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CORTINA E CIA COLCHÕES

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva deixou a Vila de Caraíva, em Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, neste sábado (5). Acompanhado pela companheira Janja, Lula embarcou em um helicóptero pela tarde rumo a São Paulo após quatro dias na Bahia.

Imagens mostram o momento em que o presidente deixa a residência de veraneiro do deputado federal Ronaldo Carletto (PP). Neste ano, Carletto decidiu não disputar a reeleição e ficou na suplência do postulante ao Senado na chapa de ACM Neto, Cacá Leão (PP).

 

No entanto, Ronaldo Carletto ajudou a eleger o sobrinho, Neto Carletto (PP), para deputado federal. A família Carletto é dona da Expresso Brasileiro Transportes, que tem a Cidade Sol e Rota.

 

 

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Com a vitória no pleito em 30 de outubro, cabe ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) compor um novo governo, indicando titulares para a Esplanada dos Ministérios, responsáveis por articular e promover políticas públicas nas diferentes áreas que compõem um governo.

O ex-presidente, conduzido a um terceiro mandato no Planalto, não indicou nomes e nem cotou candidatos a nenhuma das pastas durante a corrida eleitoral, mas há a previsão de que algumas lideranças políticas que colaboraram na campanha assumirão cargos no primeiro escalão do petista.

Veja alguns dos cotados para assumirem ministérios no governo Lula:

ALEXANDRE PADILHA

Padilha, deputado federal pelo PT, foi ministro das Relações Institucionais de Lula e da Saúde da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), e no pleito deste ano foi um dos coordenadores de campanha do ex-presidente.

ALOIZIO MERCADANTE

Mercadante é hoje cotado para o Ministério das Relações Exteriores ou para a pasta de Planejamento, que no governo Bolsonaro foi fundida com a Fazenda. Ele, que ficou malvisto no PT após o impeachment de Dilma por se opor à aliança com o PMDB, volta ao governo após se redimir como coordenador do plano de governo de Lula.

Com a vitória no pleito em 30 de outubro, cabe ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) compor um novo governo, indicando titulares para a Esplanada dos Ministérios, responsáveis por articular e promover políticas públicas nas diferentes áreas que compõem um governo.

O ex-presidente, conduzido a um terceiro mandato no Planalto, não indicou nomes e nem cotou candidatos a nenhuma das pastas durante a corrida eleitoral, mas há a previsão de que algumas lideranças políticas que colaboraram na campanha assumirão cargos no primeiro escalão do petista.

Veja alguns dos cotados para assumirem ministérios no governo Lula:

ALEXANDRE PADILHA

Padilha, deputado federal pelo PT, foi ministro das Relações Institucionais de Lula e da Saúde da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), e no pleito deste ano foi um dos coordenadores de campanha do ex-presidente.

ALOIZIO MERCADANTE

Mercadante é hoje cotado para o Ministério das Relações Exteriores ou para a pasta de Planejamento, que no governo Bolsonaro foi fundida com a Fazenda. Ele, que ficou malvisto no PT após o impeachment de Dilma por se opor à aliança com o PMDB, volta ao governo após se redimir como coordenador do plano de governo de Lula.

BENEDITO MARIANO

Sociólogo e ex-ouvidor da Polícia de São Paulo, Benedito Mariano acompanhou parte das investigações das mortes em Paraisópolis. É cotado para a Segurança Pública, pasta da qual é titular na prefeitura de Diadema, na região metropolitana de São Paulo.

CHICO CÉSAR

Cantor e compositor, o artista é cotado pela equipe de Lula para comandar o Ministério da Cultura, que será recriado no novo mandato. César, porém, afirmou em redes sociais que prefere ver outras pessoas na pasta, como o ex-ministro Juca Ferreira (PT) ou a deputada federal Jandira Feghali (PC do B-RJ).

DANIELA MERCURY

A cantora Daniela Mercury teve grande importância na campanha do petista ao Planalto deste ano, intensificando sua participação na reta final do pleito ligando para eleitores indecisos. Ela já havia se posicionado contrariamente a Jair Bolsonaro (PL), e agora é sondada para assumir o Ministério da Cultura.

FELIPE SALTO

Salto é economista, de perfil mais técnico, e é secretário da Fazenda do estado de São Paulo. Ele é cotado para assumir a Secretaria do Tesouro, sob o guarda-chuva do Ministério da Fazenda.

FERNANDO HADDAD

O ex-ministro da Educação e ex-prefeito da capital paulista saiu da disputa ao Governo de São Paulo derrotado, mas registrou o melhor desempenho do PT no estado e foi importante para encurtar a diferença de Lula a Bolsonaro no Sudeste. Ele prefere comandar a Fazenda, mas é cotado para voltar à Educação.

