão ou destino os aeroportos baianos.
O objetivo da medida é o incremento do fluxo turístico, aumento de novas oportunidades de investimentos e o fortalecimento do turismo e o desenvolvimento econômico da Bahia.
Chico Buarque de Hollanda comemora 80 anos hoje, dia 19 de junho de 2024. Considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira, sobre ele se colam há décadas alguns adjetivos. Por exemplo, “gênio”. Outro bastante insistente em biografias, matérias, artigos e resenhas é “tímido”. Ah, a timidez de Chico Buarque, quase tão decantada quanto sua inspiração. Mas, ela seria mesmo verdadeira? Um super tímido filho de escritor teria se tornado ídolo-cantor de rádio, palco e televisão?
O próprio Chico responde. “Nunca fui tímido. Quando eu era garoto, meus pais me chamavam de showboy”, diz ele, direto, no filme “Chico: Artista Brasileiro” (2013), de Miguel Faria Jr. Aliás, mesmo que tornar-se cantor fosse inevitável a um tímido que possuísse o talento musical de um Chico Buarque, esse mesmo tímido teria também sido forçado a gravar uma série de filmes documentários onde atua descaradamente junto às câmeras, fingindo que caminha distraído por ruas de Lisboa, de Roma, de Paris, de Budapeste, do Rio?
Pois é o que se vê naquela série monumental de documentários temáticos sobre a obra de Chico Buarque, transmitidos pela Band nos anos 2000 e transformados em uma caixa de DVD’s, cujos títulos trazem os temas, explorados nas canções, a partir de títulos de canções consagradas do compositor: “O Futebol”, “Uma Palavra”, “Cinema”, “Bastidores”, “Romance” etc.
Mas, de onde então teria surgido essa fama de tímido? A resposta pode ser dada em uma palavra: trauma. Mas, na verdade, pede duas: estilo e trauma.
Desde o início, a concisão, a discrição de Chico no palco chamava atenção e se confundia com timidez. Ainda mais que parte de seus companheiros de geração partiram para o espalhafatoso Tropicalismo, cutucando as plateias com roupas coloridas, gritos, rebolados. Perto deles e da estridente Jovem Guarda, o filho de Sérgio Buarque e Memélia, de fato, parecia obrigado a estar nos tablados cantando quase com as mãos nos bolsos.
Porém, o fato é que a performance de Chico é congenial à sua própria música, adequada ao seu estilo fiel à bossa nova, sem os artifícios teatralescos que ficavam tão bem numa Elis Regina, por exemplo. E a reputação da timidez cresceu tanto que, mesmo quando o cantor se solta mais (e acontece), público e crítica parecem decididos a não enxergar.
Agora o trauma. No citado filme, o artista fala de sua experiência no exílio em Roma, no fim dos anos 1960. Ele escolheu a Itália porque lá “A Banda” tinha se tornado um grande sucesso. Acontece que, depois de passada a onda, foi ficando cada vez mais difícil para o brasileiro fazer shows e ele se sentia subindo aos palcos contra a vontade do público, que praticamente não reagia ao seu repertório.
“Eu fiz os shows mais terríveis da minha vida. O meu problema com palco, que as pessoas pensam que é uma coisa congênita, ‘talvez seja um tímido’… eu nunca fui tímido. Quando eu era garoto, meus pais me chamavam de showboy”, diz, com a frase já mencionada. E completa: “Mas aí eu comecei a criar um trauma de público. A sensação de entrar num teatro e saber que ninguém quer te ouvir era terrível”.
O fato é que, já de volta ao Brasil, e incluindo outras motivações, também políticas, Chico Buarque ficou longos 13 anos sem fazer shows profissionais. E as especulações sobre a sua suposta e gigantesca timidez, que o fazia correr das plateias como o diabo da cruz, foram se agravando. O mito pegou.
“O mito é o nada que é tudo”, escreveu Fernando Pessoa. Ao receber o Prêmio Camões, no ano passado, em Lisboa, quatro anos após anunciado, um nada tímido Chico Buarque provocou o então já ex-presidente Jair Bolsonaro, que se recusara a assinar, no exercício do cargo máximo do executivo brasileiro, a honraria.
