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Biografia

Bruna Porto é nascida em Vitória da Conquista, no estado da Bahia, esposa de José Junior, mãe de Helena Gabriele. É Escritora, Psicanalista Clínica (Instituto Fazendo a Diferença da Dra. Ângela Sirino) e Analista Corporal ( OCE- O Corpo Explica) .

Bruna ama escrever, especialmente sobre a área que atua – desenvolvimento humano, fazer boas leituras e viajar. Seu principal foco é auxiliar pessoas a desenvolverem a autoimagem através da identidade bem formada, da ressignificação das emoções e dos princípios da gratidão, ordem e da mordomia.

A obra literária: “O Bom Mordomo”, foi escrita pela autora com intuito de ressignificar a dor da partida de alguém que amou muito.

OUÇA A ENTREVISTA DE JOSY RODRIGUES COM A AUTORA:

Sobre o livro:

O livro O Bom Mordomo foi idealizado quando refletia sobre a vida – sobre as despedidas – sobre a nossa existência e sobre a morte.

Não, o livro não fala sobre morte, ele aborda a vida, (Apesar de levar consolo também aos enlutados) ele aborda a importância da vida e do saber viver. Sobre o uso da inteligência emocional e do desenvolvimento pessoal.

Muitas vezes nos perdemos nas nossas emoções, por situações e circunstância e deixamos de perceber a beleza de viver. E vivemos a mercê delas.

E, justamente, analisando todas as questões do primeiro parágrafo descrito, trago no livro a Identidade, a Ressignificação e a Mordomia.

Quando entendemos de fato quem somos, conseguimos administrar as nossas emoções.

E para os momentos difíceis, utilizamos a ressignificação. Sem ressignificação, não há um viver bem. Pq a nossa mente precisa de renovação.

E a mordomia é o sentido da vida.

O Bom Mordomo nos ensina que somos capazes de governar as emoções, e traz uma leitura em que te convida a mergulhar dentro de si mesmo, ressignificando o que precisa ser ressignificado, ensinando a governar sobre as emoções, os relacionamentos e também as finanças, mostrando que tudo parte de dentro de nós.

E claro, estamos aqui para servir, não importa a posição que ocupemos, é por isso que estamos aqui. Mas só é servido aquilo que é oferecido no “cardápio”, por isso, antes de tudo, devemos governar sobre nós mesmos.

Confira a entrevista veiculada no Redação Brasil

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