A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Centro de Atenção e Apoio à Vida (CAAV) realiza este mês a campanha Julho Amarelo, com ações de prevenção, controle e tratamento das hepatites virais. De acordo com a coordenadora do CAAV, Riviane Santana, ao longo do mês o órgão vai intensificar a testagem e vacinação, tendo em vista que são estratégias efetivas para evitar ou minimizar o risco de adoecimento da população.
As hepatites virais são doenças provocadas pelos vírus A, B, C, D, E, que causam doenças que podem evoluir e até se tornarem crônicas, causando danos mais graves ao fígado, como cirrose e câncer. As transmissões mais comuns são das hepatites B e C, que pode ocorrer por via sanguínea, relações sexuais desprotegidas, compartilhamentos de seringas e objetos cortantes, transmissão vertical. O vírus C é a causa do maior número de óbitos por hepatites, no Brasil.
Para todos os tipos de hepatites virais, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece diagnóstico por meio dos testes rápido e/ou sorologias, nas unidades de saúde. O CAAV é o serviço de referência no município, oferecendo também tratamento gratuito para as hepatites B e C.
O CAAV fica na Praça João Gonçalves, s/nº, no centro, próximo à Prefeitura. E, neste Julho Amarelo, o serviço intensificará a testagem para detecção de hepatites em ações externas e nas Farmácias da Família e salas de espera nas unidades de saúde. Na última semana do mês será montado um stand em frente ao CAAV, para quem se interessar em fazer o teste.
A Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), já vacinou, até sexta-feira (1º), 362.438 pessoas com a 1ª dose da vacina contra Covid-19, 316.516 com duas doses, 147.525 com a dose de reforço e 7.192 pessoas garantiram a 4ª dose. Em quase um ano e meio de vacinação a SMS já utilizou mais de 840 mil doses para imunizar a população conquistense.

Adultos – Entre as pessoas com mais 18 anos, 304.660 se vacinaram com a 1ª dose ou dose única, 290.190 com duas doses, 146.710 que receberam a 3ª dose e 7.192 com a segunda dose adicional (4ª dose).
Crianças e adolescentes – Já foram vacinados, 30.163 adolescentes de 12 a 17 anos com a 1ª dose, 16.092 completaram o esquema vacinal com as duas doses e 815 receberam o reforço com a 3ª dose. As crianças entre 5 e 11 anos, foram vacinadas 27.615 crianças com a 1ª dose e 10.234 já receberam as duas doses.
Das 7.192 pessoas que se vacinaram com a 4ª dose estão incluídas nos grupos autorizados pelo Ministério da Saúde para receber esse segundo reforço, 556 são adultos com imunossupressão, 1.904 trabalhadores da saúde e 4.732 pessoas com 50 anos ou mais.
A Coordenação de Imunização da SMS ressalta que a cobertura vacinal no município ultrapassa 100% da população total de Vitória da Conquista, estimada pelo IBGE/2021 em 343.643 pessoas, pois moradores de outras cidades, como estudantes universitários, também se vacinaram no município ao longo desse período.
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 3.480 casos de Covid-19 e 5 óbitos pela doença. O boletim epidemiológico divulgado neste sábado (2) pela Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) ainda contabiliza mais de 13 mil casos ativos no estado.
Dos 1.584.287 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.540.832 já são considerados recuperados, 13.410 encontram-se ativos e 30.045 tiveram óbito confirmado. Na Bahia, 65.112 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Apesar da alta dos números, a taxa de ocupação geral dos leitos é de 32%.
Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas de sábado.
Até o momento, 11.614.886 pessoas foram vacinadas com a primeira dose, 10.694.821 com a segunda dose ou dose única, 6.320.978 com a dose de reforço e 751.261 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 972.437 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 556.749 já tomaram também a segunda dose.
Uma mulher foi encontrada morta dentro de um imóvel no conjunto residencial Cachoeirinha 4, no bairro Jequiezinho, em Jequié, região sudoeste da Bahia. As informações são do G1.
De acordo com a publicação, o caso aconteceu no sábado (2) e a vítima foi identificada como Leiliane Machado Muniz. Não há informações se ela morava no imóvel onde ocorreu o crime.
Segundo a delegacia local, agentes policiais foram até o endereço após moradores informarem sobre um homicídio que teria ocorrido na residência.
A mulher foi encontrada sozinha, sem sinais vitais, atingida por diversos disparos de arma de fogo no rosto e no pescoço. O corpo da vítima foi levado para o Departamento de Polícia Técnica para exame de necropsia e o caso será apurado pela Delegacia Territorial de Jequié.
