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CORTINA E CIA COLCHÕES

PAPO DE MULHER, Projeto idealizado pela psicóloga e psicoterapeuta Fatima Guenes, em abril de 2022, tem por finalidade precípua, ser uma rede de apoio, onde é promovido o diálogo acerca do vasto universo feminino. É direcionado às mulheres, mas os homens são bem vindos. Nos encontros, juntos, viabilizamos um papo leve/profundo e dinâmico sobre vários temas que permeiam o cotidiano da mulher.
Realizado em outras cidades, na 5a feira 30 de março, às 18:30 acontecerá na Livraria Nobel, em VitóriadaConquista. Contamos com a parceria e apoio da Empresária Walmária Caires.
VOCÊ É NOSSA CONVIDADA!

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A prefeita Sheila Lemos (UB) anunciou, nesta segunda-feira (27), que Vitória da Conquista terá um Castramóvel Público. A medida é o início de uma possível solução para a problemática dos animais de rua que se multiplicam pela cidade.

Dessa vez, o Castramóvel já foi autorizada pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente. Outra grande expectativa gira em torno da entrega da Clínica Veterinária Municipal, localizada na Avenida Brumado.

Até o momento, não existe nenhuma data prevista para a entrega do equipamento que deve amenizar o sofrimento de animais que precisam de procedimentos médicos. Os animais abandonados dependem da benevolência de defensores e da população em geral.

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O ex-vereador por dois mandatos que chegou à Presidência da Câmara Municipal de Presidente Jânio Quadros, Celso da Rocha Teixeira, do Partido dos Trabalhadores, vivencia um momento turbulento. Celso Teixeira, que é servidor público lotado na Secretaria Municipal de Agricultura, foi agredido após denunciar supostas irregularidades em Rede Social.

Na manhã do sábado (25) nossa equipe de reportagem, na pessoa do repórter Joao Melo encontrou Celso Teixeira subindo a Alameda Ramiro Santos, em Vitória da Conquista, após registrar um Boletim de Ocorrência na Delegacia Territorial de Presidente Jânio Quadros e o realizado o Exame de Corpo Delito no Departamento de Polícia Técnica de Brumado.

Além nos hematomas provocados por socos no rosto, Celso ainda permanece com marcas de mordida provocadas pelo agressor, que seria o esposo de uma mulher alvo dos comentários em questão. Pré-candidato a vereador pelo Partido dos Trabalhadores, Celso Teixeira promete levar o assunto à Justiça.

Ouça:

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Nota da Embasa ao blog do Redação 

A Embasa informa que não está executando obras na Avenida Perimetral, em Vitória da Conquista. Trata-se de uma intervenção necessária para nivelar o poço de visita (PV) da rede coletora de esgoto à altura da camada asfáltica. Este tipo de serviço acontece sempre que são realizadas obras de pavimentação que cobrem o PV já existente na via ou quando o PV acaba ficando abaixo do nível da pista.
É importante ressaltar que o PV é uma porta de acesso à rede coletora de esgoto e possibilita a realização de manutenção na tubulação.

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A ex-vice prefeita de Vitória da Conquista, no Sudoeste, Irma Lemos (União), foi reeleita presidente do partido na cidade. Lemos é mãe da atual prefeita Sheila Lemos, também do mesmo partido. Sheila foi eleita na ocasião para vice-presidente da legenda na cidade.

A escolha da nova diretoria ocorreu na noite da última sexta-feira (24) no plenário da Câmara de Vereadores do município. Antes de se tornar prefeita, Sheila Lemos, assim como a mãe, foi eleita vice na chapa de Herzem Gusmão, em 2020.

 

Ela substituiu Irma Lemos, que tinha sido eleita na chapa do mesmo Herzem, em 2016. Gusmão foi a óbito no início do mandato, em março de 2021, acometido por complicações da Covid-19

