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ALBA - novembro
Novo Paraiso
Marcos Andrade Construtora

A Bahia Pesca concluiu mais uma rodada de análise dos pescados coletados nas cidades baianas atingidas pela mancha de óleo que afeta o Nordeste. Realizado pelo Laboratório de Estudos do Petróleo (Lepetro), da Universidade Federal da Bahia (Ufba), o estudo indica que 99% dos animais avaliados não estão contaminados com hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA) em níveis acima dos adotados pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) como seguros. Os resultados já foram enviados para as agências de vigilância sanitária, que têm competência para se manifestar sobre a segurança do consumo.

Foram analisadas 71 amostras, a exemplo de ostras, caranguejos, siris e pescados, entre os dias entre 24 de outubro e 20 de novembro. As coletas ocorreram em Conde, Jandaíra, Entre Rios, Salvador, Itaparica, Vera Cruz, Camaçari, Belmonte, Porto Seguro, Taperoá, Nilo Peçanha, Canavieiras, Ilhéus, Itacaré, Maraú, Cairu, Valença, Jaguaribe, Igrapiúna, Ituberá, Camamu, Caravelas, Alcobaça, Prado e Santa Cruz Cabrália.

Das 71 amostras, apenas uma apresentou índice de contaminação acima do estabelecido pela Anvisa como seguro. “Uma amostra de camarão coletada em Cairu possui 31 mcg/kg (microgramas por quilo) de HPA carcinogênico. O índice considerado seguro pela Anvisa é de 18 mcg/kg”, explica o técnico da Bahia Pesca Brunno Falcão. “Vale ressaltar que outras 14 amostras de camarão recolhidas no litoral baiano não apresentaram qualquer resultado preocupante”, acrescentam.

Uma nova rodada de coleta e análise será realizada pela Bahia Pesca em fevereiro. O parecer técnico com os resultados está disponível no site da empresa, que vinculada à Secretaria de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri).

Fonte: Ascom/Bahia Pesca

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A Marinha do Brasil continua trabalhando na apuração da responsabilidade no derramamento de petróleo na costa do nordeste brasileiro. Em comunicado, a força de defesa dos mares brasileiros, dissque que segue em diversas linhas de investigação e conta com o apoio do Ibama, da Polícia Federal, da Agência Nacional do Petróleo, agências e órgãos nacionais e estrangeiros.

As amostras coletadas e analisadas pelo Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM) e a Petrobras, foram atestadas que o óleo encontrado em diferentes praias do nordeste brasileiro possui características semelhantes, e coincide com o extraído em campos da Venezuela. “Como contraprova, foram emitidas amostras desse óleo para análise por instituições no exterior, a fim de ratificar suas características e origem”, diz a nota.

O comunicado diz que existem quatro linhas de investigação : envolvimento de poço ativo ou rompimento de poço anteriormente perfurado e atualmente desativado; Afundamentos recentes ou antigos de navios; tambores de óleo surgidos nas praias do Nordeste e encontrados no mar por navios desde o início da contenção às consequências do desastre; derramamento (acidental ou intencional) durante manobra ship-to-ship ou trânsito de navios petroleiros.

Em paralelo, a Polícia Federal solicitou informações acerca do tráfego marítimo, em determinado período, e em área onde identificou manchas de óleo. Essa área demandada pela Polícia Federal estava dentro da área investigada pela MB.

Três navios transitaram no período e na área demandada, sendo que apenas um deles transportava óleo cru. “As investigações prosseguem com apoio de instituições públicas e privadas, nacionais e estrangeiras. Todos os recursos disponíveis serão empregados, até que as circunstâncias e a fonte causadora de crime sejam elucidadas”, finaliza a nota.

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Um turista de Minas Gerais, de 38 anos, ficou com manchas no corpo após tomar um banho de mar na manhã do último sábado (2), na Praia de Corurupe, em Ilhéus, no sul da Bahia. A Vigilância em Saúde Ambiental do município investiga se há relação do problema com as manchas de óleo que atingem o litoral do Nordeste.

Em entrevista ao G1, Anderson Gabriel contou que caminhava sozinho na praia quando decidiu tomar um banho de mar. O turista conta que ficou dentro da água por cerca de 40 minutos e saiu quando o corpo começou a arder.