A sequência de aumentos na taxa Selic iniciada em março de 2021 pelo BC (Banco Central), da mínima histórica de 2% para os atuais 13,25% ao ano, tem aumentado cada vez mais a atratividade dos títulos de renda fixa sob a ótica dos investidores brasileiros.
Dentro da classe, uma recomendação que tem se destacado nas conversas dos especialistas de investimento com os clientes diz respeito aos títulos isentos de IR (Imposto de Renda) para o investidor pessoa física.
Com a alta da taxa básica de juros, o mercado tem oferecido aos investidores títulos emitidos por grandes empresas, sem cobrança de impostos, com retorno real, ou seja, acima da inflação, em torno de 6% ao ano.
Diretor de investimentos do Santander Private Banking, Christiano Clemente afirma que os papéis de renda fixa que contam com o benefício tributário se dividem em dois grandes grupos.
Um deles é formado pelas letras de crédito emitidas por instituições financeiras —LCIs (Letras de Crédito Imobiliário), LCAs (Letras de Crédito Agrícola) e LIGs (Letras Imobiliárias Garantidas).
Além de contarem com a isenção do IR, as duas primeiras têm ainda a cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), associação que garante o valor aportado pelo investidor até o limite de R$ 250 mil por CPF e conglomerado financeiro, em caso de eventuais problemas que a instituição emissora venha a sofrer no meio do caminho.
Já a LIG não tem a cobertura do FGC, mas conta com uma dupla garantia: da própria instituição financeira que emitiu os títulos e uma carteira de financiamentos imobiliários, que fica separada do patrimônio do banco. Portanto, caso o banco venha à falência, esse conjunto de créditos imobiliários tem como papel honrar o compromisso de pagamento aos investidores.
Clemente acrescenta que, além das letras financeiras, há os títulos isentos de renda fixa de caráter corporativo —CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) e debêntures incentivadas de infraestrutura.
Nesses casos, os investimentos não têm a cobertura do FGC ou das instituições financeiras, com o investidor ficando sujeito ao risco de crédito da empresa emissora do título.
Demais aplicações de renda fixa, como CDBs (Certificados de Depósito Bancário), fundos e títulos públicos, têm a incidência do IR pela tabela regressiva, em que as alíquotas de IR diminuem com o tempo —começam em 22,5% e caem até 15%, para prazos que variam de seis meses a dois anos.
Segundo o especialista da área de private banking do Santander, a isenção fiscal, além de beneficiar o investidor de varejo, busca também fomentar setores importantes para a dinâmica econômica do país.
“A isenção de imposto gera um custo menor para as empresas terem acesso aos empréstimos, o que, em tese, faz com que a economia gire de maneira mais fluida”, diz Clemente.
VOLUME DE EMISSÃO NO ANO SUPERA MARCAS DE 2021
Dados da B3 mostram que os investimentos isentos de IR têm atraído o interesse de um público crescente desde dezembro de 2020, acompanhando de perto o processo de alta da taxa Selic.
“Esses títulos realmente chamam bastante a atenção dos investidores pessoa física, justamente por causa da isenção”, afirma Camilla Dolle, chefe de renda fixa da XP.
A especialista da XP diz que o fato de as letras de crédito oferecerem ao investidor o benefício adicional da cobertura pelo FGC acaba pesando para uma demanda maior dos investidores de varejo por esses ativos.
Levantamento da Bolsa brasileira realizado a pedido da Folha indica que o mercado de títulos isentos registrou nos primeiros cinco meses do ano volumes bem acima dos observados em igual período do ano passado.
As LCAs emitidas de janeiro a maio somaram R$ 115,3 bilhões, ante R$ 52,4 bilhões no mesmo intervalo de 2021. Já as LCIs emitidas somaram R$ 70,7 bilhões, ante R$ 33 bilhões no ano passado, enquanto as LIGs somaram R$ 19,8 bilhões, ante R$ 8,2 bilhões em igual período de 2021.
“À medida que os juros sobem, naturalmente a renda fixa fica mais atrativa, e a renda variável, menos”, diz Fabio Zenaro, diretor de produto, balcão e novos negócios da B3.
Ele acrescenta que, dentro do grupo de títulos isentos, aqueles voltados ao agronegócio têm se destacado ainda mais que os pares, em um cenário macroeconômico desafiador, no qual o setor agrícola vem demonstrando resiliência diante da demanda pujante em escala global.
