O auditório do 9º BEIC em Vitória da Conquista foi palco, nesta quarta-feira (26), da solenidade de Passagem de Comando do 17º Batalhão de Polícia Militar/Guanambi e da 78ª CIPM/Vitória da Conquista. O coronel PM Paulo Guimarães, comandante do Policiamento da Região Sudoeste (imagem acima), presidiu o evento e aproveitou a ocasião para parabenizar os comandantes que deixaram seus cargos e desejou sucesso aos seus sucessores em suas novas atribuições.

“É essencial traçar novos caminhos para manter vivo o propósito fundamental de servir e proteger a comunidade”. Assim, o tenente-coronel PM Hamilton entregou o comando do 17º BPM/Guanambi ao tenente-coronel PM José Non. Na 78ª CIPM/Vitória da Conquista, o major PM Chagas passou a liderança da unidade para o major PM Pontes. (esquerda)
A cerimônia de transferência simbólica da sede do Governo do Estado da Bahia de Salvador para Cachoeira, no Recôncavo Baiano, nesta terça-feira (25), marcou o início das comemorações pelos 201 anos da Independência do Brasil na Bahia. O ato simbólico contou com a participação do governador Jerônimo Rodrigues, que recebeu o Título de Cidadão Cachoeirano e lançou a Feira Literária Internacional de Cachoeira (FLICA). O tiro da alvorada, no porto de Cachoeira, marcou o início da solenidade. Em seguida, houve o hasteamento da bandeira na Praça da Aclamação, com execução dos hinos Nacional, da Bahia e de Cachoeira pela Banda de Música da Polícia Militar e Filarmônica 25 de Junho, e o ‘Te Deum’, ato religioso na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em memória aos que lutaram pela Independência.
Na Câmara Municipal de Cachoeira, o governador recebeu o Título de Cidadão Cachoeirano por suas importantes contribuições ao desenvolvimento do município, e na oportunidade, anunciou a entrega ao Ministério da Educação de um documento para que a luta pela Independência do Brasil na Bahia seja um componente curricular na rede estadual de ensino e faça parte dos livros didáticos. “É uma honra receber essa homenagem em um local onde a independência do país começou. Com o Governo se instalando em Cachoeira, temos a oportunidade de mostrar ao país a nossa força. Encaminharei um documento ao MEC, orientando que os livros e o currículo escolar possam contar a história real do nosso povo, que não é só da Bahia, mas do Brasil”, pontuou Jerônimo Rodrigues.
Reconhecer a importância de Cachoeira nas batalhas travadas no 2 de julho, feriado estadual, foi um dos objetivos da mudança de sede do governo por um dia, que aconteceu pelo 17° ano consecutivo, após aprovação da Lei Nº 10.695/2007.
“A data simboliza um trabalho intenso de valorização da história da Independência do Brasil, consolidada na Bahia, a partir da luta do povo. “A participação dos cachoeiranos na batalha do 25 de junho marca o simbolismo que hoje é reforçado nessa transferência da Capital do Estado para cá. É o compromisso do governo para seguir trabalhando pela preservação dessa história e valorização da nossa identidade”, afirmou o secretário da Cultura do Estado da Bahia, Bruno Monteiro. O governador voltará à Cachoeira no dia 29 de junho para anunciar ações nas áreas de educação, segurança, infraestrutura, turismo e desenvolvimento rural. Os municípios do Recôncavo Baiano e da Região Metropolitana de Salvador, que também tiveram participação nas batalhas, serão contemplados com a passagem do fogo simbólico.
A partir do dia 30 de junho, o fogo percorre 100 quilômetros em direção a Salvador, passando pelas cidades de Saubara, Santo Amaro, São Francisco do Conde, Candeias, Simões Filho, até chegar ao Pirajá, na Capital Baiana, para as comemorações pela Independência, no dia 2 de julho. Uma das vilas mais importantes do Brasil nos séculos XVII e XVIII, Cachoeira esteve entre as cidades que deram início às batalhas decisivas para tornar o Brasil independente de Portugal. Em 25 de junho de 1822, os cachoeiranos assumiram a liderança do movimento que deflagrou a guerra pela Independência da Bahia. Pelos feitos heroicos de seu povo, o imperador D. Pedro I, em 1837, elevou a antiga vila à categoria de cidade, com a denominação de Heroica Cidade da Cachoeira.