“Eu estava fazendo uma caminhada na areia. Aí na hora que eu fui tomar um banho de mar, fiquei uns 40 minutos dentro da água, o meu corpo começou a coçar e queimar e eu saí da água. Na praia eu não vi óleo, mas quando eu cheguei em casa que eu fui tomar banho, começou a sair uma água escura [do corpo] e a bucha ficou muito oleosa”, lembrou Anderson.

O turista informou que foi até uma unidade médica no sábado e neste domingo (3), quando foi medicado. Anderson planeja procurar um dermatologista já que o corpo continua ardendo.

“Eu estou me coçando muito. Essas manchas ardem. Tem algumas na parte da frente do meu corpo, mas é nas costas que doem mais. Vou procurar um dermatologista para fazer um exame mais específico, porque o médico que eu fui me medicou para parar de arder”, contou.

Caso aconteceu na cidade de Ilhéus — Foto: Arquivo Pessoal

Segundo informações do coordenador da vigilância do município, Gleidson Souza, o turista fez exames, que estão sob análise em Salvador, e é acompanhado diariamente pelo órgão. O caso é tratado como isolado, já que outras pessoas tomaram banho na mesma praia e não tiveram reações.

“É um caso suspeito de intoxicação pelo óleo. Amanhã [segunda-feira] vamos encaminhá-lo para um dermatologista, mas até então é um caso isolado. Várias pessoas tomaram banho e não tiveram reações”, disse o coordenador.

“Pode ser que seja também queimaduras por água-viva, que é normal na região, mas que nunca vimos em um grau de intensidade como está no corpo dele. Não é coisa normal, pode ser uma reação individual do corpo dele com as manchas de óleo”, concluiu.

Ainda de acordo com o coordenador de vigilância, o órgão também analisa a situação de uma mulher voluntária que sentiu reações quando ajudava a limpar manchas de óleo na Praia da Avenida Soares Lopes.

“Esse caso aconteceu na segunda-feira (28). Ela [voluntária] nos procurou sentindo dor de cabeça, náuseas, irritação no olhos e dores do estômago. Ela foi atendida conforme o protocolo medico e recebeu alta”, contou.

Enquanto as investigações buscam identificar a origem do problema, a orientação da Vigilância à população é evitar o contato com o óleo, porque existem sintomas pelo contato dermatológico, por inalação e ingestão. Diante disso, recomenda-se a utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) orienta para o caso de entrar em contato com o óleo, a população deve tomar cuidado ao retirar o produto. Se houver reação alérgica, ou ingestão incidental, procurar um posto de saúde mais próximo. Recomenda-se usar água e sabão, fricção mecânica e evitar retirar o produto com soluções tóxicas.

Fonte: G1/BA

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A Marinha brasileira afirmou, neste sábado (2), que o navio grego investigado pela Polícia Federal é o principal suspeito, entre 30 embarcações, de ter derramado óleo e causado as manchas no litoral do Nordeste. O órgão reforçou que os trabalhos para esclarecer o desastre continuam.

Em nota ao G1, a Marinha não mencionou como o relatório da empresa HEX Tecnologias Especiais, que colocou o petroleiro grego na mira das investigações, dialoga com os esforços já realizados anteriormente por instituições e pesquisadores brasileiros.

Investigações da PF

Segundo a Polícia Federal, o petroleiro grego se chama Bouboulina e foi carregado com 1 milhão de barris do petróleo tipo Merey 16 cru no Porto de José, na Venezuela, no dia 15 de julho. Zarpou no dia 18, com destino à Malásia.

A embarcação é alvo da Operação Mácula, desencadeada pela PF na última sexta-feira (1º). Ela foi apontada como suspeita com base em um relatório produzido pela HEX Tecnologias Especiais, que afirma ter realizado a análise de dados de satélite para localizar as manchas. Segundo a empresa, para chegar ao resultado, foi feito um cruzamento com softwares de monitoramento de navios.

O apontamento deste navio suspeito vai contra duas tendências anteriormente apontadas pela Marinha e pelo Ibama nas investigações:

a mancha teria sido localizada pela HEX Tecnologias Especiais com imagens de satélite, mas o Ibama já havia descartado essa possibilidade em estudos próprios, de agências espaciais e de universidades;
as datas da passagem do navio pela costa e o fato de ele não estar operando como um “navio-fantasma” também divergem das hipóteses levantadas pelos órgãos brasileiros (veja abaixo a cronologia da investigação).
Depois de sair da Venezuela e trafegar sempre com seu sistema de localização ativo, o navio Bouboulina passou a oeste da Paraíba em 28 de julho. As investigações do governo brasileiro apontam que a primeira mancha no oceano foi registrada em 29 de julho, a 733 km da costa da Paraíba. As primeiras praias do país afetadas foram no município paraibano de Conde em 30 de agosto.