“Lá se vão quatro anos que meu prêmio foi anunciado e eu já me perguntava se me haviam esquecido”, brincou. E concluiu: “Reconforta-me lembrar que o ex-presidente teve a rara fineza de não sujar o diploma do meu Prêmio Camões”. Tímido? Qual o quê! Falso tímido, no máximo.
Nova pesquisa do Datafolha mostra que a aprovação ao trabalho do presidente Lula (PT) se manteve estável ante a rodada anterior, realizada em março, oscilando de 35% para 36%. Já a reprovação foi de 33% para 31%, enquanto o regular passou de 30% para 31%.
Apesar da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos, que indica a estabilidade no quadro geral, o empate técnico entre quem considera Lula ótimo/bom e ruim/péssimo do levantamento passado deu lugar a uma leve melhora em favor do presidente.
A curva negativa para Lula, que vinha se desenhando desde o fim do ano, foi invertida nesta pesquisa, que marca um ano e seis meses do terceiro mandato do petista à frente do Palácio do Planalto. O instituto ouviu 2.008 eleitores em 113 municípios brasileiros de 4 a 13 de junho.
A grande turbulência na área econômica do governo, com declarações belicosas de Lula contra o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e a percepção do mercado de que o governo não tem responsabilidade fiscal que fez o dólar subir cerca de 10%, ainda não se refletem no ânimo da população.
Os índices acerca da economia permanecem estáveis. Têm expectativa positiva sobre o tema 40%, ante 28% que preveem uma piora e 27% que acham que tudo ficará igual. Em março, eram respectivamente 39%, 27% e 32%.
São mais otimistas os mais jovens (47%), os menos escolarizados (50%) e os moradores do Nordeste (53%), sendo esses dois últimos grupos usualmente associados ao apoio a Lula —48% dos nordestinos e 53% de quem estudou até o fundamental consideram o presidente ótimo e bom.
No caso dos jovens de 16 a 24 anos, o estrato do levantamento se destaca por considerar Lula mais regular que outros grupos —48% dizem isso, ante um empate de aprovação (25%) e rejeição (24%).
Algo semelhante se vê na avaliação da economia: 27% acham que o cenário do país melhorou, enquanto 29% veem isso em sua vida pessoal. Já acham pior no geral 42%, ante 24% que apontam tal visão negativa em suas finanças domésticas.
Consideram que tudo está igual no país 29%, enquanto 47% acham isso no seu cenário particular. A grande crise das enchentes no Rio Grande Sul, fato principal do país no período entre as pesquisas, não parece ter influenciado opiniões na região geograficamente mais próxima dos fatos, a Sul.
Na região Sul, está na média a percepção pessoal e geral sobre a economia. Os moradores da região se incluem entre os mais pessimistas em termos de expectativas, 36% dos ouvidos, nível semelhante ao registrado entre quem ganha de 5 a 10 mínimos (37%) e entre evangélicos (38%). Nesse caso, contudo, os resultados são estáveis e refletem a posição mais antipetista desses grupos.
Disseram ao Datafolha que sua vida melhorou após a volta de Lula ao poder 26%, ante 21% que viram piora e 52% que acham que está tudo na mesma. Todos os índices são compatíveis com a pesquisa de março.
Escrutinando estratos diferentes, a percepção de melhora fica clara entre os mais pobres. Ela é de 32% entre os que ganham até 2 salários mínimos, maior amostra populacional da pesquisa, com 49% dos entrevistados. No grupo, 18% apontam piora.
A curva se inverte em todas as faixas de renda posteriores, chegando a 31% de quem vê piora a 19%, melhora, entre aqueles 4% que ganham mais de 10 salários mínimos. É preciso ponderar, contudo, que nessa faixa a margem de erro é maior, de até dez pontos percentuais devido à menor base de entrevistas (ante três pontos nos mais pobres).
O descolamento entre as dificuldades econômicas do governo e o que o eleitor percebe decorre do fato de que, por ora, os indicadores que chegam “na ponta”, como inflação e nível de emprego, não foram afetados pela crise. Eles são de maturação mais longa, e sempre associados a sucesso ou fracasso de governos.