Entre os títulos corporativos, a tendência se repete —a emissão de CRAs atingiu R$ 11,7 bilhões, de janeiro a maio, ante R$ 8,5 bilhões no mesmo intervalo do ano anterior. No caso dos CRIs, o volume foi de R$ 11,5 bilhões, ante R$ 11,3 bilhões em igual período de 2021.
Os dados da B3 indicam ainda que, entre as debêntures incentivadas de infraestrutura, o estoque total, que era de R$ 136,4 bilhões em maio de 2021, saltou para R$ 192,5 bilhões, em maio deste ano.
Estrategista de investimentos do Itaú Unibanco responsável por crédito privado, Vanessa Müller afirma que, pelo fato de as letras de crédito contarem com a garantia do FGC, e, em média, terem prazos de vencimento mais curto, entre um e dois anos, tendo como indexador na maioria dos casos o CDI, elas acabam entrando mais no radar do investidor pessoa física de varejo.
Entre as operações de letras de crédito em CDI, diz a especialista, é comum que as emissões saiam em um percentual em torno de 90% a 95% do CDI, que, com a isenção do IR, corresponde ao equivalente a algo como 110% a 115% do benchmark, considerados investimentos com a taxação tributária.
No caso dos certificados e das debêntures, em que não há a proteção pelo fundo garantidor, e em que os prazos costumam ser mais extensos, com indexação majoritariamente ao IPCA, os investidores pessoa física com maior volume financeiro, dos segmentos de alta renda e private, tendem a ser mais presentes nas ofertas, diz a especialista.
Retornos de IPCA mais 6% ao ano Executivo responsável pela área de mercado de capitais do UBS BB, Samy Podlubny diz que operações recentemente estruturadas pela casa de empresas de grande porte, como um CRA da Raizen e um CRI da CSN Cimentos, saíram com taxas de retorno ao redor de IPCA mais 6% ao ano.
“Na minha visão, emprestar dinheiro para empresas desse porte e ganhar uma taxa real de 6% livre de IR é um ótimo investimento”, diz Podlubny, acrescentando que o instrumento, por si só, não é o que define o nível de retorno que o investidor vai obter com o negócio, sendo preciso levar em conta principalmente o risco de crédito da empresa que está fazendo a emissão do instrumento.
O executivo do UBS BB assinala que, para empresas de menor porte e não tão conhecidas pelo público geral, a taxa real de retorno pode beirar a marca dos 10% nos títulos corporativos com isenção fiscal. Nesse caso, contudo, se faz necessária uma análise mais minuciosa a respeito da saúde financeira das operações antes de realizar o aporte, afirma.
“Para o investidor menos sofisticado, o ideal é que ele se atenha aos nomes mais conhecidos, das maiores empresas”, diz o especialista. Ele lembra que as emissões contam com ratings atribuídos pelas agências de classificação de risco, sendo essa uma boa métrica de avaliação para o investidor mensurar o nível de risco que deseja assumir.
Podlubny afirma que, além do risco de crédito, o investidor também precisa estar atento ao prazo de vencimento das operações. Segundo ele, as emissões dos títulos, via de regra, têm um horizonte de médio e longo prazo, com prazos que podem variar de dois a cinco anos, mas que, em alguns casos, podem ser ainda mais extensos, chegando aos dez anos até o vencimento final.
Caso queira sair antes, é possível vender os papéis no chamado mercado secundário, em que os detentores dos papéis conseguem se desfazer dos títulos, com a negociação para outros agentes de mercado.
Nesse caso, no entanto, o rendimento contratado no momento da aquisição não é garantido, com a possibilidade de a venda ser feita com algum ganho, ou prejuízo, em relação ao inicialmente previsto, a depender das condições de mercado no momento da venda.
Aportes a partir de R$ 1.000 Para investir nos títulos isentos, é preciso ter conta em banco ou em corretoras, sendo possível aplicar diretamente por meio da seção de renda fixa dos aplicativos, ou com o assessoramento de especialistas de investimento e gerentes bancários.
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Os valores mínimos de aporte variam de acordo com a instituição financeira. No caso da Órama, Ricardo Teófilo, chefe de renda fixa da plataforma, diz que os investimentos nos títulos isentos começam a partir de R$ 1.000. Na XP e no Itaú, os aportes mínimos também são de R$ 1.000.
