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O botijão de gás deve ficar mais caro já a partir desta sexta-feira (1). A Acelen, empresa que administra a Refinaria de Mataripe, anunciou na quinta (31) um novo reajuste, que entra em vigor hoje, e será entre R$ 5 e R$ 7.

Com esse, a Bahia registra o quarto reajuste no preço do gás apenas nos três primeiros meses deste ano. O primeiro aconteceu no dia 3 de fevereiro, quando o valor do produto chegou a custar até R$ 120. Com o novo aumento, o valor médio do botijão de gás em deve ser R$ 132.

À reportagem da TV Bahia, a empresa que administra a refinaria disse que os reajustes acontecem por causa da cotação do petróleo, da variação do dólar, além do custo logístico para a entrega do produto.

Em setembro de 2020, um botijão custava em média, R$ 68 no estado.

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Em Vitória da Conquista, a partir desta quinta-feira (31), o uso de máscaras de proteção contra Covid-19 será obrigatório apenas no transporte coletivo urbano e rural, em agências bancárias e locais destinados à prestação de serviços de saúde. Nos demais locais, abertos ou fechados, o uso da máscara é facultativo. O decreto com a medida foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Município no início da noite de hoje.

A decisão de flexibilizar o uso da máscara levou em consideração a redução contínua das internações, casos positivos e óbitos pela doença. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), houve uma diminuição da média semanal de casos ativos da Covid-19 no município pela sexta semana consecutiva. Neste momento, a média diária está em 3,57, quando em fevereiro chegou a ser registrado uma média diária de 268,57 de casos confirmados.

A SMS continuará fazendo o monitoramento dos indicadores da Covid-19 no município e caso o cenário epidemiológico mude  a medida poderá ser revogada ou modificada.

A população deve continuar mantendo os cuidados na prevenção, com a higienização constante das mãos, o distanciamento e, mais essencial para evitar adoecimento grave, tomar todas as doses da vacina.

Decreto nº 21.812 

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O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, confirmou na tarde desta quinta-feira (31) que vai desistir da candidatura à presidência da República. Moro se filiou ao União Brasil, após ser festejado no Podemos no último mês de novembro, primeiro partido ao qual, formalmente, o ex-juiz integrou com filiado.

 

“O Brasil precisa de uma alternativa que livre o país dos extremos, da instabilidade e da radicalização. Por isso, aceitei o convite do presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar, para me filiar ao partido e, assim, facilitar as negociações das forças políticas de centro democrático em busca de uma candidatura presidencial única”, publicou Moro, em suas redes sociais.

 

O ex-ministro era o que melhor pontuava nas pesquisas de intenção de voto no pelotão que vinha abaixo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente Jair Bolsonaro. Todavia, a candidatura de Moro não chegou a decolar e enfrentava resistências para as construção de alianças. Partidos que tentam articular uma terceira via enxergavam o ex-juiz como um impeditivo para que conversas avançassem com outras legendas. Integrantes do próprio União Brasil tinham restrições a uma candidatura dele, sendo própria ou por um partido aliado, a exemplo dos núcleos ligados ao antigo Democratas, como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, que tende a manter uma vinculação com Bolsonaro, e o pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, que pretende ter um palanque aberto para candidatos à presidência.

 

De acordo com Moro, a saída com o Podemos não teria sido traumática. “A troca de legenda foi comunicada à direção do Podemos, a quem agradeço todo o apoio”, indica. “Para ingressar no novo partido, abro mão, nesse momento, da pré-candidatura presidencial e serei um soldado da democracia para recuperar o sonho de um Brasil melhor”, admitiu o ex-juiz. Nos bastidores, ele é tratado como pré-candidato a deputado federal por São Paulo.

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Pré-candidato do PT ao governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues vai iniciar o Programa de Governo Participativo (PGP), como o partido faz há algumas eleições com o cabeça de chapa, para rodar o estado. Conforme apurado pelo BNews, a caravana vai ser iniciada na cidade de Feira de Santana.
O maior município do interior da Bahia tem relação com ex-secretário de Educação. Ele é professor da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).
Nesta quinta (31), Jerônimo participa de um evento com a presença do ex-presidente Lula na Bahia. O ato vai oficializar a sua pré-candidatura, além da de Geraldo Junior (MDB) como seu vice e Otto Alencar (PSD) como postulante à reeleição no Senado Federal.
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Se você é usuário do transporte coletivo, fique atento! A Coordenação Municipal de Transporte Público informa que alterou o quadro de horários da linha R07, que faz o percurso Nova Cidade x Centro. A mudança passou a valer a partir desta quinta-feira (31).

Além desta linha, outras duas, a R16 (Conquista VI x Centro) e a R20 (Cidade Modelo x Centro) também tiveram seus quadros de horários atualizados desde sábado (26).

