Vitória da Conquista atinge quase 100 % de ocupação de leitos de UTI para tratamento da Covid-19 nesta quinta-feira (14). Segundo informações da Assessoria do Hospital de Clínicas de Conquista – HCC, hoje a ocupação de leitos de UTI no hospital chegou a 100%.
Sobre a taxa de ocupação de UTIs, o HCC indica: 16 pacientes internados, 2 autorizados.
Clínica médica – 6 pacientes internados. Ao todo são 20 leitos de UTI e 20 de clínica, portanto chegou a 100%.
A assessoria do Hospital Geral de Vitória da Conquista informou que até a noite desta quarta-feira (13), as UTIs para tratamento da Covid-19 chegou a 90% de ocupação, mas que ainda não tem o relatório completo desta quinta-feira (14).
Nossa equipe de reportagem está tentando contato com o Hospital São Vicente, mas ainda não obteve retorno. Segundo informações ainda não confirmadas, o Hospital São Vicente também está com ocupação total de leitos de UTI para tratamento do Coronavírus.
A Secretária de Saúde do Município informou na noite de ontem (13), que Vitória da Conquista tem 84,3% de taxa de ocupação de leitos de UTI e 48,2% de taxa de ocupação de leitos clínicos.
A Justiça Federal suspendeu a realização do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) no Amazonas, previsto para acontecer no próximo domingo (17), em meio a um novo pico da doença no estado.
Decisão publicada na noite desta quarta-feira (13) e assinada pelo juiz Juiz Ricardo Augusto De Sales determina a suspensão da aplicação da prova até o fim do estado de calamidade pública decretado pelo Governo do Amazonas.
Em caso de descumprimento, o juiz determinou multa de R$ 100 mil por dia, até o limite de 30 dias, valor a ser pago “pelo patrimônio pessoal da autoridade administrativa máxima” do Inep, segundo a decisão. O juiz ainda determina que o governo do estado não permita o acesso às escolas públicas para realização da prova, também com multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento.
A decisão ocorre em uma ação judicial ingressada pelo vereador Amom Mandel Lins Filho (Podemos) e pelo deputado federal Marcelo Ramos Rodrigues (PL).
“Aparentemente, malfere o princípio da moralidade administrativa se impor aos estudantes e profissionais responsáveis pela aplicação do Enem que se submetam a potenciais riscos de contaminação pelo Covid-19, numa situação na qual o poder público não dispõe de estrutura hospitalar-sanitária para dar o socorro médico devido àqueles que eventualmente necessitarem”, escreve o juiz na decisão.
Nesta quarta-feira, a capital Manaus bateu recorde de novas hospitalizações: foram 2.221 só nos 12 primeiros dias de janeiro. O número é maior do que o total de internações registradas em todo o mês de abril, primeiro pico da pandemia no Amazonas, quando 2.218 pessoas foram hospitalizadas.
Na última terça (12), Manaus tinha taxa de ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de 90% na rede pública e 93% da rede privada, mas 58 pacientes estavam na fila por um leito de UTI nos hospitais de referência, 36 na capital e outros 22 no interior do estado.
Também houve recorde de sepultamentos em Manaus nos primeiros dias do ano, com média diária de 111 enterros, bem acima das médias registradas nos meses de abril (93 por dia) e maio (76 por dia) do 2020. Nesta quarta-feira, foram 198 enterros. A Prefeitura de Manaus já havia decidido que não iria liberar escolas municipais para aplicar o exame.
A Defensoria Pública da União havia entrado com pedido na Justiça Federal para que a prova fosse adiada, sob o risco de aumentar o número de infecções em todo o país. O Enem tem quase 6 milhões de inscritos. No entanto, o pedido foi rejeitado pela Justiça em São Paulo.
Na decisão, a juíza Marisa Cucio, da 12ª Vara Cível Federal de São Paulo, disse que caso uma cidade tenha elevado risco de contágio que justifique medidas severas de restrição de circulação, cabe às autoridades locais impedirem a realização da prova. Segundo a magistrada, caso o Enem seja adiado em alguma localidade, cabe ao Inep reaplicar o exame.
Conforme publicado pela coluna Painel, a Prefeitura de Manaus está sendo pressionada pelo Ministério da Saúde a distribuir remédios sem eficácia comprovada para tratar seus pacientes, como cloroquina e ivermectina.
