Aconteceu neste sábado (30), uma carreata em Vitória da Conquista que reuniu a Associação de Valorização da Educação do Sudoeste Baiano (AVESB) além de escolas particulares da cidade, pais/responsáveis, professores, profissionais da educação, médicos e comunidade em geral.
O intuito da manifestação foi um pedido de valorização ao sistema educacional do município, bem como o retorno das aulas semipresenciais em modalidade híbrida, com ensino presencial e à distância escalonado em sistema de rodízio.
VEJA:
As aulas estão suspensas desde 18 de março de 2020 e, com isso, o movimento defende que a educação seja considerada serviço essencial pelas autoridades, levando em conta a gravidade dos impactos psicológicos e emocionais das crianças e adolescentes nessa pandemia. “O apelo é um pedido de socorro não só às escolas, mas para que se priorize a educação de jovens e crianças”, finaliza a nota enviada a nossa reportagem. *Blog do Rodrigo Ferraz.
Em sessão extraordinária do Colégio de Presidentes de Comissões Institucionais da OAB Subseção de Vitória da Conquista, realizada na última sexta-feira (11), foram deliberadas as seguintes ações:
a) Postular e manifestar publicamente pelo retorno dos prazos nos processos físicos e atendimento presencial nas unidades judiciárias que compõem a circunscrição da Subseção, respeitados todos os protocolos de prevenção ao contágio do COVID-19, e respeitado também o eventual posicionamento do advogado ou advogada que não possa desenvolver o ato presencialmente e que assim informe nos autos dos procedimentos judiciais ou extrajudiciais, como forma de valorizar e evidenciar suas prerrogativas profissionais;
b) Convocar a advocacia para comparecer à manifestação pública marcada para a próxima terça-feira (15/09), às 09h na porta da sede da Subseção, respeitados todos os protocolos de prevenção ao contágio do COVID-19.
por Folhapress
São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte tiveram panelaços em protesto contra o presidente Jair Bolsonaro na noite desta terça-feira (17). A mobilização acontece um dia antes de uma manifestação desse tipo convocada nas redes sociais para a noite desta quarta-feira (18).
Em São Paulo, os panelaços, com gritos de “fora Bolsonaro”, ocorreram em bairros como Consolação, Santa Cecília, Higienópolis e Bela Vista, na região central, e Pompeia e Jardins, na zona oeste.
Em Perdizes, também na zona oeste, houve manifestações de apoiadores em resposta, como “viva Ustra”, referência ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, oficial da ditadura militar que costuma ser elogiado pelo presidente.
No Rio de Janeiro, houve manifestações no Jardim Botãnico e em Copacabana, na zona sul, e, em Brasília, na Asa Norte.
Os panelaços em janelas de apartamentos se tornaram um dos símbolos de protesto contra a então presidente Dilma Rousseff, que sofreu impeachment em 2016.
Nesta terça-feira, foi protocolado na Câmara o primeiro pedido de afastamento de Bolsonaro na Presidência por ter convocado atos contra o Congresso e o Judiciário no último fim de semana.
Na segunda (16), a ex-aliada Janaina Paschoal, deputada estadual em São Paulo pelo PSL, pediu em discurso que o presidente deixe o cargo.
Em meio à crise do coronavírus, o presidente vem tendo um posicionamento de relativizar a dimensão da pandemia, embora o próprio governo já tenha solicitado o reconhecimento de calamidade pública no país.
Governadores nos estados, como Wilson Witzel (PSC), no Rio, anunciaram medidas drásticas para reduzir a circulação de pessoas, como impedir a circulação de ônibus intermunicipais.
Antes do agravamento da pandemia, a UNE, centrais sindicais e grupos de esquerda haviam marcado um protesto contra o governo para o dia 18, mas a mobilização foi suspensa por causa do risco de disseminação da doença.
Os policiais civis da Bahia paralisaram as atividades nesta segunda-feira (27). A suspensão das atividades é de 48h. A categoria protesta “contra a reforma da previdência Estadual” proposta pelo Governo Rui Costa.
A categoria alega que o governo de forma “truculenta e ante democrática” vem querendo implementar uma reforma previdenciária no Estado que os prejudica.

