Nesta sexta-feira (07), as Farmácias da Família I e II, situadas, respectivamente, nos bairros Brasil e Centro, vão funcionar das 8h às 12h. O atendimento ao público será suspenso, excepcionalmente, no turno da tarde, devido a uma capacitação com a equipe e alinhamento dos processos de trabalho.
Dessa forma, os pacientes poderão antecipar a retirada dos medicamentos para esta quinta-feira (6) ou até o meio dia de amanhã.
Na segunda-feira (10), o atendimento será normalizado.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) divulgou nesta terça-feira (27), o resultado do segundo Levantamento do Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2023, com índice geral de 2,2% em Vitória da Conquista. De acordo com a análise, houve uma pequena redução de 0.5 ponto percentual se comparado ao primeiro levantamento feito em fevereiro deste ano, que foi de 2,7%.
Esse resultado significa que o município ainda está em alerta, com uma classificação de médio risco para surtos de transmissão das doenças transmitidas pelo mosquito, como a dengue, zika e chikungunya. O Ministério da Saúde (MS) orienta que o índice aceitável para o controle de infestação seja de até 1.0%, ou seja, 1% dos imóveis da cidade.
Para fazer esse levantamento, os agentes de combate às endemias fizeram coletas de amostras em 78 bairros e loteamentos da cidade, onde 24 apresentaram índice de infestação de médio risco e 15 de alto risco, acima de 3,9%. Os maiores foram registrados na Vila Marina (10%), Panorama (9,7%), Morada Real (8,9%), Ipanema (8,6%), Kadija (8,3%) e Henriqueta Prates (7,4).
Das amostras coletadas em focos de água parada, em 63% foram encontradas larvas positivas do Aedes aegypti em depósitos de água ao nível do solo (caixas d’água, tanques, tambor), e 20% em pequenos recipientes com acúmulo de água no quintais, como vasos, pratinhos de planta, latas, dentre outros.
Buscando conter a proliferação do mosquito e reforçar o trabalho educativo com a população, as equipes de combates às endemias realizaram mutirões no Vila Marina e também no Recanto dos Pássaros e Alameda dos Pássaros, na última semana. Outros mutirões estão sendo organizados para outros locais que apresentaram alto risco.
CASOS – De acordo com dados atualizados pela SMS, foram registradas, este ano, 2.793 notificações suspeitas de dengue, zika e chikungunya no município, com 870 casos já confirmados dessas doenças, este ano, sendo 592 de dengue, 267 de chikungunya e 11 de zika. Outros 1.179 casos foram negativos para arboviroses e 492 ainda aguardam resultado laboratorial.

O maior pico de notificações das arboviroses foram registradas entre os meses de janeiro a março e, desde o mês de abril, o número de novas notificações vem reduzindo, principalmente com a chegada do inverno e o baixo volume de chuvas.
Mas, mesmo com a redução das notificações, não é hora de baixar a guarda, pois o combate ao mosquito deve ser feito o ano inteiro. Por isso, a SMS pede o apoio da população para manter o hábito da limpeza nos quintais para evitar qualquer mínimo acúmulo de água parada que possa servir de criadouro para o mosquito.
Para fazer a denúncia de alguma situação de risco, entre em contato com o Centro de Controle de Endemias pelo número: (77) 3429-7419, que os agentes irão até o local para fazer a vistoria.
O Ministério da Saúde iniciou a entrega de de mais de 400 mil unidades de insulina análoga de ação rápida, usada no tratamento de diabetes tipo 1. A expectativa da gestão é de que a distribuição do montante seja concluída até o próximo dia 9 de julho.
De acordo com o governo federal, a compra do medicamento ocorreu após cinco meses de negociação com o setor farmacêutico e depois de duas tentativas frustradas – dois pregões anteriores, em agosto do ano passado e em janeiro deste ano, não receberam propostas.
A antecipação foi uma medida tomada pela Saúde por conta do risco de desabastecimento motivado pela escassez mundial do produto. Essa carga de 400 mil unidades se soma à de um 1,3 milhão de doses compradas emergencialmente e que vão garantir o abastecimento do Sistema Único de Saúde e de mais de 60 mil pessoas que fazem atendimento no SUS.
Conforme alegou o Ministério da Saúde, as insulinas regulares mais consumidas, indicadas para pacientes com diabetes tipo 2 e demais tipos, estão com “estoque adequado”.