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Alvo de embates políticos e deixado em segundo plano nos últimos anos, o Mais Médicos volta a ganhar impulso com novos editais previstos para os próximos meses e aposta em incentivos financeiros para atrair profissionais.
Para especialistas e gestores ouvidos pela Folha, a medida ajuda a atenuar o “apagão” de vagas registrado no programa, mas ainda deve exigir novas ações para resolver o problema da fixação de médicos a longo prazo em áreas mais distantes ou tidas como mais vulneráveis.
Anunciada no último dia 20, a nova versão do programa prevê abertura de 15 mil vagas, sendo 5.000 em abril, financiadas pelo Ministério da Saúde, e 10 mil até o fim do ano, custeadas pelos municípios.
Atualmente, o Mais Médicos tem 8.366 vagas preenchidas –menos de metade das 18.240 previstas nos últimos anos.
A taxa menor reflete parte da trajetória do programa na última década.
Criado em 2013 sob protesto de entidades médicas, o programa ficou marcado inicialmente por episódios de xenofobia contra cubanos e se tornou alvo frequente de embates políticos. Aos poucos, também registrou melhoria de indicadores de saúde e passou a ser defendido sobretudo por prefeitos.
Já nos anos mais recentes, teve idas e vindas: passou a ser reduzido, depois ganhou sobrevida na pandemia e, por fim, acabou relegado a segundo plano em meio à estruturação do Médicos pelo Brasil.
Hoje, 5.648 médicos atuam neste outro programa, que chegou a ser anunciado como substituto do Mais Médicos na gestão de Jair Bolsonaro ainda em 2019, mas teve editais apenas em 2022. Agora, o governo atual justifica a retomada na aposta no Mais Médicos diante do que aponta como dificuldade do Médicos pelo Brasil em manter médicos em áreas mais vulneráveis.
Um desafio, agora, que se volta novamente ao Mais Médicos.
Na nova roupagem, o programa deve manter a prioridade de adesão a brasileiros, diz a Saúde. Caso as vagas não sejam ocupadas, devem ser direcionadas a brasileiros formados no exterior e estrangeiros. Não haverá, porém, a cooperação com a Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) para vinda de médicos cubanos.
Para estimular a adesão, o governo aposta em novas medidas, como pagamento de incentivos a médicos que permanecerem no programa por mais de três anos (o prazo será de quatro anos, prorrogáveis), aos que atuarem em áreas mais carentes e aos formados com auxílio do Fies (financiamento estudantil).
Na prática, a medida aponta para incentivos que podem chegar a R$ 118 mil para médicos que ficarem quatro anos em áreas mais vulneráveis ou até R$ 475 mil no caso de médicos formados no Fies atuando nestes locais. Questionada, porém, a Saúde não detalhou quais e quantas cidades estariam no critério de maior vulnerabilidade.
Lígia Bahia, professora da UFRJ, diz que o fato de o Mais Médicos ter se mantido como principal iniciativa de provimento de médicos nos últimos anos mostra que ele “veio para ficar”.
“Isso mostra a importância dessa política. Mas a pergunta é: veio para ficar de maneira precária? Será sempre assim, com bolsistas e intercambistas?”, questiona. “Com a precarização do vínculo trabalhista, corremos o risco de ter uma precarização na própria qualidade do atendimento.”
Para ela, o programa precisa de um “segundo passo”. “Nele, seria importante vincular esse processo com universidades públicas de excelência para garantir que não haja essa precarização”, sugere ela, que aponta parcerias em pesquisas e formação como caminho.
Preocupação semelhante tem Fernando Aith, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP. Para ele, a retomada é positiva e a oferta de incentivos pode ajudar a atrair profissionais, mas não resolve a fixação a longo prazo ou de forma definitiva, fator que é influenciado também pelas condições de trabalho e estrutura, afirma.
“O salário que estão oferecendo e as indenizações podem parecer altas para o salário médio no Brasil, mas há médico que se forma e faz plantões e consegue R$ 30 mil por mês. Por que então iria para a Amazônia? Temos que ver como isso vai funcionar no mercado médico.”
Nos últimos anos, a alta taxa de desistências em algumas regiões era uma das principais dificuldades do Mais Médicos.
Dados obtidos pela Folha via Lei de Acesso à Informação, e atualizados em janeiro, mostram que o tempo médio de permanência no programa é de 1 ano e 8 meses para médicos com registro no Brasil e de 2 anos e 7 meses para brasileiros formados no exterior.
Em alguns casos, não chega a isso. Entre 2013 e 2017, por exemplo, cerca de 20% dos brasileiros que ingressavam no programa desistiam em até um ano. Até então, o contrato era de três anos.
Felipe Proenço, secretário-adjunto de atenção primária do Ministério da Saúde, diz que, em estudo para retomada do programa, a pasta identificou três motivos principais que levavam médicos a não permanecerem. O principal era busca por formação, como residência –motivo que levava à saída de 40% dos profissionais.
Outros eram questões familiares e ofertas no mercado de trabalho.
Segundo ele, diante desse cenário, a nova versão do Mais Médicos deve ampliar ofertas de formação, incluindo também possibilidade de mestrado, entre outras. A pasta ainda não detalhou a medida. Em outra frente, a busca foi por ampliar a cobertura de licença-maternidade e paternidade.
Já a previsão de incentivos financeiros ocorreu como estratégia frente a outras ofertas do mercado de trabalho, o que pode ser atrativo especialmente para médicos formados com Fies, diz o secretário-adjunto. A pasta calcula que haja 15 mil neste grupo nos últimos três anos.
“Isso nos leva a entender que há possibilidade grande de atrair mais médicos com registro no Brasil”, afirma Proenço.
Para Lígia Giovanella, coordenadora da rede de pesquisa em atenção primária da Abrasco, a oferta de novos incentivos mostra preocupação em garantir a presença de profissionais. “É certo que a fixação em áreas remotas é um desafio em todo o mundo. Às vezes, não consegue fixar, mas consegue ter continuidade do cuidado.”
A retomada do programa, porém, gerou críticas nas redes sociais por alguns médicos, que questionam o vínculo precário e o valor da bolsa frente à do Médicos pelo Brasil (de R$ 15.750, contra R$ 12.386 no Mais Médicos), que previa contrato CLT após dois anos.
Proenço, no entanto, diz que a soma de auxílios e incentivo a quem vai a local vulnerável torna o novo programa mais atrativo a quem permanecer no posto.
Os embates continuam. Nos últimos dias, entidades médicas voltaram a questionar a abertura de vagas para médicos sem revalidação do diploma e prometeram recorrer ao Congresso para mudanças na medida provisória que traz as regras do programa.
A possibilidade de entrada de médicos brasileiros formados no exterior, porém, foi comemorada por alguns gestores de saúde.
Para Franmartony Firmo, presidente do Cosems-AM, que reúne secretários municipais de saúde do Amazonas, a retomada do programa pode ajudar a diminuir o déficit de profissionais.
“Médico com CRM não conseguimos colocar em todas as regiões do estado, mas os brasileiros formados no exterior, sim. Por isso acredito que agora teremos médicos como já teve no primeiro Mais Médicos.”
Estimativa do conselho aponta falta de 400 médicos no estado. Em Maués, onde é secretário, ele diz aguardar a reposição de três médicos. Por enquanto, profissionais fazem um rodízio entre unidades de saúde para garantir o atendimento.
“Muitos médicos até se inscrevem, mas não se apresentam, ou desistem em alguns meses pelas condições de cidade de interior.”
Segundo ele, parte das últimas vagas abertas era de médicos cubanos que passaram no Revalida. “Passaram e foram embora. Até brinquei que passaram e viraram brasileiros, e riram. Ninguém queria ficar no município”, relata.
O QUE MUDA NO MAIS MÉDICOS
Editais
Como era: embora ainda fosse o principal programa de provimento, o Mais Médicos vinha sendo deixado em segundo plano em meio a substituição para Médicos pelo Brasil
Como fica: programa volta a ter editais. Ideia é que seja lançado edital com 5.000 vagas até abril, e outras 10 mil vagas até o fim deste ano. Valor da bolsa será de R$ 12,4 mil, com previsão de incentivos financeiros
 