Isso também se correlaciona na mão inversa com uma boa notícia que o governo colheu, o aumento do PIB em 0,8% no primeiro trimestre, após seis meses de estagnação. Por ora, ela foi bancada pela expansão no emprego e na renda dos trabalhadores, embora haja dúvidas acerca de sua sustentabilidade.
O mesmo pode ser dito das derrotas que o governo sofre em sequência no Congresso, que agora desaguaram na polêmica em torno do PL Antiaborto por Estupro. Por ora, nada indica influência disso na aprovação da gestão petista.
Os grupos que gostam ou não gostam de Lula seguem o mesmo perfil que acompanha o presidente desde a campanha eleitoral.
Consideram Lula ótimo ou bom de forma acima da média os mais pobres (42%), quem tem de 45 a 59 anos (44%), os mais velhos (47%), nordestinos (48%) e menos instruídos (53%). Já o veem mais como ruim ou péssimo os homens (35%), quem tem de 25 a 34 anos (38%), com ensino superior (38%), evangélicos (44%) e mais ricos (45% nas faixas acima de 5 mínimos).
Comparado com seu próprio desempenho nos mandatos anteriores, Lula tem uma aprovação semelhante à que registrava a essa altura do governo em 2004, 35%. Sua reprovação era bem menor, contudo, em 17%, e 45% o viam regular.
Já no segundo mandato, em maio de 2009, tinha grande aprovação: 69% o viam como ótimo ou bom, 6% como ruim ou péssimo e 24% como regular.
Em relação a seu principal antípoda político, o antecessor Jair Bolsonaro (PL), Lula registra um nível similar de ótimo/bom: o rival recebia essa nota de 32% em junho de 2020, embora fosse bem mais reprovado (44% de ruim/péssimo). Achavam o ex-presidente regular 23%.
Igor Gielow, Folhapress
A Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) foi condenada, nesta segunda-feira (17), pela 1ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-BA), em Vitória da Conquista, por prática de assédio moral institucionalizado, que ocorreu na Assessoria de Comunicação e na TV e Rádio UESB, que fazem parte do Sistema UESB de Rádio e Televisão Educativas (SURTE).
A decisão, proferida pelo juiz Marcos Neves Fava nesta segunda-feira, resultou de uma ação civil pública interposta pelo Ministério Público do Trabalho. O Sindicato dos Jornalistas (Sinjorba) atuou como assistente no processo, pedindo a condenação da UESB por dano moral coletivo devido aos delitos trabalhistas.
A denúncia foi apresentada pelo Sinjorba após jornalistas que trabalhavam no SURTE relatarem que vinham sofrendo assédio moral por parte do diretor, o professor Rubens Sampaio.
O TRT-BA determinou que a UESB pague uma indenização de 30 mil reais por dano moral coletivo e adote medidas eficazes para higienização do ambiente de trabalho no setor, sob pena de multa diária de R$1.000,00. Além disso, a sentença manteve afastado do cargo de chefia o principal acusado de assédio moral, o professor Rubens Sampaio.
“Julgo procedente a pretensão inicial de MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO (5ª REGIÃO) contra AUTARQUIA UNIVERSIDADE DO SUDOESTE, para convalidar a tutela de urgência, para que o retorno do servidor aos postos de chefia dê-se apenas no cumprimento das obrigações de fazer aludidas na motivação, sob pena de multa, além de condenar a reclamada a pagar indenização por danos morais coletivos”, diz um trecho da sentença.
A sentença também destacou a conduta da atual reitoria da UESB de não investigar adequadamente as denúncias. Segundo o Sinjorba, desde o início a Uesb não investigou nem puniu as práticas de assédio moral que foram denunciadas.
O Sinjorba disse à Mega Rádio que recebeu a decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) como uma medida que traz justiça às vítimas de assédio na UESB. Segundo o presidente do Sinjorba, Moacy Neves, em entrevista para a Mega Rádio, a sentença do TRT reconhece as denúncias feitas por nove jornalistas, confirmando os casos de assédio moral relatados ou testemunhados por eles.
