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CORTINA E CIA COLCHÕES

A Associação das Indústrias de Vitória da Conquista (AINVIC) elegeu, no último dia 28 de outubro, sua nova diretoria e conselho fiscal, que tomará posse em 12 de novembro. Com o lema “Foco Setorial e Transparência”, a nova gestão assume com o compromisso de fortalecer ainda mais o setor industrial e fomentar o desenvolvimento socioeconômico de Vitória da Conquista e da região sudoeste da Bahia, que abriga um dos principais polos
industriais do estado.
Ao longo dos anos, a AINVIC consolidou-se como uma entidade essencial para o associativismo industrial na região, representando os interesses de empresas dos mais diversos segmentos. Atuando como uma voz ativa, a associação facilita o diálogo entre empresários, governos e outros atores econômicos, permitindo o desenvolvimento de políticas públicas e iniciativas privadas que fortalecem o setor.
O novo corpo diretivo foi eleito com 84% dos votos válidos e é composto pelo presidente José Luis Mendes Marinho de Andrade, o 1º vice-presidente Francis Schineider, o 2º vice-
presidente Valdevino de Souza, o tesoureiro Nilson Dias Coelho e o secretário Henrique Alves Peters. Como suplente, foi eleita Neusa Silva Santos. O conselho fiscal é formadopelos conselheiros titulares Paulo Francisco Inforçati, Paulo Cardoso Lessa e Antônio Eneas Ramalho Leite, com Adriano Teixeira Farias como suplente.
O associativismo se mostra fundamental para o fortalecimento das empresas locais, pois
cria um ambiente colaborativo no qual desafios comuns são enfrentados coletivamente,
permitindo a troca de soluções e a defesa de pautas de interesse comum. A união das
indústrias em torno da AINVIC possibilita a criação de uma rede sólida e estruturada, que
abre portas para parcerias e incentivos econômicos, ampliando a competitividade regional.
A nova diretoria, eleita com uma visão voltada para o futuro, pretende atuar reforçando
ações que promovam a inovação e o desenvolvimento industrial da região sudoeste. Com
essa nova fase, a AINVIC busca consolidar ainda mais a importância do setor na economia
baiana, impulsionando a criação de oportunidades e um ambiente favorável ao
crescimento econômico.
A posse da nova diretoria, que acontecerá no próximo dia 12 de novembro, marca o início
de uma gestão comprometida com o desenvolvimento industrial, reafirmando a AINVIC
como uma força motriz para o crescimento de Vitória da Conquista e de toda a região.

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A expansão da construção civil em Vitória da Conquista e região contribuiu para a crescente formação de condomínios residenciais e comerciais e assim novos sistemas de convivência social coletiva foram se configurando. Com essa realidade surgem também crescentes desafios que se fazem presentes no dia a dia do condomínio e que demandam soluções efetivas para uma plena harmonia e promoção do bem estar para todos.
Entre esses desafios destacam-se a inclusão das novas tecnologias para solucionar as mais diferentes necessidades dos condomínios; os novos modelos de gestão condominial que não somente monitorem o desempenho e segurança do condomínio mas que promovam de forma ágil a resolução de situações inesperadas; a gestão jurídica para que todas as decisões estejam embasadas na legislação vigente e a gestão financeira estratégica para viabilizar o bom e adequado uso do recurso financeiro conforme a realidade de cada condomínio.
Segundo Kaio Meira, diretor da MAIS GESTÃO E SERVIÇOS, a gestão condominial vem passando por grandes mudanças nos últimos anos e requer uma atenção especial não somente dos proprietários de imóveis em condomínios, mas também dos síndicos, locatários e de toda cadeia de fornecimento. “Em um primeiro momento se tornar síndico ou gestor de um condomínio pode parecer uma tarefa simples, mas na verdade trata-se de uma atividade complexa que requer um acompanhamento especializado e profissional para promover o bem estar de todos condôminos, gerir de maneira estratégica os recursos financeiros e principalmente incorporar as novas tecnologias na rotina dos condomínios para maior segurança e interação entre todos”, registra Kaio Meira.
Para proporcionar mais conhecimento sobre esse mercado condominial é que a EXPOCONDO foi idealizada e terá a sua primeira edição no dia 23 de novembro em Vitória da Conquista. É a primeira feira da cidade e região voltada para esse mercado e tem como objetivo apresentar as diferentes soluções e tendências voltadas para síndicos, conselheiros, condôminos, proprietários, locadores, locatários, construtoras, fornecedores do setor e para toda a comunidade. “A EXPOCONDO chega com a proposta de proporcionar conhecimento especializado aos seus visitantes, interação com fornecedores das áreas de gestão, tecnologia, segurança, construção civil e serviços. “Temos a satisfação de apresentar esse evento pioneiro para Vitória da Conquista e também a certeza que o mesmo entrará para a agenda de eventos anuais da cidade e região”, destaca Kaio Meira.
A EXPOCONDO foi idealizada pela MAIS GESTÃO E SERVIÇOS com apoio do SENAC e SEBRAE, patrocínio de grandes empresas da cidade e região. Acontecerá no dia 23/11 no espaço Bela Casa Eventos. O evento é gratuito e as inscrições podem ser efetivadas pelo canal oficial do evento @expocondo.