Nesta terça-feira (25), o prefeito de Belo Campo, José Henrique Silva Tigre (PSD), conhecido como Quinho, falou sobre a possível suspensão do tradicional evento de São Pedro.
A Justiça havia determinado na última quinta-feira (20) que o evento, previsto para ocorrer de 28 a 30 de junho, não fosse realizado até que o município obtenha o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).
Em suas declarações, o gestor destacou o respeito pelo Ministério Público e os esforços para garantir a realização do evento.“Respeitamos muito o Ministério Público. É importante garantir qualidade e segurança à nossa festa”, afirmou ele em entrevista ao repórter Antonio Sena.
Quinho também mencionou que está tomando as providências necessárias para viabilizar o São Pedro, enfatizando que pretende realizar “o maior São Pedro da história, se Deus quiser”. O prefeito assegurou que, caso a festa aconteça, será segura, contando com recursos como identificação facial, segurança da SSP, Polícia Militar, Polícia Civil, e segurança privada, esperando acomodar mais de 50 mil pessoas por dia.
A decisão judicial foi resultado de uma ação do Ministério Público da Bahia (MP-BA). Em 16 de abril, 73 dias antes do evento, o MP oficiou a Polícia Militar, que estimou o público em 20 mil pessoas no primeiro dia, 30 mil no segundo e 35 mil no terceiro. O promotor de Justiça Vladimir Ferreira destacou que o circuito da festa seria o mesmo de 2023, cujo projeto foi reprovado pelo Corpo de Bombeiros.
A prefeitura já confirmou atrações como Calcinha Preta, Dorgival Dantas, Nadson O Ferinha e Zé Neto & Cristiano para o evento de 2024.
Por maioria de votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (25) descriminalizar o porte de maconha para uso pessoal. O julgamento foi concluído após nove anos de sucessivas suspensões. O número de juízes que votaram a favor e contra a descriminalização ainda não foi oficialmente divulgado.

Com a decisão, o porte de maconha continua como comportamento ilícito, ou seja, permanece proibido fumar a droga em público, mas as punições definidas contra os usuários passam a ter natureza administrativa, e não criminal. Dessa forma, deixam de valer a possibilidade de registro de reincidência penal e de cumprimento de prestação de serviços comunitários.
A Corte deixou para a sessão de amanhã (26) a definição sobre a quantidade de maconha que deve caracterizar uso pessoal e diferenciar usuários e traficantes. Pelos votos já proferidos, a medida deve ficar entre 25 e 60 gramas ou seis plantas fêmeas de cannabis.
O Supremo julgou a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006). Para diferenciar usuários e traficantes, a norma prevê penas alternativas de prestação de serviços à comunidade, advertência sobre os efeitos das drogas e comparecimento obrigatório a curso educativo.
A lei deixou de prever a pena de prisão, mas manteve a criminalização. Dessa forma, usuários de drogas ainda são alvos de inquérito policial e processos judiciais que buscam o cumprimento das penas alternativas.
A maioria dos ministros decidiu manter a validade da lei, mas entendeu que as punições previstas contra usuários não possuem natureza criminal.
Durante a sessão, o presidente do Supremo, ministro Luís Roberto Barroso, ressaltou que a Corte não está decidindo sobre a legalização da maconha e que o consumo permanece como conduta ilícita.
“Em nenhum momento estamos legalizando ou dizendo que o consumo de drogas é uma coisa positiva. Pelo contrário, nós estamos apenas deliberando a melhor forma de enfrentar essa epidemia que existe no Brasil e que as estratégias que temos adotado não estão funcionando porque o consumo só faz aumentar e o poder do tráfico também”, afirmou.
O julgamento começou em 2015, quando o relator, ministro Gilmar Mendes, votou pela descriminalização do porte de qualquer tipo de droga. No entanto, após os votos que foram proferidos pelos demais ministros, Mendes restringiu a liberação somente para a maconha, com fixação de medidas para diferencial consumo próprio e tráfico de drogas.
