Três diferentes olhares sobre a cena rock conquistense revelam interessantes e importantes pontos de vista para se compreender o movimento: *Raquel Dantas*, artista plástica e autora do primeiro livro sobre o rock local, apresenta registros diversos, oriundos da sua pesquisa, incluindo não publicados na obra; *PH*, fotógrafo com vasta experiência em capturas de shows e acompanhamento de bandas, mostra os artistas em plena ação, em contato direto com o público, revelando ricos detalhes; *Plácido Oliveira* traz o triplo ângulo do artista-produtor-pesquisador através de uma pequena amostra da sua obre e de seu vasto acervo construído desde o início da década de 2000 e inserido ao universo acadêmico.
🤘🏼 *Exposição “A Conquista do Rock”* 🎸📸
⏳ *Duração:* janeiro a fevereiro de 2024
🕒 *Abertura: sábado, 13/01, às 15h*
(com apresentação musical do Distintivo Blue e roda de conversa com convidados)
📍 *Local:* SESC Vitória da Conquista – bairro Ibirapuera
⚠ *Entrada: gratuita* 🆓
Com aviões cheios de passageiros e tarifas atingindo patamares que não eram vistos desde 2009, as companhias aéreas brasileiras começam 2024 em situação parecida à de 2023: registrando bom desempenho operacional, mas ainda muito endividadas. “O enredo é o mesmo, mas a intensidade é menor”, diz o analista Alberto Valerio, do UBS BB.
Quando fala de intensidade, Valerio se refere ao problema de endividamento das aéreas, que hoje é, de forma geral, menos urgente quando comparado ao de um ano atrás. No início de 2023, sem caixa e com o crédito minguando no mercado por causa do caso das Americanas, essas empresas precisavam renegociar dívidas que haviam sido postergadas na pandemia e estavam para vencer.
Durante o ano, a Azul reestruturou a dívida negociando valores com arrendadores de aviões e com credores financeiros, além de ter levantado US$ 800 milhões (quase R$ 4 bilhões, na cotação atual) com a emissão de títulos.
A Gol recebeu uma injeção de capital e também reestruturou parte da sua dívida por meio da Abra, uma holding criada entre a aérea brasileira e a colombiana Avianca. A Latam – chilena, mas com atuação no mercado doméstico brasileiro –, por sua vez, já havia feito uma reestruturação maior durante o processo de recuperação judicial encerrado em 2022 e começou o ano passado tendo um cenário financeiro mais tranquilo.
Apesar das renegociações terem postergado o pagamento das dívidas, elas obrigaram as empresas a assumirem juros mais elevados (até 100% maiores do que os anteriores). Diante disso, o que as empresas geram de caixa hoje é suficiente apenas para pagar os juros e custear a operação.
“A Azul e a Gol fizeram acordos ótimos no início do ano. Elas conseguiram resolver o problema de 2023, mas agora precisam olhar de 2024 para frente. Precisam tornar a operação mais rentável para amortizar dívidas do passado. A situação delas não é confortável. A despesa é grande e não têm espaço para cortar custos”, diz Valerio.
Para o consultor André Castellini, sócio da Bain & Company e especialista no setor aéreo, o fato de as empresas estarem gerando caixa apenas para pagar dívidas é um dos motivos para as ações delas estarem em um patamar tão baixo. No caso da Azul e da Gol, os papéis encerraram 2023 negociados a 28% e 26%, respectivamente, do valor pré-pandemia.
Na visão dos especialistas, 2023 foi um ano para as aéreas mostrarem que podiam ter uma operação rentável – o que conseguiram com sucesso – e 2024 será o momento de começar a levantar recursos para pagar as dívidas da pandemia. A demanda resiliente, que surpreendeu o mercado ao continuar aquecida mesmo com os preços das passagens altos, pode ajudar, mas um cenário macroeconômico que favoreça o setor também é essencial, o que inclui crescimento do PIB, redução da taxa de juros, um real mais valorizado e preço do combustível em queda.
