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O Ministério da Gestão se reúne nesta quarta-feira (15), em Brasília, com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) para tratar das reivindicações da categoria,que está em greve nacional desde o dia 15 de abril.

Os professores aguardam contraproposta à reivindicação de reajuste salarial de 22,71%, com pagamento desejado para o segundo semestre deste ano, além de uma recomposição do governo para o orçamento das universidades federais e a revogação de normas que afetam a carreira docente, baixadas no governo anterior.

O MGI afirmou que as propostas para a reestruturação de carreiras na área de educação “é um compromisso prioritário”. Na próxima terça-feira(21), o ministério terá outra reunião, dessa vez, com os representantes dos técnicos administrativos das universidades federais.

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Jéssica Sousa Fernandes está desaparecida desde o último dia 09 de maio. De acordo com informações da família, ela saiu na manhã da última quinta-feira (09), e não retornou. Ela saiu da casa no bairro Guarani dizendo que iria até o banco Itaú sacar uma quantia em dinheiro e não retornou.

Jessica estava trajando legging preta e blusa curta azul escuro com havaianas.
Quem souber de alguma informação pode entrar em contato pelo: (77)998265467 ou (77)991999791

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O mês que convida o frio para se achegar ainda mais ao conquistense vai ser aberto com um desafio pra lá de praieiro. É que 01 de junho de 2024 foi a data escolhida para a realização do Desafio Mulheres na Areia de Futvolei. O torneio teve início no ano passado, de forma mais discreta, como uma forma de comemorar o aniversário da fundadora do grupo, a Educadora Física e amante do esporte, Luana Rainne. Osucesso foi tanto que em 2024, cresceu e ganhou status de campeonato e atualmente a organização é composta por ela e mais duas integrantes do grupo Tatyana e Emiliana. Assim, Vitória da Conquista já respira ares praianos, ainda que esteja há cerca de 270 km do litoral sul do estado.

12 duplas já estão inscritas. A competição vai ocorrer a partir das 13h, no CT Praia, que fica na Avenida Olívia Flores. A fase classificatória irá levar as 6 melhores duplas para a fase eliminatória. No final, 5 duplas irão para o pódio, onde receberão medalha, troféu e premiação em dinheiro, além de outros brindes patrocinados.

“É um grande feito e o nosso objetivo é ajudar mulheres a manterem a saúde física e mental, trazendo o público feminino para o esporte para que se superm, indo além das imposições da sociedade. Teremos mulheres dos 20aos 52 anos, mostrando a diversidade que esse esporte pode agregar”, destacou Luana.

3º Desafio Mulheres na Areia – 2023

Para a organizadora, o evento é só um pontapé inicial para que o futvolei ganhe mais quadras de areia pela cidade e para que as mulheres se desafiem mais no esporte. Queremos valorizar não só o futvolei, que está em plena ascensão, mas também o público feminino do estado e futuramente queremos trazer as séries A e B, que representam a Bahia”, finalizou a organizadora.

Assessoria de Comunicação Mulheres na Areia FTV.

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Moradores enviaram para nossa equipe de reportagem imagens que mostram a situação da Escola Municipal  Abelhas, próximo ao distrito de Inhobim, na região de Vitória da Conquista. De acordo com relatos, o local está cheio de mato e lixo e até o momento, o Executivo Municipal não tomou nenhuma providência.
Veja: 

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As famílias dos estudantes da rede estadual de ensino que estão em condições de vulnerabilidade socioeconômica e são cadastradas no CadÚnico já podem utilizar o novo crédito do Bolsa Presença, que foi disponibilizado pelo Governo do Estado nesta quarta-feira (15). A parcela representa o investimento de mais de R$ 55 milhões do total de R$ 635,9 milhões de recursos próprios destinados para o programa, neste ano.

Neste mês, o Bolsa Presença atende 395.929 estudantes, distribuídos entre 352.147 famílias, que recebem R$ 150 por parcela, acrescida de R$ 50 a partir do segundo estudante matriculado e com frequência regular. O valor pode ser utilizado na compra de alimentos e materiais de limpeza em pequenos estabelecimentos comerciais e supermercados ou em outras necessidades, a exemplo da aquisição de medicamentos.

O superintendente de Gestão da Informação da Secretaria da Educação do Estado, Rainer Guimarães, ressaltou a importância do benefício para reforçar a segurança alimentar dos estudantes e suas famílias. “Estamos certos de que o Bolsa Presença se soma ao conjunto de políticas públicas implementadas pelo Governo do Estado para superar, definitivamente, o quadro de desigualdade social, com mais renda e comida na mesa dos baianos e das baianas”.