Além disso, a pasta do ministro Eduardo Pazuello pediu autorização para fazer uma ronda nas Unidades Básicas de Saúde para encorajar o uso das medicações. A alternativa, não utilizá-las, é tratada como “inadmissível” em documento enviado para a secretaria municipal de Saúde de Manaus.
o Governo Municipal publicou, nesta quarta-feira (13), o Decreto 20.738, que prorroga situação de Calamidade Pública, declarada em abril de 2020. O dispositivo aponta medidas para prevenção e enfrentamento à pandemia causada pela Covid-19.
Para a prorrogação, a Administração Municipal considerou, entre outras questões, as taxas de ocupação de leitos e de transmissão do vírus. O decreto ainda ressalta que Vitória da Conquista é referência regional e polo de atendimento da saúde no interior do Estado e que é dever do Município zelar pela preservação do bem-estar da população e pela manutenção dos serviços públicos e das atividades socioeconômicas. “A prorrogação foi necessária para que o município continue realizando todas as ações pertinentes no combate à pandemia durante este ano”, declarou a prefeita em exercício, Sheila Lemos.
O decreto dispensa o Poder Executivo dos resultados fiscais e da limitação de empenho previstos na Lei Municipal 2.442/2020. Além disso, autoriza a Prefeitura a abrir créditos suplementares e especiais, visando amparar despesas necessárias ao enfrentamento da pandemia do Coronavírus e suas consequências. Também dispensa licitações para aquisição de bens, serviços e insumos destinados a com o objetivo de atender às emergências de saúde pública.
O secretário municipal de Administração, Kairan Rocha, explicou que a Prefeitura Municipal encaminhará ofício para a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (Alba) solicitando o reconhecimento da situação de calamidade pública em Vitória da Conquista. “O estado de calamidade permite maior celeridade das ações do poder público, que é o que esse momento da pandemia exige”, concluiu. *PMVC
A Secretaria Municipal de Saúde confirmou ainda hoje que mais três pacientes que estavam internados foram a óbito por complicações causadas pela Covid.

242º óbito – Homem de 39 anos, morador do bairro Cidade Modelo, sem comorbidades relatadas. Foi internado no dia 1º de janeiro no Hospital São Vicente, onde faleceu em 9 de janeiro.
243º óbito – Mulher de 93 anos, moradora do bairro Urbis VI, portadora de Hipertensão, Diabetes Melito e histórico de Acidente vascular encefálico (AVE). Foi internada no dia 7 de janeiro no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), onde faleceu em 9 de janeiro.
244º óbito – Homem de 67 anos, morador do bairro São Vicente, portador de Hipertensão e Câncer Hepático. Foi internado no dia 8 de janeiro no Hospital São Vicente, onde faleceu 12 de janeiro.
Ocupação de Leitos – Atualmente, a rede hospitalar do SUS no município disponibiliza 153 leitos (70 de UTI e 83 enfermarias) para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pela Covid-19. Hoje, estão internados 99 pacientes, que além de Vitória da Conquista, são residentes dos seguintes municípios da macrorregião:
O ministro do Ministério da Saúde, Eduardo Pazuello, pretende dar início à vacinação contra a Covid-19 no Brasil na próxima terça-feira (19). De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, um evento no Palácio do Planalto vai marcar a abertura da campanha de slogan “Brasil imunizado, somos uma só nação”. A cerimônia ainda não foi confirmada, e está sendo discutida pela pasta.
O plano, ainda segundo o Estadão, é aplicar o imunizante em uma pessoa idosa e em um profissional de saúde durante o evento.
Além disso, por motivos políticos, o evento também pretende impedir que o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), protagonize a primeira foto de alguém sendo vacinado no País, já que o estado pretende iniciar a imunização no dia 25 de janeiro.
Mesmo com os dados que apontam um índice de 50,38% para a CoronaVac, o imunizante contra a Covid-19 é o “mais seguro que tem”, na avaliação do imunologista Gustavo Cabral, coordenador de pesquisas na Universidade de São Paulo (USP) sobre vacinas, inclusive a do novo coronavírus.
Esta é a vacina mais segura que tem, por ser a estratégia mais conhecida propriamente dita”, analisa, em entrevista ao Bahia Notícias. “Esta estratégia com vírus atenuado já é utilizada com outras vacinas, como a da gripe, hepatite A, raiva… já é utilizada há décadas. A gente já consegue prever efeitos colaterais a longo prazo. As outras, não, porque só conseguimos prever efeitos a curto e médio prazo, de acordo com o que vai surgindo. Essa vacina é algo que favorece. Agora, a eficácia, nós sabíamos que não teria essa eficiência tão alta”, acrescenta.