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O presidente Lula se reuniu, nesta quinta-feira (31), com governadores para apresentar a PEC da Segurança, conhecida como SUS da Segurança. No encontro, o petista apresentou o texto do projeto e afirmou que ele é o começo do debate sobre segurança pública no país.

Lula demonstrou preocupação sobre o avanço do crime organizado e chegou a pedir que os governadores falassem “sem censura” sobre suas propostas e os problemas que enfrentam nos estados.

“A apresentação dessa PEC é o começo de uma grande discussão que a gente quer fazer sobre segurança pública nesse país, sobre a criação de um sistema único de segurança pública, e a gente começa mandando para as duas Casas onde o debate deve se dar de verdade, que é no Congresso Nacional”, disse o presidente  na abertura da reunião, que contou também com a presença de líderes do Judiciário, do Legislativo e de órgãos de segurança pública.

Os governadores agradeceram o debate, mas fizeram consideração sobre a concentração da proposta no Executivo federal. Parte deles pediu maior independência dos estados. O governador fluminense, Cláudio Castro (PL) foi um deles, apontando que os problemas enfrentados nos estados são diferentes. Elmano de Freitas (PT-CE), Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ronaldo Caiado (União-GO) seguiram no mesmo tom. “Senhor presidente, faça a PEC, [mas] transfira cada governador a prerrogativa de legislar sobre aquilo que é legislação penal e legislação penitenciária”, disse Caiado.

Os governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Jorginho Mello (PL-SC) recusaram o convite para a reunião por não concordarem com o texto proposto pelo governo.

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Começa nesta sexta-feira (1º) o Mutirão Nacional de Negociação de Dívidas e Orientação Financeira, promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), pelo Banco Central do Brasil (BC), pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e pelos Procons de todo o país.

A iniciativa vai até o dia 30 de novembro, e visa promover a negociação de dívidas bancárias e o equilíbrio financeiro dos consumidores. Os bancos participantes vão oferecer condições especiais aos devedores, a depender de sua política de crédito.

Entre as possibilidades, estão:

  • Parcelamento;
  • Descontos no valor da dívida; e
  • Taxas de juros reduzidas para refinanciamento.

 

Segundo a Febraban, poderão ser negociadas dívidas de cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e demais modalidades de crédito contraídas de bancos e instituições financeiras, que estejam em atraso e não possuam bens dados em garantia nem dívidas prescritas.

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Nossa equipe de reportagem esteve nesta quinta-feira (31), na praça Hercílio Lima, em frente ao hospital São Vicente em Vitória da Conquista, onde uma calçada quebrada há semanas traz perigo para idosos e pessoas que passam pelo entorno.

