As atividades na Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Feira de Santana, cidade a cerca de 100 quilômetros de Salvador, foram suspensas após uma grande quantidade de funcionários testar positivo para a Covid-19.
A coordenação da unidade planejava testar todos os funcionários, em dois turnos: parte antes do natal e parte antes do réveillon.
O problema foi que no primeiro teste, realizado na terça-feira (22), 80% dos 27 funcionários testados tiveram diagnóstico positivo. Outros 10% testaram negativo, enquanto o restante teve diagnóstico inconclusivo e terá que repetir o teste.
Outros 20 funcionários serão testado nesta semana, o que pode aumentar o número de diagnósticos positivos.
Com isso, as atividades foram suspensas na unidade até 4 de janeiro. O prédio passará por desinfecção. Os funcionários que testaram positivo seguem isolados e só voltam ás atividades após fazerem novo teste, que conste resultado negativo. *G1 Bahia
Quantos estudos foram publicados sobre a Covid-19 em 2020? Talvez não seja possível saber com exatidão, mas é fato que o caminho percorrido por milhares de cientistas muitas vezes anônimos mostra as principais frentes de batalha contra a pandemia.
O banco de dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) reuniu, até 20 de dezembro, 148.919 artigos, de todo o mundo, sobre a doença. Nem todos são estudos publicados em revistas científicas; cerca de 14 mil – pouco menos de 10% – aparecem como versão prévia (pré-prints), ainda não revisadas por outros cientistas.
Uma outra base de dados, a Dimensions, de uma empresa sediada em Londres, aponta um número ainda maior. Até a mesma data, foram catalogados 239.192 artigos sobre o tema, feitos por 18,5 mil organizações em 194 países. Cerca de 15% são prévias. As universidades que aparecem com mais publicações são Harvard, Oxford e a Universidade de Toronto, no Canadá.
Um terceiro levantamento, da empresa americana Primer, aponta, também até 20 de dezembro, 92,5 mil pesquisas relacionadas à Covid. Os temas com mais artigos são cuidados com pacientes; mortalidade e fatores de risco; e vacinas e tratamentos. Cada um tem mais de 10 mil estudos catalogados.
O Vice-presidente da República, Hamilton Mourão, testou positivo para Covid-19 na tarde deste domingo (27). A informação foi divulgada pela assessoria de imprensa de Mourão.
Não foi divulgado se o vice-presidente apresentou algum sintoma. Ele permanecerá em isolamento na residência oficial do Jaburu.
A União Europeia (UE) começou oficialmente neste domingo sua campanha de vacinação em massa contra a Covid-19. Doses da vacina desenvolvida pela farmacêutica americana Pfizer, em parceria com o laboratório de biotecnologia alemão BioNTech, começaram a ser entregues nos últimos dias e já foram administradas em países como Portugal, França, Espanha e Itália. Em diversos países, incluindo o Brasil, no entanto, ainda há um longo caminho pela frente.
Embora três países do bloco tenham antecipado a vacinação no último sábado — com uma diferença de menos de 24 horas em relação às demais 24 nações integrantes, cidadãos da Hungria, Eslováquia e Alemanha começaram a ser imunizados —, trata-se do passo mais robusto na direção da imunização contra a Covid-19 apenas nove meses após a declaração de pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A meta do bloco é vacinar toda sua população adulta até o fim de 2021.
Apesar de o governo brasileiro prever o início da imunização até o fim do primeiro trimestre de 2021, não há previsão concreta para que o primeiro brasileiro receba doses de um dos imunizantes contra o novo coronavírus.
Entenda abaixo em que pé está vacinação contra a Covid-19 no mundo, que já tem pelo menos 44 nações conduzindo campanhas de imunização, e quantas pessoas receberam doses até o momento. Os dados são do Our World in Data, que compila dados a partir de diferentes fontes oficiais, e foram atualizados pela última vez no sábado, e de governos nacionais.
Quase 5 milhões de pessoas já receberam doses de vacinas contra a Covid-19 em todo o mundo, nenhuma delas no Brasil. Esse número tende a aumentar consideravelmente após o início da campanha da União Europeia.
Isso significa, portanto, que as 4,8 milhões de pessoas vacinadas até o momento precisarão receber uma nova dose para assegurar a proteção contra a Covid-19. No caso do imunizante da Pfizer, por exemplo, deve-se respeitar um intervalo de pelo menos 21 dias. Isso significa que a primeira britânica imunizada, no último dia 8, só poderá receber a dosagem final a partir da próxima terça-feira.
