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O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), encaminhou à Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) um projeto de lei que autoriza a concessão de transferência que cobre despesas de custeio de entidades beneficiadas, a chamada subvenção econômica,  a empresas de transporte aéreo.

Segundo a proposta, a estimativa do impacto no orçamento anual será de até R$ 20 milhões e vai atender, a partir de 18 de junho deste ano, as instituições que iniciem operações de novas linhas aéreas internacionais e que tenham como origem, conexão ou destino os aeroportos baianos.

O objetivo da medida é o incremento do fluxo turístico, aumento de novas oportunidades de investimentos e o fortalecimento do turismo e o desenvolvimento econômico da Bahia.

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Chico Buarque de Hollanda comemora 80 anos hoje, dia 19 de junho de 2024. Considerado um dos maiores compositores da música popular brasileira, sobre ele se colam há décadas alguns adjetivos. Por exemplo, “gênio”. Outro bastante insistente em biografias, matérias, artigos e resenhas é “tímido”. Ah, a timidez de Chico Buarque, quase tão decantada quanto sua inspiração. Mas, ela seria mesmo verdadeira? Um super tímido filho de escritor teria se tornado ídolo-cantor de rádio, palco e televisão?

O próprio Chico responde. “Nunca fui tímido. Quando eu era garoto, meus pais me chamavam de showboy”, diz ele, direto, no filme “Chico: Artista Brasileiro” (2013), de Miguel Faria Jr. Aliás, mesmo que tornar-se cantor fosse inevitável a um tímido que possuísse o talento musical de um Chico Buarque, esse mesmo tímido teria também sido forçado a gravar uma série de filmes documentários onde atua descaradamente junto às câmeras, fingindo que caminha distraído por ruas de Lisboa, de Roma, de Paris, de Budapeste, do Rio?

Pois é o que se vê naquela série monumental de documentários temáticos sobre a obra de Chico Buarque, transmitidos pela Band nos anos 2000 e transformados em uma caixa de DVD’s, cujos títulos trazem os temas, explorados nas canções, a partir de títulos de canções consagradas do compositor: “O Futebol”, “Uma Palavra”, “Cinema”, “Bastidores”, “Romance” etc.

Mas, de onde então teria surgido essa fama de tímido? A resposta pode ser dada em uma palavra: trauma. Mas, na verdade, pede duas: estilo e trauma.

Desde o início, a concisão, a discrição de Chico no palco chamava atenção e se confundia com timidez. Ainda mais que parte de seus companheiros de geração partiram para o espalhafatoso Tropicalismo, cutucando as plateias com roupas coloridas, gritos, rebolados. Perto deles e da estridente Jovem Guarda, o filho de Sérgio Buarque e Memélia, de fato, parecia obrigado a estar nos tablados cantando quase com as mãos nos bolsos.

Porém, o fato é que a performance de Chico é congenial à sua própria música, adequada ao seu estilo fiel à bossa nova, sem os artifícios teatralescos que ficavam tão bem numa Elis Regina, por exemplo. E a reputação da timidez cresceu tanto que, mesmo quando o cantor se solta mais (e acontece), público e crítica parecem decididos a não enxergar.

Agora o trauma. No citado filme, o artista fala de sua experiência no exílio em Roma, no fim dos anos 1960. Ele escolheu a Itália porque lá “A Banda” tinha se tornado um grande sucesso. Acontece que, depois de passada a onda, foi ficando cada vez mais difícil para o brasileiro fazer shows e ele se sentia subindo aos palcos contra a vontade do público, que praticamente não reagia ao seu repertório.

“Eu fiz os shows mais terríveis da minha vida. O meu problema com palco, que as pessoas pensam que é uma coisa congênita, ‘talvez seja um tímido’… eu nunca fui tímido. Quando eu era garoto, meus pais me chamavam de showboy”, diz, com a frase já mencionada. E completa: “Mas aí eu comecei a criar um trauma de público. A sensação de entrar num teatro e saber que ninguém quer te ouvir era terrível”.
O fato é que, já de volta ao Brasil, e incluindo outras motivações, também políticas, Chico Buarque ficou longos 13 anos sem fazer shows profissionais. E as especulações sobre a sua suposta e gigantesca timidez, que o fazia correr das plateias como o diabo da cruz, foram se agravando. O mito pegou.