No mesmo ano, votou pela descriminalização somente do porte de maconha, deixando para o Congresso a fixação dos parâmetros.
Em seguida, Luís Roberto Barroso entendeu que a posse de 25 gramas não caracteriza tráfico ou o cultivo de seis plantas fêmeas de cannabis.
Após pedidos de vista que suspenderam o julgamento, em agosto do ano passado, o ministro Alexandre de Moraes propôs a quantia de 60 gramas ou seis plantas fêmeas. A descriminalização também foi aceita pelo voto para ministra Rosa Weber, que está aposentada.
Em março deste ano, os ministros Cristiano Zanin, André Mendonça e Nunes Marques defenderam a fixação de uma quantidade para diferenciar usuários e traficantes, mas mantiveram a conduta criminalizada, conforme a Lei de Drogas. Novamente, o julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Dias Toffoli.
Na semana passada, o julgamento foi retomado com o voto do Toffoli, que abriu uma terceira via. Para o ministro, a Lei de Drogas é constitucional e já descriminalizou o porte. No entanto, Toffoli sugeriu dar prazo para o Congresso definir a quantidade para diferenciar usuário e traficante.
Na sessão de hoje, Toffoli esclareceu seu voto e disse que está com a maioria contra a descriminalização.
Em seguida, Luiz Fux e ministra Cármen Lúcia também votaram pelo reconhecimento da descriminalização.
Durante patrulhamento no Bairro Cruzeiro, em Vitória da Conquista, ontem (24), a guarnição RONDESP recebeu informações de um transeunte- alegando que um homem de prenome “T.”, de características físicas descritos como “gordo” e de estatura média, a bordo de um Ford Ka, cor branca, costumeiramente entregava drogas nas imediações da praça Sá Barreto. A guarnição seguiu em patrulhamento quando visualizou o condutor de um veículo com as mesmas características informadas anteriormente, passando um objeto de cor branca para um motociclista. Os policiais se aproximaram a bordo da viatura, quando foi percebida, ambos empreenderam fuga, sendo o carro acompanhado até as proximidades da “Praça da Juventude” quando foi alcançado e abordado. Durante as buscas no interior do veículo, foram encontrados 01 (uma) barra e mais 3 porções de uma substância branca aparentando ser cocaína, 01 uma maquineta de cartão, 01 aparelho celular de fundo verde da marca “Xiomi” e a quantia de 447,00 (quatrocentos e quarenta e sete) reais em espécie. O suspeito se identificou como T. G. S.A que admitiu está traficando drogas e que usava sua residência como “ponto de corte”. Os policiais seguiram para a residência situada na Rua Pedro Bittencourt, bairro morada dos pássaros 1, onde, após ser franqueada a entrada pelo suspeito, a guarnição localizou em seu quarto, uma caixa de papelão com 3 (três) balanças de alta precisão, 01 aparelho celular de cor preta da marca Motorola, 01 aparelho celular de cor dourada da marca Samsung e várias embalagens plásticas comumente utilizadas para preparar entorpecentes para a venda. Diante das circunstâncias, o suspeito, juntamente com todo o material encontrado, foi conduzido para Disep onde foi lavrado do Auto de Prisão em Flagrante Delito.
MATERIAL APRESENTADO:
▪01 KG de substância análoga à cocaína;
▪03 porções de substância análoga à cocaína;
▪03 balanças de alta precisão;
▪03 smartphones;
▪R$ 447,00 em espécie;
▪01 véiculo Ford/KA;
▪Embalagens plásticas;
▪ Maquineta de cartão.
*PMBA, uma Força a serviço do cidadão!*
*FONTE*: ASCOM CPRSO | CIPT-SO
A administração municipal de Vitória da Conquista anunciou, nesta terça-feira, a exoneração de Vinicius de Brito Rodrigues, que também é presidente do PDT, do cargo de Secretário Municipal de Saúde. A decisão foi oficializada pelo Decreto nº 23.261, assinado pela Prefeita Sheila Lemos (UB), após a Federação Brasil da Esperança, composta pelos partidos PT, PCdoB e PV, entrar na Justiça alegando abuso de poder político.
