A partir de hoje (27), o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha, fica em média 5% mais caro para as distribuidoras. O reajuste foi confirmado pela Petrobras e se refere ao preço à vista e sem tributos. O preço final ao consumidor depende do repasse feito pelas distribuidoras.
Ontem, a estatal anunciou que renovou o contrato com 12 distribuidoras estaduais a partir de janeiro, “com base em uma nova fórmula de preço da molécula de gás indexada ao preço do petróleo”. São elas GásBrasiliano, São Paulo Sul, Comgás (parcialmente), BR Espírito Santo, Gasmig, CEG, CEG-RIO, Algás, Bahiagás, Sergás, Potigás e Pbgás.
Com isso, a Petrobras estima que o preço do produto possa ter uma redução média imediata de 10% em relação aos contratos anteriores, considerando o preço do petróleo na faixa de US$ 60/bbl.
Fonte: Agência Brasil
A Petrobras elevou nesta sexta-feira (27) os preços da gasolina em suas refinarias em cerca de 2,5%, de acordo com informações no site da estatal.
O reajuste ocorreu após a companhia ter aumentado em 3,5% o preço da gasolina na quinta-feira da semana passada. Naquela oportunidade, também elevou o valor do diesel em 4,2%. Nesta semana, a Petrobras não alterou o valor do diesel. Com a elevação desta sexta, a gasolina acumula alta de cerca de 6,1% nas distribuidoras desde a semana passada.
O repasse ou não do aumento para os consumidores finais fica a critério das distribuidoras e postos.
No dia 13 de setembro, a sexta-feira anterior ao ataque às instalações da petroleira saudita, o Brent foi cotado a US$ 60,22 por barril, e o WTI a US$ 54,85 o barril. Na segunda-feira seguinte ao ataque (23), os preços disparam 15% – o que motivou a alta de 3,5% na gasolina pela Petrobras – mas, após correções, o petróleo acabou fechando a semana passada com uma alta acumulada próxima a 7%.
Nesta semana, os contratos futuros da gasolina negociados nos Estados Unidos tiveram queda de cerca de 2%, segundo a Reuters. Na véspera, os contratos futuros do petróleo Brent fecharam a US$ 62,74 por barril, em alta de 0,6%. Já o petróleo dos EUA fechou a US$ 56,41 dólares o barril, queda de US$ 0,08.
O câmbio, outro fator utilizado pela Petrobras para acompanhar a paridade internacional dos combustíveis, está praticamente estável no acumulado da semana.
Fonte: G1
A Petrobras anunciou um aumento médio de R$ 0,0577 por litro no preço do diesel em suas refinarias a partir deste sábado (4), para R$ 2,3047 por litro, em média, enquanto as cotações da gasolina foram mantidas inalteradas, segundo informações divulgadas hoje no site da companhia.
O reajuste, de 2,57%, é o primeiro praticado pela petroleira para o diesel desde 18 de abril, quando os preços subiram 4,8%.