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CORTINA E CIA COLCHÕES

Casualmente escutei a música “O Neguinho e a Senhorita”, uma composição de Noel Rosa de Oliveira e Abelardo Silva, composta em 1965 e consagrada na voz de Elza Soares.

O samba conta a história de uma senhorita branca e rica que foge de casa para casar-se com um compositor negro e pobre, causando enorme escândalo no Rio de Janeiro.

A trama da música lembrou-me o escândalo que envolveu o primeiro e único presidente negro do Brasil, Nilo Procópio Peçanha, que se casou com uma aristocrata branca, Ana Castro Belisário de Sousa, que também fugiu da família par unir-se a ele.

Sim. Eu disse o primeiro presidente negro que o Brasil já teve!

Sim, o Brasil, país que tem a segunda maior concentração de negros fora da África, atrás apenas da Nigéria, já foi governado por um afrodescedente, fato ignorado pela maioria da população.

E essa falta de conhecimento não é mero acaso. É consequência do processo de esbranquiçamento praticado pela história oficial e pela elite da Primeira República, que evitava mencionar sua origem negra e minimizava sua importância histórica.

E nesta data, 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, buscando resgatar e valorizar a história e a luta do povo negro contra a escravidão e o racismo, é mais que oportuno desvendar a história do primeiro e único presidente negro do Brasil.

Nascido em 2 de outubro de 1867, em Campos dos Goytacazes (RJ), filho de mãe negra, Joaquina Anália de Sá Freire, e pai de origem humilde, Sebastião de Sousa Peçanha, ‘Sebastião da Padaria’, Nilo Peçanha era ‘mulato’, termo usado à época, e enfrentou preconceito racial ao longo da vida política.

Foi descrito como sendo mulato e frequentemente era ridicularizado pela imprensa, em charges e anedotas que se referiam à cor da sua pele. A elite social de Campos dos Goytacazes chamava-o de “o mestiço de Morro do Coco”.

Formou-se em Direito, foi deputado, governador do Rio de Janeiro, vice-presidente da República e, após a morte do presidente Afonso Pena, assumiu o cargo.

Com a morte do presidente Afonso Pena, desgostoso com a perda do filho mais velho, Nilo Peçanha, que era vice-presidente, assumiu a presidência com o lema ‘Paz e Amor’. Tornou-se o sétimo presidente do Brasil.

Seu governo durou apenas 17 meses, de 14 de junho de 1909 a 15 de novembro de 1910, mas seu desempenho repercute até os dias atuais.

Durante sua gestão foi criado o Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, o Serviço de Proteção aos índios (SPI), antecessor da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Também foi criada a Escola de Aprendizes Artífices, primeira escola técnica de ensino no Brasil que não tinha uma abordagem militar, considerada precursora da rede de institutos de ensino Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet).

Por isso, Nilo Peçanha é o patrono da educação profissional e tecnológica no Brasil, através da Lei 12 417/2011, que oficializou a homenagem em 2011. Ele afirmava que “o Brasil atual saiu das academias. O Brasil do futuro sairá das oficinas”.

A Lei Federal nº 10.639/2003 tornou obrigatório o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira, e o Estatuto da Igualdade Racial (Lei nº 12.288/2010) determina que o poder público adote políticas educacionais voltadas à valorização da população negra e ao combate ao racismo estrutural.

Desse modo, seria mais que oportuno que o governo estadual determinasse à Secretaria da Educação que produza cartilhas, e-books e vídeos educativos sobre o primeiro e único presidente negro do Brasil, distribuindo esse material nas escolas da rede pública.

E o Ministério da Educação deveria incluir a história do primeiro presidente negro nos livros de História do Brasil, especialmente no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD).

Além de reparar uma lacuna histórica, tal medida contribuirá para o fortalecimento de uma educação antirracista, que reconheça a contribuição dos afrodescendentes à construção da sociedade brasileira e que incentive o orgulho, a autoestima e a identidade cultural dos estudantes.

Sobre o autor:

Josalto Alves é jornalista e advogado

Contato: 71.987997484

Foto – Centro de Referência de Acervos Presidenciais – Arquivo Nacional

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Uma notícia triste marcou a tarde desta quarta-feira

(19) em Vitória da Conquista. O jovem universitário Arthur não resistiu e faleceu no Hospital de Base, após sofrer um acidente no Bairro Candeias no início desta semana.

Segundo informações obtidas pela reportagem, Arthur foi socorrido em estado grave e estava internado desde então, recebendo cuidados intensivos. Apesar de todos os esforços da equipe médica, ele não resistiu aos ferimentos.

A morte do universitário gerou grande comoção entre familiares, amigos e colegas de curso, que usaram as redes sociais para prestar homenagens e lamentar a partida precoce. Arthur é lembrado como um jovem estudioso, querido e cheio de sonhos.

 

O Blog do Redação  se solidariza com todos os familiares e amigos de Arthur neste momento de dor, desejando força e consolo a todos.

 

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O repórter Jhore Jhore foi acionado  pela população para mostrar de perto a realidade no cruzamento da Terceira Avenida com a Laura Nunes, no bairro Boa Vista. Tráfego intenso, grande fluxo de veículos e nenhum semáforo para orientar os motoristas.

Veja: 

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O repórter do povo Jhore Jhore esteve nas imediações do Hospital de Base e constatou que a Rua D, localizada nos fundos da unidade, está sendo fechada, conforme mostram as imagens.

Informações preliminares apontam que o local passa por intervenções para criar uma ligação entre o Hospital de Base e o HEMOBA , formando um possível complexo integrado de atendimento.