A exoneração ocorre em um contexto de acusações contra o ex-secretário. A Federação Brasil da Esperança ajuizou uma Ação Cautelar na Justiça Eleitoral, alegando que Vinicius Rodrigues estaria utilizando seu cargo para praticar abuso de poder político.
De acordo com a ação, o ex-secretário estaria condicionando a prestação de serviços públicos de saúde ao apoio político-eleitoral em favor de seus aliados. O ex-secretário chegou a ser cotado para ser vice-prefeito na chapa da atual prefeita, que buscará a reeleição em outubro deste ano. O PDT, partido do qual é presidente, declarou apoio à prefeita Sheila Lemos.
As acusações se baseiam em um vídeo que circulou em grupos de WhatsApp e foi divulgado no canal do jornalista Paulo Nunes no YouTube. No vídeo, um líder comunitário relata ter recebido propostas de troca de serviços de saúde por apoio político.
Embora o vídeo não mostre imagens do secretário, a gravação de uma voz, que a parte autora afirma ser de Vinicius Rodrigues, reforça as acusações. A Federação solicitou uma perícia judicial para confirmar a autenticidade da voz gravada.
A administração municipal nomeou Fernanda Oliveira Maron, atual Sub-Secretária Municipal de Saúde, para assumir interinamente o cargo de Secretária Municipal de Saúde até que um novo titular seja nomeado. Matéria: Blog do Sena.
A cidade de Cachoeira, situada no Recôncavo Baiano, tem um papel histórico significativo no contexto da luta pela independência do Brasil na Bahia. Em reconhecimento à sua importância, a cidade é transformada simbolicamente na capital do estado da Bahia por um dia, em 25 de junho, uma tradição que ocorre anualmente.
Durante o período de luta pela independência do Brasil, Cachoeira foi um dos focos de resistência contra as tropas portuguesas. No dia 25 de junho de 1822, os moradores de Cachoeira se rebelaram contra as forças lusitanas, em um ato que ficou conhecido como “As Lutas de Independência da Bahia”. Este levante foi um dos primeiros passos para a consolidação da independência do Brasil, que seria oficialmente reconhecida em sete de setembro de 1822. De acordo com o secretário de cultura, Bruno Monteiro, “esse é um compromisso do governo do estado de seguir trabalhando na preservação da história e a valorização da nossa identidade”.
Um jovem foi encontrado morto em uma calçada, nas imediações da casa de eventos Mediterrâneo, em Vitória da Conquista, na manhã desta terça-feira (25).
Tudo indica que o rapaz, que ainda não foi identificado, tenha morrido por causas naturais, uma vez que ele passou mal logo antes do falecimento.
Transeuntes já acionaram as autoridades para que o corpo seja removido e para tentar localizar os familiares da vítima. *Blog do Léo Santos
O retorno para casa pós São João exige paciência dos baianos, isso porque desde o início da tarde de segunda-feira (24) há longos congestionamentos nas rodovias sentido Salvador e muitas filas nos terminais de embarque. No Terminal Marítimo de Bom Despacho, em Itaparica, o fluxo de carros é intenso.
O tempo de espera para embarque de veículos pode chegar até quatro horas, segundo a Internacional Travessias. A operação funciona com cinco ferries saindo de hora em hora, além das viagens extras para atender o maior número de passageiros.
Nas estradas, segundo a VIABAHIA, na manhã desta terça-feira (25), há lentidão em alguns trechos da BR-324, sentido Salvador. O tráfego está lento da alça de saída da BR 101, com velocidade de 20 KM/H entre os municípios de Amélia Rodrigues, Candeias e Simões Filho.
Ainda de acordo com a concessionária, há cerca 100 metros de retenção no primeiro pedágio e 200 metros no segundo. Também foi registrado um acidente entre Amélia Rodrigues e Simões Filho, sem vítimas, que já causa uma retenção de 4 km. Chove na região de Salvador e Simões Filho, mas não há registros de acúmulo de água na rodovia.
Nesta terça-feira (25) a Caixa Econômica Federal paga a parcela de junho do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 7.
De acordo com informações da Agência Brasil, o valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 683,75.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 20,84 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,23 bilhões.