Tempo de participação no programa
Como era: três anos, prorrogável por igual período
Como fica: quatro anos, prorrogável por igual período
Oferta de incentivos financeiros
Como era: programa dava auxílio-deslocamento, entre outros
Como fica: mantém auxílios e passa a trazer outros incentivos financeiros
– Incentivo de fixação (ao permanecer ao menos três anos): modelo em que profissional poderá receber adicional de 10% a 20% da soma total das bolsas de todo o período em que esteve no programa, a depender da vulnerabilidade do município. Pelas regras, médico receberá o incentivo completo ao final de 48 meses ou poderá antecipar 30% desse valor ao final de 36 meses. Assim, um médico que esteve 48 meses, por exemplo, e estiver em uma cidade que der adicional de 10% das bolsas receberia R$ 59,4 mil extras
– Incentivo para fixação para médico do Fies (ao permanecer pelo menos 12 meses): modelo em que profissional poderá receber adicional de 40% a 80% da soma total das bolsas de todo o período em que esteve no programa, a depender da vulnerabilidade do município. Valor será pago em quatro parcelas: 10% por ano durante os três primeiros anos, e 70% restantes ao completar 48 meses
– Incentivo para médico do Fies residente de medicina de família e comunidade: serão ofertadas vagas para os médicos residentes de medicina de família e comunidade que foram beneficiados pelo Fies, auxiliando no pagamento total do valor da dívida
Oferta educacional
Como era: especialização
Como fica: especialização, mestrado ou aperfeiçoamento
 