“O mito é o nada que é tudo”, escreveu Fernando Pessoa. Ao receber o Prêmio Camões, no ano passado, em Lisboa, quatro anos após anunciado, um nada tímido Chico Buarque provocou o então já ex-presidente Jair Bolsonaro, que se recusara a assinar, no exercício do cargo máximo do executivo brasileiro, a honraria.

“Lá se vão quatro anos que meu prêmio foi anunciado e eu já me perguntava se me haviam esquecido”, brincou. E concluiu: “Reconforta-me lembrar que o ex-presidente teve a rara fineza de não sujar o diploma do meu Prêmio Camões”. Tímido? Qual o quê! Falso tímido, no máximo.

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A Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) foi condenada, nesta segunda-feira (17), pela 1ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-BA), em Vitória da Conquista, por prática de assédio moral institucionalizado, que ocorreu na Assessoria de Comunicação e na TV e Rádio UESB, que fazem parte do Sistema UESB de Rádio e Televisão Educativas (SURTE).

A decisão, proferida pelo juiz Marcos Neves Fava nesta segunda-feira, resultou de uma ação civil pública interposta pelo Ministério Público do Trabalho. O Sindicato dos Jornalistas (Sinjorba) atuou como assistente no processo, pedindo a condenação da UESB por dano moral coletivo devido aos delitos trabalhistas.

A denúncia foi apresentada pelo Sinjorba após jornalistas que trabalhavam no SURTE relatarem que vinham sofrendo assédio moral por parte do diretor, o professor Rubens Sampaio.

O TRT-BA determinou que a UESB pague uma indenização de 30 mil reais por dano moral coletivo e adote medidas eficazes para higienização do ambiente de trabalho no setor, sob pena de multa diária de R$1.000,00. Além disso, a sentença manteve afastado do cargo de chefia o principal acusado de assédio moral, o professor Rubens Sampaio.

“Julgo procedente a pretensão inicial de MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO (5ª REGIÃO) contra AUTARQUIA UNIVERSIDADE DO SUDOESTE, para convalidar a tutela de urgência, para que o retorno do servidor aos postos de chefia dê-se apenas no cumprimento das obrigações de fazer aludidas na motivação, sob pena de multa, além de condenar a reclamada a pagar indenização por danos morais coletivos”, diz um trecho da sentença.

A sentença também destacou a conduta da atual reitoria da UESB de não investigar adequadamente as denúncias. Segundo o Sinjorba, desde o início a Uesb não investigou nem puniu as práticas de assédio moral que foram denunciadas.

O Sinjorba disse à Mega Rádio que recebeu a decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) como uma medida que traz justiça às vítimas de assédio na UESB. Segundo o presidente do Sinjorba, Moacy Neves, em entrevista para a Mega Rádio, a sentença do TRT reconhece as denúncias feitas por nove jornalistas, confirmando os casos de assédio moral relatados ou testemunhados por eles.

“A sentença do TRT traz justiça às vítimas de assédio, um total de nove jornalistas que denunciaram os casos ou testemunharam comprovando as denúncias. A decisão coloca em xeque a postura omissa e leniente da direção da UESB, que arquivou as denúncias sem punir nenhum dos apontados como assediadores pela Comissão de Sindicância que apurou o caso internamente. Por outro lado, oferece a chance de universidade agir concretamente para ter um protocolo claro e sério de combate ao assédio moral e sexual em seus ambientes”, disse o presidente (leia abaixo a entrevista com o presidente do Sinjorba).

A equipe da Mega entrou em contato com a UESB, no entanto, até o momento da publicação desta matéria, não obtivemos respostas.

Entrevista de Moacy Neves, presidente do Sinjorba, à Mega Rádio.