Os Estados Unidos já autorizaram, além da vacina da Pfizer, o imunizante do laboratório americano Moderna e são o país mais avançado em termos de doses administradas até o momento. O número, no entanto, está muito atrás da meta do governo dos EUA, que pretendia vacinar 20 milhões de pessoas até o fim do ano.
Até o último dia 24, mais de 9,5 milhões de doses de vacinas já haviam sido enviadas aos estados, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA.
A China começou a vacinar emergencialmente setores essenciais, profissionais de saúde e autoridades antes mesmo da conclusão da fase três dos ensaios clínicos das quatro principais vacinas candidatas desenvolvidas no país: a da Sinovac Biotech, desenvolvida em parceria com o Instituto Butantan, do Brasil; duas da Sinopharm, estatal chinesa e outra da CanSino. As estatísticas foram atualizadas pela última vez no dia 19.
Segundo dados compilados até último dia 24, o Reino Unido já vacinou 800 mil pessoas. O país foi o primeiro do Ocidente a autorizar o uso emergencial de uma vacina contra a Covid-19 dentro dos padrões regulatórios usuais. Depois de liberar o uso da fórmula da Pfizer/BioNTech, o país deve aprovar no início de janeiro o imunizante da farmacêutica britânica AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford.
Como a vacinação de cidadãos da UE começou oficialmente neste domingo, ainda não há números consolidados. O bloco deve receber 12,5 milhões de doses da vacina até o dia 31, o suficiente para vacinar 6,25 milhões de pessoas com base no regime de duas doses da vacina da Pfizer/BioNTech.
Fazem parte do bloco Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, República Tcheca, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polônia, Portugal, Romênia e Suécia.
Números do último dia 25 indicam que 700 mil russos já foram imunizados contra a Covid-19. O país é um dos mais afetados pelo novo coronavírus no mundo e já registrou mais de 3 milhões de casos. A Rússia autorizou o uso emergencial da vacina Sputnik V, desenvolvida pelo laboratório russo Gamaleya. O presidente russo, Vladimir Putin, de 68 anos, anunciou que receberá as doses do imunizante.
O país do Oriente Médio começou a vacinar sua população no último dia 19. Desde então, quase 280 mil pessoas já receberam doses da vacina da Pfizer/BioNTech, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
O pequeno país de 1,7 milhão de pessoas adquiriu doses do imunizante da chinesa Sinopharm e começou a vacinar a população na véspera de Natal. Proporcionalmente, o Bahrein tem o segundo maior índice de vacinados por 100 habitantes no mundo: são 3,03, pouco atrás de Israel, que já vacinou 3,23 a cada 100 israelenses.
O país norte-americano, que enfrenta uma segunda onda da Covid-19 começou a vacinar a população no último dia 14 com doses da Pfizer/BioNtech. Cerca de 60% das pouco mais de 14 mil mortes pela Covid-19 no Canadá ocorreram em lares para idosos.
O Chile foi o primeiro país da América do Sul a iniciar a imunização contra a Covid-19. A vizinha Argentina, por sua vez, começará na próxima terça-feira. O país, que soma 600 mil infectados pelo Sars-CoV-2, autorizou o uso da vacina desenvolvida pela Pfizer/BioNTech, no último dia 16.
Ainda em fase incipiente, a vacinação contra a Covid-19 no México, país que tem o terceiro maior número de óbitos por Covid-19 no mundo (pouco mais de 122 mil), já contemplou quase 3 mil mexicanos. O país adquiriu doses do imunizante da Pfizer. A primeira fase da vacinação terá como foco os profissionais de saúde que enfrentam a pandemia.
O país da América Central, a exemplo das outras nações latino-americanas que já iniciaram campanhas de vacinação contra a Covid-19, autorizou o uso emergencial da fórmula da Pfizer. Os dados mais recentes, de 24 de dezembro, indicam que apenas 55 pessoas receberam doses até o momento.
Diversos países também começaram a imunizar parte da população contra a Covid-19, mas não tiveram estatísticas compiladas pelo Our World in Data. Estão na lista a Arábia Saudita (Pfizer/BioNTech), Emirados Árabes Unidos (Sinopharm), Suíça (Pfizer/BioNTech), Kuwait (Pfizer/BioNTech), Sérvia (Pfizer/BioNTech), Qatar (Pfizer/BioNTech) e Omã (Pfizer/BioNTech). FONTE: O globo.com
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse, durante entrevista concedida ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, que todos os estados vão receber vacina contra a Covid-19 de maneira simultânea. A entrevista com Pazuello foi ao ar neste domingo (27).
