A Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria de Saúde, informa que a vacina pentavalente – que protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e hemófilo B – está em falta nas Unidades Básicas de Saúde do Município.
Em tempo, informa ainda que a distribuição da vacina é de responsabilidade do Governo Federal. Dessa forma, o município recebe os lotes do Estado e apenas redistribui para as unidades de saúde, na medida em que eles chegam. O Ministério da Saúde comunicou, por meio de Nota Informativa Nº 190/2019, a interrupção do fornecimento do imunizante por conta de lotes reprovados em teste de qualidade, feitos pelo Instituto Nacional de Qualidade em Saúde (INCQS) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), desde o mês de agosto.
A previsão é de que a distribuição dos novos lotes da vacina pentavalente seja restabelecida nas unidades de saúde a partir do mês novembro. Mas, ainda assim, a Prefeitura reitera que a Vigilância Epidemiológica do município continua trabalhando no monitoramento de todos os casos suspeitos de doenças imunopreveníveis.
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A Bahia registrou 58.956 casos de dengue este ano, dado que representa um crescimento de 770% com relação ao ano anterior. O estado lidera as ocorrências no Nordeste, com quase 28 mil casos a mais que Pernambuco, 2º lugar da lista.
Os dados foram divulgados na quarta-feira (11), pelo Ministério da Saúde, e compreendem o período de janeiro a 24 de agosto deste ano e de 2018.
De acordo com o Ministério da Saúde, uma associação de fatores como alto volume de chuvas e altas temperaturas; mudança no sorotipo predominante e ocorrência de dengue em toda a região das Américas explicam o aumento nos casos da doença.
No mês de abril, o ministério já havia sinalizado o risco de surto da doença em 104 cidades da Bahia, incluindo Salvador. Até o mês de julho, o estado tinha notificado 38 mores suspeitas de estarem relacionadas à doença, sendo que desse total 20 casos foram confirmados através de exames laboratoriais.

Fonte: G1
A família de Frank Teixeira e Taris de Souza amanheceu mais feliz. Acontece que, na noite desta quarta-feira (11), a pequena Antonella, pesando 3.450kg e com 48 centímetros, chegou ao mundo.
Mas o que diferencia esta família de Itapira, em São Paulo, dos outros é que, neste parto, quem deu à luz foi o pai. Frank Teixeira é um homem trans, que engravidou para realizar um sonho antigo do casal.
“É uma sensação única. Uma coisa é quando a gente espera, outra quando acontece. Acompanhei o parto, cortei o cordão umbilical”, contou Taris ao G1.
A gestação de Antonella foi marcada pela alegria e coragem dos pais. Eles conceberam a filha usando o método de inseminação artificial “caseira” – quando o sêmen do doador é injetado no útero com auxílio de uma seringa.
O resultado positivo para a gravidez aconteceu em apenas uma tentativa de Frank, após algumas frustradas de Taris. Na época, eles contaram que o ato foi uma “demonstração de amor”.
Uma tonelada de carnes e laticínios clandestinos foi apreendida na cidade de Planalto, no sudoeste da Bahia, na terça-feira (10).
As carnes foram encontradas em pontos de abate clandestino de animais, na área urbana do município. Já laticínios como queijos e manteiga que estavam fora da validade foram apreendidos em supermercados, recolhidos por estarem em condições impróprias para consumo e fora da validade.
A ação foi uma operação conjunta do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), junto com a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) e a Vigilância Sanitária.
Fonte: G1
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi operado neste domingo (8) no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, para corrigir uma hérnia (saliência de tecido) surgida no local das intervenções anteriores. Esta é a quarta cirurgia à qual Bolsonaro se submete desde a facada sofrida por ele durante a campanha eleitoral de 2018. De acordo com o boletim médico, a cirurgia foi bem-sucedida e os médicos implantaram uma tela de polipropileno para correção da hérnia.
A cirurgia, que durou quase cinco horas, foi comandada pelo médico Antônio Luiz Macedo, que atendeu o presidente após o atentado ocorrido há um ano. A previsão inicial dos médicos era de três horas de cirurgia. Segundo os médicos, a cirurgia demorou mais que o previsto porque havia uma grande quantidade de aderência na alça intestinal que atravessou a hérnia. Foi preciso remover todas com cuidado pra não ferir o intestino. Ele não vai para UTI, irá direto para o quarto.