Confira os novos horários:

R07 – Nova Cidade x Centro
R16 – Conquista VI x Centro
R20 – Cidade Modelo x Centro

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O Presidente do Movimento Contra a Morte Prematura, André Paulo Barros Cairo, personificado em Apóstolo Paulo, Ministrou Palestra para um Grupo de Religiosos, que aprovaram o propósito da Fé!

Após o encerramento, foi Parabenizado, se deslocando a Star Color, sendo Fotografado por Anita Dias, anunciando que fará Manifestação, circulando Vias Públicas em Vitória da Conquista.

ASCOM do MCMP

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Mesmo com as chuvas ocorridas no município no final do ano, a zona rural de Vitória da Conquista voltou a sentir os efeitos da estiagem prolongada, que vem desde 2015 e retornou nos últimos meses, com perdas na produção agrícola e estimativa de prejuízos a longo prazo.

Por causa dessa situação, a prefeita Sheila Lemos assinou o decreto nº 21.784, publicado no Diário Oficial do Município desta quarta-feira (39), declarando estado de emergência nos 11 distritos (Bate-Pé, Dantelândia, Inhobim, São Sebastião, Cabeceira da  Jiboia,  São  João  da  Vitória,  Cercadinho,  Iguá,  Veredinha,  Pradoso  e  José  Gonçalves).

A decisão se baseia em parecer técnico da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, segundo o qual, embora tenha ocorrido melhoria nos indicadores do recuo da seca, em virtude das chuvas no final de 2021, o longo período de estiagem nos últimos anos acarretou prejuízos na agricultura e na pecuária.

Ainda de acordo com o documento, as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) apontam para continuidade de escassez de chuvas, “o que piora a situação dos munícipes residentes na zona rural, com perdas significativas na lavoura e pecuária”, assinala o parecer.

A Defesa Civil ressalta que durante os meses de janeiro a março deste ano, a precipitação pluviométrica na zona rural de Vitória da Conquista esteve abaixo de 225 milímetros, quando eram necessários, no mínimo, 400 milímetros. A consequência é as pastagens não se desenvolvem e não há reposição dos mananciais, provocando a inexistência de forragem e água suficiente para manutenção do rebanho e abastecimento humano.

O decreto, válido por 180 dias, abre a possibilidade do recebimento de recursos federais para mitigar efeitos da seca e permite a mobilização do Sistema Nacional de Defesa Civil, sob organização da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (COMDEC). O documento autoriza ainda o desencadeamento do Plano Emergencial de Resposta aos Desastres, adaptado à situação real.

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O medicamento Paxlovid, antiviral contra a Covid-19, teve seu uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quarta-feira (30). O remédio é indicado para adultos e crianças a partir de 12 anos, que tenham testado positivo para a Covid-19 e apresentem alto risco de progressão para casos graves.

O pedido para liberação do antiviral da Pfizer foi recebido pela Anvisa no dia 15 de fevereiro, mas a decisão de liberar o uso foi tomada nesta quarta (30), durante reunião da Diretoria Colegiada do órgão.

Indicado para adultos e crianças, o Paxlovid  é composto por dois medicamentos antivirais: o nirmatrelvir e o ritonavir. Enquanto a primeira substância foi desenvolvida recentemente, o ritonavir já era utilizada no tratamento do HIV/AIDS. Em conjunto, os dois atuam bloqueando uma enzima que o vírus da covid precisa para se replicar no corpo.

Estudos ainda indicam que a droga reduz em 89% o risco de hospitalização ou morte em adultos, e dados iniciais apontam que o Paxlovid é eficaz contra a variante ômicron. O medicamento já é utilizado no Reino Unido e na União Europeia. *Bahia Notícias.