As insulinas análogas de ação rápida foram incorporadas ao SUS em 2017 após aprovação da Conitec, Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde. As informações são da Agência Brasil.
Uma nova vacina contra a dengue estará disponível no Brasil a partir da semana que vem, segundo a Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC).
A Qdenga (TAK-003), do laboratório japonês Takeda Pharma, é o primeiro imunizante liberado no país para pessoas que nunca entraram em contato com o vírus da dengue.
Neste primeiro momento, a Qdenga será aplicada apenas na rede privada, como clínicas, laboratórios e farmácias. O valor de cada dose deve ficar entre R$ 301,27 e R$ 402,05, segundo preço tabelado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
Em São Paulo, por exemplo, o preço máximo ao consumidor será de R$ 379,40 a dose.
“As clínicas devem utilizar esse parâmetro na composição da sua precificação final, que também inclui o atendimento, a triagem, a análise da caderneta de vacinação, as orientações pré e pós-vacina, além de todo o suporte que os pacientes necessitam para se informar corretamente sobre a questão da vacinação”, disse a ABCVAC, em nota enviada ao g1.
O registro da Qdenga foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março deste ano.
Portanto, não há distinção entre quem teve ou não a dengue, desde que esteja dentro da faixa etária estipulada pela agência reguladora para aplicação das doses.
Até então, a única vacina contra a dengue disponível no Brasil era a Dengvaxia, fabricada pelo laboratório francês Sanofi Pasteur. O imunizante é recomendado somente para quem já foi infectado com o vírus da dengue. Essa vacina protege contra uma possível segunda infecção, que, no caso da dengue, pode se manifestar de forma mais agressiva e levar à morte.
E no SUS? Ainda não há prazo para que a Qdenga seja disponibilizada na rede pública de saúde. A liberação depende da aprovação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), órgão que assessora o Ministério da Saúde na tomada de decisões desse tipo.
Nos ensaios clínicos, a Qdenga mostrou ter uma eficácia geral de 80,2% contra a dengue causada por qualquer sorotipo após 12 meses da segunda dose. A vacina também reduziu as hospitalizações em 90%.
Em dezembro de 2022, a agência sanitária europeia European Medicines Agency também autorizou o uso do imunizante na União Europeia.
Responsável por um surto no interior de São Paulo durante a última semana e por 1.292 ocorrências no Sudeste do país nos últimos dez anos, a febre maculosa não é uma doença exclusiva desta região. Segundo informações da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), de 2012 a 2022, treze ocorrências foram registradas em território baiano.
Consultada pelo Bahia Notícias, a pasta informou que nenhum dos registros de pacientes acometidos pela doença, causada por uma bactéria do gênero Rickettsia e que é transmitida pela picada de carrapato infectado, ocasionou óbito.
O recorde de infecções aconteceu em 2021, quando quatro pessoas foram identificadas com esta condição, que pode causar, além da febre, dor pelo corpo, dor de cabeça e manchas avermelhadas na pele.
No segundo lugar no ranking de anos com o maior quantitativo estão 2022 (3 diagnósticos), 2019 (2 diagnósticos) e 2012, 2015, 2018 e 2020 (com 1 diagnóstico cada). Os anos de 2013, 2014, 2016 e 2017 não contabilizaram nenhuma ocorrência.
TOTAL DE CASOS CONFIRMADOS DE 2012 A 2023:
Ao todo, segundo o Ministério da Saúde (MS), o Brasil registrou 2.059 casos de febre maculosa de janeiro de 2013 a 14 de junho de 2023. Desde o início do ano até a última sexta-feira (16), 53 casos ocorreram em todo o país, dos quais 30 se concentraram no Sudeste.
O Ministério da Saúde atualizou para 53 o número de casos de febre maculosa confirmados este ano no país, com oito mortes registradas. Todos os óbitos ocorreram na Região Sudeste – seis em São Paulo, um em Minas Gerais e um no Rio de Janeiro. Quanto ao número de casos, a maior concentração de ocorrências é verificada nas regiões Sudeste (30) e Sul (17).
Segundo a pasta, no geral, os casos aparecem de maneira esporádica. A transmissão da febre maculosa ocorre somente por meio do contato com o carrapato estrela infectado pela bactéria do gênero Rickettsia. Não há, portanto, transmissão de pessoa para pessoa. “O tratamento oportuno é essencial para evitar formas mais graves da doença e óbitos”, alerta o ministério.