Com a iniciativa, o objetivo do Estado é assegurar que os estudantes atendidos permaneçam na escola, já que a concessão do benefício está vinculada à assiduidade nas aulas ministradas pela unidade escolar; ao cumprimento das atividades letivas; à participação da família na vida escolar do estudante; e à manutenção dos dados cadastrais atualizados na unidade escolar e de sua família no CadÚnico. Os familiares devem ficar atentos quanto à atualização cadastral para não se surpreenderem com a suspensão do programa. Caso os dados estejam desatualizados há mais de dois anos, serão retirados da base do CadÚnico e, automaticamente, desabilitados do Bolsa Presença.

Quem tem dúvidas sobre o programa deve telefonar para o 0800 071 6511, que funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 16h. As famílias também podem ser obtidas nas escolas onde estudantes estão matriculados. Já os canais de comunicação para mais orientações sobre o uso do cartão são o WhatsApp (‪27 2233 2000) ou o app Le Card, disponível para iOS e Android

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Um representante do governo federal será indicado pelo presidente Lula (PT) para atuar permanentemente no Rio Grande do Sul até o fim da calamidade pública na qual o estado se encontra atualmente, assolado por enchentes desde o dia 29 de abril. O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, fez o anúncio durante entrevista ao canal de notícias GloboNews.

O presidente deve visitar o estado nesta quarta-feira (15) para anunciar as medidas de socorro à população gaúcha e discutir os detalhes da ação. A expectativa é o anúncio de um auxílio financeiro temporário para os que foram afetados pela tragédia na região. O valor ainda não foi informado.

A última atualização da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, desta terça-feira (14), confirmou um total de 148 mortes em decorrência das chuvas e enchentes. O estado tem, ainda, 124 pessoas desaparecidas, segundo boletim divulgado às 12h.

Ao todo, 538.545 pessoas estão desalojadas, e os efeitos dos temporais já são sentidos por dois em cada dez moradores do estado. O boletim mais recente aponta que 2.124.203 de pessoas são afetadas pelas chuvas, do total de 10,88 milhões de habitantes do estado, conforme apurado no Censo Demográfico 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), correspondendo a 19,47% da população.

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A executiva da União Brasil rejeitou nesta terça-feira (14) a expulsão do deputado federal Luciano Bivar (PE). O partido decidiu, porém, destituí-lo definitivamente da presidência, da qual estava afastado desde março.

Bivar foi o primeiro presidente do partido, que surgiu da fusão entre o Democratas e o PSL, em 2021, mas não conseguiu se reeleger para a presidência da sigla.

A possibilidade de expulsão surgiu após tensão entre Bivar e o atual presidente da legenda, Antonio Rueda.

A executiva abriu processo em março, em meio a uma troca de acusações entre Bivar e a ala majoritária do partido. À época, incêndios atingiram duas casas ligadas a Rueda no litoral de Pernambuco, em ação considerada criminosa pelo governo local. Rueda acusa Bivar de ser o mandante, o que ele nega.

A decisão da executiva nacional foi tomada na noite desta terça. Relatora do caso, a senadora Dorinha Seabra (TO) votou contra a expulsão e defendeu o afastamento definitivo do cargo de presidente.

Para ela, não existem provas que incriminem Bivar pelos incêndios nem pelas ameaças. “A qualquer momento, o partido pode voltar a deliberar sobre uma possível expulsão de Bivar, caso seja comprovado”, afirmou.

Foram 16 votantes no total, todos da executiva do partido. A votação foi secreta e 3/5 votaram com a relatora.

Rose Modesto, pré-candidata pela União Brasil à Prefeitura de Campo Grande é a relatora na comissão de ética do partido, mas não compareceu na decisão.

Bivar também não compareceu para acompanhar a votação. A reportagem não conseguiu localizá-lo para comentar a decisão do partido.

Os desentendimentos começaram em fevereiro, quando Rueda, então vice-presidente, foi eleito para comandar a União Brasil a partir de junho. A eleição foi contestada por Bivar, que comandava a legenda à época.

Rueda acusou Bivar de ter feito ameaças diante de desavenças no processo de mudança no comando.

Em março, duas casas da família de Rueda em Toquinhos foram atingidas por incêndios. O Governo de Pernambuco afirmou ter visto sinais de que se tratou de uma ação criminosa, e aliados de Rueda apontaram o dedo para Bivar.