Qual o cenário de 2024 para cada empresa?
A situação da Gol é mais crítica que a das concorrentes. Dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Estadão, há quem a considere “marginalmente” pior do que a do início de 2023. A empresa precisa devolver 20 aviões que arrendou e cujos contratos venceram, mas, para isso, precisa que os jatos passem por uma revisão que, no total, custará entre US$ 200 milhões e US$ 250 milhões. Hoje, o caixa que a companhia gera não é suficiente para bancar isso.
No fim de dezembro, porém, a Gol anunciou que havia conseguido uma garantia para buscar linhas de financiamento com terceiros no valor de até US$ 209 milhões. Essa garantia, concedida também à Azul, é uma aprovação para acessar uma apólice de seguro de crédito recém-desenvolvida e estruturada com o apoio da Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, que pode ser usada para viabilizar serviços de manutenção prestados por uma unidade da GE em Petrópolis (RJ).
No mercado financeiro, a preocupação é grande porque, ao contrário do que ocorreu quando a Latam negociava com os arrendadores, a demanda por aviões em todo o mundo cresceu e as fabricantes não estão conseguindo entregar novas aeronaves no ritmo prometido. Com os arrendadores tendo facilidade para repassar os jatos para outras companhias aéreas, eles estão poucos dispostos a fazerem concessões para a Gol.
Em dezembro, em reunião com analistas do mercado, o CEO da Gol, Celso Ferrer admitiu que a negociação é mais desafiadora do que seria um ano atrás, mas a aposta é mostrar aos arrendadores que a operação da empresa está robusta. De fato, no terceiro trimestre de 2023, a companhia registrou uma taxa de ocupação de 83,7% (alta de 2,4 pontos porcentuais na comparação com o mesmo período de 2022) e um crescimento de 16,4% na receita operacional líquida.
O problema é que esse resultado ainda não é suficiente diante do volume de contas a pagar e há desconfiança no mercado financeiro se a empresa conseguirá gerar caixa em 2024. Procurada, a empresa afirmou que “os incrementos de passivos negociados durante a pandemia estão amplamente divulgados e registrados no balanço da companhia”.
Em relação à Azul, que conseguiu renegociar contratos com os arrendadores em 2023, analistas do mercado apontam que deve haver uma geração de caixa crescente a partir deste ano. O CEO da aérea, John Rodgerson, também tem afirmado que, depois de três anos e meio, 2024 será o primeiro ano com caixa positivo. O executivo diz que a companhia trabalha com a hipótese de o preço do combustível ceder, o que auxiliaria nos resultados.
“Em 2023 focamos na renegociação da dívida. O custo dela acabou mais do que dobrando. A tarifa mais alta hoje paga apenas o juro. Mas a ideia é ampliar a oferta para reduzir custos. Faremos isso conforme recebermos novos aviões da Embraer, que usam menos combustível”, acrescenta Rodgerson. A companhia pretende ampliar a oferta em 11% no ano (mesmo crescimento de 2023).
Para a Latam, que conseguiu renegociações financeiras mais favoráveis antes mesmo de 2023, o desafio de 2024 é aumentar as margens, de acordo com analistas. No terceiro trimestre do ano passado, a empresa teve uma margem operacional de 13,4%, enquanto a Gol e a Azul registraram, respectivamente, 17,7% e 19,6%.
O CEO da Latam no Brasil, Jerome Cadier, destaca que a operação doméstica da empresa já está com uma oferta entre 6% e 8% maior do que a do pré-pandemia. No internacional, a tendência é que os patamares de 2019 voltem a ser vistos no segundo semestre de 2024. “Devemos continuar crescendo com a mesma velocidade de 2023.”
Segundo Cadier, apesar do aumento da oferta, o preço das passagens deve se manter elevado, o que pode ajudar a ampliar as margens. Otimista, o executivo também não vê grandes riscos que possam alterar o cenário de 2024 para a empresa. “A única dúvida é o preço do petróleo. O resto está relativamente controlado”.
A Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP) foi admitida como Amicus Curiae [amigo da corte] pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em uma ação que pede a suspensão da decisão que destituiu Ednaldo Rodrigues Gomes da presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Integrada por membros do Ministério Público dos estados e da União, a entidade de classe afirma ter havido “graves lesões à atuação constitucional” do órgão em função de decisões tomadas pela 21ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e defende sua anulação. “Tendo em vista a relevância da questão constitucional discutida e a representatividade da postulante, defiro o pedido”,decidiu o ministro Gilmar Mendes, ao acatar a solicitação de ingresso da CONAMP como amicus curiae. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) chegou à Corte por iniciativa do Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Ednaldo Rodrigues foi destituído da presidência da CBF em 7 de dezembro do ano passado. Ele chegou ao comando da entidade após o afastamento de seu antecessor, Rogério Caboclo, alvo de denúncias de assédio contra funcionárias. À época, Rodrigues presidia a CBF interinamente e firmou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público Federal (MPF) do Rio de Janeiro, o que abriu caminho para fosse eleito mais tarde e efetivado no cargo. O termo de ajustamento foi resultado de uma ação movida pelo órgão em meados do Ano 2018, que questionava a CBF em relação ao processo eleitoral para a presidência da confederação. Alguns dos vice-presidentes da Confederação na gestão Caboclo, porém, se sentiram prejudicados e questionaram a validade do acordo, agora julgado ilegal pela Justiça. Ao analisar o caso, o tribunal fluminense considerou que o Ministério Público não tinha legitimidade para ajuizar o acordo. Para a CONAMP, as decisões da Justiça do Rio são“teratológicas” e teriam sido tomadas “de forma arbitrária”, em desacordo com o que prevê a Constituição. A associação sustenta que a Justiça não só teria contrariado o princípio constitucional de autonomia da CBF como também proferido decisões a partir da provocação de pessoas que não integram mais a Confederação nem representam o Ministério Público, favorecendo “interesses individuais e privados”.
“Decisões deste tipo são inconstitucionais e ilegais e prejudicam a sociedade, em especial trabalhadores, consumidores e torcedores, pois violam prerrogativas constitucionais do Ministério Público em defesa do patrimônio cultural do país, dos trabalhadores empregados pelo futebol brasileiro e de todos os seus consumidores e torcedores”, afirmou a entidade ao STF. “A suspensão dos processos e efeitos dessas decisões são ainda mais urgentes para defender a capacidade de geração de emprego e renda do desporto nacional na economia do Brasil, que não pode ser ameaçada por decisões teratológicas que contrariam todo ordenamento jurídico desportivo nacional e internacional, com interpretações completamente desconformes com a Constituição”,disse ainda. A entidade alerta que a intervenção judicial sobre a CBF pode incitar a aplicação de sanções pela FIFA [Federação Internacional de Futebol], que rechaça a interferência de terceiros na gestão de confederações e associações. A Justiça determinou que José Perdiz, presidente do STJD [Superior Tribunal de Justiça Desportiva], indicado como interventor na CBF, convoque eleições em janeiro. Tanto a FIFA quanto a Conmebol [Confederação Sul-americana de Futebol] já afirmaram que não reconhecem a intervenção. As duas entidades enviaram ofícios à CBF alertando sobre os riscos em caso de interferência externa e reafirmando que o estatuto da federação mundial “obriga as associações membros a gerir os seus assuntos de forma independente, sem influência de terceiros, incluindo quaisquer entidades estatais”. “Há risco concreto, grave e de difícil reversibilidade […] de não participação da seleção brasileira do torneio pré-olímpico e dos Jogos Olímpicos de Paris, e de abruptas suspensões administrativas pela FIFA e Conmebol o que comprometeria a própria prática de futebol profissional e não profissional [masculino e feminino] em todo o país”, afirmou a CONAMP ao STF. “O risco é iminente e gravíssimo”. O pedido de ingresso da CONAMP como amicus curiae na ADI é assinado pelos advogados Aristides Junqueira Alvarenga e Juliana Moura Alvarenga Diláscio. As informçaões desta terça-feira (2) são da Agência Folhapress.