Licença-maternidade
Como era: médica deixava de receber a bolsa durante o período da licença, passando a receber auxílio do INSS
Como fica: receberá a bolsa para completar o valor do auxílio do INSS durante o período de até seis meses
 

Licença-paternidade Como era: sem previsão de afastamento nesse período
Como fica: receberá a bolsa durante o período de até 20 dias
Outros benefícios
Pontuação adicional de 10% na seleção de programas de residência para médicos que concluírem a residência de medicina de família e comunidade
Contrapartida com municípios
Como era: seleção e vagas eram financiadas pelo Ministério da Saúde
Como fica: municípios serão responsáveis pelo pagamento das bolsas aos médicos contratados nas demais 10 mil vagas, enquanto o processo de seleção fica por conta do Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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A programação da vacinação monovalente contra a Covid-19 continua nesta semana em 14 unidades de saúde, com oferta de doses para crianças, adolescentes, adultos, gestantes e puérperas. Antes de ir se vacinar, observe as datas de retorno no cartão de vacina, respeitando o intervalo correto entre as doses.

Confira abaixo a lista com a distribuição das unidades para cada público e os horários de vacinação.

CRIANÇAS:

– Crianças de 6 meses a menores de 5 anos– 1ª, 2ª e 3ª doses

UBS Régis Pacheco (Centro) – 8h às 12h | 14h às 17h
UBS Dr. João Melo Filho (bairro Ibirapuera) – 8h às 12h | 14h às 17h

– Crianças de 5 a 11 anos– 1ª, 2ª e 3ª doses

USF Nestor Guimarães (Bairro Jurema) – 8h às 12h | 14h às 17h
USF Vila Serrana – 8h às 12h | 14h às 17h

Atenção! O esquema vacinal da Pfizer Baby é feito com três doses do imunizante, sendo as duas doses iniciais administradas com quatro semanas de intervalo, e a terceira, oito semanas depois.

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PÚBLICOS:

– Adolescentes de 12 a 17 anos– 1ª a 3ª doses
– Adultos– 1ª a 4ª doses
– Gestantes e puérperas (12 anos ou mais)

USF Urbis V – 8h às 12h | 14h às 17h
USF Nova Cidade – 8h às 12h
USF Nossa Senhora Aparecida – 8h às 12h | 14h às 17h
USF Urbis VI – 14h às 17h
USF Morada dos Pássaros – 8h às 12h | 14h às 17h
USF Recanto das Águas – 8h às 12h | 13h às 16h
USF Jardim Valéria I e II – 8h às 12h | 14h às 17h
USF Solange Hortélio – 14h às 17h
USF Panorama – 8h às 12h | 14h às 17h
USF Patagônia – 8h às 12h | 14h às 17h

Documentação –Para todos os públicos, é preciso apresentar o documento pessoal com CPF e cartão de vacina, caso já tenha se vacinado. As crianças e adolescentes devem estar acompanhadas de um responsável no momento da vacinação.

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Na última quinta-feira (23), a Patrulha Solidária do Comando de Policiamento da Região Sudoeste, realizou em parceria com o Projeto Ação Social Conquista, com o conquistense Cláudio Lacerda e a Empresa Tia Sônia, mais uma edição do Banho Solidário.

Na ocasião, as pessoas que vivem em situação de rua e os recicladores puderam tomar um banho quente, momento em que receberam toalhas, shampoo, condicionador e sabonete.
A ação contemplou cerca de 50 pessoas que, após o banho, puderam degustar de um delicioso jantar acompanhado de pizza, lanche, suco e café.
Os participantes também receberam roupas e cobertores.
Para o Cel Ivanildo da Silva, Comandante do CPRSO: “Além da oferta do banho e alimentação, este também é um espaço de escuta e interação em que eles podem expressar suas dificuldades e serem acolhidos pela Policia Militar e a Comunidade.”

PMBA, uma força a serviço do cidadão!

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O músico e humorista Juca Chaves morreu na noite de sábado (26), em Salvador. O artista tinha 84 anos e estava internado no hospital São Rafael, na capital baiana.

De acordo com o hospital, Juca foi internado há 15 dias e morreu “devido à complicações de problemas respiratórios”. A família pediu para que mais detalhes não fosse divulgados.

“O Hospital São Rafael lamenta a morte do paciente Juca Chaves, na noite deste sábado (25), devido à complicações de problemas respiratórios, e se solidariza com a família e amigos por essa irreparável perda. O hospital também informa que não tem autorização da família para divulgar mais detalhes.”

 

 

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