Além de rejeitar a reforma da previdência, a categoria exige que seja garantido aos Policiais Penais e Civis Pensão Integral, paridade e integralidade; promoção imediata.

Em Vitória da Conquista os policiais se concentraram no Distrito Integrado de Segurança Pública. Com um caixão a categoria seguiu pelas principais avenidas do Centro de Vitória da Conquista.
Fonte: Blitz Conquista
Eles querem banho de asfalto: Moradores do Morada Nova impedem pavimentação de apenas 200 metros em frente a creche prestes a ser inaugurada
Os moradores do loteamento Morada Nova nos Campinhos, em Vitória da Conquista, cumpriram o prometido e não permitiram que a prefeitura realizasse a pavimentação dos duzentos metros em frente à creche que está pronta para ser inaugurada nos próximos dias.

“De que adianta o tapete na entrada, se a casa não tem piso?” Os manifestantes do loteamento alegam que é inadmissível pavimentar um pequeno trecho apenas para que a creche seja inaugurada, pois os moradores sofrem com a poeira ou com a lama, inclusive com o tráfego de veículos nos corredores de ônibus.
Nesta terça-feira (14), mais uma vez a prefeitura tentou retomar o preparo da base para pavimentação da via, sem sucesso. Após protesto, as maquinhas foram retiradas do local.
Os moradores afirmam que querem negociar, mas não aceitam a pavimentação pura e simples do pequeno trecho.
Fonte: Blitz Conquista
Vanzeiros de Vitória da Conquista e toda a região estão organizando um protesto que será realizado a partir das 09h.
A concentração acontece a partir das 09h, em frente a rodoviária. A promessa é de que vanzeiros de todo o interior da Bahia estarão na capital do Sudoeste baiano.
O protesto tem o objetivo de protestar contra a medida do presidente Jair Bolsonaro com relação ao artigo 256.
Com faixas, os vanzeiros mandam o recado. “Sou brasileiro, não desisto nunca. Não sou trabalhador ilegal, sou trabalhador. Contra o artigo 256”.
O referido artigo foi feito na gestão de Bolsonaro e, segundo a categoria ‘vem ferindo o trabalho dos ‘vanzeiros’.
“Conquista vai parar”, disse um dos idealizadores do protesto.
Um engarrafamento gigantesco tomou conta da Avenida Juracy Magalhães na manhã desta segunda-feira (01) em virtude de um protesto realizado pelos permissionários, liderado pela Associação Atacadista de Hortifrutigranjeiros do Ceasa de Vitória da Conquista (Acatace), que faz o abastecimento da Ceasa, localizada na avenida.
Em entrevista ao programa Redação Brasil, o representante do movimento, Adão Dias, afirmou que a paralisação deveria estar acontecendo, porém, em virtude de falhas na prestação de contas, causado pelo presidente da Acatace, Ronaldo Carvalho de Oliveira, que tem resultado em prejuízos para os permissionários. Dessa forma, os manifestantes pedem a renúncia do presidente.
Confira a entrevista concedida ao repórter Gerson Gonzaga no Redação Brasil
Estudantes, professores e servidores de diversas instituições de ensino em Vitoria da Conquista protestam na manhã desta quarta-feira (15) contra o bloqueio no repasse de verbas para educação anunciado pelo Ministério da Educação (MEC)

A manifestação ocorre desde as 8h. Um grupo se concentrou na Praça 9 de Novembro no Centro de Vitoria da Conquista.