“Os títulos de renda fixa isentos de IR têm apresentado retornos bem interessantes, e entendemos que seja um bom momento para investir neles”, diz o chefe de renda fixa da Órama, acrescentando que os papéis disponibilizados na plataforma passam por uma curadoria prévia dos especialistas da casa.
Ao sol do 2 de julho, na manhã deste sábado, a Bandeira Nacional foi hasteada mais uma vez pelo governador Rui Costa, na Lapinha, bairro da Soledade, em Salvador, na comemoração às independências da Bahia e do Brasil. Seguindo a tradição, Rui e outras autoridades depositaram flores no busto do General Labatut. Nas ruas, as casas enfeitadas, personagens históricos como Maria Quitéria e, claro, a população baiana, fazendo uma festa democrática de civilidade e diversidade.
“Eu quero destacar, neste 2 de Julho, a importância extraordinária pelo fato de comemorarmos 199 anos da independência dos baianos, que têm uma tradição de luta por melhores condições de vida, por independência, por liberdade. E [o povo baiano] continuará lutando para superar a fome, superar o desemprego, superar as dificuldades que o Brasil está passando”, afirmou o governador.
Rui reforçou que o 2 de Julho é uma data de importância nacional. “E aqui é o momento de alegria, de comemoração, esta é uma data que representa, na minha opinião, a verdadeira independência do Brasil. O meu sonho, o meu desejo é que ela um dia seja reconhecida e comemorada nacionalmente. Uma coisa é a proclamação da Independência, no dia 7 de Setembro, e isso se materializou nos meses seguintes. Se não fosse a Bahia, se não fosse o 2 de Julho, essa Independência talvez tivesse demorado muito mais”.
O governador destacou também que o povo baiano estava ansioso não somente pelo 2 de Julho, mas para ir para a rua, para datas comemorativas e festas. “Nas festas juninas, no Parque de Exposições, mais uma vez foi preciso fechar os portões, com a presença de 100 mil pessoas, e este ano o número de pessoas aqui está muito maior do que no último 2 de Julho que nós conseguimos realizar”.
No período da tarde deste sábado, às 16h, Rui Costa participará da segunda parte das homenagens ao 2 de Julho, quando as imagens do Caboclo e da Cabocla serão recepcionadas no Campo Grande.
Repórter: Raul Rodrigues









Diferente do que ocorre tradicionalmente no desfile cívico do 2 de Julho, neste sábado, o governador Rui Costa (PT), principal autoridade política do estado, não realizou o percurso completo da caminhada do Largo da Lapinha até a Praça Municipal de Salvador.
Por conta de um ato com a presença do ex-presidente Lula na Fonte Nova, Rui deixou o percurso, assim como Lula, sua esposa Janja, o pré-candidato a vice-presidente Geraldo Alckmin e outros integrantes do grupo político, nas proximidades da subida para a rua dos Perdões, após pouco mais de um quilômetro percorrido.
O final da trajeto, feito pelas figuras do Caboclo e da Cabocla, que representam os indígenas que lutaram contra a presença dos colonizadores portugueses na cidade, é na Praça Municipal. O governador deixou de caminhar por cerca de dois quilômetros. A saída antes do fim do percurso não é comum para autoridades políticas.
Neste sábado (2), antes de viajar para duas semanas de descanso depois de um ano e meio de trabalho ininterrupto, a prefeita Sheila Lemos fez uma visita à obra de de requalificação do Estádio Municipal da Zona Oeste, conhecido como Murilão. Ela estava acompanhada do presidente da Câmara de Vereadores, Luís Carlos Dudé, que, a partir de segunda-feira (4) assume, oficialmente, o cargo de prefeito pelo tempo que a prefeita estiver fora.

Vereadores Bibia, Nildo, Ivan e Babão acompanharam Dudé e Sheila
Também acompanharam a prefeita os vereadores Nildo Freitas, líder do governo municipal na Câmara, Edjaime Rosa Bibia, Ricardo Babão e Ivan Cordeiro, os secretários Jackson Yoshiura, de Infraestrutura Urbana (Seinfra) e Luís Paulo Souza, de Desenvolvimento Rural (SMDR).
A comitiva vistoriou o campo, onde quase a metade da grama sintética já foi colocada, os novos vestiários e cabines de rádio e TV e os novos espaços que estão sendo construídos para uso da comunidade, como a sala multiuso para prática de artes de marciais e dança e a academia ao ar livre. O campo será iluminado para jogos noturnos e terá, ainda, uma pista de corrida.