De acordo com os investigadores, 2,5 mil toneladas de óleo foram derramadas no oceano. A proprietária do navio é a Delta Tankers, fundada em 2006, mesmo ano de fabricação da embarcação. O G1 entrou em contato com a empresa e aguarda um posicionamento. À Reuters, a Delta disse que não foi procurada por autoridades do Brasil.

“Nós temos a prova da materialidade e indícios suficientes de autoria. O que nos falta são as circunstâncias desse crime, se é doloso, se é culposo, se foi um descarte ou vazamento” – Agostinho Cascardo, delegado da PF no Rio Grande do Norte
De acordo com o delegado Agostinho Cascardo, a Marinha do Brasil apurou que, em abril, o navio grego ficou retido nos Estados Unidos durante 4 dias, por causa de problemas no filtro de descarte da embarcação.

O petroleiro é do tipo Suezmax, e sua capacidade máxima é 1,1 milhão de barris. Considerando o valor atual de mercado do petróleo, o carregamento vale cerca de US$ 66 milhões. As 2,5 mil toneladas que vazaram na costa brasileira equivalem a quase três milhões de litros. Isso representa 1,8% da carga transportada pelo navio.

Fonte: G1

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As manchas de óleo que atingem o litoral da Bahia chegaram à cidade de Porto Seguro, no sul da Bahia, nesta quinta-feira (31). As praias atingidas ficam nos distritos de Arraial D’Ajuda e Trancoso – dois dos destinos turísticos mais procurados do estado.

As manchas foram identificadas por pescadores e moradores da região, e confirmadas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Porto Seguro. A secretaria ficou de enviar nota sobre a situação das praias.

O distrito que tem mais praias atingidas é Arraial D’Ajuda: três locais – praia do Mucugê, de Pitinga e de Taípe. Em Trancoso, a aparição foi de pequenas porções de fragmentos do óleo.

Até esta quinta-feira (31), Porto Seguro é o município mais ao sul da Bahia afetado pelo óleo que atinge o litoral do Nordeste do país. A proximidade com a área de Abrolhos preocupa moradores e ambientalistas pelos impactos que o óleo pode provocar caso chegue ao banco.

O Banco de Abrolhos tem área total de 48.899 km². Segundo o biólogo Eduardo Camargo, do Instituto Baleia Jubarte, o banco vai da Ponta do Corumbau, no município baiano de Prado, a cerca de 45 km de Porto Seguro, até o norte do Espírito Santo.

Dentro da área do Banco de Abrolhos está o chamado Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, a cerca de 100 km depois da Ponta do Corumbau. O parque é a única área totalmente protegida dentro do banco, por conta da sua biodiversidade, e ocupa somente 1,8% do território (882 km²). De Belmonte até o parque, são cerca de 200 km² (em linha reta).

O Banco de Abrolhos também é berço da baleia jubarte, que faz dessa região seu refúgio de reprodução e amamentação, entre os meses de julho e novembro. Preocupados e na tentativa de evitar que o óleo chegue à região de Abrolhos, muitos pescadores montaram uma verdadeira ‘operação de guerra’, com o auxílio de voluntários.

Sem recursos emergenciais ou equipamentos do poder público, eles usam materiais dos próprios pescadores ou disponíveis no ambiente, como barcos de variados tamanhos, puçás, redes e cortinas feitas com siripoias e galhos de casuarina.

Fonte: G1/Tv Santa Cruz

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Uma tartaruga coberta de óleo foi encontrada na Praia da Avenida, na cidade de Ilhéus, no sul da Bahia, na noite da terça-feira (29).

O animal foi socorrido por voluntários que faziam limpeza no local e foi levado para a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), no município. Não há detalhes sobre o estado de saúde da tartaruga.

De acordo com o Grupo de Amigos da Praia (GAP), além do animal, os voluntários recolheram cerca de 200 quilos de óleo durante a noite. A substância tinha atingido a praia durante a manhã, foi limpa e voltou a aparecer no final do dia.