Na visão de Cabral, a estratégia utilizada pelo governo de São Paulo não foi a mais adequada. Para ele, os dados apresentados na última semana, que apresentaram eficácia de 78% nos estudos realizados no país, foram incompletos e denotaram cunho político.“O problema é a maneira como foi passado, porque aí dá pano pra manga para gerar mais discussão e possibilidade de gerar mais rejeição às vacinas. Mas essa vacina vai ser muito útil para controlar a pandemia”, opina.
“O que foi apresentado semana passada foi mais uma apresentação política que de dados científicos propriamente ditos. Hoje, não. Já mostraram grupo por grupo, falaram sobre reação adversas, que não houve… Era para ter mostrado esses dados todos inicialmente, mas foi feito aquele show político”, emenda.
Segundo ele, outras vacinas que apresentaram eficácia acima de 90% podem ter outras maneiras de análise e, portanto, a CoronaVac não deve ser considerada inferior. “Na estratégia da vacina da gripe, ela varia de 40% a 60% de eficácia. A vacina da hepatite B chega de 90% a 100%. Mas como as duas funcionam? Nisso, a gente compensa na estratégia no programa de imunização”, explica.
Foram confirmados hoje, os óbitos de três pacientes que estavam internados e tiveram complicações em decorrência da Covid.
239º óbito – Homem de 76 anos, morador do bairro Candeias, portador de Doença Cardiovascular. Foi internado no dia 1º de dezembro no Hospital Samur, onde faleceu em 10 de dezembro.
240º óbito – Homem de 75 anos, morador da Fazenda Cachoeira do Rio Pardo (Inhobim), sem comorbidades relatadas. Foi internado no dia 6 de janeiro no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), onde faleceu em 11 de janeiro.
241º óbito – Homem de 78 anos, morador do bairro Urbis V, portador de Hipertensão. Estava internado desde o dia 7 de dezembro no Hospital São Vicente, onde veio a óbito em 11 de janeiro.

Ocupação de Leitos – Atualmente, a rede hospitalar do SUS no município disponibiliza 153 leitos (70 de UTI e 83 enfermarias) para tratamento de pacientes confirmados ou com suspeita de infecção pela Covid-19. Hoje, estão internados 93 pacientes, que além de Vitória da Conquista, são residentes dos seguintes municípios da macrorregião:
A CoronaVac, vacina contra o novo coronavírus produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, tem eficácia geral de 50,38%. A informação foi dada hoje (12) pelo governo de São Paulo. 

Na semana passada, o governo havia dito que a taxa de eficácia da vacina era de 78%. Mas isso se refere apenas à eficácia da vacina em relação a casos leves e que precisaram de alguma atenção médica.
Esses resultados foram observados em estudos no Brasil realizados com profissionais da área da saúde, mais expostos ao vírus. Mas, quando são considerados também os casos leves e que não necessitaram de qualquer atendimento médico, a eficácia foi menor. “Outros estudos, de outros fabricantes, não incluíram casos de pessoas que tiveram dois dias de dor de cabeça, mesmo com resultado positivo de RT-PCR. Mas nós incluímos ”, disse Ricardo Palácios, diretor médico de pesquisa clínica do Instituto Butantan.
A eficácia geral é medida, durante os testes da vacina, comparando-se a quantidade de todos os casos (leves, moderados ou graves) que foram registrados de covid-19 entre os voluntários que foram vacinados e os voluntários que receberam placebo. Ao longo do estudo de eficácia no Brasil, 252 voluntários tiveram covid-19, sendo que 85 deles haviam tomado vacina e 167, placebo (uma substância inócua). Dentre os voluntários no Brasil, 4.653 tomaram essa vacina e 4.599 tomaram placebo.
A taxa de eficácia da CoronaVac está acima dos parâmetros mínimos exigidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A taxa mínima de eficácia de uma vacina recomendada é de 50% como parâmetro de proteção. Segundo o governo paulista, a taxa de eficácia foi mais baixa porque incluiu todos os casos de covid-19 relatados entre os voluntários, inclusive os casos leves. “A vacina consegue diminuir a intensidade da doença clínica em um ambiente de alta exposição. E esse efeito é maior quanto mais aumenta (a gravidade da doença)”, falou Palácios.
Segundo o Butantan, a vacina garantiu proteção total contra casos graves e mortes provocadas pela doença. Nesse caso, sua eficácia foi de 100%. Nenhum voluntário que tomou a vacina morreu ou precisou de internação.
A vacina é armazenada em temperatura de geladeira, entre 2ºC e 8ºC. “Temos hoje uma das melhores vacinas do mundo. Uma das vacinas que tem maior facilidade logística porque é transportada em temperatura ambiente, tem resistência fora da geladeira e pode chegar a qualquer cidade do país”, disse Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.
