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CORTINA E CIA COLCHÕES

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou ao centro de detenção em Nova York no fim da noite deste sábado (3), após ser capturado por autoridades dos Estados Unidos. A prisão ocorreu durante a madrugada, em Caracas, de acordo com o governo americano.

Mais cedo, Maduro foi conduzido sob custódia ao escritório da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA), onde foi fichado. Um perfil oficial da Casa Branca no X, divulgou as imagens do venezuelano escoltado por agentes.

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O vice-presidente do União Brasil, ACM Neto, criticou a nota oficial da executiva nacional do PT reconhecendo a vitória de Nicolás Maduro nas eleições venezuelanas. Neto questionou a postura do PT e de sua presidente, Gleisi Hoffmann, ao apoiarem o resultado do pleito, que muitos consideram controverso.

“O que esperar do PT depois da nota reconhecendo a fraude na Venezuela? Por que será que o PT e sua presidente, Gleisi Hoffmann, na contramão das democracias mundiais, classificaram como ‘jornada democrática’ o processo eleitoral que não traduz a vontade da maioria dos venezuelanos?”, indagou ACM Neto.

Ele ainda destacou a importância da soberania popular e criticou a legitimação do regime de Maduro. “Chancelar o autoritarismo de Maduro é uma vergonha internacional e um grande desserviço à democracia. Nada pode ser maior do que a soberania popular”, afirmou.

Os resultados divulgados pelo órgão oficial informam que Maduro foi reeleito com 51,2% dos votos, contra 44% do opositor Edmundo González. A oposição, no entanto, afirma que González venceu com 70%.

“Importante que o presidente Nicolás Maduro, agora reeleito, continue o diálogo com a oposição, no sentido de superar os graves problemas da Venezuela, em grande medida causados por sanções ilegais”, diz a nota do PT.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou como plena a retomada das relações entre Brasil e Venezuela. “Sabemos das dificuldades que nós temos, sabemos da dívida da Venezuela e sabemos que tudo isso faz parte e vai fazer parte de um acordo para que a nossa integração seja plena”, afirmou.

Lula recebeu nesta segunda-feira (29), no Palácio do Planalto, o presidente venezuelano Nicolás Maduro. O encontro marca a retomada das relações entre os dois países. Na terça-feira (30), Maduro participa, ao lado de outros 11 chefes de Estado sul-americanos, de reunião com o mandatário brasileiro.

Durante seu discurso, Lula lembrou que Maduro não vinha ao Brasil há oito anos e se referiu ao encontro como um “momento histórico” e de “volta da integração”. “A Venezuela sempre foi um parceiro excepcional para o Brasil. Mas, por conta de contingências políticas e equívocos, o presidente Maduro ficou oito anos sem vir ao Brasil.”

“Penso que esse novo tempo que estamos marcando agora não vai superar todos os obstáculos que você [Maduro] tem sofrido ao longo desses anos”, disse. “O preconceito contra a Venezuela ainda é muito grande”, completou, ao criticar apoiadores de Juan Guaidó, líder da oposição venezuelana que se autoproclamou presidente do país vizinho.

Em sua fala, Maduro reforçou o discurso de integração regional, defendeu a construção do que chamou de uma nova América do Sul e teorizou sobre a entrada da Venezuela no bloco dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). “Junto aos Brics, vemos, no âmbito geopolítico, elementos que podem nos fazer avançar. A união de cinco países muito poderosos”.

“O Brics está se transformando em um grande ímã daqueles que buscam um mundo de paz e cooperação”, completou, ao citar que mais de 30 países já solicitaram entrar no bloco.

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Fonte: O Globo

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, abandonou a sala da reunião do Conselho dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, na Suíça, em forma de protesto contra o governo da Venezuela de Nicolás Maduro.

Damares deixou a reunião assim que o representante da Venezuela, Jorge Arreaza, começou a falar, nesta terça-feira. Representantes do Itamaraty que acompanhavam a ministra também deixaram a reunião.

A ministra planejou o protesto. Ela entrou na sala apenas minutos antes do início do discurso Arreaza e abandonou o local assim que o representante venezuelano começou a falar. O protesto da ministra foi filmado por sua assessoria de imprensa.

Na segunda-feira, Damares falou sobre a Venezuela em discurso na reunião da ONU. Ela disse que o Brasil atendeu a mais de um milhão de cidadãos daquele país que buscavam refúgio em razão da crise humanitária.

— Estamos particularmente preocupados com as centenas de crianças que chegam desacompanhadas ao Brasil. Elas precisam de uma perspectiva de vida livre e saudável, algo que lhes foi violentamente retirado pelo regime ilegítimo e autoritário de Nicolás Maduro. Reitero, com tristeza, nossa preocupação com as persistentes e sérias violações de direitos humanos cometidas na Venezuela — disse a ministra.

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