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Presente no Festival Chocolat Bahia 2025, o senador Jaques Wagner (PT) recebeu nesta quinta-feira (17/7) uma placa em reconhecimento à sua contribuição para o desenvolvimento do setor cacaueiro e o crescimento das marcas de chocolates no estado. A ocasião também destacou os 10 anos da secretaria estadual de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (BAHIATER), ambas criadas no final da gestão Wagner à frente do Governo da Bahia.

Durante seus agradecimentos, o líder do governo Lula no Senado lembrou do início deste processo. “Eu só fiz provocar o desafio e dar o suporte. Os produtores e produtoras é que são os verdadeiros campeões. A ideia era que deixássemos de ser apenas vendedores de matéria-prima, pois só aqui nós podemos ter do fruto até o produto, e para mim é uma alegrai voltar aqui e ver o quanto esse setor cresceu”, destacou Wagner.

Os investimentos e assistência do governo estadual provocaram uma verdadeira revolução e hoje a Bahia representa 50% da produção nacional de cacau. “Sinceramente, tenho muito orgulho de fazer parte dessa história. Se antes de todo esse processo tínhamos na Bahia só uma única marca de chocolate, hoje volto aqui e vejo que temos mais de 250 marcas próprias de chocolate, todas elas de muita qualidade, e que são exportadas para fora da Bahia e do Brasil”, afirmou o senador.

Wagner ainda disse que as pessoas que vêm de fora do país, ao chegarem em Ilhéus “se encantam, pois lá eles só conhecem a fábrica do chocolate. Aqui eles conhecem a fruta, o plantio, a produção, enfim, a beleza que é toda a cadeia produtiva que envolve esse produto que é um grande orgulho para a Bahia”.

Realizado em Ilhéus, pele empreendedor Marco Lessa, o Chocolat Bahia 2025 está em sua 16ª edição e é o maior evento de cacau e chocolate da América Latina. Cerca de 80 mil visitantes são aguardados, com a previsão de R$ 15 milhões em negócios nos quatro dias de evento.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) retirou o sigilo da decisão do ministro Alexandre de Moraes que impôs uma série de medidas cautelares ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e o recolhimento domiciliar noturno A PF cumpriu mandado de busca e apreensão contra Bolsonaro nesta sexta-feira (18). As informações são do g1.

De acordo com a decisão, Bolsonaro está proibido de se aproximar de embaixadas e consulados, além de não poder manter contato com outros investigados, réus ou autoridades estrangeiras — nem mesmo por meio de terceiros. A medida foi adotada no contexto das investigações que apuram tentativas de interferência no funcionamento do Judiciário brasileiro.

“Manifestando-se [Eduardo e Jair] favoravelmente às ‘sanções/taxações’ e instigando o governo norte-americano a tomar novas medidas e atos hostis contra o Brasil, inclusive para ‘submeter o funcionamento do STF ao crivo de outro Estado, com clara afronta à soberania nacional’, como se verifica em várias manifestações nas redes sociais e na imprensa”, diz o ministro.

Segundo Moraes, as investigações da Polícia Federal apontam que o ex-presidente atuou de forma consciente e deliberada, em conjunto com o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), em ações que visavam submeter o STF a interesses de outro Estado.

No despacho, Moraes afirma que Bolsonaro está “alinhado” com Eduardo Bolsonaro na prática de atos ilícitos que podem configurar coação no curso do processo, obstrução de investigação de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

O ministro também menciona que a PF identificou aportes financeiros de Jair Bolsonaro ao filho como parte das ações investigadas. No mês passado, o ex-presidente admitiu ter enviado R$ 2 milhões a Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos, com a justificativa de evitar que ele passasse por dificuldades financeiras.

Ainda segundo a decisão, o ponto mais grave das condutas atribuídas a pai e filho teria ocorrido após manifestações do ex-presidente norte-americano Donald Trump, consideradas hostis à soberania brasileira e à independência do STF.

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O Palácio do Planalto tem adotado uma postura de cautela em relação à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou o uso de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A orientação do governo Lula (PT) é evitar qualquer declaração que alimente o discurso bolsonarista de perseguição política.