Óleo atingiu praia na cidade de Ilhéus na noite da terça-feira — Foto: GAP

Na terça-feira (29), o governador da Bahia em exercício e vice, João Leão, assinou um Decreto Estadual de Emergência para liberação de recursos para mais 15 municípios do estado atingidos pelas manchas. Ilhéus é um deles.

Os outros 14 são: Belmonte, Cairu, Camamu, Canavieiras, Igrapiúna, Itacaré, Itaparica, Ituberá, Maraú, Nilo Peçanha, Taperoá, Una, Uruçuca e Valença.

No dia 14 de outubro, Camaçari, Conde, Entre Rios, Esplanada, Jandaíra e Lauro de Freitas já tinham recebido a liberação dos recursos, totalizando 21 cidades.

Segundo a assessoria do governo, com o decreto fica autorizada a mobilização de todos os órgãos estaduais, no âmbito das suas competências, nas ações de resposta ao desastre, reabilitação e reconstrução dos cenários.

Ainda na terça, os municípios de Belmonte, no sul da Bahia, e Taperoá, no baixo sul baiano, foram afetados pelas manchas de óleo, e subiu para 24 o número de cidades baianas atingidas pelas manchas.

Também surgiu uma preocupação com o Parque Nacional de Abrolhos, que abriga maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul. Voluntários, moradores e membros de uma associação revelam que a manchas de óleo se aproximam de Abrolhos, mas ainda não foi registrado óleo no Parque Nacional.

Fonte: G1/TV Santa Cruz

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As manchas de óleo que atingem o litoral do Nordeste chegaram à cidade de Ilhéus, no sul da Bahia, na manhã desta sexta-feira (25). Com isso, subiu para 14 o número de municípios baianos contaminados. O estado está em situação de emergência.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Urbanismo de Ilhéus, Jerbson Moraes, o local afetado na cidade é a Praia do Norte. Nas imagens enviadas pelo secretário, é possível ver dezenas de manchas de óleo na areia.

De acordo com Jerbson Moraes, representantes da Marinha, Exército e Corpo de Bombeiros Militar do estado foram acionados por ele e estão à caminho do local, mas, até por volta das 9h, o trabalho de coleta do material ainda não tinha começado. Ainda não há estimativa da extensão da área atingida.

Além de Ilhéus, as outras cidades afetadas no estado são Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, Conde, Esplanada, Vera Cruz, Itaparica, Itacaré, Jandaíra, Entre Rios, Cairu, Maraú e Mata de São João. São quase 60 localidades contaminadas.

Manchas de óleo chegam em Ilhéus, no sul da Bahia — Foto: Divulgação

Segundo balanço das prefeituras, quase 300 toneladas já foram removidas dos locais afetados desde que o óleo chegou na Bahia, em 3 de outubro deste ano. O estado foi o último do Nordeste a ser atingido pelas manchas, que começaram a aparecer em setembro.

Destes municípios, Salvador (104,8 toneladas), Entre Rios (50 toneladas), Mata de São João (40 toneladas), Conde (25 toneladas) e Camaçari (20 toneladas) são os que mais tiveram óleo coletado até esta sexta-feira.

Na quinta-feira (24), pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) divulgaram que encontraram presença do óleo nos aparelhos digestivos e respiratórios de peixes e mariscos recolhidos em locais atingidos pela substância na região metropolitana de Salvador.

A UFBA recomendou que seja declarado estado de emergência em saúde pública na região por causa da contaminação de petróleo. Em um comunicado, a instituição defendeu portaria acionada em casos de “calamidade pública” e reforçou os riscos do contato com o benzeno, composto volátil e tóxico, liberado pelo óleo no meio ambiente.

A contaminação já gera prejuízos. A Bahia Pesca estima que cerca de 16 mil pescadores foram afetados, direta ou indiretamente, pelo derramamento de óleo em Salvador, Itaparica, Vera Cruz e praias do Litoral Norte, até a divisa com Sergipe.