Mega: O Sinjorba identificou resistência ou falta de comprometimento por parte dos altos escalões da UESB em enfrentar as questões de assédio moral? Existe evidência de que gestores na universidade foram coniventes ou ignoraram esses problemas?

Moacy: Claro, desde o início, em 3 de março de 2023, quando a universidade enviou uma carta ao Sinjorba onde dava sinais de que pretendia culpabilizar as vítimas e poupar o principal acusado. Mas há um histórico na UESB de leniência com o assédio. O tema já foi objeto de notas de repúdio por parte das entidades de professores, servidores administrativos e estudantes da universidade, cobrando providências em relação a outras denúncias anteriores. Já foi tema de um TCC de uma aluna de jornalismo da instituição. E nunca foi tratado com o sentimento de gravidade e com a seriedade que merecia. Não foi diferente agora. Ao final, a instituição arquivou o caso.

Mega: Você considera que as medidas disciplinares aplicadas pela UESB contra os responsáveis pelo assédio foram adequadas e proporcionais à gravidade das acusações?

Moacy: Não houve qualquer medida. Ninguém foi punido. O principal acusado só foi afastado dos três cargos que ocupava por decisão do TRT. A Comissão de Sindicância indicou quatro servidores a Processo Administrativo Disciplinar e o reitor só abriu PAD para um deles, mesmo assim, meses depois da conclusão dos trabalhos sindicantes e após pressão externa. Uma das pessoas indicadas a processo administrativo continua chefiando os setores de comunicação da universidade. O assédio continua sendo protegido na UESB, onde quem assedia é premiado.

Mega: Há relatos de que funcionários que denunciaram casos de assédio na UESB enfrentaram retaliação ou intimidação posteriormente?

Moacy: Ambientes onde assediadores prosperam são locais onde se institucionalizou a ideia de que não adianta denunciar. As vítimas já se sentem intimidadas pelo histórico. Mas, neste caso, foi-se além. A defesa dos acusados e o relatório do PAD que foi montado sob medida para arquivar o caso tentou revitimizar aqueles que já haviam sofrido com o assédio. A comissão do Processo Administrativo acatou o que o acusado queria para tentar passar a ideia de que aqueles que o denunciaram eram servidores problemáticos e que cometiam ilegalidades. Foi um circo dos piores horrores. Felizmente o TRT não embarcou nessa farsa.

Mega: Existem evidências de outros casos de assédio que estão sendo investigados, mas que não chegaram ao conhecimento público?

Moacy: Existe uma queixa, de um nono jornalistas, na Ouvidoria da UESB, feita em 6 de junho de 2023, que sequer foi aberta a Sindicância. A Reitoria prevaricou nesse caso e o Ministério Público Estadual já está sendo acionado para averiguar esse crime administrativo. Sobre o passado, qualquer pessoa que está na UESB há mais tempo sabe que há casos nos quais as vítimas foram pressionadas até a retirar queixas.

Mega: À luz deste caso, quais são as expectativas do Sinjorba em relação às futuras políticas e práticas da UESB para assegurar um ambiente de trabalho livre de assédio moral?

Moacy: Por iniciativa da Reitoria da UESB nada vai acontecer. Esse caso é exemplar. O principal acusado foi protegido pelo reitor. Porém, o TRT determinou medidas e a direção da universidade será obrigada a implementá-las. Nós vamos acompanhar e caso não haja qualquer providência, notificaremos o juízo para executar as punições previstas na sentença. Ao fazer a denúncia o Sinjorba ofereceu à UESB a possibilidade de recuperar o tempo perdido na atenção a este problema. Lamentavelmente a Reitoria não aproveitou a chance e agora está desmoralizada na sociedade e deslegitimada perante a comunidade acadêmica.