“A sentença do TRT traz justiça às vítimas de assédio, um total de nove jornalistas que denunciaram os casos ou testemunharam comprovando as denúncias. A decisão coloca em xeque a postura omissa e leniente da direção da UESB, que arquivou as denúncias sem punir nenhum dos apontados como assediadores pela Comissão de Sindicância que apurou o caso internamente. Por outro lado, oferece a chance de universidade agir concretamente para ter um protocolo claro e sério de combate ao assédio moral e sexual em seus ambientes”, disse o presidente (leia abaixo a entrevista com o presidente do Sinjorba).
A equipe da Mega entrou em contato com a UESB, no entanto, até o momento da publicação desta matéria, não obtivemos respostas.
Entrevista de Moacy Neves, presidente do Sinjorba, à Mega Rádio.
Mega: O Sinjorba identificou resistência ou falta de comprometimento por parte dos altos escalões da UESB em enfrentar as questões de assédio moral? Existe evidência de que gestores na universidade foram coniventes ou ignoraram esses problemas?
Moacy: Claro, desde o início, em 3 de março de 2023, quando a universidade enviou uma carta ao Sinjorba onde dava sinais de que pretendia culpabilizar as vítimas e poupar o principal acusado. Mas há um histórico na UESB de leniência com o assédio. O tema já foi objeto de notas de repúdio por parte das entidades de professores, servidores administrativos e estudantes da universidade, cobrando providências em relação a outras denúncias anteriores. Já foi tema de um TCC de uma aluna de jornalismo da instituição. E nunca foi tratado com o sentimento de gravidade e com a seriedade que merecia. Não foi diferente agora. Ao final, a instituição arquivou o caso.
Mega: Você considera que as medidas disciplinares aplicadas pela UESB contra os responsáveis pelo assédio foram adequadas e proporcionais à gravidade das acusações?
Moacy: Não houve qualquer medida. Ninguém foi punido. O principal acusado só foi afastado dos três cargos que ocupava por decisão do TRT. A Comissão de Sindicância indicou quatro servidores a Processo Administrativo Disciplinar e o reitor só abriu PAD para um deles, mesmo assim, meses depois da conclusão dos trabalhos sindicantes e após pressão externa. Uma das pessoas indicadas a processo administrativo continua chefiando os setores de comunicação da universidade. O assédio continua sendo protegido na UESB, onde quem assedia é premiado.
Mega: Há relatos de que funcionários que denunciaram casos de assédio na UESB enfrentaram retaliação ou intimidação posteriormente?
Moacy: Ambientes onde assediadores prosperam são locais onde se institucionalizou a ideia de que não adianta denunciar. As vítimas já se sentem intimidadas pelo histórico. Mas, neste caso, foi-se além. A defesa dos acusados e o relatório do PAD que foi montado sob medida para arquivar o caso tentou revitimizar aqueles que já haviam sofrido com o assédio. A comissão do Processo Administrativo acatou o que o acusado queria para tentar passar a ideia de que aqueles que o denunciaram eram servidores problemáticos e que cometiam ilegalidades. Foi um circo dos piores horrores. Felizmente o TRT não embarcou nessa farsa.
Mega: Existem evidências de outros casos de assédio que estão sendo investigados, mas que não chegaram ao conhecimento público?
Moacy: Existe uma queixa, de um nono jornalistas, na Ouvidoria da UESB, feita em 6 de junho de 2023, que sequer foi aberta a Sindicância. A Reitoria prevaricou nesse caso e o Ministério Público Estadual já está sendo acionado para averiguar esse crime administrativo. Sobre o passado, qualquer pessoa que está na UESB há mais tempo sabe que há casos nos quais as vítimas foram pressionadas até a retirar queixas.
Mega: À luz deste caso, quais são as expectativas do Sinjorba em relação às futuras políticas e práticas da UESB para assegurar um ambiente de trabalho livre de assédio moral?