De acordo com a pasta, assim que surgem os primeiros sintomas, o paciente deve procurar as unidades de saúde para avaliação médica e tratamento disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). O ministério informa que tem promovido ações recorrentes de capacitação direcionadas às vigilâncias estaduais e municipais, envolvendo profissionais da vigilância e da atenção à saúde.
Em nota, a pasta informa que está sendo usado um medicamento antimicrobiano para tratar a febre maculosa e que todas as unidades federativas estão abastecidas com os remédios prioritários para o tratar a doença, incluindo São Paulo. A nota diz ainda que dispõe de estoque estratégico para envio de novas remessas aos estados que precisarem. As informações são da Agência Brasil.
O repórter do Redação Brasil, Gerson Gonzaga esteve na manhã desta terça-feira (13), com a Responsável Técnica pelo HEMOBA Vitória da Conquista, dr. Joselinda Pessoa Carvalho ela falou sobre a importância do dia mundial do doador de sangue que comemorado na próxima quarta-feira (14), e também sobre os requisitos básicos para ser doador de sangue, “ É preciso antes de tudo ter um coração doador, para fazer a doação é importante ter uma boa noite de sono, alimentação adequada, não ter lesão de pele, não ir ao local nem de moto nem de bicicleta”; disse.
dr. Joselinda falou também sobre a grande necessidade que Vitória da Conquista tem para preencher o estoque de sangue que permanece baixo e pediu que a população se sensibilize para realizar a doação.
A partir desta segunda-feira (12), todas as unidades de saúde da zona urbana passarão a oferecer a vacinação contra a Covid-19 de rotina, para todos os públicos, dentro do horário de funcionamento do serviço. Dessa forma, não haverá a divulgação da programação semanal, pois ela será constante.
A medida de ampliar e facilitar a vacinação foi tomada pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), tendo em vista o fim da emergência sanitária da pandemia, declarada no mês de maio pela Organização Mundial de Saúde. “Nós vamos continuar convivendo com a circulação e a ocorrência da Covid-19, por isso precisamos manter a imunização em dia, entendendo que se tornou uma vacinação de rotina. Por isso, descentralizamos o acesso à vacina para todas as unidades, que atenderão crianças, adolescentes e adultos, disponibilizando todas as doses para quem quiser se vacinar”, explicou a coordenadora de Imunização do município, Mariana Matos.
Confira o esquema vacinal disponível nas unidades de saúde para cada faixa etária:
Crianças de 6 meses a 11 anos
– 1ª, 2ª e 3ª dose monovalente
Adolescentes de 12 a 17 anos
– 1ª, 2ª e 3ª dose monovalente
– Reforço bivalente (apenas para adolescentes imunossuprimidos, com comorbidades, indígenas ou quilombolas)
Adultos maiores de 18 anos
– 1ª, 2ª e reforço bivalente
Gestantes e puérperas a partir de 12 anos
– 1ª, 2ª dose e reforço bivalente
Atenção! Para se vacinar com a bivalente é necessário ter concluído, pelo menos, o esquema primário de vacinação, composto pela 1ª e 2ª doses monovalente. O intervalo mínimo para vacinação é de quatro meses da última dose, mesmo que tenha sido 3ª ou 4ª dose monovalente.
Documentos exigidos – Todos os públicos devem apresentar o documento pessoal com CPF e cartão de vacina. Quem tem comorbidades ou imunossupressão também deve apresentar o relatório ou laudo médico que comprove a condição de saúde.
Beneficiários do Bolsa Família poderão retirar os 40 medicamentos disponíveis no Programa Farmácia Popular gratuitamente. A iniciativa amplia o acesso à assistência farmacêutica a 55 milhões de brasileiros. O programa foi relançado nesta quarta-feira (7), pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Recife.
Segundo o presidente, a proposta do governo é, cada vez mais, inserir novos medicamentos na cartela de insumos fornecidos pelo programa, oferecendo “oportunidade de as pessoas viverem mais, de as pessoas poderem curar as suas doenças. Até porque hoje cuidar de doenças é muito caro. Qualquer remédio é muito caro”.
A partir de agora, o programa também incluirá a população indígena. Inicialmente, será realizado um projeto-piloto no Território Yanomami. O objetivo do governo é ampliar e facilitar o acesso, de forma complementar, à assistência farmacêutica básica da população atendida nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).
