Marcos Andrade Construtora
CORTINA E CIA COLCHÕES
VickPark 1

Era 8h46, horário local, quando uma das tragédias mais marcantes da história teve início: o ataque à torre norte do World Trade Center, em Nova York. Menos de duas horas depois, sob os olhares do mundo inteiro que acompanhava pela televisão, o prédio de 417 metros desabava. Naquele 11 de setembro de 2001, 2.977 pessoas perderam a vida em uma série de atentados que começou com o sequestro de quatro aviões comerciais por 19 terroristas e culminou em profundas mudanças nas políticas de segurança internacional nos anos seguintes.

Ataque e pânico

Além da torre norte, a torre sul — a outra metade das famosas “torres gêmeas” do World Trade Center — também foi atingida por um avião. Antes mesmo do colapso do primeiro edifício, outros ataques já haviam ocorrido: um avião foi lançado contra o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, em Washington. A quarta aeronave, que teria como alvo o Capitólio ou até mesmo a Casa Branca, caiu em uma área rural de Shanksville, na Pensilvânia, após a intervenção dos passageiros.
“Guerra ao terror”

Não havia rede social como conhecemos hoje, mas as imagens do ataque circularam pelo mundo e estampavam os principais veículos de comunicação da época. Nos primeiros minutos, chegou-se a cogitar um acidente, hipótese descartada quando novos alvos foram atingidos. O pânico se espalhou por Nova York, principalmente quando autoridades confirmaram a ação terrorista e apontaram Osama Bin Laden, líder da Al-Qaeda e ex-agente da CIA, como mentor dos atentados. Considerado um dos homens mais perigosos do mundo, Bin Laden se escondia no Afeganistão sob proteção do regime do Talibã.

Como reação imediata, o então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, declarou “guerra ao terror”, e ordenou a invasão do Afeganistão para derrubar o Talibã e capturar Bin Laden. A ofensiva se estendeu por anos e, em 2011, Bin Laden foi localizado e morto no Paquistão por forças especiais americanas.

Segurança global e mudanças permanentes

A comunidade internacional também reagiu. Em 12 de setembro, um dia após os atentados, o Conselho de Segurança da ONU aprovou, por unanimidade, a resolução 1368, condenando os ataques, reforçando o compromisso global contra o terrorismo e reconhecendo o direito de autodefesa diante de ameaças dessa magnitude.

O impacto dos ataques ultrapassou as fronteiras americanas. Uma série de medidas de segurança passou a ser implementada em aeroportos de todo o mundo: revistas mais rígidas, restrições a líquidos em bagagens de mão, uso de detectores de metais e, posteriormente, scanners corporais e tecnologias de detecção de explosivos. A lógica da vigilância ganhou força e alterou a rotina de viagens internacionais para sempre.

Menos de dois meses após os atentados, em 26 de outubro de 2001, Bush assinou o Patriot Act, lei que ampliou os poderes de investigação das autoridades e facilitou a troca de informações entre agências como o FBI e a CIA.

11 de setembro de 1973 – Uma das ditaduras mais violentas da América Latina

Voltando mais um pouco no tempo, em 1973, há exatamente 30 anos antes da tragédia em Nova York, o 11 de setembro marcava a história do Chile. Naquele dia, o Palácio de La Moneda, sede do governo, foi bombardeado pelos militares, resultando no golpe que derrubou Salvador Allende, o primeiro presidente socialista eleito democraticamente na América Latina.

A ação foi conduzida pelas Forças Armadas Chilenas sob o comando do general Augusto Pinochet, com apoio direto da CIA e do governo norte-americano, que viam no projeto político de Allende uma ameaça em plena Guerra Fria. Cercado em La Moneda, Allende resistiu até o último instante e transmitiu, pelo rádio, um discurso histórico no qual se despediu do povo chileno, reafirmando a defesa da democracia.

O golpe deu início a uma das ditaduras mais violentas da América Latina. O regime de Pinochet, que durou até 1990, deixou milhares de mortos, desaparecidos e perseguidos políticos. Nas décadas seguintes, familiares e organizações da sociedade civil seguiram na luta por memória, verdade e reparação.

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Um dia que ficou gravado na memória como um dos momentos mais sombrios da História contemporânea: 11 de setembro de 2001, quando quatro aviões foram sequestrados para atingirem as Torres Gêmeas, em Nova York, e o Pentágono, em Washington, nos Estados Unidos — uma quarta aeronave, que rumava em direção à capital americana, caiu na Pensilvânia. E embora muitos recordem esses eventos apenas através de vídeos e livros de história, seus efeitos continuam a reverberar pelo mundo.

 

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O dia 11 de setembro de 2001 ficou marcado na memória de bilhões de pessoas ao redor do planeta. O ataque terrorista aos Estados Unidos não apenas chocou o mundo, mas deu origem às guerras do Afeganistão e do Iraque com a caça a Osama bin Laden (Al-Qaeda), provocou a crise econômica de 2007 afetando os mercados mundiais, transformou a segurança dos aeroportos e abalou a convivência entre o ocidente e o mundo islâmico com as ameaças terroristas.

A série de ataques suicidas contra os Estados Unidos foram coordenados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaeda. Na manhã daquele dia, dezenove terroristas sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros. Os sequestradores colidiram intencionalmente dois dos aviões contra as Torres Gêmeas do complexo empresarial do World Trade Center, na cidade de Nova Iorque, matando todos a bordo e muitas das pessoas que trabalhavam nos edifícios. Ambos os prédios desmoronaram duas horas após os impactos, destruindo edifícios vizinhos e causando vários outros danos.

O terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington, D.C.. O quarto avião caiu em um campo aberto próximo de Shanksville, na Pensilvânia, depois de alguns de seus passageiros e tripulantes terem tentado retomar o controle da aeronave dos sequestradores, que a tinham reencaminhado na direção da capital norte-americana. Não houve sobreviventes em qualquer um dos voos.

Quase três mil pessoas morreram durante os ataques, incluindo os 227 civis e os 19 sequestradores a bordo dos aviões. A esmagadora maioria das vítimas eram civis, incluindo cidadãos de mais de 70 países. Além disso, há pelo menos um óbito secundário – uma pessoa foi descartada da contagem por um médico legista, pois teria sido morto por uma doença pulmonar devido à exposição à poeira do colapso do World Trade Center.
Homenagens em tempos de pandemia
A pandemia do novo coronavírus, que atingiu Nova York com força durante vários meses, deixando milhares de mortos, mudou não apenas a vida cotidiana na maior cidade dos EUA, como também as homenagens para as mais de 3 mil vítimas dos atentados contra o World Trade Center, que completam 19 anos nesta sexta-feira (11).

A tradicional leitura dos nomes das vítimas que morreram depois que os aviões atingiram as torres gêmeas na manhã de 11 de setembro de 2001 foi modificada. Nos anos anteriores, os familiares de cada uma das pessoas liam os nomes delas em uma cerimônia que se tornou tradicional.

Este ano, em uma tentativa de evitar aglomerações, a leitura dos nomes será gravada previamente e exibida em uma transmissão pela internet. O mesmo vai acontecer nas cerimônias em homenagens às pessoas que morreram na queda do voo 93, na Pensilvânia, e no Pentágono, em Washington.

“É um ano fora do comum, mas nunca tivemos dúvida de que faríamos uma homenagem. Os nomes serão lidos e serão ouvidos onde quer que as pessoas estejam. É um pouco inconveniente, mas vamos nos manter seguros dessa forma”, disse a diretor

Fonte: R7.

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