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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retoma nesta quinta-feira (21) a discussão com ministros sobre o pacote de cortes de gastosque o governo pretende implementar para tentar equilibrar as contas públicas.

Segundo o ministro da Casa Civil, Rui Costa, o texto com as medidas para despesas futuras deve ficar pronto até esta sexta (22).

O ministro afirmou que também deve ser anunciado um bloqueio no orçamento de 2024 pela Junta de Execução Orçamentária (JEO) — órgão que assessora o presidente nas políticas fiscais e de outras áreas — na faixa de R$ 5 bilhões.

Segundo apurou a GloboNews, o valor deve ficar entre R$ 5 bilhões e R$ 7 bilhões.

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O G20 inicia nesta segunda-feira (18), no Rio de Janeiro, marcando a primeira vez que o Brasil assume a presidência do bloco. Entre os principais temas em discussão estão a reforma das instituições de governança global, como a ONU, o enfrentamento da fome e as mudanças climáticas. Essas pautas refletem as prioridades do governo do presidente Lula (PT) na agenda internacional.

A reunião, que acontece no Museu de Arte Moderna do Rio e se estende até terça-feira (19), reúne líderes de 19 países, além de representantes da União Europeia e da União Africana.

Nos dias que antecederam o encontro, diplomatas presentes na cidade se dedicaram à negociação dos termos da declaração final. Entre os tópicos que enfrentaram maiores divergências estão o conflito entre Rússia e Ucrânia, propostas de taxação de grandes fortunas e debates sobre mudanças climáticas.

Considerado o principal fórum de cooperação econômica global, o G20, que antes se concentrava em temas macroeconômicos, expandiu sua atuação nos últimos anos. Hoje, a agenda abrange comércio, saúde, desenvolvimento sustentável, energia, meio ambiente, mudanças climáticas, agricultura e combate à corrupção. Nesta edição, o Brasil apresentou propostas como o G20 Social, que inclui participação da sociedade civil, e a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.

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Em seu discurso de encerramento do G20 Social, o presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) fez críticas ao “neoliberalismo” e defendeu uma jornada de trabalho “mais equilibrada”. As declarações foram feitas neste sábado (16), no Rio de Janeiro.

“O neoliberalismo agravou a desigualdade econômica e política que hoje assola as democracias. O G20 precisa discutir uma série de medidas para reduzir o custo de vida e promover jornadas de trabalho mais equilibradas”, disse o presidente Lula.

Embora não tenha mencionado especificamente as discussões em torno da escala 6×1, que ganhou destaque recentemente, o presidente enfatizou que temáticas como essa devem ser discutidas no G20. Este marcou o primeiro pronunciamento do presidente na cúpula das maiores economias do mundo, que, neste ano, conta com a administração do Brasil e acontece no Rio de Janeiro. As reuniões de líderes mundiais estão agendadas para os dias 18 e 19 (segunda e terça-feira).

Atualmente, o governo não se manifestou na discussão sobre alterações na escala trabalhista. Apesar de a proposta ser bem recebida por Lula e pela cúpula governamental, o Planalto considera que este não é o momento adequado para adentrar o debate, que já está se desenrolando no Congresso. Neste momento, o foco tem sido a aprovação da LOA (Lei Orçamentária Anual) e da  proposta de corte de gastos que o Ministério da Fazenda deverá apresentar aos parlamentares ainda no mês de novembro.

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