Os ministros Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação) têm sido os principais porta-vozes dessa diretriz. Sidônio, que conversou com Lula na manhã desta sexta-feira (18), tem aconselhado que o tema não seja tratado publicamente nem debatido internamente no governo.

Gleisi chegou a ordenar a exclusão de uma postagem feita por sua equipe com teor irônico sobre a operação da Polícia Federal. “Bom dia, PF! Sextou com busca e apreensão na casa do golpista. Grande dia!”, dizia a publicação. A ministra afirmou que não tinha conhecimento do post e criticou o tom: “O governo está adotando uma postura de sobriedade em relação à situação. É um assunto da justiça, que tem conduzido respeitando o devido processo legal”.

Apesar da recomendação, alguns ministros não seguiram a orientação. Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) ironizou nas redes sociais: “O bananinha @BolsonaroSP que se cuide porque ao voltar para o Brasil pode ter uma tornozeleira eletrônica esperando por ele aqui.” Em seguida, listou o que considera indícios de um plano de fuga de Bolsonaro, citando o pernoite do ex-presidente na embaixada da Hungria e ações de aliados no STF e nos EUA.

O ministro Luiz Marinho também se manifestou: “TOC, TOC, TOC! Agora, um possível plano de fuga ficou mais difícil. O @STF determinou uso de tornozeleira eletrônica no ex-presidente golpista… Como não é uma joia das ‘Arábias’, não poderá ser desviada nem vendida”, diz o post nas redes sociais.

Nas redes, militantes e parlamentares do PT celebraram a operação, mas lideranças do partido defendem cautela. “Bolsonaro é problema do Ministério Público e do Judiciário”, afirmou o presidente eleito do PT, Edinho Silva. A cúpula petista pretende concentrar o debate público em temas como justiça tributária e soberania nacional, considerados responsáveis pela melhora na popularidade do governo.

A decisão do STF foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes no âmbito de um procedimento sigiloso iniciado em 11 de julho, dois dias após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, medida usada por aliados de Bolsonaro como argumento contra sua condenação. Para Moraes, as falas do ex-presidente e a atuação de seu filho, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), nos EUA, configuram atentado à soberania nacional.

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O prazo de inscrições para o processo seletivo deste semestre do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) termina nesta sexta-feira (18), às 23h59 (horário de Brasília). Nesta edição 74.500 vagas estão disponíveis em instituições particulares de ensino superior em todo o país. O resultado da pré-seleção na chamada única será divulgado no dia 29 de julho.

Desde 2001, o programa federal financia a graduação no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). O edital do processo seletivo reserva 50% das vagas para o Fies Social, lançado em 2024 pelo MEC. Para concorrer, os candidatos devem ter inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal e renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo ─ R$ 759.

Os estudantes que não forem pré-selecionados estarão automaticamente na lista de espera para preenchimento das vagas não ocupadas, observada a ordem de classificação. A pré-seleção da lista de espera ocorrerá de 5 de agosto a 19 de setembro.

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O veto do presidente Lula (PT) ao projeto que aumenta o número de deputados na Câmara praticamente enterrou a possibilidade de a mudança ocorrer, na avaliação de parlamentares ouvidos pela coluna.

Eles dizem ainda que, mesmo que a decisão seja levada para deliberação em sessão do Congresso —o que não veem acontecendo—, o veto será mantido.

O aumento do número de deputados era usado como munição pelo governo para criticar o que considera incoerência no discurso do Congresso, ao pregar redução de despesas do Executivo ao mesmo tempo em que, ele mesmo, amplia os gastos em benefício próprio. A pauta, impopular, enfrentou dificuldade no próprio Parlamento. Na Câmara, foi aprovada por 270 votos a 207. No Senado, o placar foi de 41 a 33.

A decisão do presidente gerou reação dos deputados, que aprovaram na noite de quarta-feira (16) um projeto que inclui um crédito subsidiado de até R$ 30 bilhões para o agronegócio com verbas de petróleo do pré-sal.