No local havia um cano quebrado, foi solicitado o conserto do cano e foi solucionado, porém não consertaram a calçada. Já foi solicitado o reparo , porém ainda não foi feito. Em nota, a Embasa disse que são necessárias duas equipes, uma cola e outra finaliza, mas até o momento nada foi feito.

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A partir desta quarta-feira (30), quem está buscando alterar a titularidade da conta da Embasa pode solicitar de forma digital também através da plataforma do Estado da Bahia – ba.gov.br – que disponibiliza atendimento para diversos órgãos em um único lugar. Com a alteração de titularidade, o cliente será o responsável pela ligação de água/esgoto, e terá amplo acesso, e de forma facilitada, aos serviços da Embasa pelos canais de atendimento.
Para fazer a alteração é necessário anexar um documento de identificação com foto do solicitante como RG, CNH ou identidades expedidas por conselhos; CPF ou CNPJ; e documentos que comprovem vínculo com o imóvel como escritura, contrato de compra e venda ou locação e carnê de IPTU. É importante que todos os documentos sejam originais e em perfeitas condições.
É preciso que não haja débitos na matrícula, para efetivar a alteração. Se existir, as opções para prosseguir são: realizar a quitação, transferir a dívida para outro imóvel (disponível apenas no atendimento presencial) ou o novo titular assumir expressamente o pagamento.
Além da alteração do responsável pela conta, na plataforma ba.gov.br, os clientes da Embasa encontram os serviços de emissão de 2ª via da conta e comunicação de falta de água do imóvel.
 
Canais da Embasa | Os serviços da Embasa podem ser acessados também através do Atendimento Virtual (atendimentovirtual.embasa.ba.gov.br) ou de forma presencial em Pontos de Atendimento Embasa e Postos de Atendimento SAC.
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O julgamento dos ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio Queiroz, réus confessos dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018, será retomado na manhã desta quinta-feira (31), no 4º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. O julgamento foi iniciado nessa quarta-feira (30), com os depoimentos de nove testemunhas e dos dois réus.

O crime foi cometido em 14 de março de 2018. Nesse dia, Marielle participou de um compromisso na Casa das Pretas, na Lapa, centro da cidade. Quando o encontro terminou, a vereadora saiu com a assessora Fernanda Chaves, em carro dirigido pelo motorista Anderson. Quando passavam pelo bairro do Estácio, na Zona Norte, foram atingidos por treze disparos. Apenas Fernanda sobreviveu.

Ronnie Lessa e Élcio Queiroz estão presos desde 12 de março de 2019, e foram interrogados hoje por videoconferência. Lessa está no Complexo Penitenciário de Tremembé, em São Paulo, e Queiroz, no Complexo da Papuda, em Brasília.

Os acusados de serem mandantes dos crimes são os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão, respectivamente, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) e deputado federal. O delegado Rivaldo Barbosa, chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro na época do crime, é acusado de ter prejudicado as investigações. Os três estão presos desde 24 de março desse ano, depois das delações premiadas de Élcio e Ronnie.

Há um processo paralelo contra eles no Supremo Tribunal Federal (STF), que julga os irmãos Brazão e o delegado Rivaldo Barbosa, por causa do foro. Também são réus no processo o ex-policial militar Robson Calixto, ex-assessor de Domingos Brazão, que teria ajudado a se livrar da arma do crime, e o major Ronald Paulo Alves Pereira, que teria monitorado a rotina de Marielle.

A motivação do assassinato de Marielle Franco, segundo os investigadores, envolve questões fundiárias e grupos de milícia. Havia divergência entre Marielle e o grupo político do então vereador Chiquinho Brazão sobre o Projeto de Lei (PL) 174/2016, que buscava formalizar um condomínio na Zona Oeste da capital fluminense.

Testemunhas

Foram listadas nove testemunhas no julgamento que começou nessa quarta-feira. Oito delas depuseram presencialmente: Fernanda Chaves, assessora de Marielle; Marinete Silva, mãe de Marielle; Mônica Benício, viúva de Marielle; Ágatha Arnaus, viúva de Anderson; Carlos Alberto Paúra Júnior, policial civil que investigou o carro usado no crime; Luismar Cortelettili, agente da Polícia Civil do Rio; Guilhermo Catramby, delegado da Polícia Federal; e Marcelo Pasqualetti, policial federal. Carolina Rodrigues Linhares, perita criminal, não compareceu, e foi exibido um vídeo da oitiva em que participou nas fases iniciais do processo.