No dia 20 daquele mês, Bivar foi afastado de forma cautelar, enquanto o processo corria no partido, e Rueda assumiu a União Brasil. O mandato de Bivar iria até maio, mas sua saída foi antecipada devido às acusações.

O novo presidente do partido solicitou que a Policia Civil de Pernambuco fosse criteriosa com a investigação, protocolou denúncia contra Bivar na Delegacia Especial de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil do Distrito Federal para investigar as ameaças e procurou o Supremo.

O STF aceitou a denúncia e autorizou a abertura de inquérito para investigar as acusações contra Bivar. O inquérito, que inicialmente era responsabilidade da Polícia Civil de Pernambuco está, agora, com a Polícia Federal.

No dia 7 deste mês, a PF deflagrou a Operação Stasis, que investiga ameaças sofridas por Rueda. Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão no interior de Pernambuco.

As ordens foram expedidas pelo STF. Segundo a Folha apurou, dois dos alvos seriam policiais civis aposentados do estado.

A PF quer descobrir se eles tiveram alguma relação com os incêndios criminosos que atingiram casas ligadas a Rueda em Toquinhos. Investiga também se eles são ligados a Bivar.

 

Uol/Folhapress

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O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, disse que vai acatar a decisão dos clubes e paralisar o Campeonato Brasileiro. O pedido pela interrupção é por conta das enchentes no Rio Grande do Sul. No entanto, o dirigente alertou para os impactos da decisão no calendário. O posicionamento deverá ser oficializado na reunião extraordinária do Conselho Técnico convocada para o dia 27 de maio, às 14h.

 

“Temos um calendário difícil, e a paralisação pode tornar tudo ainda mais difícil”, declarou em entrevista ao ge na Tailândia, onde acontecerá o Congresso da Fifa. “Primeiro, reitero sempre a nossa solidariedade a todo o povo do Rio Grande do Sul, por tudo o que está passando. Sobre o pedido de paralisação, é interessante que possamos ouvir todos os clubes para definir. Isso envolve calendário, classificação para as competições sul-americanas e até a Intercontinental, caso um clube brasileiro ganhe a Libertadores. Não é tão fácil assim. Mas somos todos democráticos. Depois de colocar todos esses pontos para que eles definam, não tenho como ficar contrário [aos clubes] porque nossa gestão é democrática. Vamos mostrar o contraditório dessa paralisação, mas vamos respeitar a decisão dos clubes”, disse.

 

Na noite desta segunda-feira (13), os 11 clubes que formam a Liga Forte União divulgaram comunicado pedido a paralisação do Brasileiro. O grupo é formado por Athletico-PR, Atlético-GO, Botafogo, Criciúma, Cruzeiro, Cuiabá, Fluminense, Fortaleza, Internacional, Juventude e Vasco. Antes disso, o Ministério do Esporte já havia se manifestado favorável à interrupção da competição. Desde as últimas semanas, os clubes gaúchos tiveram seus jogos adiados por todos os campeonatos promovidos pela CBF. A medida também foi adotada pela Conmebol em relação às partidas do Grêmio e do Colorado respectivamente pela Libertadores e Sul-Americana. A entidade continental remarcou os duelos para o início do mês de junho. Além da questão do calendário, Ednaldo Rodrigues ainda alertará aos clubes sobre o impacto econômico da suspensão das competições

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O dólar caía nos primeiros negócios desta terça-feira (14) depois da última reunião de política monetária do Banco Central (BC). Às 9h05 a moeda à vista caía 0,28%, a R$ 5,137 reais na venda.

A ata mostrou que todos os membros da diretoria defenderam a adoção de uma política monetária mais contracionista e cautelosa, apesar da decisão dividida sobre o ritmo de corte da Selic, taxa básica de juros.

Os investidores repercutem a ata do Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central), referente à reunião de quarta-feira passada que culminou no corte de 0,25 p.p. da taxa Selic, de 10,75% para 10,50% ao ano.

Por seis reuniões consecutivas, o entendimento da autarquia foi unânime em cortar os juros em 0,5 p.p., mas as conjunturas doméstica e externa levaram à desaceleração do ritmo —algo já precificado pelo mercado.

A surpresa, porém, esteve na divisão do Comitê: todos os diretores indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram favoráveis à redução de 0,5 p.p., enquanto os outros cinco dirigentes optaram pela de menor magnitude.

A divisão interna no Copom levantou temores sobre mudanças no perfil do colegiado, possivelmente mais leniente em relação à inflação, e sobre um possível viés político na autarquia a partir de 2025, quando será formado um novo mandato.