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O governo Jair Bolsonaro (PL) quer colocar no Enem de 2022 e 2023 questões já usadas em edições anteriores. O motivo é a escassez de perguntas prontas e adequadas para uso na prova, pois não houve a elaboração em número suficiente.
O plano de repetir questões está em minuta do edital do Enem e em nota técnica do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais). O órgão é ligado ao MEC (Ministério da Educação) e responsável pelo exame, que é a principal porta de entrada para o ensino superior.
“A edição 2022 do Enem poderá utilizar itens inéditos e itens já utilizados em edições anteriores”, diz a minuta do edital do exame, documento ainda interno e não publicado oficialmente. O plano foi revelado pelo portal UOL e confirmado pelo jornal Folha de S.Paulo.
Questionado, o Inep não respondeu.
O documento interno do Inep fala também em manter o mesmo expediente na prova de 2023.
O Inep sabe ao menos desde fevereiro de 2021 sobre a falta de questões para elaborar o Enem, como mostrou a reportagem em novembro passado, em meio a uma crise vivida no Inep.
Essa escassez foi uma das travas, inclusive, para que não fosse atendida de modo mais intenso a intenção da equipe do ex-ministro Milton Ribeiro de interferir em conteúdos da prova de 2021.
No ano passado, às vésperas do exame, o governo passou por uma crise que envolveu denúncias de interferência em conteúdo e assédio moral de servidores. O jornal Folha de S.Paulo ainda em revelou novembro que Bolsonaro chegou a pedir para Ribeiro questões que tratassem o golpe de 1964 por revolução, em consonância com o revisionismo histórico que ele e seus apoiadores defendem.
Até o fim do ano passado, não havia produção de novas questões desde 2019. O agora ex-ministro Ribeiro, no entanto, chegou a afirmar, no fim do ano, que haveria questões suficientes “para mais algum tempo” –ao contrário do que mostram os documentos internos do Inep.
O Enem é elaborado com base em um modelo matemático, a TRI (Teoria de Resposta ao Item), que exige questões calibradas com relação a parâmetros como o de dificuldade. Antes de serem utilizadas nas provas, elas devem ser respondidas por um grupo similar àquele que normalmente faz o exame (nos chamados pré-testes) para essa calibragem.
Os itens “também passam por uma análise de adequabilidade por parte das equipes pedagógicas e pela equipe psicométrica”, indica a nota interna do Inep. A carência de itens considerados adequados atinge as quatro áreas da prova, mas é mais grave em linguagens.
O Inep tem apenas 43 itens adequados de linguagens, o que não é suficiente para elaborar uma prova (que prevê 45 itens por área do exame). Há 46 de ciências humanas, 61 de matemática e 75 de ciências da natureza.
As informações estão na nota do Inep, datada de 23 de março. O número de itens pré-testados, mas sem análise de adequabilidade é maior. Varia de 289 (ciências da natureza) a 630 (ciências da natureza).
A cada ano o governo organiza ao menos duas edições, a regular e para pessoas privadas de liberdade. Isso exige um mínimo de 90 questões de cada uma das quatro áreas da prova.
O governo não pretende realizar novos pré-testes uma vez que há previsão de mudança da prova a partir de 2024.
“Considerando a possibilidade de reutilizar 4.680 itens, que foram aplicados para milhões de candidatos nas edições realizadas no Enem, não haverá a necessidade de executar novos pré-testes para viabilizar as edições 2022 e 2023”, diz a nota, assinada pelos diretores de Avaliação da Educação Básica, Michele Cristina Silva Melo, de Gestão e Planejamento, Jôfran Lima Roseno, e outros dois coordenadores.
A dificuldade de produzir itens adequados para o Enem é um drama desde 2009, quando o exame virou vestibular e ganhou o formato atual. Tanto para garantir a qualidade técnica dos exames quanto para viabilizar desejo antigo de ter mais de uma edição por ano ou fazer as provas no computador.
A pandemia trouxe dificuldades para o governo manter o ritmo de produção de pré-testes, segundo o documento. Mas, mesmo diante da escassez, o governo manteve no ano passado a realização do Enem digital, aplicado em computador para parte dos inscritos.
Isso exigiu a elaboração de três provas no ano, minando ainda mais a robustez do Banco Nacional de Itens. Equipes técnicas haviam sugerido o cancelamento da prova em computador na última edição exatamente por esse motivo, mas as lideranças do MEC e Inep ignoraram.
O Inep é presidido por Danilo Dupas Ribeiro. Ele foi indicado por Milton Ribeiro e é próximo ao ex-ministro.
Ribeiro deixou o cargo nesta segunda-feira (28) sob acusações de privilegiar pastores suspeitos de negociar liberações de verbas da pasta em troca de vantagem indevida.
A queda do ministro ocorreu uma semana após a Folha de S.Paulo revelar áudio em que o próprio Ribeiro fala em priorizar os amigos de um dos pastores e que isso seria um pedido de Bolsonaro.

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O governo Rui Costa (PT) confirmou, nesta quarta-feira (30), que o presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, vereador Geraldo Jr. (MDB), será o vice na chapa do candidato petista Jerônimo Rodrigues.

“Os dois vices serão Geraldos, o vice da presidência da República (Geraldo Alckmin) e o vice-governador (Geraldo Jr.), os dois serão Geraldos.”, brincou Rui, durante entrevista ao programa Balanço Geral.

Na terça-feira (29), Geraldo Jr. foi reconduzido à presidência da Câmara Municipal para seu terceiro mandato à frente da Casa, movimento que, segundo interlocutores, têm forte ligação com a articulação junto ao governo do estado.

Mais cedo, o prefeito Bruno Reis negou que tenha sido pego de surpresa com a reeleição de Geraldo Jr. “Eu tive reunião com o Geraldo e ele me comunicou que faria a eleição, e eu disse que da minha parte não havia problema nenhum, até porque nesses 14 meses como prefeito eu só tenho a agradecer à Câmara Municipal por ter aprovados todas matérias que nós enviamos, inclusive às vezes em menos de 24h”, disse.

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