Nos depoimentos, os familiares de Marielle e Anderson destacaram o impacto causado pelos assassinatos na época e como eles continuam repercutindo em suas vidas. A fala de Ágatha Arnaus foi uma das mais emotivas, ao indicar como a morte do marido prejudicou o desenvolvimento do filho, que possui uma condição rara de saúde.

“O Arthur passava mal todo dia 13 ou 14 do mês, depois da morte do Anderson. Acho que muito também por ver na televisão e pelo jeito que eu chegava em casa. Ele já tinha perdido o pai. Eu estava resolvendo outras coisas também relacionadas à morte. Momento que ele ficou sem o pai e sem a mãe”, disse Ághata.

Os policiais, a perita e o delegado que falaram na sequência trouxeram detalhes sobre o processo de investigação dos assassinatos. Foi relatado, por exemplo, como se deram as primeiras buscas por informações sobre o veículo usado nos assassinatos. Por meio de imagens de câmeras e OCRs, pequenos pen-drives instalados em câmeras que controlam o tráfego, a polícia descobriu que se tratava de um Cobalt prata, com placa clonada, e qual foi o trajeto realizado pelos assassinos.

Rio de Janeiro (RJ) 30/10/2024 – Ex. assessora da Marielle, Fernanda Chaves, durante depoimento no IV Tribunal do Júri.
Frame IV Tribunal do Júri/Divulgação
Ex-assessora da Marielle e única sobrevivente do atentado, Fernanda Chaves depôs no 4º Tribunal do Júri – Frame IV Tribunal do Júri/Divulgação

O policial Carlos Alberto Paúra Júnior relatou que foi preciso investir na compra de novos computadores para dar conta do processamento de um número muito grande de dados de trânsito. Também falou sobre a frustração de a polícia não ter conseguido obter informações de telemática com o Google e a Apple, como dados de GPS, porque as empresas não quiseram colaborar. E que talvez tivesse sido possível interceptar o veículo dos assassinos se um jornal não tivesse divulgado o número da placa.

No vídeo exibido no julgamento, a perita Carolina Rodrigues Linhares falou sobre como se chegou ao modelo da arma usado no crime. A partir da análise da dispersão de avarias no veículo, nos cadáveres e estojos no chão, foram testados cinco tipos de armas de fogo, disparadas nos carros durante a reprodução do crime. A que mais se assemelhou ao cenário observado foi a submetralhadora MP5, de calibre 9mm, produzido pela fabricante alemã Heckler & Koch.

Réus

Durante o interrogatório, o ex-policial militar Ronnie Lessa, de 54 anos, disse que recebeu, primeiramente, uma oferta para assassinar o ex-deputado federal Marcelo Freixo, atual presidente da Embratur.

“O assunto começou no final de 2016. Surgiu a oferta com a seguinte palavra: você vai ficar milionário. Em janeiro, estive com a pessoa novamente, e ela veio trazer um nome que eu tive que rir”, disse Ronnie. “Ele era um político e eu achei inviável, achei que fosse uma loucura”.

“Quando chegou no fim de agosto para setembro, veio novamente o assunto. E aí, surgiu essa proposta em relação a Marielle. Foi chocante pelos números [do pagamento]. Eu aceitei e marcamos a reunião com os mandantes. Nessa reunião, eles me expuseram o pedido e o nome dela. Eu não conhecia a Marielle, nunca tinha visto foto dela. E dali nós buscamos os meios necessários para dar prosseguimento”, complementou.

Ronnie também disse que ouviu dos mandantes que o motivo para assassinar a vereadora era uma questão fundiária.