No entanto, até mesmo na Câmara a expectativa é de que o veto não seja nem sequer pautado em sessão do Congresso. Deputados afirmam que o foco já está nas eleições do ano que vem, e que defender uma pauta impopular como essa pode custar votos.

Além disso, há ainda a leitura do desgaste que seria o veto ser pautado, derrubado pela Câmara e mantido pelos senadores —para cair, o veto precisa ser rejeitado pelas duas Casas, com voto de maioria dos integrantes (257 deputados e 41 senadores).

No Senado, a votação obteve o número mínimo de apoio para avançar. No entanto, mesmo parlamentares que votaram a favor do texto admitem que o veto seria mantido pelos senadores em sessão do Congresso.

Um dos fatores que contribuem para essa percepção é o fato de o projeto ter recebido apoio de cinco dos nove senadores do PT. A expectativa é que, agora, nenhum deles se oponha à decisão do presidente, o que significaria um placar ainda mais minguado na sessão do Congresso. A senadora Augusta Brito (PT-CE), por exemplo, que votou a favor do texto, disse à coluna que não votaria para derrubar o veto.

Outros senadores que já se posicionaram contra o aumento mantêm a decisão, como Flávio Bolsonaro (PL-RJ). “Certamente será um placar apertado, para qualquer lado”, diz. “Vou votar para manter o veto.”

A única possibilidade de o veto ser derrubado é com a atuação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A votação a jato, por exemplo, foi fruto de um acordo entre ele e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

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É com profundo pesar que a Uesb comunica o falecimento do professor Carlos Alberto Gomes dos Santos, ocorrido no dia 17 de julho. O docente integrava o Departamento de Estudos Linguísticos e Literários (Dell), no campus de Vitória da Conquista, onde atuava há 12 anos.

Neste momento de dor, a Uesb expressa sua solidariedade e manifesta os mais sinceros sentimentos aos familiares, amigos, colegas de profissão, alunos e ex-alunos do professor. Por meio da Portaria 524/2025, a Universidade suspende as atividades no campus de Vitória da Conquista nesta quinta-feira, 17, e decreta luto oficial por três dias, nos campi de Itapetinga, Jequié e Vitória da Conquista.

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Na manhã desta quinta-feira (17), por volta das 9h40, a Polícia Militar da Bahia, através da Companhia Independente de Polícia Rodoviária (CIPRv/Brumado), recuperou um veículo com sinais de adulteração no município de Brumado, durante a Operação Força Total. Durante uma fiscalização no Posto Rodoviário de Brumado, os policiais abordaram o veículo e, ao realizarem a verificação detalhada, constataram que a numeração do motor e do chassi estavam adulteradas, indicando possível origem criminosa. Diante da irregularidade, o veículo foi apreendido e encaminhado à Delegacia Territorial de Brumado para a adoção das medidas legais cabíveis e continuidade das investigações para identificar os responsáveis pelo crime.

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Uma sentença da Justiça Federal do Acre apontou irregularidades na destinação de emendas parlamentares pelo senador Marcio Bittar (União Brasil). A decisão afirma que o parlamentar destinou R$ 126 milhões à Santa Casa da Amazônia, entidade que, segundo o processo, teria sido reativada apenas para driblar impedimentos legais que pesam sobre a Santa Casa de Rio Branco, alvo de execuções fiscais e restrições judiciais.

De acordo com a juíza Luzia Farias da Silva Mendonça, da 2ª Vara Federal Cível e Criminal do Acre, ficou comprovado o uso indevido da estrutura para burlar credores, promover confusão patrimonial e garantir a continuidade de repasses públicos, mesmo com a existência de débitos milionários. A magistrada destacou ainda que as duas entidades compartilham o mesmo endereço físico e o mesmo gestor, o que reforça o desvio de finalidade.

A sentença também apontou atos de promoção pessoal. Uma placa fixada na recepção do hospital faz homenagem a Marcio Bittar, à ex-mulher dele, Márcia Bittar (PL), e ao ex-presidente Jair Bolsonaro, vinculando diretamente as obras à imagem do senador. Bittar foi relator-geral do Orçamento de 2021, durante o governo Bolsonaro.