Boletim médico de Jair Bolsonaro neste domingo (8) — Foto: Divulgação
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), e o senador Flávio Bolsonaro (PSL), filhos do presidente, também chegaram ao hospital pela manhã. O presidente foi acompanhado ainda pela primeira-dama Michelle e do outro filho, Carlos Bolsonaro.
Segundo o médico, os filhos e a primeira-dama assistiram à cirurgia de uma antessala anexa ao centro cirúrgico que tem visão para o local de operação. Eles podiam acompanhar pelo vidro ou por um monitor instalado na antessala.
Antes da cirurgia, o hospital informou que o médico elogiou a saúde de Bolsonaro, e acrescentou que a hérnia incisional estava localizada na parede abdominal, perto da cicatriz da facada, do lado direito, onde foram realizadas três laparotomias (aberturas na barriga).
Por Daniella Gemignani e Bárbara Muniz Vieira, GloboNews e G1 SP
O atraso no repasse da verba do SUS para o Hospital São Vicente fez a direção tomar uma medida: a unidade está atendendo apenas pacientes nível ‘amarelo’ e ‘vermelho’.
Segundo a diretoria da Santa Casa de Conquista, o último repasse pago a unidade foi em maio.
“Praticamente 70% do nosso atendimento é SUS e com esse atraso fica insustentável”, disse a direção da unidade.
Um comunicado assinado por médicos responsáveis por diversos setores do hospital foi divulgado relatando a dificuldade que a Santa Casa vive atualmente.
Segundo informações obtidas pela reportagem, esse repasse tem que ser feito pela Prefeitura, que ainda não se manifestou sobre o assunto.
Fonte: Blog do Rodrigo Ferraz
Durante o primeiro semestre de 2019, a Bahia registrou um aumento de 13,39% no número de transplantes realizados, na comparação com o mesmo período do ano passado. Para conscientizar a população sobre o gesto, a Secretaria da Saúde (Sesab) vai promover uma série de ações em todo o estado durante o Setembro Verde, campanha que marca o Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos, celebrado no próximo dia 27. Nesta sexta-feira (6), em Salvador, um estande ofereceu serviços de saúde e informações sobre doação de órgãos na Estação Rodoviária, no Terminal de São Joaquim do Sistema Ferry Boat e no Terminal Turístico Náutico.
“Oferecemos aferição de pressão e glicemia, controle de peso e orientação para prevenção de doenças crônicas, reforçando a necessidade da doação de órgãos. É importante que as famílias saibam que, no momento certo, a decisão é do familiar. Quem quer ser doador precisa avisar à família e conversar sobre o assunto. Não precisa mais deixar nada por escrito, nem fazer constar no documento de identidade. Basta ter um diálogo”, explicou a coordenadora da Central de Transplantes, América Carolina.
Os serviços de saúde atraíram as pessoas que passaram pela Estação Rodoviária, como o auxiliar de serviços gerais Genivaldo Queiroz, que aprovou a iniciativa. “Tinha ouvido falar por alto [sobre a doação de órgãos], mas é muito importante. É uma forma de demonstrar amor com o nosso semelhante”, afirmou.
Doação de sangue
Outro ato significativo para salvar vidas é a doação de sangue, que pode ser realizada em hemocentros e bancos de sangue em todas as regiões da Bahia. Nesta sexta (6), o segurança Manuel Neto procurou o serviço no hemocentro coordenador da Fundação de Hematologia e Hemoterapia (Hemoba), em Brotas. Doador regular, ele tem consciência do valor deste gesto. “Doar sangue é bom e pode ter certeza que ajuda muita gente”, disse.
O diretor-geral da Hemoba, o hematologista Fernando Araújo, lembrou que doar sangue equivale a uma doação de órgãos e a transfusão a um transplante. “Quando é feita uma transfusão de sangue, a gente está transfundindo um tecido. Por definição, se trata de um transplante de tecido líquido, que tem todos os tipos de células que são produzidas na médula óssea”.
Além disso, o sangue é fundamental para a realização dos transplantes. “A transfusão de sangue dá o suporte necessário para que todos os transplantes aconteçam. Para cada tipo de tecido, é preciso uma quantidade de sangue. Assim, a doação é essencial para que o procedimento aconteça com a segurança que o paciente requer”, acrescentou o hematologista.
Repórter: Lina Magalí
Fotos: Alberto Coutinho/GOVBA
Com 2,3 mil casos confirmados de sarampo nos últimos três meses, o Brasil vive um surto da doença. O epicentro da epidemia está localizado no estado de São Paulo, onde foram confirmados uma morte e 2.299 casos – 98% do total.