Óleo foi encontrado em lambreta na Bahia — Foto: Reprodução/TV Bahia

Lista de localidades atingidas
Ilhéus (300 km – sul)

Praia do Norte (praia)

Cairu (300 km – sul):

Morro de São Paulo (2 e 3ª praias);
Boipeba (praia);
Garapuá (praia);

Maraú (250 km – baixo sul)

Praia de Três Coqueiros (praia)
Barra Grande (praia)
Taipu de Fora (praia)

Itaparica (Ilha de Itaparica – RMS):

Manguinhos (praia)

Vera Cruz (Ilha de Itaparica – RMS):

Jaburu (praia)
Barra Grande (praia)
Barra do Pote (praia)
Tairu (praia)

Salvador:

Piatã (praia);
Praia do Flamengo (praia);
Jardim dos Namorados (praia);
Jardim de Alah (praia);
Praia de Placaford (praia);
Buracão (praia);
Ondina (praia);
Pituba (praia);
Boca do Rio (praia);
Stella Maris (praia);
Farol da Barra (praia);

Lauro de Freitas (cidade limítrofe – RMS):

Ipitanga (praia);
Vilas do Atlântico (praia);
Rio São Joanes (rio);

Camaçari (47 km – RMS):

Arembepe (praia);
Guarajuba (praia);
Itacimirim (praia e manguezal);
Jauá (praia);

Mata de São João (61 km – RMS):

Praia do Forte (praia);
Imbassaí (praia e manguezal);
Santo Antônio (praia);
Costa do Sauípe (praia);

Entre Rios (142 km):

Subaúma (praia);
Porto de Sauípe (praia);
Massarandupió (praia);

Esplanada (170 km):

Baixio (praia);
Mamucabo (praia);
Rio Inhambupe (rio);
Rio Subaúma (rio);

Conde (186 km):

Barra da Siribinha (praia);
Barra do Itariri (praia);
Sítio do Conde (praia);
Poças (praia);

Jandaíra (205 km):

Coqueiro (praia);
Mangue Seco (praia);
Três Coqueiros (praia);
Costa Azul (praia);
Rio Itapicuru (rio);
Rio Real (rio);

Itacaré (390 km – sul da BA):

Tiririca (praia);
Itacarezinho (praia);
Maraú (250 km – sul da BA):
Barra Grande (praia);
Taipú de Fora (praia);
Três Coqueiros (praia);
Saquaíra (praia);
Algodões (praia);

Fonte: G1

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A Segunda e a Terceira Praia, localizadas em Morro de São Paulo, assim como as praias de Garapuá e Boipeba, todas no município de Cairu, no baixo sul da Bahia, foram liberadas para acesso, informou, por meio de nota, a prefeitura do município, na tarde desta terça-feira (22).

A prefeitura informou que equipes das Secretarias Municipais de Desenvolvimento Sustentável e Especial do Morro realizou a limpeza completa das áreas e a retirada de 1,5 tonelada do material até o final da manhã.

O executivo municipal disse, no entanto, que ainda está aguardando avaliação dos órgãos responsáveis para recomendar banhos de mar nos locais.

O Passeio Volta À Ilha também está funcionando normalmente, segundo a prefeitura.

O acesso aos locais havia sido interditado para realização de limpeza após a identificação da chegada das primeiras manchas de óleo na região, na madrugada desta terça. Em nota, a prefeitura de Cairu informou que a medida era “devido aos riscos causados pelas manchas de óleo aos banhistas, que podem causar reações nos pulmões e pele, e ao trabalho das equipes de limpeza”.

A Prefeitura de Cairu disse que conta com o apoio de voluntários equipados, assim como da empresa responsável pela limpeza pública da região e disse que manterá o monitoramento de todas as praias do município, incluindo Garapuá e Boipeba, para manter a costa livre de óleo.

O município disse ainda que recebeu representantes da Bahia Pesca e do Projeto Manatee e aguarda a chegada de equipes da Marinha do Brasil, da Petrobras, do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e do Inema (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos).

A prefeitura recomenda que caso as pessoas encontrem novas manchas de óleo na área, devem entrar em contato com a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável através do telefone (75) 3652-1064.

Caso

De acordo com a prefeitura, quatro praias foram atingidas pelas manchas em Cairu, sendo que as duas mais afetadas ficam em Morro de São Paulo, que é um dos principais pontos turísticos do estado. Os dois locais foram interditados por tempo indeterminado.