FLÁVIO DINO

Governador do Maranhão e senador eleito, Flávio Dino se destacou como uma das vozes da oposição durante o governo de Jair Bolsonaro e atuou para ampliar os votos de Lula no Nordeste. Ex-deputado federal, Dino fez carreira como juiz federal. Advogado e professor de direito, ele é cotado para os ministérios da Segurança Pública e da Justiça.

GERALDO ALCKMIN

O vice-presidente eleito, do PSB, também pode ocupar um ministério, cumprindo a promessa de Lula nas eleições de dar grande relevância ao companheiro de chapa. Alckmin é sondado para o Ministério da Defesa ou para uma pasta que focaria pequenas e grandes empresas.

GLEISI HOFFMANN

Presidente do PT e deputada federal, Gleisi foi a grande defensora da candidatura de Lula e do legado do petista quando ele foi preso, em 2018. Ela ocupou um papel essencial na campanha e agora está na equipe de transição de governo. Ela é cotada para assumir a pasta de Planejamento.

HENRIQUE MEIRELLES

O ex-presidente do Banco Central aderiu à candidatura de Lula após reunião entre o petista e ex-presidenciáveis, e afirmou confiar na plataforma econômica do ex-presidente. Ele, que participou do gabinete de Michel Temer (MDB), pode assumir a Fazenda no novo governo.

JEAN PAUL PRATES

Prates é senador do PT do Rio Grande do Norte e é atuante na área de energia, especialmente no setor de óleo e gás. Deve assumir o Ministério de Minas e Energia, mas também é visto como forte opção para assumir a Petrobras.

JUCA FERREIRA

Juca Ferreira é outro nome possível para um futuro Ministério da Cultura. O sociólogo participou da gestão de Gilberto Gil e o sucedeu no cargo nos governos Lula e Dilma. Ele também comandou as secretarias de cultura de São Paulo e Belo Horizonte.

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Nesta segunda-feira (7), a Câmara Municipal de Vitória da Conquista estará realizando a partir das 19h no Memorial Câmara, uma audiência pública para celebrar o Dia Municipal do Músico Evangélico. A audiência foi proposta pelo vereador Nildo Freitas (PSC).

O dia do Músico Evangélico passou a ser comemorado todos os anos no dia 6 de novembro através da Lei Nº 2.506/2021, cujo projeto foi de autoria do mandato do vereador Nildo Freitas.

A audiência pública que esse ano passou a fazer parte da programação da Semana da Cultura Evangélica traz como tema: “A Música como Agente Transformador de Vidas”.

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Criadora da ChildHood World Foundation, a rainha Sílvia da Suécia estará em Vitória da Conquista na terça-feira (8), para conhecer o funcionamento do Complexo de Escuta Protegida (CEP) implantado pela Prefeitura com parceria da ChillHood Brasil.

O CEP foi inaugurado pela prefeita Sheila Lemos em agosto do ano passado, é um equipamento voltado para a tomada de depoimento especial das crianças e adolescentes que sofreram ou testemunharam algum tipo de violência, e concretiza a adoção da Lei Federal nº 14.341/2017, denominada de Lei da Escuta Protegida.

Vitória da Conquista é o primeiro município do Brasil a implementar a lei, dando-lhe funcionalidade por meio do complexo, que faz parte do Centro Integrado dos Direitos da Criança e do Adolescente, onde estão congregados vários órgãos atuantes na proteção juvenil, como conselhos tutelares, Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, Creas, entre outros, além das presenças do Ministério Público Estadual e da Vara de Violência Doméstica e Familiar.

A rainha da Suécia chegará a Vitória da Conquista às 10 horas da terça-feira e será recebida pela prefeita Sheila Lemos. No local, Sua Majestade conhecerá o espaço onde funciona o Complexo de Escuta Protegida e visitará os demais setores do Centro Integrado dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Durante a visita, a rainha Sílvia fará um pronunciamento e em seguida responderá perguntas da imprensa, restritas ao assunto de sua vinda a Vitória da Conquista.

*Sobre a rainha Sílvia da Suécia*

A rainha Sílvia da Suécia nasceu Sílvia Renata Sommerlath, na cidade de Heidelberg, Alemanha. Filha do empresário alemão Walther Sommerlath e da brasileira Alice Soares de Toledo.