“Na época, me foi dito que ela atrapalharia, entraria no caminho e atrapalharia a venda de dois loteamentos. Um dos loteamentos seria para o Macalé [ex-PM Edmilson Oliveira da Silva] e o outro loteamento seria dos mandantes. Não sei se iam distribuir”, disse Lessa.

“As palavras deles foram as seguintes: que ela teria se reunido com algumas lideranças comunitárias e ela teria dado uma opinião para que ninguém mais aderisse ao loteamento feito por milicianos. Eles usaram esse termo: ela virou uma pedra no caminho e nós vamos dar prosseguimento. Tem muita grana envolvida nisso e foi o que aconteceu.”

Élcio Queiroz depôs em seguida. Ele afirmou que, na virada de ano de 2017 para 2018, Lessa lhe contou que estava envolvido em um trabalho de execução por encomenda, que o alvo seria uma mulher e que, inclusive, já tinham tido a oportunidade de matá-la mas não conseguira.

Queiroz contou ainda que foi convidado por Lessa para participar do assassinato apenas no dia do crime. De início, ele não sabia que seria um homicídio, apenas que precisaria dirigir para o parceiro, em um “trabalho”. Ele destacou ainda que chegou a receber uma foto de Marielle com outras mulheres, mas, até então, não conhecia a vereadora.

Apenas depois de se encontrar com Ronnie Lessa, na Barra da Tijuca, e chegar ao centro da cidade, onde começariam a colocar em prática o crime, foi que Élcio viu o companheiro pegando uma submetralhadora e ficou sabendo que o “trabalho” se tratava do assassinato da vereadora.

No depoimento, Élcio diz que inicialmente Ronnie pensou em matar Marielle no centro da cidade, assim que ela saiu de um evento, mas eles desistiram devido à existência de câmeras no local. Então, ambos seguiram o carro da vereadora até o Estácio, onde Lessa mandou Élcio emparelhar com o carro de Marielle e começou a disparar sua arma. Depois, os dois fugiram em direção à zona norte.

Pelos crimes de morte, o Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público estadual, vai pedir ao Conselho de Sentença do 4º Tribunal do Júri a condenação máxima, que pode chegar a 84 anos de prisão. O júri é formado por sete homens e a juíza que preside o julgamento é Lucia Glioche.

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Nossa equipe de reportagem flagrou na manhã desta quinta-feira (31), um veículo na Rua Feira de Santana atrapalhando a circulação de carros na rua. De acordo com as primeiras informações, o ônibus é de uso particular e não foi encontrado nenhum motorista ou responsável no local.

 

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O gás de cozinha sofreu um reajuste e ficará mais caro nas distribuidoras da Bahia a partir desta sexta-feira (1). O aumento do preço do  Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) foi confirmado pela Acelen, empresa que administra a Refinaria de Mataripe, em São Francisco do Conde, na Região Metropolitana de Salvador.

O Sindicato dos Revendedores de Gás (Sindrevgás) estima que a mudança causará um impacto de aproximadamente R$7,00 à R$8,00 de acréscimo nos preços do produto para o consumidor final em todo o estado. Atualmente, o preço do médio do gás de cozinha na capital baiana é de R$ 135,00.

Segundo a Acelen, o aumento segue critérios de mercado que levam em consideração o custo do petróleo, adquirido a preços internacionais, dólar e frete, que podem variar para cima ou para baixo.

“A empresa ressalta que possui uma política de preços transparente, amparada por critérios técnicos, em consonância com as práticas internacionais de mercado”, disse a Acelen em nota.

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Vitória da Conquista está em alerta de chuvas intensas até às 10h de quinta-feira (31). O aviso do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) informa que há possibilidade de chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos (40-60 km/h).

 

O alerta compreende uma pequena parte do Sudoeste e Sul da Bahia, incluindo a Zona Rural de Vitória da Conquista. Segundo o Inmet, há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

A Defesa Civil Municipal orienta a população a não se abrigar debaixo de árvores, além de não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. Também deve evitar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Em caso de emergência, a Defesa Civil pode ser acionada pelos números: 199 e (77) 3422-5958, ou através do WhatsApp (77) 98856-5070.

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