Com isso, subiu para 12 o número de cidades atingidas pelo óleo na Bahia. Além de Cairu, há registro da substância em Salvador, Lauro de Freitas, Camaçari, Conde, Entre Rios, Itacaré, Esplanada, Jandaíra, Vera Cruz, Itaparica e Mata de São João.

Em entrevista coletiva realizada nesta terça, em Recife (PE), o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que descobrir a origem o petróleo não é prioridade neste momento. “Esse é o momento de trabalhar, recolher o óleo e dar o destino necessário e lá na frente também aprofundar as causas desse acidente”, afirmou.

Equipe recolhe óleo que atingiu praias de Cairu, na Bahia — Foto: Divulgação/Prefeitura

Em Cairu, os locais atingidos foram: a Segunda e a Terceira Praia de Morro de São Paulo, a praia da Cueira, em Boipeba, e a Ponta do Quadro, em Garapuá.

Segundo a prefeitura da cidade, nas quatro localidades foram achadas fragmentos do óleo, que foram recolhidos ainda no início da manhã por equipes das Secretarias Municipais de Desenvolvimento Sustentável e Especial do Morro, com apoio de voluntários e da empresa responsável pela limpeza pública.

Ainda conforme a prefeitura, o monitoramento de outras praias do arquipélago prossegue, e uma operação pente fino será realizada por equipes da gestão municipal em todas as localidades do município, para assegurar que não há vestígios de óleo.

 

Manchas de óleo coletadas em Morro de São Paulo, na Bahia — Foto: Bruno Arndt

Manchas de óleo na Bahia

As manchas de óleo começaram a chegar no estado em 3 de outubro, quase um mês após o início do problema no país. Mais de 200 praias já foram afetadas pelo óleo em todo o Nordeste. Na Bahia, são ao menos 49 localidades. O estado foi o último a receber a substância.

Por causa do problema, o Governo Federal reconheceu situação de emergência na Bahia. A situação foi reconhecida em decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (22).

Na última semana, o Ministério Público Federal (MPF-BA) e o Ministério Público do estado (MP-BA) ingressaram com uma ação pública contra a União e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) por causa do óleo. Os órgãos disseram que veem “omissão” na demora em adotar medidas de proteção e que ingressaram com a ação “em decorrência das consequências e riscos ambientais provenientes do vazamento de óleo”.

Lista de localidades atingidas

Cairu (300 km – sul)

  • Morro de São Paulo (2 e 3ª praias);
  • Boipeba (praia);
  • Garapuá (praia);

Itaparica (Ilha de Itaparica – RMS)

  • Manguinhos (praia)

Vera Cruz (Ilha de Itaparica – RMS)

  • Jaburu (praia)
  • Barra Grande (praia)
  • Barra do Pote (praia)
  • Tairu (praia)

Salvador:

  • Piatã (praia);
  • Praia do Flamengo (praia);
  • Jardim dos Namorados (praia);
  • Jardim de Alah (praia);
  • Praia de Placaford (praia);
  • Buracão (praia);
  • Ondina (praia);
  • Pituba (praia);
  • Boca do Rio (praia);
  • Stella Maris (praia);
  • Farol da Barra (praia);

Lauro de Freitas (cidade limítrofe – RMS):

  • Ipitanga (praia);
  • Vilas do Atlântico (praia);
  • Rio São Joanes (rio);

Camaçari (47 km – RMS):

  • Arembepe (praia);
  • Guarajuba (praia);
  • Itacimirim (praia e manguezal);
  • Jauá (praia);

Mata de São João (61 km – RMS):

  • Praia do Forte (praia);
  • Imbassaí (praia e manguezal);
  • Santo Antônio (praia);
  • Costa do Sauípe (praia);

Entre Rios (142 km):

  • Subaúma (praia);
  • Porto de Sauípe (praia);
  • Massarandupió (praia);

Esplanada (170 km):

  • Baixio (praia);
  • Mamucabo (praia);
  • Rio Inhambupe (rio);
  • Rio Subaúma (rio);

Conde (186 km):

  • Barra da Siribinha (praia);
  • Barra do Itariri (praia);
  • Sítio do Conde (praia);
  • Poças (praia);

Jandaíra (205 km):

  • Coqueiro (praia);
  • Mangue Seco (praia);
  • Três Coqueiros (praia);
  • Costa Azul (praia);
  • Rio Itapicuru (rio);
  • Rio Real (rio);

Itacaré (390 km – sul da BA):

  • Tiririca (praia);
  • Itacarezinho (praia);

Voluntários coletam óleo em Morro de São Paulo, na Bahia — Foto: Bruno Arndt

Fonte: G1/BA

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A Marinha divulgou neste domingo que coletou 525 toneladas de resíduos nas praias do Nordeste desde o primeiro aparecimento das manchas, no dia 2 de setembro, na Paraíba. Segundo o órgão, o recolhimento é um esforço conjunto de órgãos federais, estados, municípios e voluntários.