Entidades ligadas a movimentos estudantis, sociais e a partidos políticos e sindicatos convocaram a população para uma greve de um dia contra as medidas na educação anunciadas pelo governo
O número de manifestantes nos protestos ainda não foi informado pelos organizadores.
Fonte: Blog do Sena

Marcha das Mulheres
Nesta sexta-feira, 8, acontecerá a Marcha das Mulheres, em Vitória da Conquista. A concentração está marcada para às 8h30, na Praça Barão do Rio Branco, no Centro da cidade. A iniciativa é do Fórum de Mulheres e reúne cerca de 50 entidades, desde coletivos, sindicatos e ONGs, com atuação no campo e na cidade.
Em sua terceira edição, a Marcha das Mulheres reivindica a defesa da vida das mulheres e das liberdades democráticas, a revogação da reforma trabalhista e se posiciona contra a reforma da Previdência, nas esferas federal e estadual.
O grupo que organiza o movimento construiu um manifesto que defende, entre outros temas: a implementação de uma política municipal de combate ao Assédio Moral e Sexual; implementação e financiamento do Programa Municipal Integral de Saúde da Mulher e do Programa Municipal Integral de Saúde da Mulher Negra; o funcionamento 24 horas da Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) e qualificação dos profissionais da Delegacia para o acolhimento e acompanhamento das vítimas; o fortalecimento da rede municipal de ensino na zona rural e a reestruturação curricular, que tem como objetivo a inclusão do conhecimento científico sobre a formação social brasileira, o patriarcado, a emancipação das mulheres e da classe trabalhadora, orientação sexual, feminícidio, misoginia e discriminação racial. O documento será entregue a entidades como a Prefeitura Municipal e a Câmara de Vereadores.
Entre as reivindicações, a Marcha apresenta pautas específicas das mulheres do campo como a implantação de um sistema de distribuição de água na zona rural que realmente funcione e leve água potável a residências e em quantidade suficiente e a implementação de saneamento básico nos povoados com objetivo de evitar a proliferação de insetos transmissores de doenças.
SERVIÇO
Marcha das Mulheres 2019
Data: 8 de março (sexta-feira)
Local: Concentração na Praça Barão do Rio Branco
Horário: 8h30
Estudantes, professores e servidores do Colégio Nilton Gonçalves fizeram uma manifestação pelas ruas de Vitória da Conquista no fim da manhã desta quarta (29), contra o fechamento do Colégio Nilton Gonçalves.
A manifestação pedia que o Governo do Estado da Bahia não feche a unidade escolar que atende a população do Bairro Ibirapuera.
Ao longo da manhã, o protesto seguiu por diversas ruas do município como as praças Tancredo Neves e Barão do Rio Branco, além do terminal de ônibus da Avenida Lauro de Freitas.

Professores, estudantes e servidores são contra o fechamento (Foto: BDA)
Através de nota, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia informou que a instituição não funcionará no ano que vem.
“O Colégio Estadual Nilton Gonçalves vai continuar funcionando normalmente até o final do ano letivo de 2017, atendendo a 644 estudantes do ensino Fundamental e Médio. Para o ano de 2018, os estudantes possuem vagas garantidas em colégios localizados a apenas 1300 metros de distância, sendo eles os colégios Estaduais Anísio Teixeira e José Sá Nunes, que possuem saldo de 1.337 vagas disponíveis, além de uma melhor infraestrutura da rede física para receber os alunos no ano letivo de 2018. Além destes, os colégios Kleber Pacheco de Oliveira e Doutor Orlando Leite, a 1.600 metros de distância, também ofertam ensino Fundamental e Médio e possuem 578 vagas disponíveis. Os quatro colégios juntos possuem capacidade de ofertar 1.915 novas vagas.
O município de Vitória da Conquista conta com uma ampla cobertura da rede estadual, com 25 escolas, que ofertam 11.472 vagas do Ensino Fundamental. A Secretaria ainda esclarece que cinco destes colégios estaduais ofertam apenas o Ensino Fundamental e que está em tratativas para o município assumir suas responsabilidades, conforme determina a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
Ainda em relação ao Nilton Gonçalves, a Secretaria esclarece que os professores continuarão ensinando na rede estadual, em vagas ocupadas por contratados via Regime Especial de Direito Administrativo (Reda), sem prejuízo salarial exceto a retirada da gratificação de Direção. A decisão da reestruturação da rede é resultado de um estudo minucioso da capacidade de atendimento das escolas públicas, tendo como prioridade garantir o direito de aprender de todos os estudantes”.
Fonte: Mega Rádio VCA