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A Comissão de Mulheres do Sinjorba participa, em Vitória da Conquista, nesta quarta (13), a partir das 18h, do ato “Mulheres Contra o Assédio”, que denuncia um ano sem que a comunidade sobre a denúncia dos graves fatos ocorridos na Assessoria de Comunicação e no Sistema de Rádio e TV da UESB. O evento acontece no mesmo dia em que será realizada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) audiência em torno de Ação, movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) contra a universidade, por dano moral coletivo.

O ato será realizado no Auditório I do módulo Luizão da UESB e contará com a participação de importantes entidades como a Comissão da Mulher da OAB, Sindicato dos Professores da UESB (ADUSB), Sindicato dos Técnicos da UESB (AFUS), Diretório Central dos Estudantes (DCE), União de Mulheres de Vitória da Conquista (UMVC), Sindicato dos Bancários, APLB-Sindicato, Conselho Municipal da Mulher, entre outras. A vereadora Márcia Viviane (PT) e a historiadora Márcia Lemos também confirmaram presença na atividade.

Em 2023, após diversas cobranças do Sinjorba e a notificação do Ministério Público do Trabalho (MPT) sobre abertura de investigação, a Reitoria da UESB instalou uma sindicância, que confirmou a prática de assédio contra vários servidores, a maioria mulheres, indicando quatro pessoas a Processo Administrativo Disciplinar (PAD). Porém, além da morosidade no encaminhamento das medidas, desde então vêm tentando descredibilizar o Sinjorba e as vítimas. Enquanto isso, as denúncias continuaram. Hoje, há cinco denunciantes e mais quatro testemunhos da prática criminosa na Assessoria de Comunicação e no Surte.

Um ano depois, a comunidade não tem notícia de como anda o PAD, mas sabe que por decisão unilateral do reitor Luiz Otávio, o Processo Administrativo foi circunscrito a apenas um servidor, desrespeitando o trabalho feito pela Comissão Sindicante. Grave, uma das pessoas acusadas pelos servidores e apontadas pela Sindicância como praticante de assédio ocupa hoje os cargos de chefia no Surte e Ascom, comandando aqueles que testemunharam a prática. Hoje, as três acusadas poupadas pela Reitoria estão processando o Sinjorba e dois de seus diretores.

“É lamentável o descaso da Reitoria da UESB com todas essas denúncias. Mesmo após apuração e relatório da Comissão de Sindicância confirmando os assédios, a Universidade continua desrespeitando as vítimas e até mesmo os membros desta Comissão designada pela própria Reitoria, já que ignorou a indicação para o PAD dos acusados de serem assediadores”, ressalta a vice-presidente do Sinjorba, Fernanda Gama, que convida a comunidade para o ato nesta quarta-feira. “Março é um mês representativo para as mulheres, símbolo de luta e defesa dos nossos direitos. E no dia 13 vamos fortalecer essa luta tão importante, que é o combate a todos os tipos de assédio e opressão direcionadas às mulheres. Juntas vamos mais longe”, finaliza Fernanda.

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Um espaço reservado com foco na prevenção e orientação e que vai funcionar como ponto de apoio às mulheres vítimas de violência durante o carnaval.

Contará com acolhimento e atendimento às mulheres com equipes multidisciplinares, ofertando serviços psicossociais, assessoramento jurídico, atendimento médico (específico para casos de violência física e sexual), registro de boletim de ocorrência pela DEAM itinerante e plantão da Defensoria Pública em caso de encaminhamentos de medida protetiva.

As tendas serão instaladas em dois pontos estratégicos: Ondina e Praça da Câmara de Vereadores, e contará com uma rede de atendimento multidisciplinar, disponibilizando serviços integrados com o DETRAN, Defensoria Pública da Bahia, Batalhão Maria da Penha, SESAB, Polícia Civil e Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM).

Profissionais disponíveis no local: psicólogos, assistentes sociais, advogados

Serviços: boletim de ocorrência, medida protetiva, realização de testes rápidos e distribuição de preservativos (SESAB), encaminhamento para encaminhamento e acolhimento para a Casa da Mulher Brasileira e  Hospital da Mulher.

📍O Quê: Inauguração da Tenda “Oxe, Me Respeite!”
Data: 07/02 (Tenda Ondina)
Horário: 16h00
Local: Av.Milton Santos, em frente a Drogaria São Paulo, próximo ao  Monumento as Meninas do Brasil (Gordinhas).

📍Inauguração Tenda Pelourinho
Data : 08/02 ( Tenda Pelourinho)
Horário: 10h00
Local: Pelourinho ( Praça Municipal, Câmara de Vereadores)

*Fonte para entrevista: Elisângela Araújo, Secretária de Políticas Para as Mulheres*

*Contato Imprensa: Thais Tosta (71) 99716-8711*

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A atriz Dani Calabresa publicou nesta sexta-feira (4) um relato sobre as acusações de assédio contra o ex-chefe de departamento de Humor da TV Globo, o ator Marcius Melhem. Dani é uma das denunciantes do caso, que foi exposto com maior ênfase após a revista Piauí publicar uma reportagem onde tenta reconstituir a investigação interna da emissora carioca.

“Nunca quis ser vista como uma mulher assediada, mas pra recuperar minha saúde precisei me defender. Nunca procurei a imprensa. Tomei as medidas cabíveis para conseguir ajuda. Tudo é muito difícil, dá medo, vergonha, mas temos que lutar por respeito e justiça. Não passarão. Assédio é crime!”, escreveu a atriz.

Calabresa ainda agradeceu pelas mensagens de apoio enviadas pelos fãs e colegas de prfissão, à Manô Miklos e à advogada Mayra Cotta. “E preciso declarar aqui todo meu amor e gratidão a Maria Clara Gueiros, minha amiga do meio artístico que me apoiou desde o início”, continuou Dani ao citar a colega de elenco no Zorra e que também foi uma das denunciantes do caso.

“Toda minha solidariedade às mulheres que passam por isso e tem medo de denunciar. É impressionante a luta que uma mulher precisa travar pra provar que é vítima. Denunciem!”, finalizou a atriz em sua publicação.

Além de Dani e Maria Clara, outras atrizes de atrações humorísticas e profissionais que trabalham nos bastidores da TV Globo relataram ter sido vítimas de assédio moral e sexual cometidos por Melhem ao longo de anos. Ao todo, cerca de 40 pessoas foram ouvidas pela reportagem da Piauí. Clique aqui e veja a publicação no instagram. 

 

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