Segundo a Marinha, só a região de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, registra resíduos de óleo em seu litoral. As ações de limpeza estão em andamento. A Marinha ressalta que, pelo desconhecimento da origem do óleo, ainda não é possível saber por quanto tempo as manchas continuarão aparecendo.

No sábado, o Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA) informou que foram encontradas vestígios de óleo na praia do Tiririca e Itacarezinho, em Itacaré, na Bahia. Servidores da Secretaria do Meio Ambiente, da prefeitura, da Marinha e da Petrobras fizeram a limpeza e recolheram amostras para análise. Foram recolhidos 1,5 kg de resíduos.

Em Pernambuco, as manchas chegaram em Porto de Galinhas, Pontal do Maracaípe, Praia do Guaiamum, Sirinhaém e na foz do Rio Una. Segundo o grupo, as regiões foram limpas ao longo do dia. Além disso, a Petrobras contratou dois navios especializados no recolhimento de óleo no mar que ficarão estacionados na costa do estado, em Tamandaré e Maragogi.

O GAA é formado pela Marinha, Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Compete ao grupo avaliar os incidentes, acompanhar as ações adotadas e manter o Ministério do Meio Ambiente informado sobre a situação.

Colaboração internacional

Órgãos nacionais e internacionais estão trabalhando para descobrir a origem do óleo. Segundo a Marinha, a colaboração envolve universidades, centros de pesquisa e Polícia Federal. Instituições estrangeiras como a Organização Marítima Internacional, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica do Departamento de Comércio e a Guarda Costeira dos Estados Unidos também colaboram com a investigação.

Por Gabriel Shinohara
Fonte: Globo

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“O problema é seu. O problema é nosso”. Assim o Bahia inicia o manifesto em defesa das praias do Nordeste, que foram atingidas por manchas de petróleo desde o início de setembro. Para alertar sobre o tema, o clube usará um uniforme com manchas de óleo na partida contra o Ceará, marcada para esta segunda-feira, às 19h30 (horário de Brasília), no estádio de Pituaçu, em Salvador.

As manchas de óleo apareceram inicialmente na Paraíba e se alastraram para 171 municípios dos nove estados nordestinos. A substância encontrada é a mesma em todos os locais: petróleo cru. O fenômeno tem afetado a vida de animais marinhos e causado impacto nas cidades litorâneas. Mais de 150 praias já foram atingidas pelo óleo.

Na Bahia, as manchas apareceram no início de outubro. Além de Itacaré, houve registro da substância nas cidades de Vera Cruz, Itaparica, Salvador, Jandaíra, Lauro de Freitas, Conde, Camaçari, Entre Rios, Esplanada e Mata de São João.

Por conta do problema, o Governo do Estado decretou estado de emergência. O decreto irá liberar fundos para as cidades mais prejudicadas, que, até então, têm custeado a limpeza das praias.

A origem das manchas ainda está sob investigação.

Confira o manifesto completo lançado pelo Bahia.

O problema é seu. O problema é nosso.

Quem derramou esse óleo? Quem será punido por tamanha irresponsabilidade? Será que esse assunto vai ficar esquecido?

O Bahia é você, somos nós, cada ser humano.

É a forma como representamos o amor, o apego, o chamego, o sagrado, a justiça. O Bahia é a união de um povo que vibra na mesma direção, que respira o mesmo ar e que depende da mesma natureza para existir, para sobreviver.

Jogaremos nesta segunda-feira (21), contra o Ceará, em Pituaçu, com a camisa do Esquadrão manchada de óleo.

Um convite à reflexão: o que faz um ser humano atacar e destruir espaços sagrados? O lucro a qualquer custo pode ser capaz de destruir a ética e as leis que regem e viabilizam a humanidade?

A barbárie deve ser tratada como tal, não como algo natural.

Fonte: G1-BA
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