Moacy: Por iniciativa da Reitoria da UESB nada vai acontecer. Esse caso é exemplar. O principal acusado foi protegido pelo reitor. Porém, o TRT determinou medidas e a direção da universidade será obrigada a implementá-las. Nós vamos acompanhar e caso não haja qualquer providência, notificaremos o juízo para executar as punições previstas na sentença. Ao fazer a denúncia o Sinjorba ofereceu à UESB a possibilidade de recuperar o tempo perdido na atenção a este problema. Lamentavelmente a Reitoria não aproveitou a chance e agora está desmoralizada na sociedade e deslegitimada perante a comunidade acadêmica.
O governo baiano realiza a 2ª convocação do Edital 001/2024 do Programa Partiu Estagio, nesta terça-feira (18/06). Ao todo, são chamados 1.947 universitários de 102 cursos diferentes, com destaque para as áreas de administração (350); direito (277) e pedagogia (191). A relação dos selecionados está disponível no site da Secretaria da Administração (www.ba.gov.br/administracao).
Essa oportunidade contempla 96 municípios no Estado. Na capital baiana, as vagas são para 1038 estudantes; para a Região Metropolitana de Salvador e o interior, 909 oportunidades de estágio. Depois de Salvador, os municípios com mais convocações são Feira de Santana (142) e Vitória da Conquista (88).
No total, 59 órgãos serão contemplados com as contratações, em evidência a SEC (760) contratações; Sesab (159) e Polícia Civil (87). Os futuros estagiários devem entrar em contato com a unidade de Recursos Humanos do órgão onde irão atuar, através do e-mail ou telefone, a partir de 26 de junho até 12 de julho, para obter informações acerca da forma de entrega da documentação abaixo listada:
– Comprovante de residência;
– Original e cópia da Carteira de Identidade;
– Original e cópia do Cadastro de Pessoa Física – CPF;
– Original e cópia de Carteira de Identidade do representante legal, ou do Termo de Guarda expedida por autoridade judicial, se for o caso;
– Declaração da Instituição de Ensino informando o semestre letivo, o turno de estudo, o curso de formação e sua natureza (presencial ou EAD);
– Comprovante de matrícula e frequência na Instituição de Ensino para cursos presenciais;
– Comprovante de matrícula para cursos em EAD;
– Declaração própria de que não exerce atividade remunerada em órgão público;
– Declaração fornecida pela Instituição de Ensino informando o percentual cursado pelo aluno;
– Original e cópia do Título de Eleitor, se for o caso;
– Original e cópia do Certificado de Reservista, se for o caso;
– Comprovação de inscrição no CADÚNICO, se for o caso;
– Histórico escolar do Ensino Médio;
– Declaração da escola em que cursou o ensino médio, como bolsista integral, se for o caso.
Qualquer dúvida ou solicitação de informação quanto à apresentação e a entrega da documentação deverá ser encaminhada ao e-mail do órgão de estágio. Vale ressaltar que os convocados também foram notificados por ligação telefônica e via SMS, com as informações básicas para sua apresentação.
Atenção aos prazos!
Aqueles que não se apresentarem dentro do período indicado poderão perder direito à vaga. Também é possível manter contato com a coordenação do programa pelo e-mail partiuestagio@saeb.ba.gov.br e pelo telefone (71) 3115-1714.
Partiu Estágio
Com o Partiu Estágio, os universitários terão direito a bolsa-estágio, auxílio transporte e 30 dias de recesso remunerado. A duração do estágio é de um ano, sem possibilidade de prorrogação, exceto para pessoas com deficiência, que poderão estagiar até o término do curso.
O programa é uma iniciativa do governo estadual, com o intuito de garantir oportunidades de estágio a estudantes universitários de instituições com sede na Bahia. Lançado em 2017, o Partiu Estágio já contratou mais de 16 mil universitários para atuação em órgãos e entidades da administração estadual.