Subiu para 48 o número de mortes provocadas por uma série de terremotos que atingiu o Japão na segunda-feira (1º). As informações foram divulgadas pela TV pública NHK, citando autoridades japonesas.
Os tremores foram sentidos na Península de Noto, sendo que o terremoto mais forte teve magnitude de 7,6, de acordo com a Agência Meteorológica do Japão. A região concentra a maior parte dos estragos e mortes provocadas pelo fenômeno.
Nesta terça-feira (2), equipes de resgate continuam em busca de feridos. De acordo com o governo japonês, cerca de 1 mil militares estão trabalhando no socorro às vítimas.
João Melo – O povo de Conquista pode falar
Verônica Ferraz – Destaques do Blog do Redação
Igor Novaes – Esporte
Marcus Vinicius (Boca) e Josué Marinho – Produção audiovisual
A primeira bebê nascida em 2024 é baiana, de Ilhéus, e se chama Helena. Ela nasceu às 1h43 desta segunda-feira (1°), de parto normal, no Hospital Materno- Infantil Dr. Joaquim Sampaio (HMIJS).
A mãe da pequena, a comunitária de saúde Nelita Amparo, é moradora da zona rural de Igrapiúna, cerca de 15o quilômetros de distãncia de Ilhéus, e deu entrada na unidade às 19h do dia 31.
Helena nasceu pesando 3.530 kg e medindo 50 centímetros. Além dela, outros três bebês nasceram em 2024 no Hospital
O ano virou e o preço do gás de cozinha também. A Acelen, empresa que administra a Refinaria Mataripe, anunciou um novo reajuste do produto na venda para as distribuidoras da Bahia.
A partir desta terça-feira (2), o valor foi alterado em 5,18%. A previsão é de que o botijão fique de R$ 5 a R$ 8 mais caro.
Segundo estimativa do Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado (SINREVGÁS), o preço médio do botijão no estado é de R$ 140.
De acordo com a Acelen, os preços dos produtos da Refinaria de Mataripe seguem critérios de mercado que levam em consideração variáveis como custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais; a cotação do dólar e o frete, podendo variar para cima ou para baixo.
O novo salário mínimo nacional, de R$ 1.412,passa a valer a partir desta segunda-feira (1º). O valor responde por um aumento de quase 7% (R$ 92 a mais) em comparação aos R$ 1.320 válidos até dezembro de 2023.
O cálculo tinha sido inserido como previsão no Orçamento de 2024. O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi publicado na última quarta-feira (27).
Com o novo valor, quem recebe o salário mínimo(ou múltiplos dele) ou benefícios vinculados a esse valor — como o seguro-desemprego e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), por exemplo — já recebe o total reajustado no início de fevereiro.
No dia 28 de dezembro de 2023, na última quinta-feira do ano, em Macaúbas, por
volta das 5h e 50min, Igor Vilaça (veterinário e educador físico), bateu na porta de sua ex-companheira, Lorena Gabriely (dentista), a qual já tinha 02 anos e 08 meses de separados para então entregar a cachorra que era do ex-casal. Lorena assumiu seu primeiro relacionamento após a separação a pouco mais de 06 meses, como a Neto Cajado (estudante e ator) e eles estavam juntos em sua casa.
Após ligações e batidas na porta, Lorena decidiu receber a cachorra e abriu o portão da casa e Igor Vilaça adentrou, invadindo sua residência e indo direto para cozinha e pegou uma faca, tipo machadinha a qual usava na época que morou lá, instrumento esse que utilizava também para cortar seus carneiros e bodes quando vendia. Igor arrombou a porta do quarto a qual Neto se encontrava e já o golpeou com força na
cabeça, não apenas uma vez, assim como mostra em sua tomografia.