Apesar disso, o comunicado foi aprovado de forma unânime, e o mercado esperava esclarecimentos sobre a dissidência na ata desta terça.

Os diretores indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) citaram o “custo reputacional” da mudança de estratégia traçada no encontro de março, repetindo corte de 0,5 p.p.

Para ala minoritária do Copom, o ideal seria manter ritmo de cortes e reafirmar compromisso do BC com a meta de inflação. Na visão do grupo, uma redução desse tamanho ainda manteria a política monetária suficientemente contracionista, ou seja, em patamar adequado para frear a inflação.

Já ala majoritária –que teve voto de Campos Neto como decisivo para desacelerar o ritmo de queda dos juros– era composta por diretores indicados ou reconduzidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em defesa do corte de juros menor, a ala majoritária considerou que houve mudança no cenário esperado em função da piora adicional das expectativas, da elevação das projeções de inflação, do ambiente internacional mais desfavorável e da força da atividade econômica.

Na segunda-feira, o dólar recuou 0,12%, cotado a R$ 5,151 na venda, em sessão volátil para a moeda norte-americana. Já o Ibovespa teve alta de 0,52%, a 128,261,00 pontos, com investidores cautelosos antes da divulgação da ata do Copom.

Outro destaque do calendário é a divulgação de dados da inflação ao consumidor dos Estados Unidos na quarta-feira, que podem definir as expectativas para cortes de juros no país.

O núcleo do índice de preços ao consumidor deve ter subido 0,3% em abril sobre o mês anterior e 3,6% na base anual, de acordo com estimativas de economistas consultados pela Reuters.

A semana também trará leituras de preços ao produtor e dados de vendas no varejo dos EUA, bem como falas de dirigentes do Federal Reserve, num momento de grande atenção dos mercados a qualquer pista sobre quando será o primeiro ajuste na política monetária norte-americana.

Atualmente, expectativas implícitas no mercado futuro de juros sugerem que o Fed fará seu primeiro corte em setembro.

Em geral, quanto mais o Federal Reserve cortar os juros e quanto menos o BC afrouxar a política monetária local, melhor para o real. Isso porque, quanto maior o diferencial de juros entre Brasil e EUA, mais interessante fica a moeda doméstica para uso em estratégias de “carry trade”, em que investidores tomam empréstimo em país de taxas baixas e aplicam esse dinheiro em mercado mais rentável.

 

Folhapress

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O Governo Federal já destinou mais de R$ 60 bilhões em resposta à catástrofe socioclimática causada pelos temporais no Rio Grande do Sul. Até a noite de domingo (12/5), nove em cada dez municípios gaúchos haviam sido afetados pelas chuvas mais fortes da história do Estado.

Segundo boletim da Defesa Civil Nacional, há 143 mortes confirmadas, 125 desaparecidos e 806 feridos no Estado. Estima-se que haja 81 mil pessoas em abrigos, 538 mil desalojados e mais de 2,1 milhões de afetados. Mais de 76 mil pessoas e 10 mil animais foram resgatados.

Na noite de sábado (11/5), o Governo Federal anunciou crédito extraordinário de R$ 12,2 bilhões, liberados pela Medida Provisória nº 1.218/2024. A verba custeará ações emergenciais no Estado de diferentes órgãos federais.

O recurso autorizado pela MP financiará ações da Defesa Civil e atendimentos de emergência da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional. Permitirá também repasse de R$ 72 milhões para alimentação, limpeza e reforma de escolas afetadas pelas enchentes e reconstrução de infraestrutura rodoviária, por exemplo.

A medida prevê também mais de R$ 861 milhões para apoio e assistência na saúde, com reposição de remédios perdidos em enchentes, atendimento em postos e hospitais e garantias para atividades de saúde digital.

O MP autoriza linhas ainda de crédito bilionárias que compõem o pacote econômico de R$ 50,9 bilhões anunciado pelo presidente Lula na quinta-feira, além de medidas de apoio à segurança alimentar, abrigo e serviços de saúde primária, especializada e epidemiológica. Viabiliza também parcelas extras do seguro-desemprego e do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

“Eu estive lá duas vezes para dizer ao governador, ao povo gaúcho, ao povo brasileiro, que estamos 100% comprometidos com a ajuda ao Rio Grande do Sul. Não haverá falta de recursos para atender às necessidades”, afirmou Lula, em nota. “Nós temos que nos preparar porque a gente vai ter o tamanho da grandeza dos problemas quando a água baixar e quando os rios voltarem à normalidade.”