A família da rainha morou em São Paulo por dez anos (de 1947 a 1957) e ela estudou no Colégio Visconde de Porto Seguro, instituição de ensino de tradição alemã. A família retornou para a Alemanha Ocidental em 1957.
Em 1976, Silvia Sommerlath casou-se com o rei Carlos XVI Gustavo da Suécia. O casal tem três filhos: a princesa Vitória, príncipe Carlos Filipe de Varmlândia e princesa Madalena da Helsíngia e Gestrícia.

A rainha Silvia da Suécia criou em 1999 a World Childhood Foundation, da qual faz parte a Childhood Brasi. A instituição conta com escritórios na Suécia, na Alemanha, nos Estados Unidos e no Brasil. A organização é certificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP).

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Vitória da Conquista sedia neste final de semana a oitava edição do Festival Suíça Bahiana (FSB). Com o tema “Nada Será Como Antes”, o evento será realizado nos próximos dias 5 e 6, no Centro Glauber Rocha de Educação e Cultura, de forma gratuita, a partir das 13h. Além das 20 atrações musicais, que se revezarão em dois palcos, o FSB vai contar com Espaço Kids, Feira Gastronômica, Flash Tattoo, Mercado Cultural e promoverá ações de sustentabilidade.

As ações irão perpassar pela presença do projeto Mãos que Reciclam, da Defensoria Pública da Bahia, que fará a coleta de materiais recicláveis e a conscientização do público sobre coleta seletiva nos dois dias do evento. O FSB tem como meta coletar meia tonelada de materiais recicláveis, incluindo lacres de latinhas de alumínio, que serão destinados para a Casa do Amor, e trocados por cadeiras de rodas, através da campanha “Lacre do Bem”.

“O programa busca potencializar os impactos positivos e mitigar os impactos negativos que um festival desse tamanho tem na cidade. Nosso foco são os resíduos sólidos, nós faremos a separação desses resíduos, que é uma ação que tem a participação do público. A gente traz o projeto Mãos que Reciclam para dentro do evento para poder trabalhar com a reciclagem, e promover um impacto positivo nas famílias que vivem desse tipo de renda. Queremos dar visibilidade a profissão que eles têm para que as pessoas conheçam melhor como funciona esse trabalho ”, explica Laís Liziane, da Prisma Sustentare, empresa organizadora do programa. 

“Dentro do nosso stand terão várias atividades de educação ambiental também, para que todo mundo entenda qual o caminho dos resíduos, qual a importância da separação e da geração de renda para os catadores, e que diferença cada ação nossa faz até os resíduos chegarem no aterro sanitário da cidade”, destaca.

Além das ações de incentivo ao cuidado com o meio ambiente, também estão previstas atividades de conscientização sobre assédio, responsabilidade no trânsito e doação de alimentos para o projeto Alimenta Conquista.

O FSB 2022 é realizado pelo Coletivo Suíça Bahiana, afiliado da Associação Brasileira de Festivais Independentes (Abrafin), e pela Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista. Conta ainda com apoio institucional do Sistema Uesb de TV e Rádio (SURTE),  apoio financeiro da Unimed do Sudoeste, Rede UniFTC, Prisma Sustentare, Carranca Tattoo, Casa Aberta, Quality Internet, e parceria da Vagalume Press, Darka Cerimonial, Hub Conquista, Mercês Designer, Cine Joab Soares, Café do Vô Boca, Pinhóli Restaurante, Pizzaria Capitão Gancho, Podcast Enlivre-se e Aconchego Dance.

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A transição entre o governo de Jair Bolsonaro (PL) e o do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começa nesta quinta-feira (3), em Brasília. De acordo com informações do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, receberá às 14h o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e o ex-ministro Aloizio Mercadante.

 

Lula deve desembarcar na capital federal na segunda-feira (7), quando retomará as articulações do processo de transição. O petista passa alguns dias de descanso na casa do deputado federal Ronaldo Carletto em Porto Seguro, com a esposa, Rosângela Silva, a Janja.

Em Brasília, o próximo chefe do Planalto pretende se reunir na terça-feira (8) com a ministra Rosa Weber, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF); com Rodrigo Pacheco (PSD-MG), presidente do Senado e do Congresso Nacional; e com Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados.

 

A equipe de transição do petista também tem um encontro marcado nesta quinta com o Tribunal de Contas da União (TCU) e com o relator-geral do Orçamento, Marcelo Castro (MDB-PI). A prioridade inicial do grupo será analisar a situação fiscal do país, para tentar realizar ajustes que permitam manter o Auxílio Brasil em R$ 600 e aumentar o salário mínimo no primeiro ano de mandato, compromissos feitos durante a campanha.

 

Em entrevista ao Metrópoles, Castro adiantou que a equipe de transição terá um desafio pela frente: “No Orçamento não tem espaço para nada”. Segundo o emedebista, faltam soluções e sobram problemas.

