Durante a Sessão Ordinária desta quarta-feira, 04, o vereador Bibia (MDB) iniciou seu pronunciamento fazendo um relato sobre algumas obras e afirmou que tem secretários bons, mas tem outros que só são bons para eles mesmos e isso não é bom nem para o povo, nem para o governo, nem para os vereadores.
Bibia considerou uma vergonha um secretário não cumprir com seus deveres e disse que eles têm por obrigação apontar a autoria de cada emenda parlamentar executada para haver uma prestação de contas do vereador com a comunidade.
O parlamentar disse que visitou estradas e escolas no povoado da Lagoa de Maria Clemência e região e encontrou uma escola sendo reformada com emenda do seu mandato, com quase 70% de conclusão e ele mesmo não fora comunicado da execução.
“É ruim não ser prestigiado pelos próprios secretários da prefeitura. Sou do governo, mas sou pago pelo povo. Respeito a todos do governo e respeito o meu povo. A gente tem que trabalhar com transparência”, afirmou.
Por fim, agradeceu ao secretário de Agricultura, Murilo Mármore, por já ter mandado máquinas para diversas estradas de povoados da Zona Rural. “Quando o secretário trabalha com vontade, ele está ajudando a comunidade e o governo”, comentou.
Clique e ouça o pronunciamento do vereador Bibia
https://www.4shared.com/mp3/Hq0KtbUhiq/04_Mar_20_-_Bibia.html
Fonte: CMVC
O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA) e seu irmão, o ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), serão julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na próxima terça-feira (24). A Segunda Turma vai decidir se os condena ou absolve no famoso caso do “bunker”, dos R$ 51 milhões apreendidos em um apartamento no bairro da Graça, em Salvador.
Geddel e Lúcio viraram réus em maio do ano passado pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. No caso do ex-ministro, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu que ele seja condenado a 80 anos de prisão. Além disso, o órgão quer que ele e Lúcio devolvam R$ 43,6 milhões aos cofres públicos e paguem uma multa por danos morais coletivos no valor de US$ 2,688 milhões.
Segundo informações do G1, Para a PGR, o dinheiro apreendido na capital baiana vem de propinas pagas pela Odebrecht, repasses do operador financeiro Lúcio Funaro e desvios de políticos do MDB.
“Afirma a Procuradoria-Geral da República que os valores originários destas práticas delituosas foram submetidos a atos de ocultação e dissimulação por parte dos denunciados. Desse modo, desde o ano de 2010 até janeiro de 2016, as quantias em espécie oriundas dos crimes anteriores teriam sido ocultadas na residência de Marluce Vieira Lima (mãe de Geddel)”, resume o ministro Luiz Fachin no relatório do processo.
Na manifestação final, Geddel e Lúcio argumentam que há nulidades em laudos incluídos no processo e inexistência de provas de que a origem do dinheiro era ilegal.
Fonte: Bahia Notícias
Presidente do MDB, o senador Romero Jucá descartou a possibilidade de o candidato do partido ao Palácio do Planalto, Henrique Meirelles, ser vice.
“O MDB não cogita indicar Meirelles para vice de ninguém. O convite fica para o PSDB indicar a vice do Meirelles”, afirmou, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.
O emedebista disse ainda que Meirelles “não pode ter vergonha” do presidente Michel Temer. “Meirelles estava sendo bombardeado com essa questão de ser candidato do governo, do presidente. Meirelles é o candidato do MDB. Temer não está na pauta, agora as ações do governo estarão. Não dá pra ter vergonha de ter trazido o crescimento e baixado a inflação”, ressaltou.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou na sessão administrativa da última terça-feira (15) por unanimidade, a mudança do nome e da sigla do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) para Movimento Democrático Brasileiro (MDB). De acordo com o ministro Admar Gonzaga, relator do processo, a mudança no nome e sigla e do partido foi aprovada pela maioria dos convencionais. O ministro afirmou que os atos praticados na convenção da legenda não contrariaram normas da Constituição Federal nem da legislação ordinária. Em abril deste ano, os ministros do TSE aprovaram a troca do nome e da sigla do Partido Ecológico Nacional (PEN) para Patriota (PATRI). No ano passado também foi autorizada a mudança do nome do Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB) para Avante e da sigla do Partido Trabalhista Nacional (PTN) para Podemos (PODE). Com informações do Bahia Notícias
O último deputado estadual do MDB a anunciar a saída é Pedro Tavares. O parlamentar preside o diretório do partido na Bahia e foi responsável pela montagem de diversas comissões provisórias de uma legenda que chegou a ter mais de 110 prefeitos eleitos em 2004.
A saída de Pedro Tavares, assim como dos outros deputados estaduais, é em harmonia com Lúcio Vieira Lima. O deputado federal se tornou entrave para coligação com a provável candidatura do prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) ao governo do estado.
Neste sentido, o MDB deve sair sozinho ou numa coligação com partidos com menor representação. Este é outro problema que enfrentariam os deputados da sigla. Legendas com pouca ou nenhuma representação lançarão muitos candidatos com perspectiva de baixa de votação para tentar atingir o consciente eleitoral.
Pedro Tavares teve mais de 77 mil votos na última eleição e nestas condições teria larga vantagem sobre os postulantes sem mandato. Luciano Simões (58.319), Hildécio Meireles (48.143) e David Rios (41.777), além de Leur Lomanto também.
Caso continuassem no MDB eles passariam a ser o “problema” para uma eventual coligação que Lúcio Vieira Lima tente fechar.
Não se pode ignorar, no entanto, que o veto à participação na chapa que tende a ser encabeçada por Neto somado ao desgaste do partido com todos os escândalos envolvendo Geddel Vieira Lima sacramentaram este processo de debandada.
Sobre o caminho de cada um, o que se sabe até o momento é que os cinco pretendem aportar partidos que participem do chamado “chapão”. Irão esperar Neto anunciar a decisão, que a cada dia fica mais clara que já foi tomada e será pela candidatura, e em conjunto decidirão o rumo ou os rumos.
Fonte: Bocão News