O pacote anunciado pelo presidente tem 12 medidas, que beneficiarão 3,5 milhões de pessoas. Entre elas, abono salarial com antecipação do cronograma de pagamentos para 705 mil trabalhadores com carteira assinada, medida com impacto de R$ 758 milhões.

Haverá também liberação de duas parcelas adicionais do seguro-desemprego a quem já recebia o benefício antes da decretação de calamidade, medida que beneficiará cerca de 140 mil pessoas de maio a outubro. Cerca de 1,6 milhão de contribuintes da região também terão prioridade no pagamento da restituição do Imposto de Renda.

O governo federal também anunciou pagamento unificado, no primeiro dia do cronograma, para todos os beneficiários do Bolsa Família e do Auxílio Gás, o que ajudará cerca de 583 mil famílias. Fundos de estruturação de projetos para que bancos públicos apoiem e financiem redes de estruturadores de projetos de reconstrução de infraestrutura e reequilíbrio econômico receberão cerca de R$ 200 milhões para beneficiar o Estado e municípios.

Foi divulgada criação de força-tarefa para acelerar a análise de crédito para 14 municípios, além de aporte de R$ 4,5 bilhões em recursos do Fundo Garantidor de Operações. Isso permitirá concessão de garantias e estímulo ao crédito no total de R$ 30 bilhões para micro e pequenas empresas do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Haverá ainda aporte de R$ 1 bilhão para concessão de desconto em juros de créditos garantidos pelo Pronampe.

Serão alocados outros R$ 500 milhões para concessão de garantias a partir do Fundo Garantidor de Investimentos para estimular micro, pequenas e médias empresas no Programa Emergencial de Acesso ao Crédito de até 5 bilhões. O presidente anunciou também prorrogação de ao menos três meses dos prazos de recolhimento de tributos federais e Simples Nacional a cerca de 203 mil empresas.

Medidas adicionais incluem dispensa de apresentação de certidão negativa de débito para empresas e produtores rurais nas contratações e renegociações de crédito com instituições financeiras públicas e R$ 1 bilhão para desconto de juros para empréstimos concedidos no Pronaf e no Pronamp até o limite de R$ 4 bilhões.

20 mil servidores

Até este domingo, mais de 20 mil servidores do governo federal atuam no RS. Além do resgate de pessoas e animais, trabalham em frentes como reestabelecimento de energia e telecomunicações, recuperação de estradas e estruturas, acolhimento e estruturação de abrigo, no atendimento em saúde e na garantia da segurança de instalações, entre outras.

Há apoio de mais de 5 mil equipamentos, como viaturas, embarcações, equipamentos de engenharia, hospitais de campanha, caminhões, tratores, escavadeiras, aeronaves, helicópteros, geradores e navios.

Outras ações incluem envio de kits emergenciais, insumos e medicamentos, como vacinas e insulina, que são repostos de forma imediata. Na semana passada, o RS recebeu 30 mil frascos de insulina, 287 mil canetas e 1,8 milhão de agulhas de aplicação.

Nesta segunda (13/5), está prevista a chegada a Porto Alegre de mais 43 mil frascos, 330 mil canetas e 1 milhão de agulhas.

Mais três hospitais de campanha serão montados no Estado, além dos dois já existentes. Dois serão instalados na capital gaúcha e um, na cidade de São Leopoldo.

Trabalhadores de mais 12 municípios do Estado já podem solicitar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por calamidade. O valor máximo para retirada é de R$ 6.220,00 por conta vinculada, limitado ao saldo da conta. Mais informações no site da Caixa Econômica Federal.

Já a Telebras enviou mais 14 maletas com antenas de internet via satélite, e outras oito chegarão nos próximos dias. A estatal também pretende instalar 390 antenas de pontos fixos de internet via satélite, em locais onde há energia elétrica.

Mais de 31 mil clientes tiveram a energia restabelecida no Estado no domingo. Ao todo, 269 mil clientes permanecem sem energia, principalmente por questões de segurança: em muitos pontos, a rede elétrica está submersa ou na área de atuação das forças de salvamento.

Também há cofinanciamento para desabrigados, em que o governo federal repassa para a assistência social de Estados e municípios R$ 20 mil a cada grupo de 50 pessoas desabrigadas e acolhidas pelo setor público. Os recursos podem ser usados para comprar alimentos, água, colchões, roupa de cama, cobertores, roupas, produtos de higiene e limpeza. Para ter acesso, o gestor da assistência social deve solicitar o cofinanciamento pelo e-mail: emergencianosuas@mds.gov.br .

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