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O presidente do Partido Liberal (PL) na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, foi entrevistado pelo UP Notícias nesta quarta-feira (8). Durante a entrevista, o político fez projeções a nível estadual e nacional para as eleições de 2026, comentou sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e explicou sua perspectiva sobre a atuação do partido no estado da Bahia.

Quando questionado sobre a situação do PL após a prisão domiciliar e o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, que representa a principal figura do partido, João Roma afirmou que estão sendo feitas perseguições e ataques contra o ex-presidente e a sua família. “É um grau de perseguição que nos deixa muito triste, porque você vê o Brasil sem segurança jurídica, onde o Judiciário, que deveria servir para equalizar a nossa nação e buscar encontrar superação de entraves na sociedade, é hoje um Judiciário imbuído de passionalismo e ministros muito vaidosos”, afirmou João Roma.

João Roma também descartou a possibilidade da dosimetria para reduzir a pena de Jair Bolsonaro. O presidente do PL ressaltou que o partido deixou claro que buscará a anistia do ex-presidente e destacou que outros políticos conseguiram disputar eleições após serem anistiados de sentenças criminais.

Confira a entrevista completa com João Roma:

 

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A segunda semana do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado segue com forte esquema de segurança na Praça dos Três Poderes, em Brasília. A operação é integrada entre a Secretaria de Segurança Pública do DF e a Polícia Judicial, responsável pela proteção do STF.

Desde o fim de agosto, o policiamento no Supremo foi ampliado com 30 policiais vindos de tribunais de todo o país, além de reforço da Polícia do Senado, que utilizou cães farejadores para varreduras no entorno do Anexo 2 do tribunal. A medida visa garantir a segurança dos ministros, do prédio e dos arredores durante as sessões.

O julgamento do chamado “núcleo crucial” da tentativa de golpe começou na semana passada e segue nesta, com sessões marcadas até sexta-feira (12). Após as manifestações da PGR e das defesas, os ministros da Primeira Turma do STF começam a votar e definir as penas dos réus, caso sejam condenados.

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