Veja: 

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O Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, autorizou uma ajuda de mais de R$ 5,7 milhões para a cidade de Vitória da Conquista. O objetivo é financiar ações de Proteção e Defesa Civil no município contra alagamentos.

Essa decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (18) e representa um grande passo para fortalecer a segurança e o bem-estar da população local.

Mas o que isso significa na prática?

Em uma linguagem bem simples, é o seguinte: o governo está liberando um recurso financeiro grande para que a prefeitura de Vitória da Conquista possa executar ações de recuperação relacionadas a situações de risco ou danos que a cidade possa ter enfrentado.

Isso pode incluir, por exemplo:

  • Recuperação de áreas afetadas por chuvas fortes ou deslizamentos;
  • Obras de infraestrutura para prevenir alagamentos;
  • Apoio a famílias atingidas por intempéries;
  • Medidas que aumentem a segurança da comunidade.
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As faixas de trânsito em direção ao perímetro urbano BR-116 no bairro Morada dos Pássaros estão apagadas e a via foi transformada em mão única, confundindo quem passa por ali e aumentando o risco de acidentes.

Veja: 

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Um acidente foi registrado na BR-116, próximo ao Atacadão, envolvendo uma pickup e uma carreta. Felizmente, não houve vítimas.
Veja os detalhes com o repórter Jhore Jhore:

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O Terreiro Axéyanguí, em colaboração com a Associação Cultural e Religiosa Axéyanguí promovem, nesta quinta-feira (20), a Primeira Ação Social Mãe Olga de Alaketu. A realização é gratuita e acontecerá na sede do Terreiro, das 8h30 às 12h30, com serviços de assessoria jurídica, regularização de imóveis e oficinas artísticas aos moradores do bairro Lagoa das Flores e região.

Uma das ações do evento é a inauguração simbólica da Rua Olga do Alaketu, novo nome atribuído à Rua C do Loteamento Vivenda Vale das Flores. A renomeação homenageia Mãe Olga de Alaketu (Olga Francisca Régis), uma das Mães de Santo mais marcantes da Bahia no século XX.

A ação visa celebrar o Dia da Consciência Negra, feriado que marca o calendário nacional desde 2023. A data marca a morte do líder quilombola Zumbi dos Palmares.

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O Festival Suíça Bahiana segue movimentando a cena cultural de Vitória da Conquista após sua 15ª edição. Nos dias 29 e 30 de novembro, o público poderá participar do Ecos do Festival Suíça Bahiana, uma programação especial que reúne formação gratuita para artistas independentes e shows de bandas nacionais e locais.

A programação começa no sábado (29), às 8h, com oWorkshop Online Presença Digital para Artistas, que está com inscrições abertas. A atividade é gratuita e dispõe de 15 vagas destinadas a artistas naturais ou residentes em Vitória da Conquista que buscam estratégias para fortalecer sua atuação no ambiente digital. O encontro abordará temas como construção de marca pessoal, plataformas de conteúdo, monetização nas redes sociais, análise de dados e uso de ferramentas de inteligência artificial aplicadas ao contexto artístico.

O workshop será conduzido por profissionais com atuação na comunicação e no audiovisual da cena cultural baiana. Ana Paula Marques, jornalista e assessora de imprensa, já trabalhou com artistas como Guigga, Ana Barroso, Rachel Reis e Clube de Patifes, além de assinar a comunicação de eventos como Festival Suíça Bahiana, Feira Noise Festival, Mostra Cinema Conquista e Dopesmoke Festival.

Já o fotógrafo e videomaker Felipe Martins reúne projetos ao lado de nomes de destaque nacional como BaianaSystem, Margareth Menezes e Planet Hemp, além de colaborar com festivais como o Sangue Novo. Juntos, os facilitadores trazem uma perspectiva ampla, estratégica e conectada às necessidades dos artistas independentes da Bahia.

No dia seguinte, domingo (30), a partir das 16h, o espaço Moinho de Vento recebe a programação musical do Ecos, reunindo diferentes vertentes do rock nacional e regional. Sobem ao palco as bandas Zimbra, Selvagens à Procura de Lei, Há Vida em Marte e Outra Conduta. Os ingressos estão à venda no Sympla.

“O Ecos reforça o propósito do FSB de ir além do palco, articulando formação, circulação, profissionalização e fruição artística. A primeira edição do evento chega como um desdobramento do festival, que une capacitação e música independente”, explica a produtora Ana Luiza Dias.

O Ecos do Festival Suíça Bahiana é uma realização do Coletivo Suíça Bahiana, com apoio financeiro da Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur) e do Deputado Waldenor Pereira. O Workshop Online Presença Digital para Artistas é uma realização da Vagalume Press, em parceria com o Coletivo Suíça Bahiana. Tem o apoio do Governo Federal, Ministério da Cultura, Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, Secretaria Municipal de Cultura, através da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.

SERVIÇO | ECOS DO FESTIVAL SUÍÇA BAHIANA 2025

 

Workshop Online Presença Digital para Artistas

Data: 29 de novembro (sábado)
Horário: 8h às 12h

Local: Online (Meet)
Link de inscrição: https://forms.gle/JmMFRithcTm5yukcA

 

Shows com Zimbra, Selvagens à Procura de Lei, Há Vida em Marte e Outra Conduta
Data: 30 de novembro (domingo)
Horário: A partir das 16h
Local: Moinho de Vento (Vitória da Conquista)
Ingressos: à venda no Sympla

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Os moradores do Caminho 11, No bairro Santa Cruz em Vitória da Conquista estão na bronca por conta da situação do local: A rua está completamente intransitável para automóveis e prestadores de serviço. No momento, apenas motos e bicicletas conseguem transitar pelo local.
Veja: 

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