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O São João já chegou em Vitória da Conquista e com o advento das festas juninas se aproxima a busca por comidas e bebidas típicas  e, para além do licor e do quentão, o que não pode faltar na mesa dos conquistenses neste período  é o tradicional café que combina com tudo principalmente com o São João. O repórter João Melo esteve na tarde de hoje (18), no café da Lôra, que fica na Avenida Crescêncio Silveira, 382,  Centro de Vitória da Conquista e afirmou que o São João já chegou por lá. Acesse @lojacafedalora e conheça mais  o melhor café de Vitória da Conquista.  Veja:
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Por volta das 21h30, desta segunda-feira (17/06), durante o patrulhamento tático nas imediações do Conveima 1, a guarnição foi informada por transeuntes sobre a presença de um indivíduo armado que teria tentado assaltar um casal naquela região. A guarnição prontamente se deslocou em busca do suspeito, visualizando dois indivíduos em atitude suspeita. O primeiro foi abordado logo após entregar um pacote ao segundo suspeito, que na busca pessoal, foi encontrado um simulacro de arma de fogo na cintura e 15 trouxinhas de substância análoga à maconha em sua bolsa, bem como diversas embalagens plásticas para acondicionamento da substância, com o segundo abordado foi encontrado 01 trouxinha de substância análoga à maconha, alegando ser usuário e que havia acabado de adquirir a droga nas mãos do primeiro. Diante do flagrante, ambos foram conduzidos ao DISEP para adoção das medidas cabíveis.

*MATERIAL APRESENTADO:*

▪️ 01 simulacro de arma de fogo
▪️ 16 trouxinhas de substância análoga à maconha.
▪️ 01 aparelho celular.
▪️ R$ 30,00 em espécie.
▪️ Diversas embalagens plásticas.

Fonte: ASCOM CPRSO/ CIPT SUDOESTE

*PMBA, uma Força a serviço do cidadão!*

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O deputado federal Waldenor Pereira (PT) marcou presença na Praça 9 de novembro, nessa segunda-feira (17), em Vitória da Conquista. O pré-candidato a prefeito estava ao lado da advogada e professora Luciana Silva (PSD), pré-candidata a vice-prefeita na chapa que representa a Frente Partidária União e Reconstrução por Conquista e testou a sua popularidade.


Em entrevista ao Blog do Sena, o pré-candidato a prefeito revelou que já está celebrando as festas juninas na cidade e na zona rural. “Estamos visitando as comunidades, já participamos de várias festas, várias quermesses. A receptividade tem sido a melhor possível. Nós estamos muito alegres, satisfeitos, comemorando o São João, que é uma festa extremamente popular. Não só, aliás, o São João, o São Pedro, o Santo Antônio. Nós estaremos presentes em todos”, disse Pereira.

Waldenor e Luciana já estão “correndo trecho” na cidade, visitando os moradores e ouvindo as demandas da população com o objetivo de construir um governo participativo.  Segundo Waldenor, Luciana está sendo muito bem recebida pelas pessoas. A advogada, professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e ex-presidente da Ordem dos Advogados-Subseção Vitória da Conquista, foi anunciada como pré-candidata a vice-prefeita no dia 7 de junho.

“Estamos muito felizes, alegres. Agora, ao lado da companheira e da professora Luciana, que é uma pessoa muito acolhedora, muito simpática, o reconhecimento da população é muito grande. Estou muito satisfeito”, contou Pereira.

Waldenor e Luciana visitaram as barraquinhas de comidas de típicas da Praça 9 de Novembro, por exemplo, a barraca da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Vitória da Conquista). Eles apreciaram o melhor da comida típica nordestina como amendoim, canjica, pamonha e quentão.

Mesmo sem show ao vivo, já que as apresentações retornam na próxima quarta-feira (26), eles se confraternizaram com o as pessoas que estavam presentes e aproveitaram a alegria e a magia do São João. Eles estavam acompanhados de correligionários, vereadores, pré-candidatos à Câmara Municipal e apoiadores. Matéria: Blog do Sena.

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A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) confirmou a primeira morte por Febre Oropouche no estado nesta segunda-feira (17). A paciente era uma mulher de 24 anos, moradora de Valença. A morte da jovem aconteceu em março deste ano, mas só foi divulgada nesta segunda, porque diversos exames precisaram ser feitos para que a causa do óbito fosse confirmada. Mais detalhes sobre o quadro de saúde da paciente não foram detalhadas.