Sheila Lemos lembrou que a obra teve o seu ritmo reduzido em razão da pandemia, mas está avançando e será entregue em breve. “Fiquei muito alegre com o que vi, o Murilão está ficando maravilhoso, será uma das melhores praças de esporte da Bahia, com espaços para uso da população dessa região, não apenas para o futebol, mas para outros esportes e lazer. E já está ficando pronto, até a nova fachada já está instalada” afirmou a prefeita.

Prefeita anuncia para breve a entrega do novo Murilão
Dudé destacou que o Governo Municipal está trabalhando em todas as partes do município e que o Murilão é parte do compromisso da prefeita Sheila Lemos com o esporte. “E isso aqui está ficando maravilhoso, com um gramado sintético de primeira linha e a prefeita está de parabéns por esse investimento tão importante para desenvolver o esporte da Zona Oeste. Um maravilhoso estádio, mais um presente para Vitória da Conquista”, disse ele.
De acordo com o secretário de Infraestrutura, Jackson Yoshiura, mais de 90% da obra já foram executados. “As partes mais pesadas já foram realizadas, a aplicação da grama, que é a mais volumosa, já está sendo concluída. Os outros 10% são o acabamento de vestiário, cabines e outros espaços e a gente espera que no final de outubro Vitória da Conquista já tenha o novo Murilão pronto para usar”, informou o secretário.
A solenidade de transmissão do cargo de prefeito de Vitória da Conquista aconteceu na tarde desta sexta-feira, 01, no auditório do Centro Municipal de Atenção Especializada (Cemae). O presidente da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, Luís Carlos Dudé (MDB), ficará à frente do Poder Executivo pelos próximos 15 dias, durante o período de férias da prefeita Sheila Lemos (UB).

“Para mim é uma honra e uma responsabilidade muito grande assumir a prefeitura interinamente”, afirmou Dudé, relembrando sua trajetória na vida pública. “O que eu posso afirmar é que o menino do Alegria vai contribuir para continuar levando muita alegria para essa cidade, cooperando com o governo que tem transformado Vitória da Conquista”, completou.
Dudé ainda afirmou que manterá o trabalho de Sheila Lemos durante esse breve período em que estará atuando como prefeito em exercício.

Durante pronunciamento, a prefeita Sheila Lemos destacou alguns momentos históricos na política conquistense, ressaltando a primeira vez em que Irma Lemos assumiu o comando da cidade. Destacou também a boa relação com a Câmara Municipal e a tranquilidade que sente ao passar o cargo ao vereador Luís Carlos Dudé. “Faço isso com muita tranquilidade. Sei que Dudé tem todas as condições para assumir àquele gabinete. Agora é a vez dele de sentar naquela cadeira para substituir uma mulher. Isso é histórico!”, declarou.
Antes de receber o cargo de prefeito, Dudé passou a presidência da Câmara Municipal para o vereador Hermínio Oliveira (PODE), vice-presidente do Poder Legislativo. O ato simbólico aconteceu na manhã desta sexta-feira, no Gabinete da Presidência.
A solenidade de transmissão do cargo de prefeito de Vitória da Conquista contou com a presença de vereadores, secretários municipais, do deputado federal Arthur Maia (UB), e da sociedade civil.
Nesta sexta-feira (1º) a prefeita Sheila Lemos transmite o cargo, temporariamente, ao presidente da Câmara de Vereadores, Luís Carlos Dudé e entra em um período de descanso por 15 dias. O retorno está previsto para o dia 16 de julho. Para fazer um balanço do trabalho realizado no primeiro semestre deste ano, a prefeita recebeu, em seu gabinete, representantes da imprensa de Vitória da Conquista para uma entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (30). Durante a conversa de aproximadamente uma hora e meia, respondendo a perguntas dos jornalistas, a gestora fez um balanço das realizações e das iniciativas do Governo Municipal projetadas ou em andamentoSheila Lemos mencionou, uma por uma, as obras de infraestrutura executadas pela Prefeitura na cidade e na zona rural. “É um balanço destes primeiros seis meses de 2022. A cidade está como um verdadeiro canteiro de obras, e nós queremos compartilhar com vocês”, anunciou a gestora, ao iniciar o bate-papo com os comunicadores.