“Independentemente da quantidade da vacina, ela será distribuída igualitariamente dentro da proporcionalidade dos estados”, disse o ministro Eduardo Pazuello.
A previsão do Ministério da Saúde é que 24,7 milhões de doses de vacinas estejam disponíveis em janeiro. “O cronograma de distribuição e imunização é um anexo do nosso plano de imunização”, disse Pazuello, ao acrescentar que o cronograma pode sofrer mudanças.
De acordo com ele, o Brasil tem contrato firmado com quatro a cinco laboratórios e alguns grupos prioritários podem começar a ser imunizados ainda no final de janeiro. A vacinação em massa só deve começar a partir de fevereiro.
“São quatro grandes grupos prioritários e, após esses grupos prioritários, que a gente visualiza 30 dias para cada grupo prioritário, a gente começa a vacinar a população dentro das faixas etárias”, disse Pazzuelo. Segundo o ministro, esses 30 dias seriam suficientes para aplicar as duas doses da vacina.
O prefeito Herzem Gusmão segue internado no Hospital Sírio-Libanês. Os boletins médicos serão emitidos diariamente a partir desta segunda feira (28).
A Secretaria de Saúde confirmou também, neste domingo (27), os falecimentos de dois pacientes por complicações causadas pela Covid.

221º óbito – Homem de 62 anos, morador do bairro Guarani, portador de Diabetes Melito e obesidade. Foi a óbito no dia 26 de dezembro.
222º óbito – Homem de 80 anos, morador do povoado de Corta Lote – São João da Vitória, portador de Hipertensão. Foi a óbito no dia 26 de dezembro.
Ocupação de Leitos – Atualmente, a rede hospitalar do SUS no município disponibiliza 153 leitos (70 de UTI e 83 enfermarias) para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pela Covid-19. Hoje, estão internados 95 pacientes, que além de Vitória da Conquista, também são residentes dos seguintes municípios da macrorregião:
Em nota divulgada neste domingo (27), a Arquidiocese de Vitória da Conquista pede orações pela saúde do prefeito Herzem Gusmão (MDB) e por todas pessoas que enfrentam o coronavírus.
Leia a nota na íntegra:
A Arquidiocese de Vitória da Conquista, através de seu Arcebispo Metropolitano, Dom Josafá Menezes da Silva, em atenção às palavras da 1ª Carta de São Paulo a Timóteo que “sejam feitos pedidos, orações e súplicas de ação de graças pelos governantes” (I Tim 2, 1-2), intensifica as suas orações pelo restabelecimento da saúde do Excelentísimo, Senhor Prefeito, Herzem Gusmão, no momento em que se transfere para continuidade do tratamento no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.Celebrações Eucarísticas e nos demais momentos celebrativos sejam incluídas intenções pelo Senhor Prefeito e por todos os que estão lutando contra o coronavírus nos municípios da Arquidiocese, no Brasil e no mundo.
Foram confirmados, neste sábado (26), os óbitos de dois pacientes por complicações decorrentes da doença.
219º óbito – Homem de 66 anos, morador do bairro Nossa Senhora Aparecida, portador de Doença Cardiovascular Crônica e Diabetes Melito. O óbito, que ocorreu no dia 15 de dezembro, estava em investigação e aguardava o resultado do exame RT-PCR que apresentou detectável para Covid.
220º óbito – Mulher de 88 anos, morador do bairro Alto Maron, portadora de Hipertensão e Alzheimer. Foi internada no dia 20 de dezembro no Hospital São Vicente, quando veio a óbito.
Ocupação de Leitos – Atualmente, a rede hospitalar do SUS no município disponibiliza 153 leitos (70 de UTI e 83 enfermarias) para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pela Covid-19. Hoje, 101 pacientes estão internados nos leitos disponíveis – são residentes de Vitória da Conquista e dos seguintes municípios da macrorregião:
Um dos grande ícones e fomentador da cultura em Conquista, Carlos Jehovah deu entrada no hospital de Base de Vitória da Conquista em estado que inspirava cuidados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
De acordo com informações, os cuidados já foram tomados e o quadro do conquistense é estável. A causa que levou ao internamento foi pneumonia por brônquios, conforme informada pela família.
Ele empresta o nome ao teatro na Praça da Bandeira, onde também fica o mercado de artesanato.
Carlos Jehovah, poeta, escritor e professor, também foi funcionário dos bancos, Econômico, Baneb e aposentado no Bradesco.