Em seguida vêm Rio de Janeiro (12), Pernambuco (5), Santa Catarina (4) e Distrito Federal (3), além de oito estados com um caso cada: Bahia, Paraná, Maranhão, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Sergipe, Goiás e Piauí.
Diante da evolução do surto no país, o Ministério da Saúde anunciou esta semana a aquisição de mais 18,7 milhões de doses de vacina contra o sarampo. O governo tem intensificado a imunização com foco em crianças de até 1 ano e adultos jovens.
Neste mês, o governo anunciou ainda uma nova recomendação para imunização de crianças. No intuito de conter o avanço da doença, o Ministério da Saúde recomenda que crianças entre seis meses e 1 ano recebam uma dose extra da vacina, com uma imunização denominada “dose zero”. A iniciativa visa a diminuir a incidência nesta faixa etária – grupo com maior presença proporcional de casos, com 38,3 em cada 100 mil habitantes, contra uma média geral de 4,10 em cada 100 mil habitantes.
Em entrevista à Rádio Nacional da Amazônia, a pediatra intensivista e especialista em saúde da criança e do adolescente Roberta Esteves Vieira de Castro explicou que o sarampo é uma doença viral grave e altamente contagiosa e que os sintomas iniciais são parecidos com os de um resfriado comum.
A médica destacou que a única forma de prevenção é a vacinação.
Confira abaixo os principais trechos da entrevista:
O que é o sarampo?
O sarampo é uma doença viral grave e altamente contagiosa que pode evoluir para complicações e levar à morte. É transmitido por um vírus. Os primeiros sintomas são febre, tosse, coriza, como se fosse um resfriado comum. O paciente pode ter perda de apetite e apresentar conjuntivite, com olhos vermelhos, lacrimejantes e fotofobia.
Surgem manchas vermelhas na pele. Essas erupções começam no rosto, na região atrás da orelha, e vão se espalhando pelo corpo. O paciente também pode sentir dor de garganta.
A maioria dos pacientes começa a se sentir melhor depois de dois dias do início da erupção cutânea. Depois de três a quatro dias, as manchas começam a ficar mais castanhas e tendem a desaparecer. A pele pode descamar como se fosse uma queimadura de sol. Muitos ainda têm tosse por uma ou duas semanas.
A grande preocupação é que o sarampo, em crianças pequenas e pacientes imunocomprometidos, pode levar a complicações. A diarreia é a complicação mais comum, mas outras podem aparecer como otite média aguda, pneumonia, hepatite e, até mesmo, encefalite.
A maioria dos casos de mortes decorrem de complicações no trato respiratório ou de encefalite.
Como o sarampo é transmitido?
A transmissão ocorre no contato de pessoa para pessoa e pela propagação no ar. As gotículas de secreções respiratórias de um paciente que tem sarampo podem permanecer no ar por até duas horas, ou seja, a doença pode ser transmitida em espaço público mesmo que não haja contato de uma pessoa com outra. Grandes surtos têm ocorrido em locais de aglomeração como escolas, clubes, aeroportos, shoppings.
A pessoa que tem sarampo pode começar a transmitir a doença cerca de cinco dias antes de aparecerem as manchas na pele. Além disso, ela continua transmitindo o vírus quatro dias depois de as erupções terem desaparecido.
Como é a prevenção?
A vacina é a única forma de prevenção. Para combater o avanço do sarampo no país, o Ministério da Saúde recomenda uma “dose zero”, para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. É considerada uma dose extra que não substitui as vacinas do calendário nacional de vacinação – a primeira dose aos 12 meses e uma segunda dose aos 15 meses.
Se um paciente tomou apenas uma dose até os 29 anos, precisa completar o esquema vacinal com uma segunda dose.
Se a pessoa não tomou nenhuma dose, perdeu o cartão de vacinação ou não se lembra se tomou a vacina, o ideal é que ela procure um posto de saúde. Se ela tiver de 1 a 29 anos, precisa tomar duas doses da vacina, com intervalo de 30 dias entre elas. Se tiver de 30 a 49 anos, tem de tomar apenas uma dose.
Qual o tratamento?
Não existe tratamento específico para o sarampo. É necessário que o paciente faça repouso e beba bastante líquido para evitar a desidratação. Como é uma virose, o tratamento é de suporte e tem apenas o objetivo de melhorar o conforto do paciente.
Fonte: Agência Brasil