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A Câmara Municipal de Vitória da Conquista realiza, nesta quinta-feira, 18 de dezembro, às 19h, no Plenário da Casa Legislativa, a Solenidade de Entrega do Título de Cidadão Conquistense ao senador Angelo Coronel. A cerimônia é aberta ao público e marca um momento de reconhecimento oficial a uma trajetória política que se destaca pela atuação pública e pela contribuição ao desenvolvimento da Bahia.

A honraria é concedida àqueles que, mesmo não tendo nascido no município, constroem laços sólidos com a cidade e colaboram de forma significativa para o seu crescimento social, político e institucional. Ao receber o título, Angelo Coronel passa a integrar simbolicamente a história de Vitória da Conquista, reforçando a relação entre o município e o Senado Federal.

Engenheiro civil e empresário, Angelo Mario Coronel de Azevedo Martins nasceu em Coração de Maria (BA), em 3 de maio de 1958. É formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), com especializações em Tecnologia do Concreto e Matemática Financeira. Iniciou sua vida pública como prefeito de sua cidade natal, entre 1989 e 1992, período que projetou sua atuação política no cenário estadual.

Ao longo de mais de três décadas de vida pública, Angelo Coronel exerceu diversos mandatos como deputado estadual, chegando à presidência da Assembleia Legislativa da Bahia no biênio 2017–2019. Em 2018, foi eleito senador da República, cargo que ocupa desde 2019, representando a Bahia no Congresso Nacional. Sua trajetória é marcada pela participação em comissões estratégicas, liderança partidária e atuação em temas ligados à infraestrutura, desenvolvimento regional, recursos hídricos, agricultura e políticas públicas.

Além da carreira política, o senador acumula reconhecimentos e condecorações concedidos por instituições públicas e civis em diferentes regiões do país, incluindo títulos de cidadania em municípios baianos e honrarias de mérito cívico, cultural e parlamentar.

Para a Câmara Municipal, a concessão do Título de Cidadão Conquistense ao senador Angelo Coronel reafirma o compromisso do Poder Legislativo com a valorização de personalidades que contribuem para o fortalecimento das instituições democráticas e para o progresso de Vitória da Conquista.

A solenidade integra o calendário oficial da Casa e reforça o papel do Legislativo municipal como espaço de reconhecimento, diálogo e construção da história do município.

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Ministro da Casa Civil e um dos nomes da cúpula petista baiana, Rui Costa afirmou, em entrevista  nesta segunda-feira (15), que vai intensificar nos próximos dias o diálogo com o senador Angelo Coronel (PSD) e o filho dele, o deputado federal Diego Coronel. O motivo das conversas é a formação da chapa petista para 2026.

Rui já havia indicado que colocará seu nome à disposição para disputar uma vaga ao Senado Federal nas eleições do ano que vem. Isso embolou a disputa no grupo, já que são duas vagas que e os senadores Jaques Wagner (PT) e Angelo Coronel também já indicaram que pretendem disputar a reeleição.

“Nós estamos dialogando muito. Eu recentemente jantei com o senador Coronel, conversei essa semana com o senador Alencar, estamos dialogando muito. Eu vou intensificar, nos próximos dias, o diálogo com o senador Coronel, com o Diego Coronel, com o filho dele, deputado federal, um jovem, talentoso, promissor, e vamos encontrar uma solução para mediar isso”, disse Rui Costa.

Apesar de não citar uma configuração da chata, o ministro destacou a importância da reeleição de Wagner, citando que ele “iniciou todo esse processo de redemocratização da Bahia” e tem um papel fundamental para o presidente Lula ao liderar o governo no Senado. “Por isso, a sua reeleição [de Wagner] cumpre esse papel, além de reconhecimento pessoal, pela sua trajetória, pelo papel político, pelo papel que ele ainda vai desempenhar muito lá no Senado, ao lado do presidente Lula”, afirmou.

Rui ainda relembrou que em 2022, quando saia do governo do estado, cogitou-se que ele tentasse uma vaga no Senado. “Muita gente dizia em 2022: não fique no governo, sai para o Senado, você se elege com o pé nas costas. Eu dizia: não estou fazendo um projeto pessoal, não quero me eleger a qualquer custo em detrimento da situação do Estado […] e isso implicar de eu ficar sem mandato e não me eleger, eu vou ficar”, relembrou o ex-governador.

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