 

A transição de governo é prevista em lei e em decreto. Cabe à Casa Civil coordenar a entrega de documentos à equipe do presidente eleito. Os nomes de até 50 dirigentes, em diversos setores, devem ser publicados no Diário Oficial da União. Todos os nomeados trabalham até a posse, em 1º de janeiro de 2023, em preparação do novo mandato.

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) divulgou um vídeo nas redes sociais nesta quarta-feira (2) em que faz um apelo para a desobstrução das rodovias.

Desde o domingo (30), quando Bolsonaro perdeu o 2º turno das eleições para o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apoiadores bolsonaristas fizeram bloqueios ilegais em pontos de rodovias do país.

https://globoplay.globo.com/v/11091522/

“Eu quero fazer um apelo a você, desobstrua as rodovias. Isso daí não faz parte, no meu entender, dessas manifestações legítimas. Não vamos perder nós, aqui, a nossa legitimidade”, disse Bolsonaro.

“O fechamento de rodovias pelo Brasil prejudica o direito de ir e vir das pessoas, está lá na nossa Constituição. E nós sempre estivemos dentro dessas quatro linhas. Eu tenho que respeitar o direito de outras pessoas que estão se movimentando, além de prejuízo a nossa economia”, continuou o presidente.

Na terça-feira (1º), Bolsonaro já tinha pedido a desobstrução. O pedido foi feito em seu primeiro discurso após o resultado das eleições.

Às 14h30 desta quarta, ainda havia 150 bloqueios, segundo levantamento da PRF.

A Polícia Rodoviária Federal informou que desfez 688 manifestações. Na segunda-feira (31), o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que a corporação e as polícias militares estaduais tomassem as medidas necessárias para desobstruir as vias.

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  Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) protagonizaram mais uma manifestação na manhã desta quarta-feira (02), em Vitória da Conquista. Os manifestantes se reuniram na porta do Tiro de Guerra, utilizando bandeiras do Brasil, faixas e cartazes para pedir a intervenção das forças armadas e lamentando a não reeleição do presidente Jair Bolsonaro. veja:
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Bahia informou na manhã desta quarta-feira (2) que não há mais bloqueios de grupos bolsonaristas em trechos de estradas que cortam a Bahia. A informação foi passada por volta das 7h30 desta quarta. Conforme a corporação, os últimos trechos desobstruídos ocorreram na altura do km 712 da BR-101 em Eunápolis, na Costa do Descobrimento; e no km 134 da BR-020 em São Desidério, no Extremo Oeste baiano.

 

Só nesta segunda, a PRF identificou 31 pontos com bloqueio que foram liberados. Os atos se deram por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro não aceitarem a derrota do atual mandatário.

 

Nesta segunda também agentes do Batalhão de Choque da Polícia Militar agiram para desbloquear trechos de estradas federais na Bahia, com um trecho da BR-101 em Teixeira de Freitas, no Extremo Sul baiano.

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez nesta terça-feira (1º), dois dias após o resultado do segundo turno, o primeiro pronunciamento após perder a eleição. Bolsonaro fez uma fala curta, de dois minutos, em que disse que continuará cumprindo a Constituição. Depois, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, afirmou que dará início à transição de governo.

Em seu pronunciamento, Bolsonaro discordou de ser chamado de antidemocrático e disse que sempre jogou “dentro das quatro linhas da Constituição”.

“Sempre fui rotulado como antidemocrático e, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das quatro linhas da Constituição. Nunca falei em controlar ou censurar a mídia e as redes sociais. Enquanto presidente da República e cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição”, afirmou.

 

Bolsonaro também disse que “manifestações pacíficas são bem-vindas” e criticou ocupações. Caminhoneiros que apoiam o presidente fazem bloqueios em estradas do país desde o fim do domingo (30).

 

“Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia 30 de outubro. Os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral. As manifestações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser os da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedade, destruição de patrimônio e cerceamento do direito de ir e vir”, continuou.

O resultado das eleições foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 19h57 de domingo, quando 98,81% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela hora, Lula, tinha 50,83% dos votos válidos e não poderia mais ser alcançado por Bolsonaro, que contabilizava 49,17% de votos válidos.

Ao todo, com 100% das urnas apuradas, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva obteve 60,3 milhões de votos, e Bolsonaro, 58,2 milhões de votos.

No pronunciamento, Bolsonaro não citou o nome de Lula. Tradicionalmente, candidatos derrotados ligam para os vitoriosos. De acordo com o PT Bolsonaro não havia procurado Lula até a tarde desta terça.

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