Uma segunda morte por Oropouche está em investigação. O paciente tem 21 anos e o caso foi registrado em Camamu, cidade a 72 km de Valença. “São dois casos de pessoas jovens, saudáveis, sem comorbidades. Isso foi o que nos chamou ainda mais atenção”, afirmou o infectologista Antônio Bandeira.

Ainda segundo o infectologista, até o momento não havia nenhum relato de morte por oropouche na literatura. Os primeiros casos da doença na Bahia foram registrados neste ano. De acordo com a Sesab, desde março já foram confirmados 691, em 48 cidades. As primeiras ocorrências foram em Laje e Valença, cidade onde o primeiro óbito foi registrado. *Com informações do G1

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Na madrugada de 18 de Junho de 2024, por volta das 02h, no Km 830 da BR-116, a equipe da PRF abordou uma Fiat Ducato que fazia o itinerário SÃO PAULO-SP x NOVA OLINDA-CE.

Após entrevista e conferência de documentação, a equipe realizou fiscalização com auxilio de cão nas bagagens e o K9 Kaleo apontou duas caixas com possibilidade de itens ilegais. A equipe PRF ao verificar os volumes encontrou 50 tabletes de substância análoga a maconha, pesando, aproximadamente, 50 kg.
Os motoristas, que alternavam a direção do veículo, alegaram que as caixas eram encomendas e que receberiam de R$ 200,00 reais para levá-las ao destino.
A droga e os condutores foram conduzidos à Polícia Civil de Vitória da Conquista para que a autoridade policial avaliasse o caso.

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O abastecimento de água em Vitória da Conquista está em regularização gradativa, após a conclusão de serviço emergencial na estação de tratamento, na madrugada de hoje (18). Por conta dessa manutenção, alguns bairros e localidades rurais poderão registrar queda de pressão na rede distribuidora e consequente redução da oferta de água ao longo do dia.
Clientes que possuem caixa d’água compatível com suas demandas diárias de consumo não sentirão os efeitos da interrupção, que durou apenas algumas horas. Até que o fornecimento de água tratada seja plenamente normalizado, recomendamos utilizar a água armazenada de forma criteriosa, evitando usos que possam ser adiados.

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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou nesta segunda-feira (17) a divisão oficial entre os partidos dos R$ 5 bilhões do fundo eleitoral, a maior fonte de recursos da eleição municipal de outubro.

Como já era projetado, o PL do ex-presidente Jair Bolsonaro e o PT do presidente Lula ficarão com as maiores fatias.

A divisão do dinheiro entre os 29 partidos com registro no TSE é proporcional ao desempenho dessas legendas nas eleições de 2022.

O PL terá R$ 886 milhões para dividir para seus candidatos. O PT, R$ 620 milhões. O partido, porém, forma uma federação com PC do B e PV. A soma da fatia do grupo é de R$ 721 milhões.

Somando PL, PT e União Brasil, que é o terceiro partido com mais recursos (R$ 537 milhões), essas três legendas ficarão com mais de 40% das verbas.

Até 2015, as grandes empresas, como bancos e empreiteiras, eram as principais responsáveis pelo financiamento dos candidatos. Naquele ano, o STF (Supremo Tribunal Federal) proibiu a doação empresarial sob o argumento de que o poder econômico desequilibrava o jogo democrático.

A partir das eleições de 2018, foi então criado o fundo eleitoral, que usa dinheiro público para bancar as atividades de campanha dos candidatos.

O fundão da última eleição municipal, em 2020, ficou estabelecido em R$ 2 bilhões. O valor de 2024, que significa o dobro de quatro anos atrás, já com correção pela inflação, foi aprovado pelo Congresso e sancionado por Lula.

Além do fundo eleitoral, os partidos ainda têm à disposição R$ 1,24 bilhão do fundo partidário.

 

Ranier Bragon/Folhapress

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