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A Agerba (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia), órgão estadual que regula o transporte público, em ação conjunta com o Governo da Bahia com o Governo da Bahia, suspendeu o direito da Viação Novo Horizonte de operar todas as linhas intermunicipais na Bahia, por um prazo de 30 dias, enquanto abre processo de contratação emergencial para novas operadoras. O anúncio também abrange outras 13 empresas.

A medida decorre de irregularidades graves, como a falta de certidões negativas de débitos fiscais ou créditos e a exclusão da empresa do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público em dezembro de 2024, por não cumprir acordos de melhoria no serviço.

Segundo o Governo da Bahia, uma série de ações civis públicas e procedimentos administrativos foram instaurados após registro de acidentes, alta demanda de reclamações através da Ouvidoria (486 nos últimos 24 meses) e falhas na manutenção dos veículos.

O chamamento público está aberto até 22 de julho de 2025, período em que as empresas interessadas devem apresentar propostas. A contratação emergencial vale até 31 de maio de 2027, data prevista para a conclusão da licitação definitiva

As empresas notificadas deverão cessar as operações em até 30 dias. A Agerba informa que, durante esse período, outras operadoras já estão autorizadas a manter os serviços, garantindo continuidade do transporte intermunicipal.

Confira a lista de empresas suspensas:

  • ASTRASS – Associação de Transporte Alternativo de Sento Sé
  • BREV Transportes Rodoviários e Turismo
  • DZSET Transporte e Logística
  • Joafra Transportes Eireli
  • Macuco Transporte
  • Marte Transportes
  • Matheus Santos e Cia
  • Narciso Eugênio Gomes Borges & Cia
  • Percursor Transporte e Turismo
  • Plenna Transportes e Serviços
  • Transportes Rainha Nordeste
  • Viação Cidade de Alagoinhas
  • Viação Novo Horizonte
  • Viação São Domingos
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A Polícia Federal (PF) cumpre mandados de busca e apreensão contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na manhã desta sexta-feira (18), em Brasília.  Os mandados foram autorizados pelo STF e cumpridos na casa do ex-presidente e em endereços ligados ao PL.

Segundo a coluna de Mônica Bergamo para a Folha de SP, ele foi levado à PF, onde uma tornozeleira eletrônica está sendo instalada no corpo para que seja monitorado 24 horas por dia. Entre as restrições, ele não poderá acessar redes sociais.

Ministros da Corte já desconfiavam e tiveram indícios de que Bolsonaro se preparava para fugir do Brasil, pedindo asilo político a Donald Trump nos EUA.

Bolsonaro é acusado de cinco crimes: tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa, dano qualificado ao patrimônio público e deterioração de patrimônio tombado. As penas somadas podem ultrapassar 40 anos de prisão, dependendo de atenuantes ou agravantes.

Instalação de tornozeleira eletrônica: 

Em entrevista após a instalação de uma tornozeleira eletrônica, na Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal, o ex-presidente Jair Bolsonaro disse que as medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra ele são uma “suprema humilhação”. 

Bolsonaro desceu do carro para falar com jornalistas ao deixar o local, após ter o equipamento colocado. Ele afirmou que nunca pensou em sair do país ou se asilar em alguma embaixada de Brasília, acrescentando ainda que “sair do país é a coisa mais fácil que tem”.

Ao impor as medidas, o ministro Alexandre de Moraes deu como uma das justificativas o risco de fuga do ex-presidente, que teve seu passaporte apreendido em fevereiro de 2024, em razão do avanço da ação penal sobre uma tentativa de golpe de Estado que teria sido liderada por ele.

“A suspeita [de fuga] é um exagero”, afirmou Bolsonaro. “O inquérito do golpe é um inquérito político, nada de concreto existe ali”, acrescentou.

“O julgamento espero que seja técnico e não político, no mais nunca pensei em sair do Brasil , nunca pensei em ir para embaixada.”

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