Com a ação, o Farmácia Popular passa a oferecer todos os medicamentos do rol do programa de forma gratuita para essa população. Com novos medicamentos gratuitos, houve o credenciamento de novas unidades em municípios de maior vulnerabilidade.
Doenças
O programa oferece medicamentos gratuitos para o tratamento de diabetes, asma e hipertensão e, a partir de agora, também para osteoporose e anticoncepcionais. Também estão incluídos medicamentos e produtos com descontos de até 90% para dislipidemia, rinite, doença de Parkinson, glaucoma, além de fraldas geriátricas. Ao todo, o Farmácia Popular contempla o tratamento para 11 doenças.
A saúde da mulher terá prioridade. Essa população terá acesso gratuito aos medicamentos indicados para o tratamento de osteoporose e contraceptivos. São produtos que eram oferecidos pelo programa anterior com preços mais baixos (50% de desconto) e que agora passam a ser oferecidos gratuitamente junto com tratamentos para hipertensão, diabetes e asma. Mais de 5 milhões de mulheres devem ser beneficiadas.
Segundo a ministra da Saúde, Nízia Trindade, a próxima etapa do programa incluirá a saúde masculina, com medicamentos para tratamento de doenças na próstata.
Atendimento
Após oito anos sem novas farmácias credenciadas, o Ministério da Saúde retoma as novas habilitações priorizando os municípios de maior vulnerabilidade que aderiram ao Mais Médicos. Ao todo, 811 cidades poderão solicitar credenciamento de unidades em todas as regiões do país, sendo 94,4% delas no Norte e Nordeste. Dessa forma, o acesso à saúde passa a ser completo para essa população – do atendimento médico ao tratamento.
“É um programa que pensa as diferenças regionais, os vazios assistenciais no Brasil. Sabemos do potencial da Farmácia Popular na melhoria da saúde da população e quero destacar que uma pesquisa feita pela Universidade Federal da Bahia mostrou que o programa contribuiu para redução de 13% nas internações por diabetes e 23% nos casos de hospitalização por hipertensão. Essa queda foi cinco vezes maior nos estados da Região Nordeste”, afirmou a ministra.
Segundo Ministério da Saúde, a expectativa é de que, até o fim deste ano, o Farmácia Popular tenha unidades em 5.207 municípios brasileiros, equivalente a 93% do território nacional.
Como retirar
Para retirar o medicamento, basta que o beneficiário vá até a farmácia credenciada e apresente a receita médica, documento de identidade e CPF. O reconhecimento do vínculo do beneficiário com o Bolsa Família ocorrerá automaticamente pelo sistema, não é necessário cadastro prévio.
A Prefeitura de Vitória da Conquista entregará mais um equipamento de saúde à população, na próxima segunda-feira (5), às 9h. Será a nova sede da Unidade de Saúde da Família Jardim Valéria III, inaugurada para atender cerca de quatro mil pessoas que residem nos loteamentos Morada Nova, Morada das Acácias, Jardim Valéria (Ruas A, B, C, D e E) e Condomínio Lagoa Azul III.
Desde o fim do ano passado, a equipe de saúde tem atendido a população dessas localidades, de forma provisória, na Unidade de Saúde dos Campinhos, pois o antigo imóvel que sediava a unidade Jardim Valéria III foi desativado por apresentar problemas estruturais que ofereciam riscos aos usuários.
“A gestão viu a necessidade de melhorias e buscou estratégias para que a unidade pudesse funcionar em um local mais apropriado e confortável para a comunidade, bem como para a equipe de saúde. Nesse sentido, foi alugado um novo imóvel, onde foram feitas adequações do espaço para o funcionamento de uma unidade de saúde”, explicou a diretora de Atenção Básica do município, Ana Maria Ferraz.
A partir da próxima semana, a comunidade passará a ser atendida na nova sede, com espaço mais adequado, dispondo de três consultórios, sala de vacina, sala de procedimentos, sala de triagem, recepção, sala de espera, três espaços para almoxarifado, esterilização e expurgo, copa e três sanitários. Na obra de adaptação do imóvel foram investidos R$ 162.350,00, com recursos da Prefeitura.
A comunidade do Jardim Valéria e região está convidada a participar do ato de entrega da unidade.