Por volta das 21h30, desta segunda-feira (17/06), durante o patrulhamento tático nas imediações do Conveima 1, a guarnição foi informada por transeuntes sobre a presença de um indivíduo armado que teria tentado assaltar um casal naquela região. A guarnição prontamente se deslocou em busca do suspeito, visualizando dois indivíduos em atitude suspeita. O primeiro foi abordado logo após entregar um pacote ao segundo suspeito, que na busca pessoal, foi encontrado um simulacro de arma de fogo na cintura e 15 trouxinhas de substância análoga à maconha em sua bolsa, bem como diversas embalagens plásticas para acondicionamento da substância, com o segundo abordado foi encontrado 01 trouxinha de substância análoga à maconha, alegando ser usuário e que havia acabado de adquirir a droga nas mãos do primeiro. Diante do flagrante, ambos foram conduzidos ao DISEP para adoção das medidas cabíveis.
*MATERIAL APRESENTADO:*
▪️ 01 simulacro de arma de fogo
▪️ 16 trouxinhas de substância análoga à maconha.
▪️ 01 aparelho celular.
▪️ R$ 30,00 em espécie.
▪️ Diversas embalagens plásticas.
Fonte: ASCOM CPRSO/ CIPT SUDOESTE
*PMBA, uma Força a serviço do cidadão!*
O projeto de lei que padroniza as regras para concessão do passe livre estudantil no Brasil será votado, nesta terça-feira (18), pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Caso ele seja aprovado e não haja recurso para votação no plenário, o texto seguirá para análise da Câmara.
A gratuidade no transporte urbano e semiurbano será assegurada, por meio do projeto, aos estudantes matriculados em instituição regular de ensino. Há frequência comprovada, com o subsídio integral da tarifa. Nesse sentido, a regra vale para o trajeto casa-instituição de ensino.
Todavia, o relator da proposta, senador Sérgio Petecão (PSD-AC), incluiu uma emenda que passa liberdade aos estados, assim como ao Distrito Federal e aos municípios a levarem em consideração a renda familiar na concessão do benefício.
Sendo assim, os custos com passe livre deverão ser arcados pelo poder público onde está localizada a instituição em que o aluno for matriculado. Por fim, o benefício deverá ser regulamentado pelo órgão gestor do Poder Executivo estadual, municipal e distrital.
O deputado federal Waldenor Pereira (PT) marcou presença na Praça 9 de novembro, nessa segunda-feira (17), em Vitória da Conquista. O pré-candidato a prefeito estava ao lado da advogada e professora Luciana Silva (PSD), pré-candidata a vice-prefeita na chapa que representa a Frente Partidária União e Reconstrução por Conquista e testou a sua popularidade.

Em entrevista ao Blog do Sena, o pré-candidato a prefeito revelou que já está celebrando as festas juninas na cidade e na zona rural. “Estamos visitando as comunidades, já participamos de várias festas, várias quermesses. A receptividade tem sido a melhor possível. Nós estamos muito alegres, satisfeitos, comemorando o São João, que é uma festa extremamente popular. Não só, aliás, o São João, o São Pedro, o Santo Antônio. Nós estaremos presentes em todos”, disse Pereira.

Waldenor e Luciana já estão “correndo trecho” na cidade, visitando os moradores e ouvindo as demandas da população com o objetivo de construir um governo participativo. Segundo Waldenor, Luciana está sendo muito bem recebida pelas pessoas. A advogada, professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e ex-presidente da Ordem dos Advogados-Subseção Vitória da Conquista, foi anunciada como pré-candidata a vice-prefeita no dia 7 de junho.
“Estamos muito felizes, alegres. Agora, ao lado da companheira e da professora Luciana, que é uma pessoa muito acolhedora, muito simpática, o reconhecimento da população é muito grande. Estou muito satisfeito”, contou Pereira.

Waldenor e Luciana visitaram as barraquinhas de comidas de típicas da Praça 9 de Novembro, por exemplo, a barraca da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Vitória da Conquista). Eles apreciaram o melhor da comida típica nordestina como amendoim, canjica, pamonha e quentão.
Mesmo sem show ao vivo, já que as apresentações retornam na próxima quarta-feira (26), eles se confraternizaram com o as pessoas que estavam presentes e aproveitaram a alegria e a magia do São João. Eles estavam acompanhados de correligionários, vereadores, pré-candidatos à Câmara Municipal e apoiadores. Matéria: Blog do Sena.