Na semana passada, o governo paulista solicitou à Anvisa autorização para uso emergencial dessa vacina no Brasil. Esse pedido está em análise pela Anvisa.
Os testes de eficácia vêm sendo desenvolvidos no Brasil desde julho deste ano e numa etapa preliminar era necessário que um mínimo de 61 participantes voluntários do teste fosse contaminado pelo novo coronavírus. Isso porque metade dos voluntários recebe placebo e, a outra metade, a vacina. Para saber se a vacina é eficaz, espera-se que a maior parte dos infectados pelo vírus estejam entre as pessoas que receberam o placebo.
Esse número mínimo de voluntários contaminados nos testes foi atingido em novembro e permitiu o início da análise da eficácia da vacina pelo comitê internacional. Mas, como a doença voltou a crescer em todo o estado nos últimos meses, o número de voluntários infectados cresceu, atingindo o patamar considerado ideal para a finalização do estudo. O estudo de eficácia, segundo Dimas Covas, continua a ser realizado. Serão feitos ainda, segundo ele, outros quatros estudos: com idosos e pessoas com comorbidades, com grávidas, com crianças e adolescentes e um outro estudo sobre eficiência, para avaliar o papel da vacina na pandemia.
O governo paulista, por meio do Instituto Butantan, tem uma parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac para a aquisição da vacina CoronaVac. Por meio desse acordo, o governo paulista já vem recebendo doses da vacina. O acordo também prevê transferência de tecnologia para o Butantan, o que significa que a vacina passará a ser produzida aqui no Brasil, na fábrica do Butantan.
Para uma vacina poder ser utilizada na população, ela passa por uma fase de estudos em laboratório, uma fase pré-clínica de testes em animais e três etapas clínicas de testes em voluntários humanos, que avaliam a produção de anticorpos, a sua segurança e a sua eficácia. Estudos de fases 1 e 2 da vacina, realizados na China , já haviam demonstrado que ela é segura, ou seja, que ela não provoca efeitos colaterais graves. Também estudo feito com voluntários no Brasil comprovou que a vacina é segura.
O governo de São Paulo já recebeu, da Sinovac, 10,8 milhões de doses da vacina. Pelo termo de compromisso assinado no final de setembro com a Sinovac, o Butantan vai receber um total de 46 milhões de doses da CoronaVac, sendo que 6 milhões dessas doses já chegarão prontas. A vacina é aplicada em duas doses, com intervalo de 14 dias entre elas.
Na semana passada, o Ministério da Saúde fez um acordo com o Instituto Butantan e comprou todas as doses da CoronaVac, que serão utilizadas no Programa Nacional de Imunização caso ela seja aprovada pela Anvisa.
Com a proximidade da realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), marcado para os próximos dois domingos (17 e 24), a pressão para adiamento da prova aumenta. Estados brasileiros estão em meio ao agravamento da pandemia da Covid-19, com altos índices de novos casos, mortes e internações. Nesta terça-feira (12), o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, usou as redes sociais para apoiar o movimento que pede um novo adiamento das provas.
O Enem acontecerá presencialmente, apesar da pressão de entidades médicas, políticos, associações científicas e estudantes por uma nova mudança na data das provas.
Inicialmente o Enem estava agendado para novembro de 2020.
O titular da Sesab fez uma publicação no Twitter em que argumenta que o comportamento da pandemia em todo o Brasil impede que o exame seja realizado.
“O comportamento assimétrico e de franca expansão da pandemia no Brasil impede a realização do ENEM na data de 17 de janeiro de 2021. Em praticamente todos os Estados do Brasil diversas regiões de saúde apresentam alto risco de transmissão da COVID-19”, publicou Vilas-Boas.
Ele seguiu afirmando que “diante do iminente inicio do processo de vacinação da população brasileira entendemos ser oportuno e necessário prorrogar a realização do exame”. Fábio Vilas-Boas concluiu a publocação usando a hashtag #adiaenem.
Além do secretário da Saúde da Bahia, senadores e deputados baianos têm se manifestado a favor do adiamento da prova.
Direto do hospital Sírio-Libanês, o Dr. Danilo Gusmão, filho do prefeito Herzem Gusmão mandou uma mensagem para Vitória da Conquista em que afirma que o quadro de saúde do prefeito continua em evolução clínica.
Segundo o médico, Herzem Gusmão precisa cada vez menos da ajuda de oxigênio e a equipe médica do hospital Sírio-Libanês já considera transferir o prefeito da UTI para a unidade Semi Intensiva.
Ele afirma ainda que Herzem Gusmão está muito confiante e se diz sustentado pelas orações dos conquistenses.