Entre as várias obras de asfaltamento citadas pela prefeita, já amplamente divulgadas pelo Governo Municipal, houve espaço para uma novidade: a inclusão do trecho inferior da Avenida Otávio Santos no conjunto de vias que receberão asfalto. A intervenção custará cerca de R$ 3,5 milhões, e está incluída no pacote de obras de pavimentação que será custeado por uma verba superior a R$ 14 milhões, de emenda do deputado federal Elmar Nascimento ao Orçamento da União, articulada pela prefeita Sheila Lemos.
A Otávio Santos é uma das mais antigas da cidade com pavimentação a paralelepípedo e, por ser uma região de concentração de um grande número de estabelecimentos de saúde, como clínicas, laboratórios e farmácias, tem um tráfego intenso, inclusive com milhares de pessoas de mais de 80 municípios da região Sudoeste da Bahia. “Aquele local é um verdadeiro polo de saúde na cidade. Há muito tempo que estava precisando de asfalto, e nós conseguimos agora”, comentou Sheila.
Os recursos assegurados por essa verba federal também viabilizaram o asfaltamento de 57 ruas dos loteamentos Jardim Valéria, Santa Terezinha, Jardim Sudoeste e Copacabana 2, beneficiando cerca de 20 mil pessoas, a um custo de mais de R$ 9,6 milhões. As obras serão executadas pela Codevasf.
OUÇA:
Pacote de obras
As intervenções nas áreas urbana e rural, descritas pela prefeita, totalizam investimentos de mais de R$ 15,6 milhões, entre recursos federais, municipais e da Codevasf. Por exemplo:
– Qualificação da área do Cristo da Serra do Periperi. Projeto orçado em R$ 3.311.382,00, com recursos do Ministério do Turismo. Inclui pavimentação, iluminação, paisagismo e dois mirantes.
– Reparos na infraestrutura urbana de vias que foram prejudicadas pelas fortes chuvas e construção de uma contenção na encosta localizada na parte de trás da Rua Eduardo Costa, região da Praça da Juventude. No local, será feita a recomposição do talude que foi danificado pelas chuvas. A obra de contenção custará R$ 900 mil, com recursos de verba emergencial enviada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).
– Reconstrução do sistema de drenagem pluvial, recuperação da pavimentação e realização de melhorias no canteiro central da Avenida Francisco Sabino, no Loteamento Vila América. Serviços serão realizados em parte da 6ª Avenida, cuja estrutura também foi afetada pelas chuvas da virada do ano. Nas duas ações serão investidos R$ 2,3 milhões, da verba emergencial do MDR e do Tesouro Municipal.
– Investimento de R$ 6.750.532,31 em um novo sistema de drenagem do loteamento Alto Panorama, envolvendo uma bacia de retenção e ligação ao canal de drenagem principal, situado no bairro Santa Cecília. Os recursos são do Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), contraído na Caixa.
– Pavimentação asfáltica na Avenida Cláudia Botelho, localizada no bairro Primavera (acesso ao Condomínio Vila Verde) e recapeamento das ruas Celi de Freitas e João Pereira, no Loteamento São Vicente. O valor total está orçado em R$ 877,5 mil de emenda parlamentar.
– Asfaltamento da via de acesso à Escola Municipal Padre Isidoro, na Estiva. O investimento é de R$ 1 milhão, de emenda apresentada pelo deputado Diego Coronel, articulada pelo vereador Chico Estrella.
– Asfaltamento de quatro ruas da sede do distrito de São João da Vitória, carinhosamente conhecido como Batuque, a um custo de R$ 485.907,10, provenientes do MDR, com contrapartida da Prefeitura. As obras do Cristo, do Alto Panorama e de São João da Vitória serão executadas pela Emurc, sob supervisão da Secretaria de Infraestrutura Urbana (Seinfra).
Retorno no dia 16
Enquanto estiver de férias, o cargo de chefe do Executivo Municipal será ocupado pelo presidente da Câmara de Vereadores, Luiz Carlos Dudé, sobre quem a prefeita destaca a parceria. “Já é um parceiro que vem nos acompanhando, como a maioria dos vereadores”, afirmou a gestora. “Temos uma parceria muito boa com a Câmara de Vereadores e tenho plena confiança no presidente da Câmara, meu amigo Luiz Carlos Dudé”, acrescentou.
“Vamos deixar várias obras, e Dudé vai acompanhar todas elas. No dia 16, já estarei de volta ao município. Vamos encaminhar para, no final do ano, termos várias inaugurações. E, com fé em Deus, mais notícias boas”, concluiu Sheila. *Fonte: PMVC