Neto, que é lutador conseguiu imobilizar e desarmar o autor dessa tentativa de assassinato, o segurando e pedindo para voltar a si, Igor apenas gritava: “Eu sou homem!”, enquanto
escorria sangue da cabeça cortada da vítima sobre si.
O caso Igor Vilaça (e aqui será chamado pelo nome do autor do crime e não das
vítimas), não teve o desfecho de morte e por pouco. Ele fugiu para não ser preso
em flagrante, acionou advogado, parente e se encontra até momento foragido.
As vítimas continuam em choque, Neto com o corte grande na cabeça e dois sinais no
crânio, no dedo e abaixo de peito, onde levou pontos e hematomas pelo corpo e Lorena está com o corpo cheio de hematomas e traumas da violência ocorrida. Sua residência tinha sangue por toda parte, lá foram deixados os óculos do autor, a arma do crime e infelizmente a memória de uma brutal violência e tentativa de
homicídio.
Vamos aqui lembrar fatos que vem ocorrendo em Macaúbas devido ao machismo, a essa cultura de posse dos ex- companheiros. Nas primeiras semanas desse ano de 2023 tivemos o Caso Emanuel, que não
aceitou a separação e matou sua ex- companheira e depois lhe tirou a vida. Ficaram dois filhos e brutal caso de feminicídio e suicídio. Na última semana do ano, Igor Vilaça já separado há quase 03 anos, que
assumiu outras relações a público, invade casa da ex-companheira e tenta matar atual namorado. Nenhum agressor desse tipo apresenta sinais do nada ou surta. É importante observar cada sinal, desde
ligações questionando companhias, tentativas de culpabilizar a mulher pelo fim da família, contralar e manipular sua vida, mesmo que seja como um convite para almoço e outras situações para tentar reconciliação, onde já existe o desejo do fim e tentativa de uma boa relação por conta dos filhos.
Outro ponto que chama atenção é a falácia de algumas pessoas da cidade em alegar que a também vítima, Lorena tinha ainda um “lance” com o autor do crime. Precisamos normalizar o fim da relação entre homem e mulher, mas que existe uma família, filhos, e existe e existirão ações e parcerias que necessitam
de atuação dos dois e era isso o que ocorria. Há também falas infelizes que o caso se trata de uma traição e não é, Neto e Lorena tinha uma relação assumida. Essa tentativa de minimizar, justificar a violência do autor precisa ser questionada, não existe nenhum ato por parte de ninguém nesse caso que justifique Igor
Vilaça pegar uma arma e golpear para matar uma pessoa.
Não justifiquem isso! Por fim, com fim de ano triste para alguns e para muitos que conhecem a história de Neto Cajado, vítima
de tantas violências e que ainda em sua consciente ação e nobre e gesto, pede seu agressor que volte para si e olhe o que esta fazendo, sem nenhuma violência, mas que carregará traumas irreversíveis, nos ensina
muito. Fica o apelo pelo FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES, BASTA! Ninguém é dono de
ninguém. Queremos agora, JUSTIÇA POR NETO!
O novo sistema binário nas avenidas Ilhéus e Itabuna, na zona oeste da cidade, já está em funcionamento. A partir de agora, o trânsito nas duas vias acontece em sentido único, nos respectivos trechos entre as avenidas Brumado e Alagoas. Ou seja, o tráfego na Avenida Ilhéus passa a ser somente no sentido Brumado-Alagoas; e já na Avenida Itabuna é permitido apenas o sentido Alagoas-Brumado.

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) iniciou a implantação do novo sistema na última terça-feira (26), com aplicação de novas sinalizações horizontais e verticais em mais de 10 logradouros da área. No total, serão alteradas as sinalizações das avenidas Brumado, Teresina, Piauí, Itabuna, Ceará, Deraldo Mendes, Paraíba, Pernambuco, Recife, Alagoas e Ilhéus, além da Rua Santo Antônio.

A mudança tem o objetivo de promover o melhor uso das vias urbanas e evitar situações conflituosas entre veículos, pedestres e ciclistas, além de promover maior fluidez no trânsito.